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	<title>Seobra (SEO) - Otimização de sites e Marketing de Busca em Fortaleza &#187; Notícias</title>
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	<description>Otimização de sites (SEO) e Marketing de busca. a Seobra  é especialista no assunto. Além de Anuncios nos links patrocinados do google, em Fortaleza</description>
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		<title>Publicidade online cresce 4,5% na Europa</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 21:53:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Marketing na internet]]></category>
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		<description><![CDATA[O mercado publicitário europeu ainda está em processo de recuperação. De acordo com dados do Interactive Advertising Bureau (IAB) do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado publicitário europeu ainda está em processo de recuperação. De acordo com dados do Interactive Advertising Bureau (IAB) do continente, a publicidade online apresentou crescimento de 4,5% em 2009 na região, o mais baixo dos últimos anos. Em 2007, a Europa cresceu 40% no meio digital e, em 2008, passou para 20%.</p>
<p>Apesar da queda em escalada, o setor foi o único que teve alta no ano passado, de acordo com o levantamento. O relatório agrega dados compilados pela Screen Digest e estuda 33 países daquele continente. Pela primeira vez, foram incluídos no IAB Rússia, Suíça, Eslováquia e Bulgária.</p>
<p>No total, US$ 17,9 milhões (14,7 milhões de euros) foram investidos no continente em 2009, sendo que, apenas nos Estados Unidos, o montante foi de US$ 19,8 milhões, ou 16,3 milhões de euros.</p>
<p>Isoladamente, Reno Unido apresentou crescimento de 4,6%. Na Alemanha, a alta foi de 5,2%; na França, 1,7%; Holanda, 1,9%; Itália, 6,5% e, na Espanha, 7,7%. Os dois últimos países, que apresentaram números elevados, tiveram os números mais baixos na última contagem, em relação ao restante do continente – no caso da Espanha, o investimento do país em anúncios tradicionais caiu 23% no período. Os seis países, juntos, concentram 76% do total investido na Europa.</p>
<p>O IAB também mostrou que a participação do mercado de web no total investido cresceu. Na média, a participação da internet no bolo publicitário europeu foi de 19%. O Reino Unido apresentou 30% e os países nórdicos, de 20% a 25%.</p>
<p>A pesquisa apontou que o marketing de busca subiu 10%. Já os banners tiveram leve aumento, de 0,3%, no continente.</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Publicidade online cresce 4,5% na Europa" href="http://www.adnews.com.br/publicidade.php?id=104522" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Yahoo se integra ao Facebook</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 21:49:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
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		<description><![CDATA[O Yahoo anunciou novos atributos que permitirão aos seus usuários mais acessos a atualizações do popular site de relacionamento Facebook, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Yahoo anunciou novos atributos que permitirão aos seus usuários mais acessos a atualizações do popular site de relacionamento Facebook, ampliando a parceria que as empresas firmaram no ano passado.</p>
<p>A partir desta segunda-feira, as contas do Yahoo e do Facebook podem ser diretamente ligadas, permitindo que os usuários do Yahoo, por exemplo, tenham as atualizações do Facebook enviadas diretamente às suas páginas iniciais ou ao email.</p>
<p>A integração adicional também facilitará o compartilhamento de atividades no site do Yahoo, como fotos no Flickr, por meio do Facebook. A expansão de acesso foi anunciada no domingo.</p>
<p>Os novos atributos ressaltam os esforços do Yahoo para acompanhar a popularidade das redes sociais e evitar que seus usuários migrem para sites como o Facebook, que conta com mais de 350 milhões de usuários pelo mundo.</p>
<p>O Yahoo informou ainda que irá renomear o Yahoo Profiles, sua central de gerenciamento de perfis e atividades, para Yahoo Pulse, além de alterar a configuração para facilitar os controles de privacidade do usuário.</p>
<p><strong>Fonte: Reuters</strong></p>
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		<title>YouTube lidera com folga mercado de vídeos</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 21:26:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Youtube]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudo divulgado pela comScore aponta que, dos 30,3 bilhões de vídeos na web assistidos por usuários dos EUA em abril, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estudo divulgado pela comScore aponta que, dos 30,3 bilhões de vídeos na web assistidos por usuários dos EUA em abril, 13,1 bilhões são de sites do Google (comandos pelo YouTube).</p>
<p>O resultado dá ao gigante das buscas 43,2 por cento do mercado de vídeos online naquele país, bem à frente do segundo colocado, Hulu, com modestos 3,2%, correspondentes a 958 milhões de vídeos assistidos.</p>
<p>As páginas de vídeos da Microsoft ficaram em terceiro com 644 milhões (2,1 por cento do mercado), seguido pela Viacom Digital, com 384 milhões (1,3 por cento) e sites do Yahoo!, com 371 milhões  (1,2 por cento).</p>
<p>Durante o mês de abril, cada espectador norte-americano viu, em média, 96 vídeos nos sites do Google, contra 24,7 no Hulu.</p>
<p>As páginas de vídeos do Yahoo!, que estão em quinto no total de vídeos assistidos, aparece em segundo em número de visitas únicas no mês (49,5 milhões). As páginas do Google lideram com 136 milhões de visitantes.</p>
<p><strong>Fonte: INFO</strong></p>
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		<title>Google prepara concorrente para iTunes, da Apple</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/google-prepara-concorrente-para-itunes-da-apple.html</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 21:25:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de despertar o interesse da audiência do Google I/O, evento que aconteceu há algumas semanas, com a ideia de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de despertar o interesse da audiência do Google I/O, evento que aconteceu há algumas semanas, com a ideia de um concorrente web-based do iTunes, da Apple, parece que o serviço já tem nome: Google Music.</p>
<p>A descoberta foi feita pelo site TechCrunch, que encontrou no site da empresa o logo do novo produto. Apesar do nome bastante óbvio, o Google Music tende a ser uma ferramenta bastante interessante, permitindo que o download das músicas seja feito de forma remota pela internet, assim como funciona com o download de aplicativos mobile.</p>
<p>Além disso, segundo o site Fortune Tech, da CNN, a Google também adquiriu a empresa Simplify Media, companhia que desenvolvia aplicativos para iPhone, que a tecnologia que permitirá que músicas sem DRM possam ser enviadas ao Google e utilizadas em qualquer dispositivo com sistema operacional Android.</p>
<p>Segundo o site Erictric, com os rumores de que a Apple estaria também planejando uma versão web-based do iTunes para os próximos meses, é bem possível que a Google acelere a estreia do Google Music, ainda que talvez sacrificando um tantinho a qualidade final do produto.</p>
<p><strong>Fonte: Geek</strong></p>
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		<title>YouTube busca na TV seu modelo ideal</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/youtube-busca-na-tv-seu-modelo-ideal.html</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Jun 2010 14:55:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Youtube]]></category>

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		<description><![CDATA[Duas semanas atrás, o YouTube celebrou a marca dos dois bilhões de vídeos assistidos ao dia em seu site, um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Duas semanas atrás, o YouTube celebrou a marca dos dois bilhões de vídeos assistidos ao dia em seu site, um recorde histórico. Mas também usou a ocasião para expressar sua inveja quanto ao domínio persistente que a televisão mantém sobre seus espectadores: &#8220;Ainda que o usuário médio hoje dedique 15 minutos diários ao YouTube, isso é pouco se comparado às cinco horas diárias que as pessoas passam assistindo TV&#8221;, observou a empresa em seu blog.</p>
<p>O YouTube, no entanto, enfrenta um sério obstáculo: vídeos muito curtos não costumam reter o interesse se assistidos em longas sequências. Resta determinar se os telespectadores algum dia se interessarão por assistir durante horas a vídeos de em média dois minutos e meio de duração, mesmo que produzidos profissionalmente e bem enquadrados aos gostos e expectativas da audiência.</p>
<p>O final de um programa &#8211; quer dure dois minutos ou duas horas &#8211; em geral leva o espectador a considerar a possibilidade de fazer outra coisa. No caso do YouTube, claro, os finais vêm mais rápido. Jamie Davison, um gerente de produto do YouTube, diz que os 15 minutos de uso diário do site por um consumidor médio tipicamente envolvem seis vídeos, e o final de cada um deles representa um &#8220;ponto de decisão, e cada ponto de decisão é uma oportunidade de sair&#8221;. &#8220;Estamos considerando como convencer o usuário a aceitar uma experiência de uso mais passiva, na qual ele só se recoste e assista&#8221;, disse Davidson.</p>
<p>Margaret Stewart, diretora da equipe de experiência de usuário do YouTube, diz que o site não só está se esforçando para &#8220;integrar conteúdo curto de maneira mais contínua&#8221; mas também está criando &#8220;conteúdo em forma mais longa&#8221;, como programas de TV, episódios produzidos especialmente para a web bem como eventos esportivos e musicais transmitidos ao vivo. Ela diz que o YouTube dispõe de sete mil horas de filmes e programas a oferecer.</p>
<p>Mas proporção embaraçosa desse conteúdo parece ser de um tipo que nem mesmo chega a ser ruim o suficiente para divertir. Em janeiro, Joe Queenan, crítico do jornal Guardian, resumiu o conteúdo assistido como &#8220;muitos vídeos sentimentais, filmes trash, filmes cult, filmes que nunca foram lançados no cinema e projetos pessoais realizados por vaidade ou como paródia&#8221;.</p>
<p>The Torture Chamber of Dr. Sadism e Cheerleader Ninjas estão entre os títulos do YouTube dos quais Queenan disse que &#8220;todos parecem divertidos. Mas não são. De jeito nenhum&#8221;.</p>
<p>No final deste ano, o YouTube vai adotar um design radicalmente diferente, mais leve, com o YouTube Leanback, que terá endereço separado na web e começará a executar o vídeo assim que o usuário clicar no site. Quando um vídeo se encerrar, o seguinte começará sem intervalo, eliminando os temidos &#8220;pontos de decisão&#8221;, que convidam o usuário a sair. Os espectadores poderão selecionar canais, mas o fluxo de programas, quer curtos, quer longos, será contínuo.</p>
<p>&#8220;Não haverá necessidade de navegar, fazer buscas, clicar. Funcionará como a televisão&#8221;, disse Hunter Walk, gerente de programa do YouTube que exibiu uma pequena amostra do novo site em uma conferência do Google para programadores este mês.</p>
<p>O Google, que controla o YouTube, agora considera as salas de estar como território estrategicamente importante para a empresa, e não quer esperar para que o YouTube conquiste espaço gradualmente. O mais importante anúncio da recente conferência foi a introdução do Google TV, que busca unir fabricantes de hardware e empresas de TV a cabo na adoção de tecnologia fornecida pelo Google para facilitar a navegação simultânea de programas de TV, vídeos online e sites com formatação televisiva, no televisor de uma casa.</p>
<p>Quem deseja desfrutar de uma sequência ininterrupta de vídeos do YouTube já agora, antes que o YouTube Leanback seja lançado, pode recorrer ao NowMov, serviço iniciante de San Francisco. Com base em feeds do Twitter para determinar que vídeos do YouTube estão aparecendo com mais frequência nos tweets, o NowMov começa a exibir um vídeo do YouTube assim que um visitante chega ao site. Ao fundo, outros vídeos que foram destaque no Twitter estão sendo baixados. Se o usuário não gostar do vídeo em exibição, basta clicar no botão &#8220;next&#8221; e outro começa instantaneamente.</p>
<p>&#8220;Se parte excessiva do cérebro está preocupada com o processo de escolha, a experiência de assistir não é aproveitada&#8221;, explica James Black, co-fundador da NowMov.</p>
<p>É divertido experimentar com o serviço da NowMov ¿ por pouco tempo. Mas é difícil imaginar que alguém se acomode por horas assistindo a uma sequência de vídeos curtos que nada têm em comum exceto a popularidade de que desfrutam no Twitter em dado momento.</p>
<p>O NowMov começou a operar apenas este mês, e Black diz que ainda não tem como informar quanto dura a sessão média de uso. Mas se a empresa obtiver sucesso, realizará a ambição de Black de libertar os usuários do que agora define como &#8220;a tirania da escolha&#8221;.</p>
<p>Hoje, assistir ao NowMov não requer coisa alguma do usuário, nem mesmo usar o botão next ¿ uma experiência de profunda passividade. Será que o telespectador dos anos 50, que pelo menos selecionava os canais a que desejava assistir, era movido essencialmente pela preguiça?</p>
<p><em>Tradução: Paulo Migliacci ME</em></p>
<p><strong>Fonte: The New York Times/ Terra</strong></p>
<p>Duas semanas atrás, o YouTube celebrou a marca dos dois bilhões de vídeos assistidos ao dia em seu site, um recorde histórico. Mas também usou a ocasião para expressar sua inveja quanto ao domínio persistente que a televisão mantém sobre seus espectadores: &#8220;Ainda que o usuário médio hoje dedique 15 minutos diários ao YouTube, isso é pouco se comparado às cinco horas diárias que as pessoas passam assistindo TV&#8221;, observou a empresa em seu blog.</p>
<p>O YouTube, no entanto, enfrenta um sério obstáculo: vídeos muito curtos não costumam reter o interesse se assistidos em longas sequências. Resta determinar se os telespectadores algum dia se interessarão por assistir durante horas a vídeos de em média dois minutos e meio de duração, mesmo que produzidos profissionalmente e bem enquadrados aos gostos e expectativas da audiência.</p>
<p>O final de um programa &#8211; quer dure dois minutos ou duas horas &#8211; em geral leva o espectador a considerar a possibilidade de fazer outra coisa. No caso do YouTube, claro, os finais vêm mais rápido. Jamie Davison, um gerente de produto do YouTube, diz que os 15 minutos de uso diário do site por um consumidor médio tipicamente envolvem seis vídeos, e o final de cada um deles representa um &#8220;ponto de decisão, e cada ponto de decisão é uma oportunidade de sair&#8221;. &#8220;Estamos considerando como convencer o usuário a aceitar uma experiência de uso mais passiva, na qual ele só se recoste e assista&#8221;, disse Davidson.</p>
<p>Margaret Stewart, diretora da equipe de experiência de usuário do YouTube, diz que o site não só está se esforçando para &#8220;integrar conteúdo curto de maneira mais contínua&#8221; mas também está criando &#8220;conteúdo em forma mais longa&#8221;, como programas de TV, episódios produzidos especialmente para a web bem como eventos esportivos e musicais transmitidos ao vivo. Ela diz que o YouTube dispõe de sete mil horas de filmes e programas a oferecer.</p>
<p>Mas proporção embaraçosa desse conteúdo parece ser de um tipo que nem mesmo chega a ser ruim o suficiente para divertir. Em janeiro, Joe Queenan, crítico do jornal Guardian, resumiu o conteúdo assistido como &#8220;muitos vídeos sentimentais, filmes trash, filmes cult, filmes que nunca foram lançados no cinema e projetos pessoais realizados por vaidade ou como paródia&#8221;.</p>
<p>The Torture Chamber of Dr. Sadism e Cheerleader Ninjas estão entre os títulos do YouTube dos quais Queenan disse que &#8220;todos parecem divertidos. Mas não são. De jeito nenhum&#8221;.</p>
<p>No final deste ano, o YouTube vai adotar um design radicalmente diferente, mais leve, com o YouTube Leanback, que terá endereço separado na web e começará a executar o vídeo assim que o usuário clicar no site. Quando um vídeo se encerrar, o seguinte começará sem intervalo, eliminando os temidos &#8220;pontos de decisão&#8221;, que convidam o usuário a sair. Os espectadores poderão selecionar canais, mas o fluxo de programas, quer curtos, quer longos, será contínuo.</p>
<p>&#8220;Não haverá necessidade de navegar, fazer buscas, clicar. Funcionará como a televisão&#8221;, disse Hunter Walk, gerente de programa do YouTube que exibiu uma pequena amostra do novo site em uma conferência do Google para programadores este mês.</p>
<p>O Google, que controla o YouTube, agora considera as salas de estar como território estrategicamente importante para a empresa, e não quer esperar para que o YouTube conquiste espaço gradualmente. O mais importante anúncio da recente conferência foi a introdução do Google TV, que busca unir fabricantes de hardware e empresas de TV a cabo na adoção de tecnologia fornecida pelo Google para facilitar a navegação simultânea de programas de TV, vídeos online e sites com formatação televisiva, no televisor de uma casa.</p>
<p>Quem deseja desfrutar de uma sequência ininterrupta de vídeos do YouTube já agora, antes que o YouTube Leanback seja lançado, pode recorrer ao NowMov, serviço iniciante de San Francisco. Com base em feeds do Twitter para determinar que vídeos do YouTube estão aparecendo com mais frequência nos tweets, o NowMov começa a exibir um vídeo do YouTube assim que um visitante chega ao site. Ao fundo, outros vídeos que foram destaque no Twitter estão sendo baixados. Se o usuário não gostar do vídeo em exibição, basta clicar no botão &#8220;next&#8221; e outro começa instantaneamente.</p>
<p>&#8220;Se parte excessiva do cérebro está preocupada com o processo de escolha, a experiência de assistir não é aproveitada&#8221;, explica James Black, co-fundador da NowMov.</p>
<p>É divertido experimentar com o serviço da NowMov ¿ por pouco tempo. Mas é difícil imaginar que alguém se acomode por horas assistindo a uma sequência de vídeos curtos que nada têm em comum exceto a popularidade de que desfrutam no Twitter em dado momento.</p>
<p>O NowMov começou a operar apenas este mês, e Black diz que ainda não tem como informar quanto dura a sessão média de uso. Mas se a empresa obtiver sucesso, realizará a ambição de Black de libertar os usuários do que agora define como &#8220;a tirania da escolha&#8221;.</p>
<p>Hoje, assistir ao NowMov não requer coisa alguma do usuário, nem mesmo usar o botão next ¿ uma experiência de profunda passividade. Será que o telespectador dos anos 50, que pelo menos selecionava os canais a que desejava assistir, era movido essencialmente pela preguiça?</p>
<p><em>Tradução: Paulo Migliacci ME</em></p>
<p><strong>Fonte: The New York Times/ Terra</strong></p>
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		<title>Google completa aquisição do AdMob</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/google-completa-aquisicao-do-admob.html</link>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2010 14:32:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[AdMob]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>

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		<description><![CDATA[O Google anunciou oficialmente nesta quinta-feira (27) que completou sua aquisição de US$ 750 milhões da rede de publicidade móvel [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Google anunciou oficialmente nesta quinta-feira (27) que completou sua aquisição de US$ 750 milhões da rede de publicidade móvel AdMob e vai começar a comprar uma parte de suas próprias ações como resultado.</p>
<p>A compra foi fechada menos de uma semana depois que a Comissão Federal de Comércio dos EUA (FTC, na sigla em inglês) aprovou o acordo, seguindo seis meses de investigação para saber se a gigante de internet poderia ganhar muito controle sobre o mercado de anúncios para celular.</p>
<p>A agência norte-americana concluiu que a recente expansão da Apple em anúncios para celular vai garantir uma concorrência ampla.</p>
<p>A AdMob, fundada há quatro anos, tem cerca de 160 funcionários. A aquisição está sendo paga em ações do Google. O Google pretende reconstituir as ações em sua tesouraria por meio da compra de US$ 750 milhões de suas ações no mercado aberto.</p>
<p><strong>Fonte: G1</strong></p>
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		<title>Apple bate Microsoft e se torna a maior de tecnologia</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/apple-bate-microsoft-e-se-torna-a-maior-de-tecnologia.html</link>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 15:34:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>

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		<description><![CDATA[O mercado tecnológico foi sacudido na quarta-feira (26) com a notícia de que a Apple superou a Microsoft em valor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado tecnológico foi sacudido na quarta-feira (26) com a notícia de que a Apple superou a Microsoft em valor de mercado, tendo se tornado a número um do segmento. De acordo com a agência Reuters, as ações da empresa de Steve Jobs subiam 1% na Nasdaq cerca de uma hora antes do fechamento do pregão da Bolsa de Valores de Nova York, com seu valor de mercado a US$ 225,1 bilhões.</p>
<p>No período da ascensão da Apple, a rival viu suas ações declinarem em 2,2%, com valor de mercado em US$ 222,7 bilhões. Às 16h55 (de Brasília), as ações da Microsoft desceram mais 3,6%, enquanto as da Apple se mantinham estáveis.</p>
<p>A Apple se tornou a segunda maior companhia em valor de mercado, entre as que integram o índice Standard &amp; Poor´s 500. A ponta ainda é do grupo de energia Exxon Mobil.</p>
<p><strong>Revolução</strong></p>
<p>Os resultados são um marco para Steve Jobs, que viu sua companhia quase falir na década de 1990, quando caiu no ostracismo. O valor das ações da Apple é hoje 10 vezes maior do que o praticado há uma década. Em 1997, a empresa chegou a aceitar um investimento de US% 150 milhões da própria Microsoft para se manter.</p>
<p>Mas, com o lançamento de produtos estilosos, como iPod, MacBook e iPhone, a companhia se recuperou com força. Já a Microsoft, cujo sistema operacional (Windows) está presente em 90% dos PC no mundo, não conseguiu atingir o mesmo crescimento, e viu as ações caírem 18% na última década.</p>
<p><strong>Mudança cultural</strong></p>
<p>Para o New York Times, o rápido crescimento da Apple frente ao declínio da rival também mostra uma alteração cultural, com o gosto dos consumidores sobreposto às necessidades dos negócios na conquista da liderança do mercado de tecnologia.</p>
<p>Por quase duas décadas a Microsoft dominou a relação entre consumidor e o PC, já que é detentora do pacote Office, o mais popular entre serviços de escritório. Porém, o NYT lembra que os teclados hoje deram lugar às telas sensíveis ao toque, e aos celulares inteligentes. </p>
<p><em>Com informações de Reuters e UOL</em></p>
<p><strong>Fobte: <a target="_blank" title="Apple bate Microsoft e se torna a maior de tecnologia" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=104043">Redação Adnews</a></strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Twitter em português será lançado em breve</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/twitter-em-portugues-sera-lancado-em-breve.html</link>
		<comments>http://www.seobra.com.br/twitter-em-portugues-sera-lancado-em-breve.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 27 May 2010 15:31:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil é um dos países onde o Twitter faz mais sucesso. Segundo a consultoria comScore, o microblog tem quase [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil é um dos países onde o Twitter faz mais sucesso. Segundo a consultoria comScore, o microblog tem quase 6 milhões de fiéis seguidores brasileiros – 1,5 milhão a mais do que toda a América Latina, que tem  cerca de 4.500 milhões de usuários. Ainda assim, o serviço ainda não conta com uma versão traduzida para português, situação que pode mudar em breve, segundo a companhia.</p>
<p>Durante conferência com jornais da América Latina que fazem parte do Grupo de Diários América (GDA), a porta-voz do Twitter, Jenna Dawn, disse que a necessidade de se trabalhar em vários idiomas foi percebida em fevereiro, quando o número de contas chilenas no microblog aumentou em 500% por causa do terremoto ocorrido no país.</p>
<p>&#8220;Se não tivéssemos Twitter em espanhol, não teríamos conhecido o impacto (da importância do idioma). O Twitter estará disponível em português, mas ainda não temos uma data para o lançamento&#8221;, declarou Jenna.</p>
<p>Segundo a porta-voz, o brasileiro é um dos mais ativos no serviço, que atualmente está disponível em seis idiomas: inglês, espanhol, japonês, italiano, francês e alemão. Dos quais, os mais populares são o inglês e o japonês.</p>
<p><strong>Intenção antiga</strong></p>
<p>A intenção de traduzir o microblog para português havia sido anunciada pelo seu fundador, Evan Willians, no fim do ano passado, a começar pelo tradicional &#8220;What are you doing?&#8221; (O que você está fazendo?). Na época, Willians disse que a tradução estaria pronta já no começo desde ano.</p>
<p>Mas a ideia pode realmente estar em curso, já que recentemente foi inaugurado o &#8220;Trend Topic&#8221; nacional, que lista os assuntos mais populares citados no microblog.</p>
<p>O Brasil está entre as seis nações que contam com o serviço, antes disponibilizado apenas em escala global. As outras são México, Reino Unido, EUA, Canadá e Irlanda. E haverá em breve um do Chile.</p>
<p><em>Com informações de O Globo</em></p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Twitter em português será lançado em breve" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=104066" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Acesso a jornais americanos na web cresce</title>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 12:43:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os acessos à sites de jornais nos EUA registrou um crescimento de 11% em abril na comparação com março.
Uma pesquisa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os acessos à sites de jornais nos EUA registrou um crescimento de 11% em abril na comparação com março.</p>
<p>Uma pesquisa realizada pela Rede Nacional de Jornais mostrou que foram registrados 2 bilhões de acessos no período, um recorde se comparado ao mês de março, que totalizou 83, 7 milhões.</p>
<p><em>Com informações da Folha de S.Paulo.</em></p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Acesso a jornais americanos na web cresce" href="http://www.adnews.com.br/tecnologia/103967.html" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Google deve lançar hoje a TV inteligente</title>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 16:01:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A tão comentada TV do Google deve ser lançada nesta quinta-feira (20) durante a conferência I/O, que acontece em San [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A tão comentada TV do Google deve ser lançada nesta quinta-feira (20) durante a conferência I/O, que acontece em San Francisco, nos Estados Unidos.</p>
<p>A “Smart TV”, como é chamada pela imprensa local, deverá integrar funções de internet à plataforma de televisão, a partir do sistema operacional do Google, o Android. E a novidade que pode ser anunciada hoje é uma parceria entre a gigante de buscas, Sony, Logitech e Intel.</p>
<p>A previsão do Google é que os 3 mil desenvolvedores participantes da conferência se disponham a desenvolver conteúdo e aplicativos para a nova plataforma.</p>
<p>Para o site NewsFactor, a iniciativa ajudará todos os envolvidos indiretamente. A Intel, por exemplo, terá a oportunidade de colocar seus chips em um número maior de dispositivos, já a Sony espera recuperar a fatia de mercado perdida para a Samsung e a LG. O Google, por sua vez, pretende gerar receita com anúncios direcionados e com conteúdo. Por fim, o interesse da Logitech está em torno dos periféricos a serem criados para as televisões, como teclados.</p>
<p>Os novos televisores da Sony permitirão que se exiba na tela durante a programação algumas caixas de diálogo com sites de relacionamento, como Twitter e Facebook, além de comunicadores, como o Skype. A partir daí, operadoras de telefonia também poderão entrar no negócio.</p>
<p>Na Europa, a France Telecom e a Telecom Italia, dona da TIM no Brasil, já se mostraram interessadas em embarcar seus chips 3G nos set-top boxes. Isso significa que, pela rede dessas operadoras, o aparelho se conectaria automaticamente à internet pela rede de uma operadora de celular, além de exibir a programação televisiva.</p>
<p>O avanço dessa tecnologia é recente. A primeira experiência consistente da Intel nesse sentido foi com o Yahoo, em 2008. Neste ano, Samsung, Sony, LG, Sharp e Panasonic vão lançar televisores que permitem a conexão à internet com funcionalidades como videochamadas e &#8220;streaming&#8221; de filmes por meio de sites como Netflix.</p>
<p>Um dos parceiros com a tecnologia – a partir da empresa de consultoria Altimeter Group –, Michel Gartenberg considera a iniciativa um “espaço desafiador”. &#8220;Consumidores estão olhando mais telas conectadas, não é nenhuma surpresa que o Google queira se certificar de que o seu conteúdo, serviços e, claro, os anúncios estão na TV, assim como no PC e no telefone&#8221;, completa.</p>
<p><em>Com informações da Folha Online</em></p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Google deve lançar hoje a TV inteligente " href="http://www.adnews.com.br/internet/103660.html" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Criado no papel, Twitter cresce cada vez mais</title>
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		<pubDate>Sat, 15 May 2010 12:36:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Criei o Twitter numa folha de caderno pensando em uma comunicação simples e dividindo mensagens e grupos&#8221;, resumia o cofundador da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Criei o Twitter numa folha de caderno pensando em uma comunicação simples e dividindo mensagens e grupos&#8221;, resumia o cofundador da rede de microblogs, Biz Stone, durante o Festival de Cannes de 2009. À época, classificou o site como &#8220;triunfo da humanidade e não da tecnologia&#8221;, ao firmar o conceito de democratização da informação e a condição de atividade a quem quer compartilhar experiências e conteúdo. O tempo mostrou que a fórmula seria atraente e vingaria.</p>
<p>Nascido em 2006, o microblog ganhou proporções gigantescas, com acúmulo de 10 bilhões de tweets em seus quatro anos de existência. No Brasil, atualmente com 56% da audiência em mídias sociais, o serviço cresce a taxas expressivas, tendo registrado, apenas em abril deste ano, quase um milhão de acessos únicos no país, segundo o Ibope.</p>
<p>Com o passar dos anos, o site enfrentou diversas transformações em sua utilidade, que vão muito além do conceito “O que você está fazendo?” para “O que está acontecendo?”. Ferramenta de comunicação, feed, RSS, plataforma para a publicidade e diário são algumas variáveis que explicam o site, mas ainda é tarefa difícil decifrar em que se transformou o Twitter.</p>
<p>O professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing – ESPM, Luis Grottera, considera o microblog “um grande “debatedor” de ideias”, que supera modismo momentâneo. E, assim como Stone previa, o professor acredita que a ferramenta “cumpre um papel inovador em relação à sociedade antiga: democratizar”. Aliás, já é um consenso que o Twitter trouxe a democracia à comunicação.</p>
<p>Para o diretor-geral da Ogilvy &amp; Mather, Fernando Musa, é positivo o espaço virtual que o Twitter conquistou na sociedade: “a democracia meio anárquica da informação que estamos vivendo é muito boa”, disse.</p>
<p><strong>A chegada da publicidade</strong></p>
<p>No início de abril, quatro anos após o surgimento, a empresa publicou em seu blog sua estratégia para ganhar dinheiro, integrando progressivamente mensagens promocionais, pagas por anunciantes, às páginas iniciais dos usuários. As mensagens &#8220;serão pagas pelas empresas ou organizações que quiserem ampliar o grupo de usuários que receberem o anúncio&#8221;, dizia o comunicado oficial.</p>
<p>À época, gerou desconfiança por parte dos usuários, que viam o “Promoted Tweets” como uma espécie de serviço de spam. Dentre as primeiras empresas a investir na novidade estavam as marcas Best Buy, Red Bull, Sony, Starbucks e Virgin America.</p>
<p>No Brasil, a Ogilvy &amp; Mather anunciou, nesta semana, uma ação que provocou muitos comentários e dúvidas: a criação do perfil de Ronaldo “Fenômeno”, contratado pela Claro, para comentar a Copa no microblog. Cerca de 24h depois da abertura, o <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/ClaroRonaldo" target="_blank">@ClaroRonaldo </a>já tinha 75 mil seguidores e, nessa sexta-feira, já ultrapassou os 100 mil.</p>
<p>A rápida adesão dos internautas ao Twitter da Claro é, para Musa,  um “reflexo de como as pessoas agem”. Para ele, a questão central é que “dez em cada dez pessoas que estão na net estão em uma rede social”, seja com perfil físico, seja profissional, ou os dois, mas “está todo mundo”.</p>
<p>Essa ação é uma forma diferenciada de fazer propaganda na rede, além do já conhecido retweet, distribuição das mensagens para a lista do usuário. Já para Grottera, o Twitter não é uma eficiente plataforma para publicidade, mas sim para branding (o fazer de uma marca). “A coisa mais babaca que as marcas fazem é pedir retweet. Muda a função da ferramenta. Efetivamente, o Twitter é uma ferramenta fundamental para branding, a marca pode fazer relacionamento o tempo todo com seus consumidores”, disse.</p>
<p>A Claro já faz inserções de conteúdo promocional no canal. E, com Ronaldo, o objetivo principal da empresa é aumentar sua relevância na rede social, e o diretor de Comunicação da operadora, Carlos Scappini, lembra que a campanha poderia não funcionar em redes sociais como Orkut e Facebook. E completa: “não tenho a menor dúvida de que [as redes sociais] são uma variável considerável nos meios de comunicação e cabe às empresas identificar isso”.</p>
<p><strong>Diga-me quem tu és e eu te seguirei</strong></p>
<p>O Twitter promoveu, além de uma alternativa para publicidade, a aproximação entre os internautas e as celebridades. Perfis de pessoas famosas ou com algum tipo de relevância ganharam notoriedade a partir do momento em que seus donos apareceram como sujeitos comuns e tangíveis. É o caso de pessoas como o jornalista da TV Globo William Bonner, que passararam a estar a um tweet de distância.</p>
<p>Essa aproximação fez surgir também um novo fenômeno no serviço: os megaperfis. O exemplo de Ronaldo com a Claro ilustra essa situação; assim que se tornou pública a união entre o jogador e o microblog, centenas de pessoas passaram a “segui-lo”. O mesmo aconteceu com a candidata à Presidência da República petista Dilma Rousseff, que estreou sua conta no mês de abril e já tem quase 57 mil pessoas em seu encalço pelo serviço.</p>
<p>Outra curiosidade gerada na rede se deu depois da adoção do presidente venezuelano, Hugo Chávez. Em pouco mais de uma semana, Chávez anunciou a contratação de uma equipe de 200 pessoas apenas para cuidar da leitura das mensagens que recebia – contingente maior do que muitas redações de jornal.</p>
<p>Essa relação se mostra positiva em diversos momentos, mas já apontou facetas que devem servir como alerta às personalidades. Um exemplo disso foi o contrato de publicidade no Twitter firmado entre o apresentador Marcelo Tas e a Telefonica. O tweet &#8220;O encontro Xtreme foi divertido, informativo e cheio de insights. (&#8230;) Adorei!&#8221;, feito por Tas sobre um evento da operadora gerou rejeição e críticas de seus seguidores e mídia. Esse foi o mote para a discussão que se estende até hoje: Publicidade no Twitter é uma tendência? Como deve ser usada?</p>
<p><strong>Por Lais Mendonça e Leonardo Pereira</strong></p>
<p><strong>Edição: Marcelo Gripa</strong></p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Criado no papel, Twitter cresce cada vez mais " href="http://www.adnews.com.br/internet/103401.html" target="_blank">Adnews</a></strong></p>
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		<title>Ibope começa a medir Orkut e Twitter</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/ibope-comeca-a-medir-orkut-e-twitter.html</link>
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		<pubDate>Thu, 13 May 2010 20:28:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Marcas presentes nas redes sociais agora têm um aliado de peso para comprovar eficácia do mundo online. O Ibope Nielsen [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Marcas presentes nas redes sociais agora têm um aliado de peso para comprovar eficácia do mundo online. O Ibope Nielsen Online, anunciou na manhã desta quarta-feira (12) ferramentas de monitoramento do comportamento em redes como Orkut, Twitter e Facebook.</p>
<p>Batizadas de BuzzMetrics &#8211; Insights e VídeoCensus, respectivamente, elas chegam para auxiliar agências de publicidades e empresas na compreensão da relação entre o consumidor e a marca.</p>
<p>A primeira delas monitora o comportamento dos usuários nas redes sociais e acompanha o conteúdo online gerado pelo consumidor, como, por exemplo, opiniões publicadas no Twitter. Só no Orkut serão acompanhados mais de 1 milhão de mensagens, diariamente.</p>
<p>O VídeoCensus, por sua vez, faz um trabalho semelhante ao BuzzMetrics, mas é voltado especificamente aos vídeos da web. Seu principal alvo não é a quantidade, mas sim o comportamento e a forma como o usuário consome o conteúdo deste tipo de mídia e quanto tempo ele dedica a isso.</p>
<p>&#8220;Trata-se de uma ferramenta com uma interface de utilização muito fácil por parte das empresas. Ela foi desenvolvida justamente com o propósito de facilitar o trabalho de profissionais que não são de tecnologia&#8221;.</p>
<p>A cobertura em língua portuguesa do BuzzMetrics é de cerca de 4,5 milhões de blogs, 70 mil fóruns e 50 milhões de comentários, segundo o Ibope.</p>
<p>Pesquisa recente do Ibope comprovou a importância das redes sociais em termos de audiência na internet. Segundoos os dados, 24,2 milhões de brasileiros acessaram regularmente comunidades online.</p>
<p><strong>Audiência</strong></p>
<p>O Ibope divulgou também nesta quarta-feira que 85,6% dos internautas brasileiros acessaram algum tipo de rede social durante o mês de março. Na média, os usuários daqui passaram 7h03 conectados em sites como Facebook, Twitter e Orkut. De acordo com dados da ferramenta online NetView, o Brasil foi o campeão de penetração dos sites desse segmento.</p>
<p>Em segundo lugar vem a Itália, onde 78,7% dos usuários passam em média 7h10 conectados nas ferramentas.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Ibope começa a medir Orkut e Twitter" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=103234" target="_blank">Adnews</a></strong></p>
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		<title>Google quer lançar livraria on-line até o final de julho</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/google-quer-lancar-livraria-on-line-ate-o-final-de-julho.html</link>
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		<pubDate>Wed, 05 May 2010 14:33:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Google entrará no mercado de vendas de livros digitalizados até o final de julho, segundo anúncio feito na última [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Google entrará no mercado de vendas de livros digitalizados até o final de julho, segundo anúncio feito na última terça-feira (4). O gigante das buscas venderá com o consentimento das editoras e sem esperar que a justiça chegue a uma solução para a questão das obras que caem no domínio público.</p>
<p>A livraria virtual já tem nome: Google Editions. Em entrevista à agência France Presse, o porta-voz da empresa, Gabriel Stricker, explicou que o serviço contemplará todos e-readers “não terá preferência de aparelho e será lançada até o final de julho”, disse.</p>
<p>Já na Feira do Livro de Frankfurt, em outubro, o Google sinalizava interesse no ramo. O novo serviço concorrerá com a Amazon, que vende o tablet de leitura Kindle, líder no mercado, que também tem uma livraria virtual com o mesmo nome do e-reader, enriquecida com mais de 500 mil títulos e acessível também por computador e pelos iPad, iPhone e iPod da Apple.</p>
<p>A Apple também investiu em livraria online junto com o lançamento do iPad. O serviço iBookstore permite a compra dos títulos digitalizados, com o apoio de cinco das seis principais editoras norte-americanas.</p>
<p>Assim como a empresa de Steve Jobs, o Google deixa por conta das editoras os preços fixados aos livros e que fica com 55% dos lucros.</p>
<p>Mais de 12 milhões de livros foram digitalizados pelo Google. A empresa, editoras e escritores norte-americanos esperam ainda que um juiz nova-iorquino se pronuncie sobre o acordo a que chegaram, que foi anunciado em outubro de 2008.</p>
<p>O acordo prevê o investimento de US$ 45 milhões para indenizar autores e editoras, cujas obras teriam sido digitalizadas sem autorização, e a criação de um fundo de US$ 30 milhões para remunerar aqueles que aceitarem que seus livros sejam digitalizados.</p>
<p> <strong>Fonte: <a target="_blank" title="Google quer lançar livraria on-line até o final de julho" href="http://www.adnews.com.br/tecnologia/102816.html" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Jornalismo cultural vive crise com o avanço da web</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/jornalismo-cultural-vive-crise-com-o-avanco-da-web.html</link>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2010 21:35:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[O jornalismo cultural foi o mais afetado pelo crescimento das novas mídias e redes sociais, acreditam especialistas reunidos no II [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O jornalismo cultural foi o mais afetado pelo crescimento das novas mídias e redes sociais, acreditam especialistas reunidos no II Congresso de Jornalismo Cultural, em São Paulo. Para eles,  os blogs e as redes sociais abriram espaço para que toda sociedade seja crítica, o que desvaloriza o trabalho dos especialistas.</p>
<p>“Num ambiente onde todos podem fazer crítica, o crítico cultural perde seu valor. Isso é curioso porque não acontece em outras áreas, como no jornalismo esportivo, político, mesmo tendo vários blogs sobre o assunto”, avalia Marion Strecker, diretora de conteúdo do UOL.</p>
<p>Ivana Bentes, professora de comunicação e cultura da UFRJ, compartilha a mesma visão. “Esse meio está em crise, porque há uma grande quantidade de mediadores, antes se trabalhava com a escassez da informação. É uma mudança de eixo de poder, isso eu não tenho dúvida”.</p>
<p>Para Carlos Graib, editor-executivo da Veja, o jornalismo cultural precisa se posicionar melhor. “O jornalismo cultural está numa posição defensiva demais, precisa reafirmar seus valores”, declarou.</p>
<p>Graib defendeu que é importante dividir a opinião e crítica qualificada, da avaliação amadora. “O que não deve acontecer é desvalorizar o conhecimento acumulado do jornalista”, frisou.</p>
<p>O debate ficou acalorado quando Ivana defendeu como plenamente positivo o aumento dos formadores de opinião na internet, e afirmou que o jornal traz notícia “velha em árvores mortas”. “Agora as pessoas produzem conteúdo. Eu leio os jornais para ver o que eles não deram. O jornal traz notícias velhas em árvores mortas”. E complementou. “Pra mim o melhor suplemento cultural é o Google, onde aparecem vários arquivos, e eu não fico refém da opinião de alguém”, argumentou.</p>
<p>Marion discordou da colega. “É uma maldade dizer que o jornal é notícia velha em árvore morta. É o mesmo que dizer que os livros que já foram escritos não são relevantes”.</p>
<p>A diretora de conteúdo do UOL afirmou que o uso do Google requer cautela. “O Google não é bonzinho, não está aqui para resolver os problemas da humanidade. Ele traz preciosidades, mas traz tudo. A internet é um mundo maravilhoso, mas tem um enorme número de problemas”, disse.</p>
<p>No final do debate, Ivana ressaltou que não desvaloriza o jornalismo cultural, mas que a internet abriu um novo modelo de economia e difusão de conteúdo, com mais liberdade.</p>
<p><strong>Fonte: Comunique-se</strong></p>
<p><!--/noticia--> <!--separador-noticia--> <!--/separador-noticia--> <!--Div Ferramentas--></p>
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		<title>Twitter ganha &#8220;Oscar&#8221; e chega a 10 bilhões de postagens</title>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2010 21:22:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta terça-feira, os organizadores da 14ª Edição do Annual Webby Awards divulgaram os seus vencedores. Considerada o “Oscar” da internet [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta terça-feira, os organizadores da 14ª Edição do Annual Webby Awards divulgaram os seus vencedores. Considerada o “Oscar” da internet pelo jornal The New York Times, a premiação teve o Twitter como principal destaque, por ter vencido em duas categorias: “Melhores Práticas” e “Redes Sociais”. Também citando o NYT, o jornal divulgou recentemente que o microblog já acumulou 10 bilhões de mensagens em apenas quatro anos de serviço.</p>
<p>São duas formas de premiação no Webby Awards. Na primeira, é realizada uma votação entre os 750 membros da academia. A outra forma é realizada  partir de voto popular, denominada “The Webby Peoples Voice Awards”. A academia é formada, entre outros, por personalidades como o cantor David Bowie, Vint Cerf (um guru da internet) e Arianna Huffington, cocriadora do blog “Huffington Post”.</p>
<p>Quanto à quantidade de mensagens já postadas no serviço, o NYT divulgou matéria afirmando que seus usuários publicam 55 milhões de tweets diariamente. O jornal diz que, apesar de serem na maioria besteiras, essas mensagens poderão servir posteriormente para estudos de historiadores.</p>
<p>Nesse sentido, o Twitter anunciou no mês passado que irá doar seu serviço público de mensagens ao arquivo da Biblioteca do Congresso americano, além de fornecer atualizações constantes.</p>
<p>Os historiadores já esperam por esse arquivo com certa ansiedade, pois cada mensagem reflete o momento exato em que foi postada, sem um filtro mais amplo do próprio autor, que publica muitas vezes sem sequer arrumar os erros de digitação. Os tweets também não sofrem nenhum tipo de corte de um editor, por exemplo, como no caso de uma publicação na imprensa.</p>
<p>O arquivo todo que irá para a Biblioteca do Congresso terá cerca de cinco terabytes de dados, é pouco quando se leva em consideração que um disco rígido de dois terabytes pode ser comprado por menos de US$ 150.</p>
<p><em>Com informações do UOL</em></p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Twitter ganha &quot;Oscar&quot; e chega a 10 bilhões de postagens" href="http://www.adnews.com.br/internet/102779.html" target="_blank">Redação AdNews</a></strong></p>
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		<title>Google investe US$ 38 milhões em energia verde</title>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2010 15:10:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Energia Verde]]></category>
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		<description><![CDATA[O Google anunciou que fez na semana passada o seu primeiro investimento direto no setor de energia renovável. Através de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Google anunciou que fez na semana passada o seu primeiro investimento direto no setor de energia renovável. Através de um <a target="_blank" href="http://googleblog.blogspot.com/2010/05/not-merely-tilting-at-windmills.html" target="_blank">post</a> em seu blog, a gigante de buscas afirmou ter investido US$ 38,8 milhões em duas fazendas produtoras de energia eólica.</p>
<p> As duas fazendas possuem 113 turbinas de 80 metros de altura cada. As instalações foram feitas na Dakota do Norte, nos Estados Unidos, e poderão trazer um retorno de 169.5 megawatts – segundo a empresa, a quantidade seria suficiente para abastecer 55 mil casas. O Google, porém, não irá utilizar essa produção para seu abastecimento direto.</p>
<p> A energia será dividida entre as fazendas Ashtabula 2, no condado Barnes (com produção de 120-megawatts), e Wilton Wind 2, no condado Burleigh (com 49.5-megawatts).</p>
<p> A construção das turbinas ficou a cargo da NextEra Energy Resources e elas podem ter os ângulos ajustados para garantir eficiência máxima em cada pá.</p>
<p> O Google já vinha investindo em fontes renováveis de energia por meio de seu projeto filantrópico, o Google.org. A gigante de buscas faz parcerias com pequenas empresas, ainda em fase inicial, com energia solar, como no caso da BrightSource Energy e da eSolar. “Para alcançar um futuro de energia limpa, precisamos de três coisas: política eficaz, tecnologia inovadora e inteligente capital”, diz o comunicado.</p>
<p><strong>Web via de rede elétrica</strong></p>
<p>Com a permissão de distribuir e comprar eletricidade, o Google abre as portas também para um possível desenvolvimento de projeto de internet via rede elétrica, o PLC (Power Line Communications), que permitiria maior inclusão digital.</p>
<p>No Brasil, a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) e a Anatel (Agência de Telecomunicações) já deram o aval para a implementação do serviço no país. A internet via tomada promete democratizar o uso da web, pois mais de 90% da população brasileira tem acesso à eletricidade.</p>
<p>Comunidades em áreas rurais e de baixa renda, por exemplo, poderão usufruir o sistema. Além disso, a novidade irá estimular a competição em um mercado dominado pelas empresas de telefonia fixa. Hoje, o serviço de banda larga é restrito a 11 milhões de assinantes.</p>
<p>Mas, as empresas interessadas em explorar esse serviço apontam dificuldades por causa de restrições impostas pela Aneel. Segundo elas, o problema está na regra na regulamentação da exploração dessa tecnologia, que estabelece que as distribuidoras de energia realizem uma concorrência pública para escolher, pelo menor preço, a empresa de telecomunicações que prestará o serviço. Porém, as distribuidoras não querem correr o risco de serem obrigadas a ceder sua rede para uma outra empresa, fora do próprio grupo.</p>
<p>O Google já havia demonstrado seu interesse no mercado de eletricidade ao oferecer o serviço Google PowerMeter. A ferramenta obtém leituras de medidores digitais &#8220;inteligentes&#8221; e de outros aparelhos, com o objetivo de revelar o consumo da casa e ajudar as pessoas a fazer as escolhas para economizar e diminuir as emissões de gases do efeito estufa das geradoras.</p>
<p><strong>Mais investimento</strong></p>
<p>Outro filão em que o Google está de olho é o de pagamentos online. Após ter anunciado nos últimos dias sua sétima aquisição em 2010: a Bump Technologies, especializada em 3D, a Google Ventures investe agora em uma companhia pouco conhecida, com foco em pagamentos online.</p>
<p>A Cordouro envolve serviços de pagamentos no mundo digital pra transações de varejo tradicionais, via internet e dispositivos móveis. Segundo informações do IDG Now!, a companhia oferece um gateway que os comerciantes podem usar para aceitar pagamentos online com cartões de crédito.</p>
<p>A página de investidores do site, no entanto, contém um parágrafo descrevendo a Google Ventures. As duas empresas não comentaram sobre a negociação e ainda não há detalhes sobre o valor investido na empresa.</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Google investe US$ 38 milhões em energia verde" href="http://www.adnews.com.br/tecnologia/102763.html" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Google compra empresa especializada em desktop 3D</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/google-compra-empresa-especializada-em-desktop-3d.html</link>
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		<pubDate>Mon, 03 May 2010 14:51:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[3D]]></category>
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		<description><![CDATA[O controle do desktop em um ambiente totalmente 3D é a proposta da BumpTop. A empresa foi comprada pelo Google, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O controle do desktop em um ambiente totalmente 3D é a proposta da BumpTop. A empresa foi comprada pelo Google, no último domingo (2). Com a aquisição, as versões do BumpTop não estarão mais disponíveis para venda, as atualizações também deixarão de existir. O gigante das buscas manterá apenas a versão gratuita disponível por uma semana.</p>
<p>&#8220;Ele modifica todo o espaço e cria uma sala em perspectiva, oferecendo mais espaço para organizar todos os itens em uma área mais bonita e divertida que a original&#8221; informava o site da companhia.</p>
<p>A aquisição dá ao Google acesso a tecnologia da interface 3D e multi-touch (com capacidade de até cinco dedos), que poderá equipar o Chrome OS, e até mesmo, fornecer uma interface aprimorada para o futuro tablet da empresa.</p>
<p>A BumpTop exibe agora em seu site uma <a target="_blank" href="http://bumptop.com/">nota </a>exaltando as conquistas da empresa e a aquisição feita pelo Google.</p>
<p><strong>Veja como funcionava a BumpTop:</strong></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/6jhoWsHwU7w&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/6jhoWsHwU7w&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>
</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Google compra empresa especializada em desktop 3D " href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=102689" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Internet é novamente a mídia que mais cresce</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/internet-e-novamente-a-midia-que-mais-cresce-2.html</link>
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		<pubDate>Mon, 03 May 2010 14:41:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Assim como acontece nos últimos anos, a internet se destacou no acúmulo de investimentos do setor publicitário nacional. Dados do Projeto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assim como acontece nos últimos anos, a internet se destacou no acúmulo de investimentos do setor publicitário nacional. Dados do Projeto Inter-Meios, que serão divulgados nesta segunda-feira, apontam que a web foi campeã de crescimento ao atingir 33,9% no primeiro bimestre do ano em comparação com o mesmo período de 2009.</p>
<p>Com os índices, o meio digital obteve faturamento de 144,7 milhões no período. As nove mídias avaliadas pela pequisa dão ao mercado publicitário brasileiro faturamento de R$ 3,24 bilhões, aumento de 24,96% em comparação aos dois primeiros meses do ano passado.</p>
<p>No ranking do crescimento, depois da internet, aparecem a TV aberta, com 32,72% e TV por assinatura com alta de 33,06%. Com os dados, a internet fecha o primeiros bimestre do ano com participação de 4,46% no bolo publicitário brasileiro, à frente da TV por assinatura, com 3,28%. A TV aberta permanece na ponta, com 63,19% dos investimentos nacionais.</p>
<p>A comparação com o ano passado pode não ser tão precisa, pois 2009 foi um ano de crise, e a recuperação já era esperada em 2010. Outro fator é que neste ano o Brasil passará por eleições, que aumentam consideravelmente a procura publicitária, além da Copa do Mundo, que também movimenta o mercado, não só por aqui, mas no mundo todo.</p>
<p><strong>A terceira maior mídia do mundo</strong></p>
<p>No início de abril, a Zenith Optimedia divulgou dados que apontavam a internet como a terceira maior mídia do mundo, quando passou as revistas em preferência de investimentos dos anunciantes. Além disso, a web se aproxima dos jornais, meio que deve se ver praticamente empatado com a web até 2012.</p>
<p>Segundo a pesquisa, a internet atraiu US$ 55 bilhões de investimentos em todo o mundo e já é dona de 12,6% do bolo publicitário no planeta, ficando atrás apenas dos jornais, com 23,1% e da televisão, com 39,4%. As revistas estão agora em quarto lugar, com 10,3%.</p>
<p>A projeção é de que em 2012, quando deverá atingir o share de 17,1% do bolo, a internet se aproxime dos jornais, que deverão contar com 19,4% dos investimentos. Naquele ano, a internet deverá atrair investimentos de US$ 83,9 bilhões, contra US$ 95,4 bilhões dos jornais e US$ 199,7 bi da televisão – que deverá ter participação de 40,6%, um pouco superior à atual.</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Internet é novamente a mídia que mais cresce" href="http://www.adnews.com.br/publicidade.php?id=102688" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Google prepara plataforma para TV digital</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/google-prepara-plataforma-para-tv-digital.html</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 22:34:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Google]]></category>

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		<description><![CDATA[O software para TV digital desenvolvido em uma parceria entre as gigantes da tecnologia Sony, Intel e Google será lançado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O software para TV digital desenvolvido em uma parceria entre as gigantes da tecnologia Sony, Intel e Google será lançado em maio, segundo o impresso The Wall Street Journal. Baseado no sistema operacional Android, o produto será acoplado num aparelho de TV da Sony com chip desenvolvido especialmente pela Intel.</p>
<p>As empresas ainda não confirmaram a informação, mas as fontes utilizadas pelo jornal acreditam que a novidade será apresentada durante uma conferência para desenvolvedores de tecnologia organizada pelo Google em San Francisco, na Califórnia, entre os dias 19 e 20 de maio.</p>
<p>Ainda na base das especulações, o jornal explica que dificilmente o produto acabado (TV mais o software embarcado) seja lançado oficialmente durante a conferência, já que o Google deve esperar um pouco mais para que a tecnologia esteja bem resolvida e mais aplicativos sejam criados.</p>
<p>Outras fontes ouvidas pelo WSJ informaram que a Sony quer lançar uma TV equipada com o chip Atom, da Intel, utilizado principalmente em netbooks.</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="http://www.adnews.com.br/internet/102659.html" href="Google prepara plataforma para TV digital" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Facebook e Twitter empatam em popularidade</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/facebook-e-twitter-empatam-em-popularidade.html</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 22:14:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mesmo sem ter ainda a mesma quantidade de usuários que o Facebook, o Twitter é tão reconhecido quando a rede [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mesmo sem ter ainda a mesma quantidade de usuários que o Facebook, o Twitter é tão reconhecido quando a rede social nos EUA. O que comprova essa afirmação é um estudo publicado nesta quinta-feira (29) pela Edison Research, que recebeu o nome de “Twitter Usage in America 2010”.</p>
<p>A pesquisa revelou que, neste ano, 87% da população local conhece o microblog. A marca encosta no patamar alcançado pelo Facebook, que é de 88%. Há um assunto abordado pela pesquisa que também envolve o mercado publicitário.</p>
<p>De acordo com o levantamento, 50% dos usuários acreditam que a publicidade não teria efeito nenhum no seu modo de usar o serviço e 16% o usariam ainda mais. Em contrapartida, 19% dos pesquisados afirmaram que diminuiriam o uso do Twitter, enquanto 15% pretendem interromper o uso, caso este comece a veicular anúncios.</p>
<p>O estudo revela ainda que cerca de dois terços dos usuários do microblog utilizam seu serviço de postagens através de telefones celulares. Esse estudo foi formulado a partir de entrevistas telefônicas realizadas com 1.753 norte-americanos e depois comparado com dados coletados nos últimos três anos.</p>
<p><strong>No Brasil</strong></p>
<p> A disputa entre os dois sites também acontece em território tupiniquim. Por aqui, eles ainda não chegam nem perto da audiência do Orkut, mas brigam ferozmente entre si, no que se trata de preferência dos usuários. Uma pesquisa recente da Serasa revelou que o Facebook cresceu 804% a partir de abril do ano passado, enquanto o Twitter subiu 768%.</p>
<p> No entanto, essa pesquisa ressaltou que &#8220;o Twitter manteve-se à frente do Facebook durante maior parte de 2009, mas o Facebook ultrapassou o Twitter na segunda semana de dezembro e segue à frente&#8221;.</p>
<p> Na audiência dentre as redes sociais, porém, os dois não chegam nem perto da rede social do Google. O Orkut responde por 62,14% do número de usuários. O Facebook segue com 2,35% e o Twitter com apenas 1,91% do total.</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Facebook e Twitter empatam em popularidade" href="http://www.adnews.com.br/internet/102662.html" target="_blank">Redação AdNews</a></strong></p>
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		<title>Brasil ultrapassa 15 milhões de conexões de banda larga</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 15:08:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[A Cisco anunciou nesta quarta-feira a 13ª edição do Barômetro Cisco da Banda Larga, produzido pelo IDC, apontando que o mercado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Cisco anunciou nesta quarta-feira a 13ª edição do Barômetro Cisco da Banda Larga, produzido pelo IDC, apontando que o mercado total de Banda Larga cresceu 1,3 milhão de conexões no segundo semestre de 2009. Isso representa um crescimento de 9,5% em relação ao primeiro semestre de 2009 e de 27% de crescimento em relação ao ano anterior.</p>
<p>Na 1ª edição do Barômetro Cisco, realizada em 2005, Cisco e IDC traçaram a meta de 10 milhões de usuários até 2010, meta essa que, com o avanço da banda larga móvel, foi revista em 2008 para 15 milhões de usuários. E neste último estudo essa meta foi superada: em junho de 2009 eram 13.702 milhões e em dezembro este número alcançou 15.006 milhões de acessos. Uma nova meta será discutida para futuras edições do Barômetro de Banda Larga, tendo em vista as próximas ações de popularização da banda larga em estudo pelo governo brasileiro e por investimentos locais de provedoras de serviços de internet.</p>
<p>Os motivadores para este crescimento foram a manutenção da redução de impostos para computadores até R$ 4 mil e a migração de usuários iniciantes, compradores destes computadores, de conexões dial-up para pacotes econômicos de banda larga. A adesão à banda larga por pessoas fora do Estado de São Paulo mostra também que a forte venda de computadores em todo Brasil tem auxiliado no crescimento do número de conexões de internet rápida em todas as regiões.</p>
<p>Fatos principais:<br />
 • A velocidade média de navegação para a Banda Larga fixa continua aumentando, principalmente devido aos upgrades de conexões comercialmente existentes. Embora velocidades entre 512 e 999 Kbps sejam as mais encontradas (26,6%), elas estão perdendo importância relativa, e devem ser superadas pelas velocidades entre 1 e 1,999  Mbps. Velocidades acima de 2 Mbps foram as que mais cresceram no período analisado, somando 16,1% no primeiro semestre de 2009 e 18,5% no segundo.</p>
<p>• O Estado de São Paulo mantém a liderança nos acessos à banda larga fixa, com 41,3% do total. Mas a região Nordeste ganhou participação no total de conexões, quando comparado à totalidade do Brasil, com 5,8% dos acessos no primeiro semestre de 2009 e 6,3% em dezembro.</p>
<p>• Exceto a chamada “Banda Larga Popular”, um programa de inclusão social do governo do Estado de São Paulo, que custa R$ 29,80 por mês (custo mais baixo do Brasil), a maior movimentação de preço se deu nas ofertas de velocidades mais altas, com a modalidade ADSL de 20 Mbps diminuindo seu custo de R$ 487,50 em janeiro de 2009 para R$ 189,90 em janeiro de 2010. Ao mesmo tempo em que a modalidade Cable aumentou sua velocidade de download de 8 Mbps, em janeiro de 2009, para 12 Mbps em janeiro deste ano.</p>
<p>• Entre julho e dezembro de 2009, 455 mil novas conexões em Banda Larga fixa foram comercializadas no Brasil, totalizando 11,489 milhões de acessos, um avanço de 4,1% se compararmos à base instalada do primeiro semestre de 2009. Essa taxa de crescimento é bem inferior a do semestre anterior, que foi de 12%. Foram identificadas duas causas para o menor crescimento: a proibição da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para a venda do serviço ADSL de uma grande operadora por um período durante o segundo semestre de 2008, e o rápido crescimento da banda larga móvel, que canibaliza parte da banda larga fixa.</p>
<p>• Considerando o mercado de banda larga massiva e IP (Internet Procotol) Dedicado, o segmento de pequenos escritórios ou escritórios em casa (SoHo) foi o único que cresceu, com 0,5% de incremento. Outros segmentos de IP Dedicado incluem grandes empresas, agências do governo e instituições educacionais. O segmento residencial teve uma queda de 0,44%. Todos os demais segmentos tiveram quedas muito pequenas, praticamente estáveis.</p>
<p>• No Brasil, a penetração das conexões de banda larga alcançou a percentagem de 5,98%; no Estado de São Paulo, esse número é de 11,42%. Esses números podem ser considerados baixos se comparados com países mais desenvolvidos, como Alemanha (29,9%), Espanha (20,3%) e Irlanda (20,7%). Apenas um pouco mais que um quarto dos lares brasileiros (27,4%) possui conexões de banda larga. No Estado de São Paulo essa penetração chega a 38,8%.</p>
<p>• A quantidade de assinantes de Banda Larga por meio da telefonia móvel (acesso em desktop usando modem ou data cards; ou em notebook ou netbook) em dezembro de 2009 é de 3.517.095 assinantes, um crescimento de 32% em relação ao último semestre e 77% em relação ao último ano.</p>
<p>Fonte: <a target="_blank" title="Brasil ultrapassa 15 milhões de conexões de banda larga" href="http://www.adnews.com.br/tecnologia/102552.html" target="_blank">Adnews</a></p>
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		<title>Orkut segue líder de preferência no Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 21:21:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Serasa Experian Hitwise realizou uma pesquisa que mostra como está o cenário das principais redes sociais no Brasil. Os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Serasa Experian Hitwise realizou uma pesquisa que mostra como está o cenário das principais redes sociais no Brasil. Os dados válidos a partir de abril revelam a interatividade de 100 mil pessoas em cerca de 150 mil sites no país. O Orkut, segundo o levantamento, se mantém firme na preferência dos usuários locais, mesmo com significativo crescimento de audiência do Facebook e do Twitter.</p>
<p> O Facebook registrou uma alta de 804% a partir de abril passado e o Twitter, subiu 768%. Porém, a pesquisa afirma que &#8221; o Twitter manteve-se à frente do Facebook durante maior parte de 2009, mas o Facebook ultrapassou o Twitter na segunda semana de dezembro e segue à frente&#8221;.</p>
<p> Mesmo com o crescimento abundante, as redes sociais ainda têm baixa porcentagem de número de visitantes quando comparadas ao todo: o Facebook, que cresceu mais, tem apenas 2,35% do número de acessos em “Redes sociais e Fóruns”, já o Twitter possui 1,91% da categoria. Ainda campeão de audiência, o Orkut aparece bem à frente dos concorrentes com 62,14% desses acessos, seguido apenas pelo YouTube, com 17,23%.</p>
<p> Na preferência geral, o Orkut cede apenas para o Google; ou seja, acaba não perdendo nada, já que a rede social pertence à gigante de buscas. Durante o período de férias escolares, porém, o Orkut ultrapassou o buscador – entre o fim de novembro e o começo de fevereiro.</p>
<p> <strong>Fonte: <a target="_blank" title="orkut segue lider de preferencia no brasil" href="http://www.adnews.com.br/internet/102504.html" target="_blank">Redação AdNews</a></strong></p>
<p><!--/noticia--> <!--separador-noticia--></p>
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		<title>Dilma e Serra mobilizam 7 milhões no Twitter</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 21:09:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[É cada vez mais nítida a proximidade das redes sociais com o mundo. E no campo político não é diferente. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>É cada vez mais nítida a proximidade das redes sociais com o mundo. E no campo político não é diferente. Nas eleições deste ano, a internet  funcionará como ferramenta fundamental nas campanhas. De olho nesse cenário e no novo filão digital, pré-candidatos criam sites, blogs e contas em redes sociais; e a que mais tem aproximado políticos dos cidadãos é o Twitter.</p>
<p> Os principais candidatos à Presidência da República, José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT), estão bem inseridos no microblog e movimentando mundo das mensagens de 140 caracteres, tendo mobilizado, apenas em um mês, cerca de 7 milhões de usuários do site.</p>
<p> A E.Life, brasileira especializada em monitorar as redes sociais, realizou um levantamento durante os dias 12 e 23 de abril e constatou que os dois presidenciáveis foram citados em 6,2 mil tweets. O impacto dos 7 milhões calculado pela empresa leva em conta que a mesma pessoa pode ter sido atingida mais de uma vez pela mesma mensagem, mas a E.Life não considera esse fato negativo, já que isso significa que o mesmo usuário pode ter sido influenciado de várias formas através do mesmo post. A E.Life coletou esses dados por meio de um software próprio, o TweetMeter, que mede os assuntos mais falados no microblog – a pesquisa considerou apenas tweets em português.</p>
<p> Durante o curto período pesquisado, a candidata petista foi a mais citada, com 3,2 mil tweets, que atingiram 3,8 milhões de seguidores. Já o tucano, foi mencionado em 3 mil mensagens, cuja abrangência chegou a 3,3 milhões de seguidores.</p>
<p> De acordo com o levantamento, as palavras que se associam a Dilma Rousseff no Twitter são, além de seu próprio nome: rt (retuíte), pt, brasil, campanha, twitter, vote, continua, pesquisa, serra, candidata, lula, presidência, declaração e marina. Em se tratando dos hashtags (que leva a uma pesquisa sobre a palavra), Dilma é relacionada a #dilma, #lula, #pt, #dilmentira, #folhaonline, #datafolha, #serra, #veja e #eleições2010.</p>
<p> Já José Serra aparece, além de seu nome, com: ibope, presidente, veja, dilma, candidato, twitter, campanha, rt (retuíte), fhc, lula, marina, brasil, tucano, globo, aécio e psdb. E, nos hashtags, #mobilizapsdb, #serrapresidente, #serra, #obrasilpodemais, #nordestepodemais.</p></div>
<div></div>
<div><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Dilma e Serra mobilizam 7 milhões no Twitter" href="http://www.adnews.com.br/internet/102469.html" target="_blank">Redação AdNews</a></strong></div>
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		<title>Grandes marcas começam a anunciar no Twitter</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 15:20:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Marcas globais já começam a aderir à ferramenta de publicidade recentemente lançada pelo Twitter. Uma simples busca na rede de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Marcas globais já começam a aderir à ferramenta de publicidade recentemente lançada pelo Twitter. Uma simples busca na rede de microblogs mostra tweets de anunciantes como Starbucks, Red Bull, a Best Buy, a Bravo, a Sony Pictures e a Virgin America.</p>
<p>Apenas um tweet com publicidade é mostrado no resultado de pesquisas e, o microblog já estuda utilizar um método chamado &#8220;ressonância&#8221; para exibir um tweet promocional na timeline de alguns usuários.</p>
<p>Esse método consiste em um cálculo que inclui a reutilização de uma hashtag, o clique em um avatar ou em um link, a quantidade de retweets, a marcação como favorito, a influência do retweeter, entre outros fatores. O Twitter não divulga a fórmula desse cálculo, assim como o Google mantém em sigilo o PageRank.</p>
<p>Quanto maior a interação com a propaganda, mais ela aparecerá. Assim como, se os usuários não derem retweet ou clique, ela desaparecerá. A ressonância também será usada para tarifar as postagens promocionais.</p>
<p>O modelo de cobrança ainda não foi definido, mas deverá seguir a lógica de maior ressonância = maior custo. Por hora, o custo é fixado por CPM (custo por mil impressões), como no Adwords.</p>
<p>O serviço ainda está em fase de testes e não recebeu uma quantidade expressiva de retweets, isso ainda não significa rejeição.</p>
<p><em>Com informações do Circuito de Luca.</em></p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Grandes marcas começam a anunciar no twitter" href="http://www.adnews.com.br/tecnologia/102344.html" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>YouTube passa a oferecer aluguel de vídeos</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 13:16:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em comemoração aos seus cinco anos, o Youtube passará a oferecer uma seleção de filmes e programas de TV para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em comemoração aos seus cinco anos, o Youtube passará a oferecer uma seleção de filmes e programas de TV para aluguel. O serviço estará disponível só nos EUA através de uma nova página no site oficial. Os preços variam entre US$1 e US$4.</p>
<p>O serviço inclui apenas produções variadas de editores independentes, além de documentários, mangás e conteúdos dos estúdios de Bollywood. O período dos aluguéis varia entre os tipos de conteúdo &#8211; entre 24 a 72 horas. Os usuários poderão pagar com o Google Checkout.</p>
<p>A iniciativa ressalta a concorrência entre Google e Apple. Resta a dúvida se o novo serviço se equiparará à iTunes Store.</p>
<p><strong>Revolução Social</strong></p>
<p>O upload de um vídeo de 19 segundos, mostrando ao fundo elefantes ao fundo no zoológico de San Diego, nos EUA, a cinco anos atrás deu início a uma revolução social.</p>
<p>O ex-empregado do PayPal, Jawed Karim, foi o primeiro a postar um vídeo no Youtube, em 23 de abril de 2005. À época já existiam vídeos pessoas na internet mas o serviço criado por Karim, Chad Hurley e Steve Chen &#8211; frustrados com a dificuldade de encontrar vídeos de Janet Jackson na final do Superbowl, o campeonato de futebol americano, em 2004 &#8211; que tornou fácil pela primeira vez fazer uploads e compartilhá-los.</p>
<p>Rapidamente o Youtube se tornou em um fenômeno e, já no final de 2005 já exibia dois milhões de vídeos por dia &#8211; o que despertou o interesse do Google, que o arrematou por 1,65 bilhão em 2006.</p>
<p>Atualmente, o site é o terceiro mais visitado da internet, atrás apenas do próprio Google e do Facebook. A cada dia um milhão de novos vídeos são carregados.</p>
<p><em>Com informações do Terra.</em></p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Youtube passa a oferecer alugueis de videos" href="http://www.adnews.com.br/internet/102304.html" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Web vai superar rádio em propaganda no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 13:06:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Agências, anunciantes e veículos: mantenham atenção ao mundo online. A consultoria ZenithOptimedia, do Grupo Publicis, divulgou previsões para a receita publicitária no Brasil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agências, anunciantes e veículos: mantenham atenção ao mundo online. A consultoria ZenithOptimedia, do Grupo Publicis, divulgou previsões para a receita publicitária no Brasil e concluiu que neste ano o mercado como um todo deverá crescer 11,8% por aqui. O destaque fica por conta da mídia online: o crescimento será de 29,2% e, segundo o estudo, deve fazer com que o meio ultrapasse o rádio no bolo publicitário.</p>
<p>Apesar de liderar o crescimento entre as mídias, a internet teve apenas 4,3% de participação entre o montante aplicado na mídia brasileira em 2009. A consultoria aponta que a internet irá ultrapassar o faturamento publicitário do meio radiofônico. Se a previsão se consumar, o meio se tornaria a quarta maior mídia nacional atrás de TV, jornais e revistas.</p>
<p>No ano passado, os dois meios estiveram próximos: o rádio recebeu US$ 514 milhões da verba publicitária, contra US$ 502 milhões do mundo online. Neste ano, porém, deve ficar com US$ 558 milhões frente aos US$ 649 milhões da internet.</p>
<p>Recentemente, a web chamou atenção por ter ultrapassado, em escala global, as revistas em preferência publicitária – 12,6% do bolo –, ficando atrás somente dos jornais (23,1%) e da televisão (39,4%). No Brasil, a revista continua à frente da web pelo menos até 2012 – no ano passado, recebeu 8,5% da verba publicitária nacional.</p>
<p>Os jornais também comemoram a pesquisa da Zenith. O meio impresso receberá um investimento de US$ 2 bilhões em 2010, um crescimento de 11,6%, afirma a consultoria.</p>
<p>O Brasil, juntamente com os países emergentes, segue com previsão de crescimento do mercado publicitário, onde deve ter alta de 9,3%. Já os Estados Unidos, a Europa e o Japão, considerados os maiores do mundo, devem passar, juntos, por uma retração de 0,8%.</p>
<p>A verba total de investimento no setor de mídia deve chegar a US$ 13,1 bilhões.</p>
<p>Relembre matéria do AdNews: <a target="_blank" href="http://www.adnews.com.br/internet/101668.html" target="_blank">Internet bate revistas e vira 3ª maior mídia do mundo</a></p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Web vai superar rádio em propaganda no Brasil" href="http://www.adnews.com.br/publicidade/102305.html">Redação AdNews</a></strong></p>
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		<title>Twitter tem mais tráfego que YouTube e Orkut no Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 13:36:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fenômeno do momento na internet, o Twitter é sucesso no Brasil. Atualmente o microblog responde por 56% do tráfego de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fenômeno do momento na internet, o Twitter é sucesso no Brasil. Atualmente o microblog responde por 56% do tráfego de dados do país em mídias sociais, seguido de longe por Facebook, com 20%, e YouTube, que possui 16% do total. Os dados analisam apenas os sete maiores sites de mídia social no Brasil, que também incluem o StumbleUpon, Digg e Delicious.</p>
<p> Os dados da <a target="_blank" href="http://gs.statcounter.com/#social_media-BR-monthly-200904-201004" target="_blank">StatCounter</a> mostram não só o quanto o Twitter possui de tráfego nacional, mas também revela o quanto o site, nascido em 2006, tem se mantido na preferência aos olhos dos usuários daqui; e apesar de estar bem longe do segundo colocado, o site já obteve marcas ainda mais expressivas – em agosto de 2009, por exemplo, o Twitter tinha 67% do volume de tráfego.</p>
<p> Recentemente, o microblog anunciou a abertura de suas portas à publicidade – que será feita por meio de mensagens enviadas aos usuários. Agora, seguindo os dados da StatCounter, ganha ainda mais notoriedade para os que aguardavam ansiosamente pelo modelo de anúncio a ser disponibilizado no site.</p>
<p> O YouTube, por sua vez, já não vive dias tão gloriosos com os internautas brasileiros. O site chegou a mostrar números expressivos em setembro, quando ainda era o segundo colocado, com 30% do tráfego. Porém, a partir desse pico, o site só se fez cair, e chegou este mês ao seu recorde negativo, cedendo sua posição de vez para o site de Mark Zuckerberg.</p>
<p> Além da queda do site de vídeos, o Google também vê sua rede social – preferida pelos brasileiros – despencar em volume de tráfego. Desde janeiro, o Orkut já caiu de 37% para apenas 1,66% do volume nacional.</p>
<p> <strong>O crescimento</strong></p>
<p> A ascensão do Twitter pode ter várias explicações. O site, por exemplo, vem sendo amplamente divulgado pela mídia, com personalidades como apresentadores e jornalistas ativos no site. Outro aspecto pode explicar também o crescimento de tráfego do Facebook, relacionando-o inclusive com o microblog, já que, através da rede social, pode-se postar tweets sem ter de mudar de site.</p>
<p> Porém, como boa parte dos tuiteiros utiliza programas ou aplicativos de outros sites para acessá-lo, o volume de tráfego nacional do Twitter pode ser ainda maior do que os 56% que demostra atualmente.</p>
<p> <strong>Fonte: <a target="_blank" title="Twitter tem mais tráfego que YouTube e Orkut no Brasil" href="http://www.adnews.com.br/internet/102251.html">Redação AdNews</a></strong></p>
<div id="social_media-BR-monthly-200904-201004"><embed id="social_media-BR-monthly-200904-201004-chart" type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="400" src="http://gs.statcounter.com/MSLine.swf" wmode="opaque" name="social_media-BR-monthly-200904-201004-chart" quality="high" allowscriptaccess="always" flashvars="debugMode=0&amp;chartWidth=600&amp;chartHeight=400&amp;DOMId=social_media-BR-monthly-200904-201004-chart&amp;registerWithJS=0&amp;scaleMode=noScale&amp;lang=EN&amp;dataXML=&lt;chart caption='StatCounter Global Stats' subCaption='Top 7 Social Media Sites in Brazil from Apr 09 to Apr 10' anchorAlpha='100' showValues='0' bgColor='FFFFFF' numberSuffix='%25' canvasBorderAlpha='50' bgSWF='/images/box_wide.png' canvasBgAlpha='70' imageSave='1' imageSaveURL='http://gs.statcounter.com/FusionChartsSave.php' animation='0' legendBorderAlpha='0' legendBgColor='000000' legendBgAlpha='20' legendPosition='RIGHT'   canvasBorderThickness='0' showBorder='0'  labelDisplay='Rotate' slantLabels='1'&gt;&lt;categories&gt;&lt;vLine color='000000' thickness='1' alpha='20' /&gt;&lt;category showName='0' /&gt;&lt;category label='May 2009' showName='1' /&gt;&lt;category label='Jun 2009' showName='1' /&gt;&lt;category label='Jul 2009' showName='1' /&gt;&lt;category label='Aug 2009' showName='1' /&gt;&lt;category label='Sep 2009' showName='1' /&gt;&lt;category label='Oct 2009' showName='1' /&gt;&lt;category label='Nov 2009' showName='1' /&gt;&lt;category label='Dec 2009' showName='1' /&gt;&lt;vLine color='000000' thickness='1' alpha='20' /&gt;&lt;category label='Jan 2010' showName='1' /&gt;&lt;category label='Feb 2010' showName='1' /&gt;&lt;category label='Mar 2010' showName='1' /&gt;&lt;category label='Apr 2010' showName='1' /&gt;&lt;/categories&gt;&lt;dataset seriesName='Twitter' color='996633' anchorBorderColor='996633' anchorBgColor='ffffff'&gt; 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		<title>Só 8% das empresas de SP contratam agências para publicidade online</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 13:22:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[publicidade online]]></category>
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		<description><![CDATA[O mercado de publicidade online ainda tem muito a ser explorado. A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) divulgou recentemente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado de publicidade online ainda tem muito a ser explorado. A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) divulgou recentemente um estudo, realizado entre o final de 2009 e o início desde ano, que fez um mapeamento da internet em São Paulo. Dentre os dados levantados, constatou-se alguns que merecem relevância para o meio publicitário paulista.</p>
<p> Para as agências, uma das constatações dessa pesquisa é preocupante. O número de empresas que contrata uma empresa do ramo para tratar seus anúncios digitais ainda é muito pequeno, sendo que, do total, 74% faz suas criações internamente, 8% com consultoria, 8% pelos próprios sócios, 2% por empresas terceirizadas e apenas 8% através de agências de publicidade. O motivo, segundo os entrevistados, é que, com produção caseira, economiza-se tempo e dinheiro.</p>
<p> A pesquisa foi realizada a partir de entrevistas com 500 gestores de diversos segmentos, dos quais, 28% utilizam serviços de publicidade online – o setor de comércio atacadista é o mais expressivo, com 38% dessa fatia.</p>
<p> Das ações que mais se investe dentro da publicidade online estão, respectivamente: links patrocinados em sites de buscas, banners e e-mail marketing. O uso de propagandas em sites de relacionamento – como Twitter e Orkut –, apesar de crescente, ainda consta no final da lista, assim como divulgações por meio de artigos em blogs, e o cadastramento de palavra-chave.</p>
<p> Das 500 empresas participantes, 47% dos que responderam eram proprietários, 45% gerentes e 8% diretores; das áreas de indústria, construção, serviços, varejo, atacado e financeiro.</p>
<p> <strong>Fonte: <a target="_blank" title="Só 8% das empresas de SP contratam agências para publicidade online" href="http://www.adnews.com.br/negocios/102243.html" target="_blank">Redação AdNews</a></strong></p>
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		<title>Google registra lucro de US$1,96 bilhão</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 21:03:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Google]]></category>

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		<description><![CDATA[O Google registrou lucro líquido de US$ 1,96 bilhão no primeiro trimestre de 2010. O valor é 37% maior do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Google registrou lucro líquido de US$ 1,96 bilhão no primeiro trimestre de 2010. O valor é 37% maior do que o mesmo período do ano passado, segundo o anúncio feito pela empresa na última quinta-feira (15).</p>
<p>O lucro operacional foi de US$ 2,49 bilhões, 32 % a mais que o primeiro trimestre de 2009 e o faturamento subiu 23% (até US$ 6,775 bilhões). A receita líquida, que exclui os custos da companhia com pagamentos a parceiros, foi de 5,06 bilhões de dólares, alta de 2,2 por cento em relação ao sazonalmente forte quarto trimestre.</p>
<p>&#8220;O Google foi muito bem durante o primeiro trimestre, com um aumento de 23% nas receitas graças à força do negócio em todas as áreas e regiões&#8221;, disse Patrick Pichette, responsável de finanças do Google, em comunicado.</p>
<p>&#8220;Olhando para o futuro, mantemos nosso compromisso com um forte investimento em inovação, tanto para sustentar crescimento em nossos negócios básicos e emergentes como para ajudar a construir o futuro da rede aberta&#8221;, acrescenta Pichette.</p>
<p>Os cliques pagos incluem os dados sobre anúncios tanto em suas páginas como nas de seus parceiros, aumentaram aproximadamente 15% em relação ao primeiro trimestre de 2009 e 5% em comparação com o quarto trimestre de 2009.</p>
<p>Mesmo positivos, os dados ficaram um pouco abaixo das expectativas dos analistas, que esperavam um lucro líquido por ação superior aos US$ 6,06 obtidos.</p>
<p>Após o anúncio, as ações do Google nos mercados eletrônicos desciam 2,1%, para US$ 538, uma vez que os números decepcionaram alguns investidores acostumados a resultados espetaculares da empresa.</p>
<p><em>Com informações da Folha de S.Paulo.</em></p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Google registra lucro de US$1,96 bilhão" href="http://www.adnews.com.br/internet/101984.html" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>LinkedIn lança versão em português</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 20:39:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O site LinkedIn, cuja missão é unir empresas e profissionais ao redor do mundo, anunciou na tarde desta terça-feira, em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O site LinkedIn, cuja missão é unir empresas e profissionais ao redor do mundo, anunciou na tarde desta terça-feira, em entrevista coletiva, que acaba de estrear sua versão em <a target="_blank" href="http://br.linkedin.com/" target="_blank">português</a>.</p>
<p> O site conta com mais de 65 milhões de profissionais cadastrados em cerca de 200 países e, desse montante, há mais de 8 mil grupos relacionados exclusivamente ao Brasil, um dos países com crescimento mais rápido em número de membros, de acordo com a empresa.</p>
<p> Segundo o vice-presidente de operações internacionais, Arvind Rajan, a empresa pretende investir em publicidade local futuramente. Rajan também informou que, por enquanto, os brasileiros continuarão pagando pelas contas usando o dólar como moeda. </p>
<p> <strong>Fonte: <a target="_blank" title="LinkedIn lança versão em português" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=101870" target="_blank">Redação AdNews</a></strong></p>
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		<title>Twitter finalmente abre portas para publicidade</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 15:03:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Marketing na internet]]></category>
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		<description><![CDATA[Criado em 2006, só agora o Twitter lança a tão aguardada plataforma para suporte de publicidade. A informação foi publicada nesta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Criado em 2006, só agora o Twitter lança a tão aguardada plataforma para suporte de publicidade. A informação foi publicada nesta terça-feira no <a target="_blank" href="http://blog.twitter.com/2010/04/hello-world.html" target="_blank">blog</a> do co-fundador da empresa, Biz Stone.</p>
<p>Batizada de &#8220;Promoted Tweets&#8221;, a inovação permitirá às empresas o envio de anúncios por tweets. Inicialmente, apenas 10% dos usuários receberão textos comerciais.</p>
<p>Este é o primeiro passo do microblog para tornar o serviço rentável, mas a novidade já é vista com maus olhos pelos usuários pelo fato de ser semelhante ao envio de spams.</p>
<p>A empresa avisa que as mensagens pagas terão uma indicação de “promoted”, no topo de algumas buscas feitas no serviço. Entre os primeiros anunciantes estão Best Buy, Red Bull, Sony, Starbucks e Virgin America.</p>
<p>O projeto de publicidade no Twitter será executado em diversas etapas. O próximo passo só será dado quando a empresa tiver um melhor entendimento da repercussão do Promoted Tweets.<br />
 Futuramente, a exibição de imagens publicitárias entre os textos publicados pelos usuários será implantada.</p>
<p>Ainda não há certeza sobre a atenção que os internautas dedicarão à esses anúncios. O Twitter pretende medir se as mensagens publicitárias despertam interesse de seus usuários. E, caso o serviço não agrade, não será mais oferecido – segundo Stone.</p>
<p>As inovações propostas pelo microblog serão expostas pelo COO do Twitter, Dick Costolo, na conferência AdAge Digital, em Nova York – nesta terça. Costolo se juntará ao CEO da empresa, Evan Williams, no dia seguinte, para explicar a nova estratégia em um evento para desenvolvedores do Twitter.</p>
<p><strong>Microsoft foi a primeira</strong></p>
<p>Embora a plataforma tenha sido lançada como uma novidade, essa não é a primeira vez que uma ação de publicidade foi feita no microblog. A Microsoft foi a primeira empresa a investir em publicidade no Twitter. Em março do ano passo, a marca foi divulgada por uma caixinha retangular posicionada na coluna da direita do perfil do usuário. A diferença dessa ação para a nova investida do microblog é a criação de uma plataforma para a publicidade dentro do site.</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Twitter finalmente abre portas para publicidade" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=101820" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Internet bate revistas e vira 3ª maior mídia do mundo</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 15:21:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esta semana ficará marcada nas estatísticas históricas da internet. A mídia online ultrapassou as revistas em faturamento publicitário mundo afora e e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta semana ficará marcada nas estatísticas históricas da internet. A mídia online ultrapassou as revistas em faturamento publicitário mundo afora e e se torna a terceira maior mídia em escala global.</p>
<p>Os dados são resultado de um estudo realizado pela Zenith Optimedia, que mostra também uma aproximação da web com os jornais. A internet atraiu US$ 55 bilhões de investimentos em todo o mundo, com isso, já é dona de 12,6% do bolo publicitário no planeta, ficando atrás apenas dos jornais, com 23,1% e da televisão, com 39,4%. As revistas estão agora em quarto lugar, com 10,3%.</p>
<p>A projeção é de que em 2012, ano no qual deverá atingir o share de 17,1% do bolo, a internet se aproxime dos jornais, que deverão contar com 19,4%dos investimentos. Naquele ano, a internet deverá atrair investimentos de US$ 83,9 bilhões, contra US$ 95,4 bilhões dos jornais e US$ 199,7 bi da televisão – que deverá ter participação de 40,6%, um pouco superior à atual.</p>
<p>A Zenith também prevê um crescimento do mercado publicitário de 2,2% em 2010 na comparação com 2009, ano que teve uma queda próxima a 10%. A expectativa é que os investimentos cheguem à casa de US$ 456 bilhões em todo o mundo neste ano e que, para os anos seguintes, o mercado cresça mais 4,1% em 2011 e outros 5,3% em 2012.</p>
<p>Em um estudo anterior, a Zenith apontou a possibilidade de crescimento mundial de apenas 0,9%, portanto esse é o segundo relatório consecutivo com revisão para cima, após 18 meses revisando para baixo as expectativas.</p>
<p>Dividindo o estudo por regiões, a América Latina figura como destaque, que após um ano registrando o crescimento irrisório de 0,4%, 2010 promete uma alta de 9,3%, o que representa a movimentação de  cerca de US$ 33 bilhões, com possibilidade de chegar a US$ 38 bi em 2012.</p>
<p>A América do Norte é a região que passa por mais dificuldades, e a publicidade dos Estados Unidos deverá fechar com receitas abaixo de 2009, cerca de 2% menos. O mercado europeu deverá crescer 0,4%, enquanto a Ásia subirá na casa de 5,9%. Se  o Japão for retirado da lista asiática, o índice salta para 10%, o que colocaria a região como a melhor de 2010.</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Internet bate revistas e vira 3ª maior mídia do mundo" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=101668" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Twitter: mais de 60% das contas são de fora dos EUA</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 15:18:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Mais de 60% dos cadastros no Twitter vêm de fora dos Estados Unidos, e a adoção de novos idiomas para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 60% dos cadastros no Twitter vêm de fora dos Estados Unidos, e a adoção de novos idiomas para o serviço ¿ já são seis ¿ fazem aumentar o número de pessoas que criam uma conta.</p>
<p>Segundo Matt Sanford, engenheiro da equipe internacional do Twitter, &#8220;existem usuários do Twitter em grandes países que você imagina, em alguns países menores que você não espera (como a Cidade do Vaticano) e até mesmo do espaço&#8221; (citando o astronauta Soichi Noguch, ou @astro_soichi, que envia fotos e comentários da vida na Estação Espacial Internacional).</p>
<p>No caso da expansão internacional, Sanford, no blog oficial do Twitter, cita o exemplo da conversão do site para o espanhol, lançada em novembro de 2009. &#8220;Vimos imediatamente um aumento de 50% de cadastros nos países hispânicos. Nos dias após o trágico terremoto no Chile, as pessoas usaram o Twitter para criar linhas de comunicação. Os cadastros aumentaram 1200% e quase todos usavam o espanhol como idioma. Na Colômbia, os cadastros aumentaram 300% após políticos como Piedad Córdoba Ruíz adotarem a plataforma como meio de comunicação&#8221;, escreveu.</p>
<p>Outro exemplo é a Índia. O engenheiro cita um aumento de quase 100% de uso do Twitter graças também ao uso político da plataforma e de astros de Bollywood. Uma parceria com uma operadora local (Bharti Airtel) permite enviar tweets por SMS com tarifa local. &#8220;Essa é apenas a ponta do iceberg. Continuamos a trabalhar para trazer novos idiomas e parcerias em todo o mundo&#8221;, concluiu Sanford.</p>
<p><strong>Fonte: Zumo Notícias</strong></p>
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		<title>E-commerce: muita audiência e pouca venda</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 22:29:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As maiores empresas não usam ferramentas de web analytics, não sabem o que é usabilidade e não contribuem ao avanço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As maiores empresas não usam ferramentas de web analytics, não sabem o que é usabilidade e não contribuem ao avanço do comércio eletrônico no Brasil. Aprenda a explorar esse nicho e aplique métricas no seu site.</p>
<p>Por <a target="_blank" title="Veja todos os artigos de Alejandro Dicovsky" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/author/alejandro_dicovsky">Alejandro Dicovsky</a></p>
<p>Já conquistamos o ciberespaço? Onde está o desenvolvimento da nossa ainda adolescente internet comercial?</p>
<p>Onde estamos errando em nossas estratégias, em nossos projetos? Qual é o valor de termos 50, 100, 500 mil visitas por mês em nossos sites se não conseguimos transformá-las em vendas?</p>
<p>O tempo das métricas baseadas apenas em grandes audiências acabou.  O que importa é a efetividade dos projetos. Qual é a nossa real taxa de conversão?</p>
<p>Olhemos apenas para três vetores: mobilidade, redes sociais e vídeos. Todos interligados, aqui e agora. Em qualquer lugar. Mas a tecnologia é apenas ferramenta. Saber usá-la em favor dos nossos resultados comerciais é o grande desafio.</p>
<p>Antes de mais nada, para gerenciar algo é preciso medi-lo, já dizia Peter Drucker. Mas a realidade é bem diferente e vem comprometendo o sucesso de projetos web e, mais especificamente, de projetos de comércio eletrônico</p>
<p>Veja Artigo Completo: <a target="_blank" title="E-commerce: muita audiência e pouca venda" href="http://webinsider.uol.com.br/2010/03/11/e-commerce-muita-audiencia-e-pouca-venda/" target="_blank">Webinsider</a></p>
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		<title>Internet desafia metodologias e resultados de pesquisa</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 21:27:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mudança do comportamento do consumidor e técnicas estão na pauta de discussão
A pesquisa está entre as centenas de atividades que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Mudança do comportamento do consumidor e técnicas estão na pauta de discussão</h4>
<p>A pesquisa está entre as centenas de atividades que a internet provocou mudança radical. Além de ser mais um ambiente de interação, relacionamento e consumo a ser considerado por quem analisa o comportamento do consumidor, ela serve de campo de observação da realidade em tempo real. Não é por acaso que o tema esteve presente em praticamente um terço das apresentações discutidas no 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa de Mercado, realizado pela Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa.</p>
<p> A web mudou o comportamento das crianças brasileiras de 4 a 12 anos. Elas são as que mais acessam a internet no mundo, segundo pesquisa realizada pela Millward Brown Brasil em 12 países. Aqui, elas passam 13 horas conectadas principalmente jogando on-line. Com a web, as crianças se tornam multiplataforma e superconectadas. O desafio das marcas é chamar atenção delas com uma experiência divertida. </p>
<p> O estudo brasileiro envolveu oito grupos de discussão, formados por mães e crianças das classes ABC.  Hoje, o brinquedo divide espaço com a internet e com o celular. O diário virou blog e não são mais os pais que escolhem o que as crianças compram, mas elas próprias. Assim como a TV, todos querem ter o seu computador no quarto, o que na classe C é aspiracional. Quando o assunto é rede social, os pré-adolescentes são a maioria por a utilizarem como convívio.</p>
<p> <strong>Branding digital</strong><br />
 A internet ganha também um papel cada vez mais importante na construção de marcas. “É o que chamamos de círculo virtuoso do branding, onde consumidores digitais são mais jovens, mais bem informados, pesquisam mais e compram mais pela web. O conhecimento sobre marcas os tornam influenciadores de outras pessoas. Por isso, vale a pena investir neste consumidor”, afirma Valkiria Garré (foto), Diretora Executiva da Millward Brown do Brasil.</p>
<p> Os adolescentes estão buscando jogos, redes sociais, músicas, vídeos e mensagens. Já os adultos estão em busca de notícias, basicamente. Pesquisa feita pela Millward Brown do Brasil aponta para um relacionamento entre adolescentes e marcas baseado em roupa, tênis e tecnologia. “Apesar de extremamente ativo na web, o jovem tem dificuldade de falar de propaganda na internet. Tanto positiva quanto negativamente”, diz Valkiria.</p>
<p> Assim como os mais jovens, os adultos também procuram marcas na web após verem uma propaganda na TV. Como a Coca-Cola, por exemplo. O estudo mostra que 13% dos internautas descobriram a marca de refrigerantes na internet por meio da TV. Outro dado interessante é de que, tanto adultos quanto jovens, pesquisam preços na web e compram na loja por motivos de segurança. </p>
<p> <strong>Etnografia Digital</strong><br />
 A chamada Etnografia Digital também ganha força e se percebe que as mulheres da classe C que acessam a internet ganham uma nova vida digital. É o que indica a pesquisa desenvolvida pela Predica e pela Multifocus com mulheres, donas-de-casa, de 25 a 49 anos, de São Paulo. Quarenta por cento delas passam mais de duas horas conectadas por dia, sendo que 83% acessa a rede todo os dias, principalmente a tarde. O estudo mostra os hábitos de navegação e indicam a preferência por sites de relacionamento (44%), informação (38%), entretenimento (10%), compra on-line (6%) e serviços (2%).</p>
<p> Durante 11 dias de levantamento, o estudo apresentado por Claudia Woods (foto), diretora de inteligência e Marketing da Predicta, registrou 94.250 acessos e 2.700 links diferentes. A internet reflete uma mudança de hábito das mulheres. Trinta e três por cento delas a utilizam como passatempo melhor que a televisão, 78% se sentem mais globalizadas, 15% chegou a se dizer mais inteligente e 26% se sentem seguras em comprar on-line. Elas ainda participam de redes sociais (94%), acessando principalmente o Orkut. </p>
<p> Estas mulheres também vão ao banco virtualmente (23%) e acabam migrando seus hábitos de consumo para o ambiente on-line, principalmente com relação a mídia, pois 66% delas estão lendo menos jornais, 61% assistem menos a TV e 54% ouvem menos o rádio. Na hora de comparar preço, mais de metade (60%) afirmou que não gasta mais sola de sapato indo às lojas, fazendo a comparação on-line. </p>
<p> <strong>Pesquisa on-line</strong><br />
 Para as empresas anunciantes na web, duas ótimas notícias: 55% lembram de propagandas on-line e 32% delas já participaram de promoções pela internet. Na hora de comprar, 63% buscam informação de produtos nos sites das empresas e 12% publicam suas opiniões sobre uma marca em fóruns e comunidades.</p>
<p> E a pesquisa pela internet? Avaliar comunicação e fazer pré-teste de campanhas pela internet dá o mesmo resultado que presencialmente, é 50% mais rápido e até 20% mais barato, aponta a GFK Brasil. Um estudo feito para a marca Elsève serviu de caso de sucesso para mostrar que o formato de pesquisa deve e precisa evoluir, assim como a comunicação e o consumidor mudaram nos últimos anos. </p>
<p> Alguns mitos caíram por terra. Da mesma forma que no ambiente tradicional, a pesquisa pela internet está sujeita aos mesmos vieses que a tradicional. Apesar do perfil dos respondentes na web ser mais jovem e com maior poder de consumo, pode-se segmentar a base amostral, tamanho e o acesso ao consumidor on-line hoje. E a riqueza das respostas, é boa? “Não é porque está on-line que terá uma resposta pobre. É possível ter um material de qualidade pela internet”, aponta Cristina Jensen, da GFK.</p>
<p>Por Bruno Mello, do Mundo do Marketing<br />
<a target="_blank" href="mailto:bruno@mundodomarketing.com.br">bruno@mundodomarketing.com.br</a></p>
<p>Fonte: <a target="_blank" title="Internet desafia metodologias e resultados de pesquisa" href="http://www.mundodomarketing.com.br/16,13472,internet-desafia-metodologias-e-resultados-de-pesquisa.htm" target="_blank">Mundo do Marketing</a></p>
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		<title>Acesso à internet em casa supera lan house no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 20:49:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pela primeira vez desde 2007, mais brasileiros acessam a internet em casa do que em lan houses. A conclusão é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pela primeira vez desde 2007, mais brasileiros acessam a internet em casa do que em lan houses. A conclusão é da 5ª edição da TIC Domicílios (Pesquisa Sobre Uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação no Brasil), realizada pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) e divulgada nesta terça-feira (6).</p>
<p>O estudo aponta que o acesso residencial à internet fez parte de 48% das respostas, contra 45% das lan houses. Em 2009, 36% dos domicílios possuíam um computador, contra 28% do ano anterior. Apenas 5% das residências têm notebooks, e 40% dos lares contam com telefones fixos. O uso da internet também saltou de 20% dos lares para 27%.</p>
<p>Mesmo com o crescimento de computadores e acesso à internet, o equipamento mais presente nos lares é a televisão (98%), seguida pelo rádio (86%). O celular continua em ascensão e já está em 82% dos lares nas áreas urbanas e em 78% no total do país porém, 90% das pessoas usam planos pré-pagos.</p>
<p>O NIC.br considera também o uso de ferramentas eletrônicas para governo e comércio. A pesquisa aponta que 30% daqueles que acessaram a internet no ano usaram ferramentas de e-Gov, contra 25% em 2008. Na zona rural, apenas 10% usam alguma ferramenta de acesso ao governo. <br />
 Já no comércio eletrônico, 52% das pessoas consultam preços online, mas 19% em todo o país compram efetivamente algo pela internet. Segundo o NIC.br, uma das questões para a pouca compra online é cultural: o brasileiro prefere ver o produto antes de fechar a compra &#8211; 26% das respostas ainda indicam preocupação com segurança ou privacidade.</p>
<p><em>Com informações do Zumo Notícias.</em></p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Acesso à internet em casa supera lan house no Brasil" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=101565" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Operadoras confiam no potencial de publicidade em celular</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 20:32:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O maior congresso da Europa Oriental sobre publicidade em celular, o Mobile Advertising Congress de Bucareste, foi realizado ao final [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O maior congresso da Europa Oriental sobre publicidade em celular, o Mobile Advertising Congress de Bucareste, foi realizado ao final de fevereiro sob os auspícios da revista The Marketer e o braço rumeno de Vodafone Holdings.</p>
<p>O evento, que contou com um programa variado e grande número de palestrantes de todo o setor, focalizou mais fortemente o geotargeting, que consiste em entregar um conteúdo diferente de acordo com a localização do usuário. </p>
<p> O que torna tão interessante a transmissão de mensagens centradas em cada público alvo específico é a oportunidade de fazer anúncios de uma forma que leva em conta as preferências do assinante, sua localização e a hora em que ele vê o anúncio, o que aumenta consideravelmente o valor da informação obtida. Para um anunciante, o valor deste tipo de contato é substancialmente mais elevado do que o permitido pelas ferramentas tradicionais de promoção. </p>
<p> Os participantes da conferência confirmaram a viabilidade e o potencial da publicidade em celular nos mercados amadurecidos. Por exemplo, Marco Kind, Diretor de Marketing da Vodafone na Romênia, a companhia telefônica de maior sucesso nesta área na Europa Oriental, relatou que mais de 50% dos assinantes já tinha se inscrito para os serviços de publicidade em celular.</p>
<p>Evgeniy Zubakov, Diretor de Desenvolvimento de Negócios da Bercut Ltd., comentou: &#8220;É bastante natural que os participantes no mercado demonstrem interesse no geotargeting como fonte adicional de renda baseada nos recursos tecnológicos e de marketing existentes. Mas ao desenvolver um esquema de interação, é importante levar em conta osinteresses de todas as partes, inclusive a cia. telefônica, a agência  de mídia e o anunciante direto, bem como as tendências de mercado e os recursos e características de cada operadora específica. Estou <br />
 muito grato à Vodafone por esta oportunidade que nos deu de falar sobre nossa experiência nesta área em nossa palestra na conferência. Continuamos a desenvolver os serviços baseados em geotargeting como forma de garantir o crescimento estável das receitas com publicidade em celulares para as telefônicas.&#8221;</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Operadoras confiam no potencial de publicidade em celular " href="http://www.adnews.com.br/telecom/101363.html" target="_blank">AdNews</a></strong></p>
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		<title>Publicidade online cresce e se destaca na Grã-Bretanha</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 20:17:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A publicidade online na Grã-Bretanha cresceu 4,2% em 2009, superando o desempenho do mercado como um todo no país, sustentada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A publicidade online na Grã-Bretanha cresceu 4,2% em 2009, superando o desempenho do mercado como um todo no país, sustentada pela demanda por anúncios pagos baseados em buscas e vídeos, segundo relatório do Internet Advertising Bureau (IAB) e da PricewaterhouseCoopers, divulgado nesta terça-feira (30).</p>
<p> Mesmo com o investimento de 5,3 bilhões de dólares em publicidade online, em 2009 houve uma retração de 13% no mercado, segundo estimativa de dezembro da ZenithOptimedia. A empresa prevê uma queda de cerca de 2% em 2010.</p>
<p> O setor, que teve um segundo semestre positivo, foi dominado por resultados de buscas pagos, que cresceu 9,5% &#8211; 2,15 bilhões de libras, representando 60,7% de todo o investimento publicitário.</p>
<p> Os gastos com banners e anúncios tradicionais de Internet caíram 4,4%, já os gastos com vídeos aumentaram 140% devido à popularização do formato na web.</p>
<p> <em>Com as informações: Terra</em></p>
<p> <strong>Fonte: <a target="_blank" title="Publicidade online cresce e se destaca na Grã-Bretanha" href="http://www.adnews.com.br/publicidade/101361.html" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Internet brasileira fatura R$ 1,3 bilhão em 2009</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 20:09:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O faturamento da Internet no Brasil chegou à 1,3 bilhão de reais em 2009, registrando cerca de 25% em investimentos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O faturamento da Internet no Brasil chegou à 1,3 bilhão de reais em 2009, registrando cerca de 25% em investimentos publicitários, segundo o Internet Advertising Bureau (IAB) Brasil, instituto que representa as empresas ligadas à internet.</p>
<p>O dado foi apresentado nesta terça-feira (30) em São Paulo. O instituto também anunciou que premiará o anunciante que mais se destacar no ambiente digital durante o ano. A eleição final será feita com base nos maiores anunciantes do mês, que serão conhecidos ao longo de 2010.</p>
<p> O valor de faturamento é aproximadamente 350 milhões de reais a mais do que foi divulgado pelo Projeto Inter-meios, estudo que mensura o mercado da web.</p>
<p>A Internet também registrou uma audiência de mais de 67 milhões de pessoas. Desse total, 41% dos indivíduos pertencem à classe C. Outra informação destacada diz respeito ao mercado de mobile marketing. Hoje, são 176,8 milhões de celulares ou 91,7 celulares/habitante, onde 82,5% são pré-pagos.</p>
<p>A expectativa da entidade para este ano é que os investimentos publicitários na internet sejam 30% superiores do que foi em 2009, com uma base de usuários chegando à 73,7 milhões, o que aumentará o volume de negócios para 1,7 bilhão de reais.</p>
<p> <strong>Fonte: <a target="_blank" title="Internet brasileira fatura R$ 1,3 bilhão em 2009" href="http://www.adnews.com.br/internet/101311.html" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Internet é a mídia que mais cresce em publicidade</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 13:30:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A internet foi o meio de comunicação que registrou maior índice de crescimento em 2009. Foram 25,2% de aumento em relação a 2008, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A internet foi o meio de comunicação que registrou maior índice de crescimento em 2009. Foram 25,2% de aumento em relação a 2008, o que totaliza faturamento de R$ 950 milhões. A informação é do Projeto Inter-Meios divulgada nesta quarta-feira (24).</p>
<p> A mídia brasileira em geral cresceu 4% com publicidade em 2009, descontando a inflação, o número cai para 2,2%. Outro destaque ficou por conta do rádio, que registrou crescimento de 9,4% e passou para 4,4% em participação de mercado, faturando R$ 987 milhões.</p>
<p> A TV aberta, que corresponde a maior fatia do bolo publicitário, também ampliou sua participação no total dos investimentos, conquistando um share de 60,9% e R$ 13,569 bilhões, valor 7,6% maior que no ano anterior.</p>
<p> A TV por assinatura, no entanto, conseguiu apenas 2,5% de verbas publicitárias a mais do que em 2008 e manteve seu share em 3,7%.</p>
<p> Em má fase, os jornais registraram queda de 8,1% com publicidade (R$ 3,135 bilhões); as revistas caíram 6,2% (R$ 1,712 bilhão); no segmento de guias e listas o recuo de 19,7% (R$ 356 milhões) é atribuído para a migração de verbas para a internet.</p>
<p> O cinema, que faturou 7,6% a menos com publicidade, conquistou R$ 82 milhões.</p>
<p> <strong>Fonte: <a target="_blank" title="Internet é a mídia que mais cresce em publicidade" href="http://www.adnews.com.br/publicidade/101086.html" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>O papel das &#8220;ferramentas&#8221; digitais no relacionamento 1to1</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 18:41:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Fabricio Saad*
Tema presente em todas as discussões sobre Marketing de Relacionamento e com papel garantido nas estratégias de fidelização [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Fabricio Saad*</p>
<p>Tema presente em todas as discussões sobre Marketing de Relacionamento e com papel garantido nas estratégias de fidelização de clientes e incremento do brand awareness das grandes organizações, o digital marketing apresenta uma série de tendências a serem consideradas e seriamente avaliadas pelos &#8220;marketeiros&#8221; de plantao.  Feiras e eventos cada vez maiores e frequentes no setor nos fornecem insights que merecem ser divididos. </p>
<p> O último DMA (maior congresso global em Marketing de relacionamento, realizado em out/09 no estado americano da Califórnia e que reuniu cerca de 5.000 profissionais e centenas de palestrantes) revelou o peso do digital: 3 em cada 5 sessoes foram dedicadas exclusivamente ao tema e praticamente todas as ideias geniais premiadas pela academia de marketing direto remetiam ao digital&#8230; O que dizer do case da Best Buy que engajou seus mais de 100.000 colabadores no Twitter? E aquela iniciativa da ilha de Queensland, desenvolvido basicamente via broadcast para divulgar uma vaga de “sindico do paraíso”, que resultou em milhares e milhares de mensagens e candidatos que ajudaram a divulgar de forma espontânea o turismo australiano. Acho que todos lembram, não? </p>
<p> Por outro lado, a Campus Party Brasil 2010, realizada na capital paulista no início deste ano, reuniu mais de 5.000 jovens da geração y, exposição em todos os canais web e não web (com ampla cobertura inclusive da mídia televisiva), participação intensa de órgãos governamentais e de grandes empresas preocupadas em se aproximar deste publico jovem e nos deu a certeza de que o meio publicitário e organizacional brasileiro está cada vez mais antenado e preparado para o uso adequado das novas tecnologias digitais em ações de marketing e no desenvolvimento de negócios.</p>
<p> <strong>Mas, afinal, que tendências claras, falando em marketing de relacionamento, nos trazem os meios digitais?</strong></p>
<p> <strong>Redes sociais:</strong> como não poderia deixar de ser, o investimento no tema é crescente e isso se revela também no grande número de debates e mesas redondas promovidos nesses eventos do setor. Fundamental principalmente para falar com o público jovem e mais ainda se seu objetivo principal não é a venda direta e sim a viralização, divulgação de um novo produto, branding, etc&#8230; O grande desafio dos marketeiros nesse meio é comprovar a eficácia das redes criando mecanismos confiáveis para mensuração de resultados. De qualquer forma, o uso do twitter (por ex) se tornará, dentro de muito pouco tempo, obrigatório nas estratégias de marketing de grandes corporacoes. A polêmica fica por conta da criação de plataformas sociais proprietarias para ajudar as empresas a se aproximarem de diferentes públicos, capturar leads através de cadastros, entre outros objetivos – estratégia defendida por alguns, mas criticadas por muitos. </p>
<p> <strong>Mobile Marketing:</strong> o número de aparelhos com acesso 3G no Brasil e no mundo cresce a uma velocidade espantosa. As vendas de iphones, blackberry e smartphones de maneira geral, crescem mais ainda. O uso do bluetooth que permite identificar através da rastreabilidade a presença de um prospect em potencial para seu negocio próximo ao local de compra é outra realidade que não tem mais volta. Os SMS já são o canal preferencial de comunicação no dia-a-dia de milhares de pessoas (no Brasil isso ainda é mais forte). A interatividade já esta presente até mesmo em desfiles de escolas de samba (ex. da Portela no carnaval carioca deste ano). Os primeiros ensaios do país em M-Commerce já acontecem com empresas de cartões (Visa e MasterCard), testando mecanismos de contactless/ advanced payment, empresas de telefonia movel (como a Oi) testando o uso do celular como meio de pagto e a Anatel, ensaiando a regulamentacao das MVNOs, o que permitira o m-commerce próprio desenvolvido por cadeias varejistas como já ocorre com sucesso na Europa. E você?  O que esta esperando para investir em Marketing via mobile?</p>
<p> <strong>SEO/ SEM: </strong>se sua empresa possui um canal de venda direta pela web, mais importante ainda investir nas ferramentas de marketing de busca. Estejamos falando da busca orgânica (SEO) ou da busca paga (SEM), aquela em que você investe na exposição de links através de plataformas google, yahoo!, etc&#8230;</p>
<p> <strong>Trigger Marketing:</strong> quem diria que isso se tornaria realidade. O uso cada vez maior da inteligência gerada pelo perfil do usuário, dados de navegação, etc&#8230;, como no formato Amazon, é a nova tendência do Marketing 1to1. O mundo atual mudou e está cada vez mais rápido. Sabe aquele tempo que você precisava para avaliar o retorno das peças offline, subir esses dados em um DBM com atualização mensal e então preparar a próxima oferta?  Pois é, não existe mais!  E nesse cenário, o profissional da área que se preparar, entendendo minimamente de internet e ferramental estatístico, se dará melhor. Esse sim é o profissional do futuro. E o futuro está aí. Na nossa porta.</p>
<p> <strong>Estratégias multicanais:</strong> sms, mala direta, e-mail, telemarketing, portais webs, redes sociais, revistas segmentadas, eventos dirigidos, etc&#8230; ficará cada vez mais difícil você não considerar pelo menos 3 destes canais em sua campanha de Marketing. Isso é o que garantirá o resultado da campanha, estejamos falando de geração de leads, relacionamento ou rentabilização de carteira.</p>
<p> Deixando um pouco a relacao direta digital/ marketing de relacionamento, outros temas merecem atenção e com certeza estarão cada vez mais presentes no dia-a-dia do profissional de comunicação moderno, tais como: </p>
<p> &#8211; o neoconsumidor/ neuromarketing e a utilização destes para decifrar a relação com consumo da geracao y;</p>
<p> &#8211; as novas tecnologias como realidade aumentada, jogos 3D e aparelhos multi-canais, multi-tarefas como o novo iPad da americana Apple;</p>
<p> &#8211; falando na realidade brasileira, o esforco governamental para expandir com maior velocidade o acesso a banda larga, democratizando a web e possibilitando acesso a cultura/ marketing digital para todas as classes sociais;</p>
<p> &#8211; por fim: a legislacao vigente que normatiza o meio digital e podem impactar (positivamente ou não) em temas como o marketing de busca, acesso a redes sociais, etc&#8230;</p>
<p> * Fabricio Saad é estatístico com pós-graduação em Marketing pela Fundacao Getulio Vargas (FGV) e MBA Executivo pela Fundacao Dom Cabral. Atuou em cargos executivos em empresas como SulAmerica ING, MasterCard, McCann Group, Grupo Abril e Bradesco. Atualmente, ministra palestras e presta consultoria em digital marketing. Twitter: <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/fabriciosaad" target="_blank">@fabriciosaad</a></p>
<p>Fonte: <a target="_blank" title="O papel das &quot;ferramentas&quot; digitais no relacionamento 1to1" href="http://www.mundodomarketing.com.br/13443,artigos,o-papel-das-ferramentas-digitais-no-relacionamento-1to1.htm" target="_blank">Mundo do Marketing</a></p>
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		<title>Cresce o uso simultâneo de TV e internet</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/cresce-uso-simultneo-de-tv-internet.html</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 14:34:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os norte-americanos estão acessando a internet enquanto assistem TV por mais tempo; quase 60% dos telespectadores usam a web ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os norte-americanos estão acessando a internet enquanto assistem TV por mais tempo; quase 60% dos telespectadores usam a web ao mesmo tempo pelo menos uma vez por mês, crescimento de 2,7% em 1 ano.</p>
<p> Segundo pesquisa do centro de estudos Nielsen, divulgada nesta segunda-feira (22), os americanos passam 35% do tempo a mais consumindo TV e internet simultameamente em relação ao mesmo período de 2008. </p>
<p> O tempo gasto nas duas mídias chega a 3,5 horas por mês, de acordo com a pesquisa. O consumo de vídeos online também aumentou: 16%. Durante o horário de trabalho, 44% desses vídeos são assistidos. Segundo a Nielsen, o vídeo online não substitui a TV.</p>
<p> &#8220;A preocupação inicial era que a internet, os vídeos e o entretenimento móvel iriam, aos poucos, tirar o público de TV tradicional, mas o aumento contínuo desse público, junto com a expansão do uso, indica algo bem diferente&#8221;, disse o líder de produtos de mídia do Nielsen, Matt OGrady.</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Cresce o uso simultâneo de TV e internet " href="http://www.adnews.com.br/internet/101010.html">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Google responde por 30% da web no Brasil</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/google-responde-por-30-da-web-brasil.html</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 21:32:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A recente queda de acesso nos EUA não chegou o Brasil. Por aqui, o Google continua em primeiro lugar com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A recente queda de acesso nos EUA não chegou o Brasil. Por aqui, o Google continua em primeiro lugar com os serviços de busca e a rede social Orkut.</p>
<p>Os dados da Serasa Experian Hitwise colocam o gigante das buscas como dono de 29,83% dos acessos na web nacional. Com a liderança consolidada, a empresa passou a traçar uma disputa interna. O registros da empresa indicam que no dia 13 deste mês, o domínio google.com.br era responsável por 10,69% dos acessos da internet nacional, seguido pelo orkut.com com 10,11% e pelo google.com, em terceiro lugar, com 9,03% de participação. No mesmo dia, a rede social  Facebook conquistou o 22º lugar em visitas na internet brasileira.</p>
<p>Pela primeira vez em um ano, o orkut.com ultrapassou o google.com.br em visitas semanais no Brasil de dezembro de 2009 a janeiro de 2010. O pico de acessos, que coincide com o período de férias escolares, mostram que os estudantes utilizam parte do seu tempo livre para acessar a rede social.</p>
<p>A Hitwise ainda aponta queda nos acessos aos sites educativos e relacionados ao tema sofreram uma queda nas visitas na mesma época.</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Google responde por 30% da web no Brasil" href="http://www.adnews.com.br/tecnologia.php?id=100970">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Internet e 3D podem ser a salvação da TV</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/internet-3d-podem-ser-salvao-da-tv.html</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 21:23:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As especulações sobre o fim da TV com a chegada da internet dão lugar ao pensamento de que os consumidores continuará [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As especulações sobre o fim da TV com a chegada da internet dão lugar ao pensamento de que os consumidores continuará a ver televisão, porém, de outra forma, segundo apontam especialistas. Essa nova ideia é reflexo do sucesso das imagens em 3D.</p>
<p>No mercado norte-americano já existem equipamentos que, quando acoplados a TV, permitem o usuário a assistir conteúdos da web. O Google, em parceria com a Sony e Intel, anunciou a sua entrada no mundo da televisão através do <a target="_blank" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=100780" target="_blank">Google TV</a>, segundo o jornal The New York Times – na semana passada.</p>
<p>O alto custo dos aparelhos (cerca de R$3 mil) e o conteúdo escasso em 3D não são empecilhos para os analistas. Essa tecnologia deverá fazer sucesso segundo eles. A Sony, por exemplo, garantiu que metade dos televisores vendidos dentro de três anos serão 3D.</p>
<p>Todos os grandes fabricantes já iniciaram a venda desses televisores ou planejam comercializá-lo antes da Copa do Mundo – que pela primeira vez, será transmitida também em 3D.</p>
<p><strong>Ponto de partida</strong><br />
 A procura e a venda de TVs 3D foi impulsionada pelo cinema, por filmes como “Avatar” e a “Era do Gelo 3”. No futuro se espera que muitos outros gêneros se beneficiem com essa tecnologia, os games são um exemplo disso. . As televisões, portanto, devem transmitir programações em 3D em um futuro não muito distante, mas alguns analistas não descartam que a tecnologia possa ser prejudicial para a visão.</p>
<p>Martin Banks, professor de Oftalmologia da Universidade de Berkeley (Califórnia, EUA), publicou recentemente um estudo sobre a &#8220;fadiga do 3D&#8221;, assegurando que, em muitas ocasiões, ver conteúdos em três dimensões pode provocar dores de cabeça, visão confusa e cansaço. Banks afirma que a tecnologia 3D viola as normas de percepção às quais nossos olhos e nosso cérebro estão acostumados e nos obriga a fixar nossa visão simultaneamente nas imagens do fundo e nas mais próximas, o que provoca fadiga visual.</p>
<p><em>Com informações do Terra.</em></p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Internet e 3D podem ser a salvação da TV" href="http://www.adnews.com.br/internet/100921.html">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Propaganda em tempo real na web é lançada nos EUA</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 21:18:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos EUA, as principais companhias de buscas, Google, Yahoo e Microsoft, lançaram suas plataformas para propaganda em tempo real, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos EUA, as principais companhias de buscas, Google, Yahoo e Microsoft, lançaram suas plataformas para propaganda em tempo real, o chamado &#8220;real time bidding&#8221; (leilão em tempo real). </p>
<p> Os anúncios são direcionados a cada internauta, definidos com base em seu comportamento na rede. É possível fazer com que uma propaganda de hotel, por exemplo, apareça na página do internauta que pesquisa passagens, prática que aumenta a precisão no dinheiro a ser investido, na personalização de campanhas e ações diversas para atingir um consumidor em potencial.</p>
<p> A plataforma já está disponível nos EUA e Europa desde setembro e beneficia também os donos dos sites que vendem espaço publicitário por preços mais altos, pois a cada atualização é possível reajustar o anúncio.</p>
<p> A Federal Trade Commission, agência americana que regula as práticas comerciais no país, discute a novidade, que os opositores alegam invasão da privacidade dos internautas. </p>
<p> O &#8220;real time bidding&#8221; não tem previsão de chegada ao Brasil.</p>
<p>Fonte: <a target="_blank" title="Propaganda em tempo real na web é lançada nos EUA" href="http://www.adnews.com.br/publicidade/100938.html">AdNews</a></p>
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		<title>As Redes sociais são o maior desafio para a mídia</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/redes-sociais-maior-desafio-para-mdia.html</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 21:24:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[O presidente do canal norte-americano CNN, Jon Klein, afirmou que a maior competição dos canais de notícias são as redes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do canal norte-americano CNN, Jon Klein, afirmou que a maior competição dos canais de notícias são as redes sociais. A declaração foi feita nesta quarta-feira (10), na conferência de mídia Bloomberg BusinessWeek 2010, em Nova York.</p>
<p> &#8220;Os sites de relacionamento social são uma alternativa que ameaça afastar as pessoas de nós. As pessoas de quem você é amigo no Facebook ou que você segue no Twitter são fontes confiáveis de informação&#8221;, disse Klein.</p>
<p> O novo objetivo da CNN é convencer as mídias sociais e os usuários online a se conectarem de algum jeito com o canal. &#8220;Há muito espaço para expandir. Os serviços na internet são uma área em expansão para nós, os serviços via celular têm enorme potencial de crescimento e o serviço doméstico a cabo nos Estados Unidos já é uma área de desenvolvimento&#8221;, declarou.</p>
<p>No mercado da comunicação as empresas buscam cada vez mais por múltiplas fontes de lucro. Ele afirma que a CNN já está presente em muitor lugares e que as redes sociais podem funcionar bem para a rede.</p>
<p> Klein foi nomeado diretor de operações da CNN nos Estados Unidos em 2004, depois de trabalhar na rede CBS. Para ele, com a explosão das novas mídias, estar no local de um acontecimento não é mais o suficiente. Hoje em dia, é preciso dar mais do que simplesmente chegar lá&#8221;.</p>
<p> &#8220;As pessoas acompanham rapidamente o que acontece hoje. Você precisa dar a elas mais detalhes sobre o que está acontecendo. E aí que nós vamos trabalhar para continuar a fazer a diferença&#8221;, finalizou o presidente, segundo a agência de notícias AFP.</p>
<p> <strong>Fonte: <a target="_blank" title="CNN: redes sociais são o maior desafio para a mídia" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=100524" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>IPTV Cultura transmite Conferência Anual do Web for Development</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/iptv-cultura-transmite-conferencia-anual-do-web-for-development.html</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 14:33:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Por acreditar no potencial da internet como ferramenta para o desenvolvimento social, associações de calibre internacional como a Unesco (Organização [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por acreditar no potencial da internet como ferramenta para o desenvolvimento social, associações de calibre internacional como a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) e Unctad (Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento) promovem entre quinta (25) e sexta-feira (26/2), em Brasília, a 6º edição da Conferência Anual do Web for Development.</p>
<p>E a Fundação Padre Anchieta, plena incentivadora de estratégias que buscam a emancipação da rede, integra a iniciativa fazendo a transmissão ao vivo, das 9h às 18h30, dos dois dias de encontro, por meio de seu canal na web, a IPTV Cultura &#8211; <a target="_blank" href="http://www.iptvcultura.com.br/web4dev">www.iptvcultura.com.br/web4dev</a>.</p>
<p>Além da FPA, outros parceiros figuram na lista de envolvidos no evento – realizado no Grand Bittar Hotel -, incluindo a Petrobras e o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI).</p>
<p>Acontecendo pela primeira vez na América Latina, a Conferência Anual do Web for Development, ou apenas Web4Dev, trata-se de um encontro que reúne profissionais de tecnologia da ONU. Criada em 2003, a conferência tem como objetivo principal abordar os impactos dos recursos da internet nos sistemas da Organização das Nações Unidas.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="IPTV Cultura transmite Conferência Anual do Web for Development" href="http://www.adnews.com.br/cultura.php?id=100068" target="_blank">AdNews</a></strong></p>
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		<title>Twitter lança em breve sistema para publicidade</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 14:31:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um sistema semelhante ao AdSense, do Google, será uma das apostas do Twitter nos próximos meses. O modelo para veiculação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um sistema semelhante ao AdSense, do <a target="_blank" title="Google" href="http://www.google.com.br" target="_blank">Google</a>, será uma das apostas do <a target="_blank" title="twitter" href="http://www.twitter.com" target="_blank">Twitter</a> nos próximos meses. O modelo para veiculação de publicidade deverá seguir o padrão de 140 caracteres e será associado ao mecanismo de busca do microblog, segundo o The Wall Street Journal.</p>
<p>Inicialmente, o serviço será comercializado para agências de publicidade para posteriormente se transformar em um sistema de auto-serviço. Detalhes do projeto, preços e lançamento não foram divulgados ainda pelo Twitter, mas a expectativa é de que o sistema vá ao ar ainda no primeiro semestre.</p>
<p>Essa investida do Twitter se insere na proposta de criar fontes de receitas para o microblog.</p>
<p>Em <a target="_blank" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=95416" target="_blank">visita</a> ao Brasil, no ano passado, o co-fundador do microblog, Biz Stone, afirmou que a equipe está trabalhando em contas comerciais e já no fim deste ano ou no começo de 2010 podem aparecer.</p>
<p>Para Stone a fidelização de usuários recebendo posts pagos é uma tendência. &#8220;Vai valer a pena pagar, já que as mensagens serão mais eficazes&#8221;, disse.</p>
<p> <strong>Fonte: <a target="_blank" title="Twitter lança em breve sistema para publicidade" href="http://www.adnews.com.br/publicidade.php?id=100195" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Austrália vira o país das redes sociais</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 14:24:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Austrália levou o título de país mais engajado em redes sociais após uma pesquisa mostrar que os usuários de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Austrália levou o título de país mais engajado em redes sociais após uma pesquisa mostrar que os usuários de web gastam em média quase sete horas por mês atualizando blogs, Twitter e Facebook.</p>
<p>A pesquisa, realizada pela Nielsen, mostra que a Austrália está à frente dos Estados Unidos, Grã-Bretanha e Japão no que diz respeito à utilização das redes sociais.</p>
<p>Daniele Warby, que trabalha na área de marketing da Universidade de Sidney, é um exemplo de como os usuários costumam juntar a rotina com as redes sociais: ela verifica o Facebook, posta no Twitter e no blog em todos os momentos de folga do dia, inclusive durante as refeições.</p>
<p>Cerca de 9 dos 22 milhões dos usuários de web do país acessam blogs, Twitter e outros sites ou comunidades sociais. De acordo com reportagem do Telegraph, 80% dos australianos têm acesso à banda larga.</p>
<p>Para se ter uma ideia, só a Austrália é responsável por 4% da audiência de visitantes mensais do Facebook, um dos sites mais acessados do mundo.</p>
<p><strong>Fonte: Gigablog</strong></p>
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		<title>Internet cresce no Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 14:14:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segundo dados divulgados pelo Ibope nesta terça-feira (2), o número doméstico de brasileiros que acessaram a internet em janeiro chegou a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo dados divulgados pelo Ibope nesta terça-feira (2), o número doméstico de brasileiros que acessaram a internet em janeiro chegou a 36,8 milhões e o tempo online caiu 1,8%, totalizando 65 horas e 23 minutos mensais.</p>
<p> Se não considerados, comunicadores instantaneos como o MSN, o tempo gasto online fica em 45 horas e 43 minutos, crescimento de 2,3% em relação ao mês anterior.</p>
<p> Em lugares públicos, como bibliotecas, lan houses e telecentros, a quantidade de brasileiros que se conectam à internet é de 66,3 milhões.</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Internet cresce no Brasil" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=100181" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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