Quer investir em mídias sociais? Seja relevante

Publicado em: dezembro 1, 2009.

Todo mundo fala em revolução da mídia social, mas será que os profissionais de criatividade realmente têm noção do quanto nossa vida mudou e o nosso tempo encurtou? Não adianta investir só para estar na moda.

Por Marcelo Mendonça Godoy

Mídias sociais. Tema assunto do momento, ainda traz mais questionamentos do que respostas. E destas poucas, a maioria especula sob o mote: “vivemos uma revolução, então pouco se sabe quais os padrões que serão adotados no futuro. Muita coisa ainda está por vir.”

Sim, muita coisa ainda está por vir. Mas o que notamos visivelmente é o posicionamento tomado após tal desculpa: o planejamento feito para a tal da mídia social é inexpressivo, como se estivesse ali porque precisa existir, na base do “hoje em dia não pode faltar”.

Tenho a honra de estudar com uma professora que é mestre em história da comunicação. Seu nome é Jurema Brasil. Em uma de suas muitas aulas, ouvi uma teoria muito interessante do modo de vida com o qual estamos aprendendo a lidar: ela compara nosso período com a Renascença.

Obviamente não em questão de estética, arte e novos inventos. Mas em evolução da ciência, renovação das idéias, valores e, principalmente, da quebra de antigos paradigmas e a construção de outros – novos em folha – só esperando para serem desenhados pela mão de todos nós; a sociedade.

O mundo, que até o feudalismo era regido sob a esfera religiosa, ganhou nova forma com o advento da modernidade após o Renascimento. Nela, a esfera dominante foi a política. E assim chegamos até a Segunda Grande Guerra e a pós-modernidade. O mundo começava a ser regido pela esfera econômica.

E, com o acúmulo de bens em maior distribuição (onde a publicidade tem papel fundamental), um universo começou a ser criado em paralelo: o universo íntimo-pessoal.

Veja Artigo completo: Webinsider

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