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	<title>Seobra (SEO) - Otimização de sites e Marketing de Busca em Fortaleza &#187; Comércio Eletrônico</title>
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	<description>Otimização de sites (SEO) e Marketing de busca. a Seobra  é especialista no assunto. Além de Anuncios nos links patrocinados do google, em Fortaleza</description>
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		<title>E-commerce: muita audiência e pouca venda</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 22:29:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As maiores empresas não usam ferramentas de web analytics, não sabem o que é usabilidade e não contribuem ao avanço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As maiores empresas não usam ferramentas de web analytics, não sabem o que é usabilidade e não contribuem ao avanço do comércio eletrônico no Brasil. Aprenda a explorar esse nicho e aplique métricas no seu site.</p>
<p>Por <a target="_blank" title="Veja todos os artigos de Alejandro Dicovsky" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/author/alejandro_dicovsky">Alejandro Dicovsky</a></p>
<p>Já conquistamos o ciberespaço? Onde está o desenvolvimento da nossa ainda adolescente internet comercial?</p>
<p>Onde estamos errando em nossas estratégias, em nossos projetos? Qual é o valor de termos 50, 100, 500 mil visitas por mês em nossos sites se não conseguimos transformá-las em vendas?</p>
<p>O tempo das métricas baseadas apenas em grandes audiências acabou.  O que importa é a efetividade dos projetos. Qual é a nossa real taxa de conversão?</p>
<p>Olhemos apenas para três vetores: mobilidade, redes sociais e vídeos. Todos interligados, aqui e agora. Em qualquer lugar. Mas a tecnologia é apenas ferramenta. Saber usá-la em favor dos nossos resultados comerciais é o grande desafio.</p>
<p>Antes de mais nada, para gerenciar algo é preciso medi-lo, já dizia Peter Drucker. Mas a realidade é bem diferente e vem comprometendo o sucesso de projetos web e, mais especificamente, de projetos de comércio eletrônico</p>
<p>Veja Artigo Completo: <a target="_blank" title="E-commerce: muita audiência e pouca venda" href="http://webinsider.uol.com.br/2010/03/11/e-commerce-muita-audiencia-e-pouca-venda/" target="_blank">Webinsider</a></p>
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		<title>E-commerce e o dever de casa da pequena empresa</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 12:58:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dez empresas ficam com 75% do faturamento, mas há espaço para pequeno e nichos especializados. Para serem bem sucedidos, esses [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dez empresas ficam com 75% do faturamento, mas há espaço para pequeno e nichos especializados. Para serem bem sucedidos, esses negócios precisam ser bem construídos.</p>
<p>Por <span><a target="_blank" title="Veja todos os artigos de Sandra Turchi" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/author/sandra_turchi">Sandra Turchi</a></span></p>
<p>Cada vez mais temos observado a preocupação de grande parte das empresas em fazer negócios via web; porém, ainda assim, a quantidade de empresas que efetivamente está conseguindo fazer isso é muito pequena.</p>
<p>Se levarmos em consideração que apenas dez empresas são responsáveis por aproximadamente 75% do faturamento do e-commerce no Brasil podemos pensar que não haja mais espaço para novos negócios. Grande engano, pois a web oferece a possibilidade de atender a nichos de mercado bastante específicos, permitindo atender a públicos muitos segmentados, que demandam conhecimento especializado no momento da venda.</p>
<p>As micro e pequenas empresas, que ainda estão sem saber o que fazer, podem “testar” o e-commerce com investimento muito baixo, participando de sites que são integradores de lojas, como num shopping.</p>
<p>Com isso os custos são rateados, permitindo estar on-line, vendendo, ou seja, tendo uma experiência com essas ferramentas. Esses “shoppings” cobram um valor similar a uma taxa de aluguel ou condomínio, dessa forma o lojista pode verificar se consegue interagir no mundo on-line, se tem estrutura para manter a loja no ar e atualizada, e ainda medir os resultados.</p>
<p>Ver Artigo Completo em: <a target="_blank" title="E-commerce e o dever de casa da pequena empresa" href="http://webinsider.uol.com.br/2010/01/31/e-commerce-e-o-dever-de-casa-da-pequena-empresa/" target="_blank"><strong>WebInsider</strong></a></p>
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		<title>Comércio eletrônico no Brasil fatura R$ 1,6 bilhão no Natal</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/comercio-eletronico-no-brasil-fatura-r-16-bilhao-no-natal.html</link>
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		<pubDate>Thu, 31 Dec 2009 14:56:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Valor é 28% maior que o gerado no mesmo período do ano passado, segundo a e-bit; livros foram os produtos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Valor é 28% maior que o gerado no mesmo período do ano passado, segundo a e-bit; livros foram os produtos mais vendidos.</p>
<p>O comércio eletrônico brasileiro movimentou 1,6 bilhão de reais com as vendas de bens de consumo no período que antecedeu o Natal, que foi de 15 de novembro a 24 de dezembro. </p>
<p>Esse valor é 28% maior que o montante de 1,2 bilhão de reais gerado na mesma época no ano passado, segundo dados divulgados pela e-bit, empresa especializada no setor.</p>
<p> “Ano a ano acompanhamos a evolução do e-commerce, e sem dúvida o Natal é um grande aliado para esse crescimento. Com esse faturamento expressivo, nota-se que o consumidor está mais preparado e programado para comprar via web”, diz o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti.</p>
<p>O executivo lembra que as lojas virtuais tiveram que se programar para atender a todas as demandas, pois sem uma estrutura e logística, ficaria difícil receber tantos pedidos no período natalino.</p>
<p><strong>Produtos mais procurados</strong></p>
<p>A categoria de produtos mais vendida pelo varejo virtual foi a de livros. Em segundo lugar ficaram os eletrodomésticos, impulsionados pela redução do IPI, seguidos de itens de saúde, beleza e medicamentos. Informática e eletrônicos ficaram na quarta e na quinta colocações, respectivamente, completando o ranking.</p>
<p>O pico das vendas natalinas ocorreu no dia 16 de dezembro, quando foram realizados mais de 150 mil pedidos, um crescimento 50% superior a um dia de vendas normal.</p>
<p>Enquanto o e-commerce teve uma evolução de 28% em suas vendas natalinas, o varejo físico obteve apenas 6,8% de acréscimo, segundo o indicador Serasa Experian. </p>
<p>No Natal norte-americano, as vendas online subiram 15,5% de acordo com o pelo SpendingPulse, uma unidade do MasterCard Advisors.</p>
<p>Fonte: <a target="_blank" title="Comércio eletrônico no Brasil fatura R$ 1,6 bilhão no Natal" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/12/30/comercio-eletronico-brasileiro-fatura-r-1-6-bilhao-no-natal/" target="_blank"><span>IDG Now!</span></a></p>
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		<item>
		<title>E-bit: 86,71% dos compradores online aprovam lojas virtuais em novembro</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/e-bit-8671-dos-compradores-online-aprovam-lojas-virtuais-em-novembro.html</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 12:05:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Resultado aproxima-se da média do ano, de 86,43%; pesquisa de satisfação ouviu 130 mil pessoas que fizeram compras na web [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Resultado aproxima-se da média do ano, de 86,43%; pesquisa de satisfação ouviu 130 mil pessoas que fizeram compras na web no período.</p>
<div>
<p>Pesquisas realizadas com mais de 130 mil pessoas que fizeram compras pela internet no mês de novembro revelaram que 86,71% delas estão satisfeitas com o desempenho do comércio eletrônico brasileiro.</p>
<p>Este estudo refere-se ao <a target="_blank" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/09/14/sobe-satisfacao-com-compras-pela-internet-no-brasil">Índice de Confiança do e-consumidor</a>, um relatório mensal desenvolvido pela consultoria e-bit em parceria com o <a target="_blank" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/11/26/acsp-e-camara-e-net-criam-selo-internet-segura">Movimento Internet Segura</a> (MIS), que apontou o resultado como a terceira melhor marca de 2009.</p>
<p>O percentual de 86,71% de aprovação em novembro só fica atrás dos de julho e agosto, quando o índice superou a casa dos 87%. Em relação aos percentuais registrados de janeiro a novembro deste ano, a média atingida é de 86,43% de satisfação.</p>
<p>Os consultados responderam a um questionário de satisfação com base em 10 quesitos: Facilidade de Comprar, Seleção de Produtos, Informação sobre os Produtos, Preços, Navegação, Entrega no Prazo, Qualidade dos Produtos, Qualidade do Atendimento a Clientes, Política de Privacidade e Manuseio e Envio dos Produtos.</p>
<p>Segundo a e-bit, o período de compras que antecede ao Natal, compreendido entre os dias 15/11 e 24/12, deve proporcionar um faturamento de 1,63 bilhão de reais &#8211; uma alta de 30% em relação ao ano passado, quando o setor atingiu 1,25 bilhão  de reais em vendas.</p>
<p>A consultoria espera que, com o resultado do Natal, o e-commerce nacional feche 2009 com um faturamento superior a 10,5 bilhões de reais.</p>
</div>
<div>Fonte: <a target="_blank" title="E-bit: 86,71% dos compradores online aprovam lojas virtuais em novembro" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/12/18/e-bit-86-71-dos-compradores-online-aprovam-lojas-virtuais-em-novembro/" target="_blank">IDGNow</a></div>
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		<title>Facebook e Twitter influenciam compras de Natal, diz estudo</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/facebook-e-twitter-influenciam-compras-de-natal-diz-estudo.html</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 14:16:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cerca de 28% dos americanos que começaram a fazer as compras de Natal afirmaram que as redes sociais na internet, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 28% dos americanos que começaram a fazer as compras de Natal afirmaram que as redes sociais na internet, como Facebook e Twitter, influenciaram em suas escolhas de presentes, segundo um estudo da empresa ComScore. O alto índice de influência da rede nos consumidores dos Estados Unidos mostra o impacto que estes sites podem ter nos próximos anos.</p>
<p> A empresa, especializada em medições sobre tráfico e comércio na web, através de um comunicado, informou também que os comentários escritos por outros usuários influenciaram nas decisões de compras de 13% dos consumidores consultados.</p>
<p> Outros 11% dos consumidores afirmaram seguir a opinião de um especialista através do Twitter ou Facebook. Já o resto dos entrevistados admitiu seguir os comentários de algum amigo ou de empresas que oferecem descontos através das redes sociais citadas.</p>
<p> &#8220;As redes sociais aparentemente estão surgindo como um importante canal de marketing nesta época de festas de final de ano&#8221;, indicou Gian Fulgoni, presidente e cofundador da ComScore no comunicado. Fulgoni afirmou que os resultados da pesquisa, realizada entre 4 e 7 de dezembro, dão uma ideia do impacto que as redes sociais terão durante a próxima década. Fulgoni acredita que possuir uma estratégia empresarial para lidar com as redes sociais é uma boa aposta, que ainda envolve custos muito baixos.</p>
<p> Várias empresas, como a Eastman Kodak, já começaram a usar as redes sociais como Facebook, que possui mais de 350 milhões de usuários, para promover os seus produtos.</p>
<p> <strong>Fonte: Terra Espanha</strong></p>
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		<title>Web brasileira vai faturar R$ 1 bilhão em 2009</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 01:22:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Estimativas do Internet Advertising Bureau Brasil afirmam que o setor de mídia online brasileiro deve faturar R$ 1 bilhão em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estimativas do Internet Advertising Bureau Brasil afirmam que o setor de mídia online brasileiro deve faturar R$ 1 bilhão em 2009. Segundo as  previsões, anunciadas nesta segunda-feira (16), o investimento irá representar participação de 4,2% no total gasto com publicidade.</p>
<p>As informações se baseiam em dados do projeto Inter-meios e dados dos associados da instituição. Em 2008, a participação da mídia online chegou a 3,5%, o equivalente a R$ 760 milhões em investimentos. A soma inclui dados do comércio eletrônica e links patrocinados.</p>
<p>O presidente do IAB Brasil, Guilherme Ribemboin, também anunciou as estimativas da instituição para o crescimento da internet e do número de usuários ativos. De acordo com as previsões, o país deve chegar aos 28 milhões de internautas residenciais até o final deste ano. Esse valor representa um crecimento de 20% em relação à 2008.</p>
<p>Ao todo, serão 68,5 milhões de usuários (residenciais e corporativos).</p>
<p>Já em relação a banda larga, O IAB estima que 87% dos usuários estarão conectados em alta velocidade até o final deste ano.</p>
<p>Com informações do IDG Now!</p>
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		<title>Comércio eletrônico cresce e fatura 20% a mais</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 01:14:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As pessoas que compraram presentes para o Dia das Mães e até para o Dia dos Namorados pela internet no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As pessoas que compraram presentes para o Dia das Mães e até para o Dia dos Namorados pela internet no mês de maio aprovaram os serviços prestados pelas lojas virtuais brasileiras. É o que mostra o “Índice de Confiança do e-consumidor”, estudo desenvolvido pela consultoria e-bit, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS). O levantamento mostra que 86,45% dos usuários destes sites se disseram satisfeitos com o resultado final de suas transações. Este foi o recorde do ano.</p>
<p>
 Segundo o coordenador do MIS, Djalma Andrade, o indicador demonstra que os varejistas virtuais brasileiros estão a cada dia melhor preparados para suportar com eficiência os grandes picos de volumes de transações. “Maio é o segundo período mais importante do varejo. Tivemos um volume maior de compras neste mês do que em qualquer outro do ano, devido à sazonalidade e também ao próprio crescimento vegetativo do negócio. Com um aumento destes seria natural o registro de alguns problemas em itens especificamente relacionados principalmente à logística, mas felizmente não foi isto o que aconteceu”, disse.</p>
<p> O MIS é o comitê da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), dedicado a orientar o usuário da rede quanto às melhores práticas de navegação.</p>
<p> O diretor da e-bit, Pedro Guasti explica que para chegar a este resultado a empresa colheu 109.128 questionários no mês de maio. Por meio deles as pessoas são convidadas a opinar sobre os dez seguintes quesitos: Facilidade de Comprar, Seleção de Produtos, Informação sobre os Produtos, Preços, Navegação, Entrega no Prazo, Qualidade dos Produtos, Qualidade do Atendimento a Clientes, Política de Privacidade e Manuseio e Envio dos Produtos. </p>
<p> A e-bit anunciou recentemente que o período do Dia das Mães deste ano registrou um faturamento de R$ 440 milhões no e-commerce. Já no Dia dos Namorados, embora os dados ainda não tenham sido consolidados, a expectativa era de que o setor movimentasse R$ 390 milhões. Ambos os resultados significam um crescimento de 20% em relação às mesmas épocas do ano passado.</p>
<p> Guasti lembra que o indicador de 86,45% de satisfação é o maior do ano, com 0,14 pontos percentuais de crescimento sobre o mês de abril e mostra uma clara evolução desde o início da apuração deste índice, no mês de janeiro, quando o patamar havia sido de 85,87%. De janeiro a maio foram colhidos 529.832 questionários em lojas virtuais de todo o país. <br />
 presa.com.br).</p>
<p>Fonte: www.adnews.com.br</p>
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		<title>E-commerce deve gerar R$ 10,5 bilhões em 2009</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 11:55:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os primeiros seis meses do ano trouxeram bons frutos para o comércio eletrônico no Brasil. De acordo com dados contidos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os primeiros seis meses do ano trouxeram bons frutos para o comércio eletrônico no Brasil. De acordo com dados contidos na 20ª edição do Relatório “WebShoppers” (www.webshoppers.com.br) realizado pela e-bit, que conta com o apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), o faturamento para o setor foi de R$ 4,8 bilhões.</p>
<p>O valor representa um aumento de 27% em relação ao primeiro semestre de 2008, quando registrou R$ 3,8 bilhões. A expectativa é que o montante se eleve 28% , com previsão de faturamento de R$ 10,5 bilhões até o final do ano.</p>
<p>O tíquete médio elevado, cerca de R$ 323, foi uma das principais características dessa primeira metade do ano. Isso porque os adeptos das compras online optaram por produtos de maior valor agregado, como Informática e Eletrodomésticos, terceira e quarta categorias mais vendidas na web.</p>
<p>A confiança e a satisfação do consumidor foi colocada em evidência no primeiro semestre de 2009. De acordo com levantamento feito pela e-bit, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), comitê da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), mais de 86% dos consumidores brasileiros estão satisfeitos com o comércio virtual.</p>
<p>Para o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, o comércio eletrônico tem a capacidade de surpreender até mesmo os mais otimistas. “O faturamento alcançado nesses primeiros seis meses do ano supera as expectativas. É um mercado muito dinâmico e competitivo e isso permite ao consumidor optar pelas melhores ofertas. Hoje, já passam de 15 milhões de pessoas que já tiveram pelo menos uma experiência de compra pela internet”, afirma Guasti.</p>
<p><strong>Eletrodomésticos em alta<br />
 </strong><br />
 A redução do IPI para Eletrodomésticos, ocorrida em Abril desse ano, ajudou a categoria a conquistar um espaço jamais antes alcançado. Isso porque muitas pessoas puderam aproveitar a oportunidade para antecipar suas compras e adquiriram novos produtos, já que a queda de preço para alguns Eletrodomésticos chegou a 20%. A categoria, que historicamente situava-se entre a 4ª e 5ª posição no ranking de produtos mais vendidos, ganhou mais espaço e alcançou a inédita 2ª colocação em Junho de 2009, com 13% de participação em volume de pedidos.</p>
<p>As marcas mais cobiçadas&#8230;</p>
<p>Para a 20ª edição do “WebShoppers”, a e-bit preparou um capítulo destinado a entender as marcas mais vendidas e admiradas pelos e-consumidores. Quando falamos em vendas, Informática teve seu Top 3 ocupado por HP, Samsung e LG como protagonistas nas operações online. Já na questão “Top of Mind”, LG, Philips e Sony apareceram como as principais marcas de TV´s de tela plana, dentro da categoria Eletrônicos.<br />
 <strong><br />
 </strong><strong>Resto do ano</strong></p>
<p>O segundo semestre de 2009 também deve alcançar números importantes, já que costuma participar com 55% do faturamento anual do canal. No período entre julho e dezembro, espera-se que as lojas virtuais atinjam R$ 5,8 bi em vendas de produtos pela internet (excluindo passagens aéreas, automóveis e leilão virtual).</p>
<p>Outro fator contribuinte para o bom desempenho no 2º semestre é a participação de datas sazonais, que chegam para agitar ainda mais o mercado. Esse é o caso do Dia dos Pais (25/07 a 08/08), Dia das Crianças (27/09 a 11/10) e, principalmente, o Natal (15/11 a 23/12) que é a data comemorativa mais aquecida do ano.</p>
<p>A expectativa da e-bit é que o e-commerce feche 2009 com mais de 17 milhões de pessoas que já compraram pela internet ao menos uma vez.</p>
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