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	<title>Seobra (SEO) - Otimização de sites e Marketing de Busca em Fortaleza &#187; Facebook</title>
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	<description>Otimização de sites (SEO) e Marketing de busca. a Seobra  é especialista no assunto. Além de Anuncios nos links patrocinados do google, em Fortaleza</description>
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		<title>Yahoo se integra ao Facebook</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 21:49:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Yahoo anunciou novos atributos que permitirão aos seus usuários mais acessos a atualizações do popular site de relacionamento Facebook, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Yahoo anunciou novos atributos que permitirão aos seus usuários mais acessos a atualizações do popular site de relacionamento Facebook, ampliando a parceria que as empresas firmaram no ano passado.</p>
<p>A partir desta segunda-feira, as contas do Yahoo e do Facebook podem ser diretamente ligadas, permitindo que os usuários do Yahoo, por exemplo, tenham as atualizações do Facebook enviadas diretamente às suas páginas iniciais ou ao email.</p>
<p>A integração adicional também facilitará o compartilhamento de atividades no site do Yahoo, como fotos no Flickr, por meio do Facebook. A expansão de acesso foi anunciada no domingo.</p>
<p>Os novos atributos ressaltam os esforços do Yahoo para acompanhar a popularidade das redes sociais e evitar que seus usuários migrem para sites como o Facebook, que conta com mais de 350 milhões de usuários pelo mundo.</p>
<p>O Yahoo informou ainda que irá renomear o Yahoo Profiles, sua central de gerenciamento de perfis e atividades, para Yahoo Pulse, além de alterar a configuração para facilitar os controles de privacidade do usuário.</p>
<p><strong>Fonte: Reuters</strong></p>
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		<title>Ibope começa a medir Orkut e Twitter</title>
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		<pubDate>Thu, 13 May 2010 20:28:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Marcas presentes nas redes sociais agora têm um aliado de peso para comprovar eficácia do mundo online. O Ibope Nielsen [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Marcas presentes nas redes sociais agora têm um aliado de peso para comprovar eficácia do mundo online. O Ibope Nielsen Online, anunciou na manhã desta quarta-feira (12) ferramentas de monitoramento do comportamento em redes como Orkut, Twitter e Facebook.</p>
<p>Batizadas de BuzzMetrics &#8211; Insights e VídeoCensus, respectivamente, elas chegam para auxiliar agências de publicidades e empresas na compreensão da relação entre o consumidor e a marca.</p>
<p>A primeira delas monitora o comportamento dos usuários nas redes sociais e acompanha o conteúdo online gerado pelo consumidor, como, por exemplo, opiniões publicadas no Twitter. Só no Orkut serão acompanhados mais de 1 milhão de mensagens, diariamente.</p>
<p>O VídeoCensus, por sua vez, faz um trabalho semelhante ao BuzzMetrics, mas é voltado especificamente aos vídeos da web. Seu principal alvo não é a quantidade, mas sim o comportamento e a forma como o usuário consome o conteúdo deste tipo de mídia e quanto tempo ele dedica a isso.</p>
<p>&#8220;Trata-se de uma ferramenta com uma interface de utilização muito fácil por parte das empresas. Ela foi desenvolvida justamente com o propósito de facilitar o trabalho de profissionais que não são de tecnologia&#8221;.</p>
<p>A cobertura em língua portuguesa do BuzzMetrics é de cerca de 4,5 milhões de blogs, 70 mil fóruns e 50 milhões de comentários, segundo o Ibope.</p>
<p>Pesquisa recente do Ibope comprovou a importância das redes sociais em termos de audiência na internet. Segundoos os dados, 24,2 milhões de brasileiros acessaram regularmente comunidades online.</p>
<p><strong>Audiência</strong></p>
<p>O Ibope divulgou também nesta quarta-feira que 85,6% dos internautas brasileiros acessaram algum tipo de rede social durante o mês de março. Na média, os usuários daqui passaram 7h03 conectados em sites como Facebook, Twitter e Orkut. De acordo com dados da ferramenta online NetView, o Brasil foi o campeão de penetração dos sites desse segmento.</p>
<p>Em segundo lugar vem a Itália, onde 78,7% dos usuários passam em média 7h10 conectados nas ferramentas.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Ibope começa a medir Orkut e Twitter" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=103234" target="_blank">Adnews</a></strong></p>
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		<title>Facebook e Twitter empatam em popularidade</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 22:14:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mesmo sem ter ainda a mesma quantidade de usuários que o Facebook, o Twitter é tão reconhecido quando a rede [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mesmo sem ter ainda a mesma quantidade de usuários que o Facebook, o Twitter é tão reconhecido quando a rede social nos EUA. O que comprova essa afirmação é um estudo publicado nesta quinta-feira (29) pela Edison Research, que recebeu o nome de “Twitter Usage in America 2010”.</p>
<p>A pesquisa revelou que, neste ano, 87% da população local conhece o microblog. A marca encosta no patamar alcançado pelo Facebook, que é de 88%. Há um assunto abordado pela pesquisa que também envolve o mercado publicitário.</p>
<p>De acordo com o levantamento, 50% dos usuários acreditam que a publicidade não teria efeito nenhum no seu modo de usar o serviço e 16% o usariam ainda mais. Em contrapartida, 19% dos pesquisados afirmaram que diminuiriam o uso do Twitter, enquanto 15% pretendem interromper o uso, caso este comece a veicular anúncios.</p>
<p>O estudo revela ainda que cerca de dois terços dos usuários do microblog utilizam seu serviço de postagens através de telefones celulares. Esse estudo foi formulado a partir de entrevistas telefônicas realizadas com 1.753 norte-americanos e depois comparado com dados coletados nos últimos três anos.</p>
<p><strong>No Brasil</strong></p>
<p> A disputa entre os dois sites também acontece em território tupiniquim. Por aqui, eles ainda não chegam nem perto da audiência do Orkut, mas brigam ferozmente entre si, no que se trata de preferência dos usuários. Uma pesquisa recente da Serasa revelou que o Facebook cresceu 804% a partir de abril do ano passado, enquanto o Twitter subiu 768%.</p>
<p> No entanto, essa pesquisa ressaltou que &#8220;o Twitter manteve-se à frente do Facebook durante maior parte de 2009, mas o Facebook ultrapassou o Twitter na segunda semana de dezembro e segue à frente&#8221;.</p>
<p> Na audiência dentre as redes sociais, porém, os dois não chegam nem perto da rede social do Google. O Orkut responde por 62,14% do número de usuários. O Facebook segue com 2,35% e o Twitter com apenas 1,91% do total.</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Facebook e Twitter empatam em popularidade" href="http://www.adnews.com.br/internet/102662.html" target="_blank">Redação AdNews</a></strong></p>
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		<title>Google compra empresa de redes sociais</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/google-compra-empresa-de-redes-sociais.html</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 13:50:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em busca de se fortalecer no ramo das redes sociais, o Google adquiriu a Aardvark, uma empresa de San Francisco, EUA, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em busca de se fortalecer no ramo das redes sociais, o Google adquiriu a Aardvark, uma empresa de San Francisco, EUA, que mistura buscas com redes sociais. A negociação demonstra claramente o interesse da companhia num mercado que é dominado pelo Facebook e Twitter.</p>
<p>Segundo informações de um blog de tecnologia, o valor pago pela compra da nova empresa teria sido US$ 50 milhões. Porém, o principal estrategista da Aardvark, Max Ventilla, não quis divulgar as especulações sobre os valores e confirmou apenas que haviam assinado um acordo.</p>
<p>A empresa adquirida pelo Google foi pioneira na criação da chamada “busca social”, que ao invés de fazer procurar em sites, pesquisa diretamente na rede de contatos de alguém. Na terça-feira o Google já havia lançado o Buzz que integra ao Gmail ferramentas semelhantes às do Twitter.</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Google compra empresa de redes sociais" href="http://www.adnews.com.br/negocios.php?id=99616" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Venda online de conteúdo digital pode ultrapassar US$ 1 bilhão em 2009</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 12:28:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Projeção é de analistas que monitoraram as atividades de plataformas como Facebook e Second Life; três empresas giraram US$ 300 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Projeção é de analistas que monitoraram as atividades de plataformas como Facebook e Second Life; três empresas giraram US$ 300 milhões.</p>
<div>
<p>Um novo estudo publicado no mês passado afirma que os lucros das vendas de conteúdo digital em games como Mafia Wars e Battlefield Heroes vai superar 1 bilhão de dólares até o fim de 2009.</p>
<p>As principais razões para esse aumento, que é quase o dobro do total do ano passado, incluem uma população em expansão de jogadores eventuais e a crescente sofisticação de jogos casuais em plataformas como o Facebook.</p>
<p>Em um artigo recente do jornal Financial Times, os analistas financeiros Justin Smith e Charles Hudson disseram ter monitorado a venda de bens virtuais nas plataformas de jogo como Facebook, Second Life, Xbox Live e a App Store do iPhone.</p>
<p>&#8220;Eu não conheço ninguém que esperava esse crescimento tão rápido&#8221;, disse Smith em uma entrevista à GamesBeat. &#8220;A plataforma Facebook saiu do zero e atingiu centenas de milhões de dólares em dois anos e meio. Isso reflete uma mudança maior na sociedade, em que as pessoas gastam mais com jogos casuais.&#8221;</p>
<p>De fato, as vendas digitais em plataformas de redes sociais como Facebook representam a maior parte deste novo mercado, e embora o Facebook em si tenha uma receita respeitável com a venda de presentes virtuais, 80% das vendas do Facebook vêm de jogos feitos por terceiros, como o Farmville.</p>
<p>Zynga, Playdom e Playfish juntas são responsáveis por mais de 300 milhões de dólares em vendas de bens virtuais este ano.</p>
<p>&#8220;Os desenvolvedores imaginaram que havia um bocado de pessoas que nunca iriam a um site dedicado a jogos&#8221;, lembrou Charles Hudson. &#8220;Mas se você coloca os games à frente dessas pessoas, elas ficam felizes em jogar (e pagar)&#8221;.</p>
</div>
<div>(Alex Wawro)</div>
<div></div>
<div>Fonte:<a target="_blank" title="Venda online de conteúdo digital pode ultrapassar US$ 1 bilhão em 2009" href="http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2009/12/15/venda-online-de-conteudo-digital-pode-ultrapassar-us-1-bilhao-em-2009/" target="_blank"> IDGNow</a></div>
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		<title>Redes sociais, o desafio das empresas</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 17:21:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As empresas acreditam que para marcar presença nas redes sociais, tão em moda na tentativa de abrir frentes de contato [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As empresas acreditam que para marcar presença nas redes sociais, tão em moda na tentativa de abrir frentes de contato com o consumidor, basta fazer em sua página uma bem-acabada propaganda institucional. Para Marcelo Perrone, diretor de estratégias digitais da agência Draft GiovanniFCB, não é bem assim que funciona.</p>
<p>As empresas precisam apostar em ações que envolvam os frequentadores desse universo. E isso requer mais recursos do que muitos deles estão habituados a aplicar em propaganda online. <br />
 &#8220;Há um consenso de que ações de mídia na internet são de baixo custo. Fica difícil convencer um cliente que a produção de um jogo interativo poderá custar tanto quanto um comercial de 30 segundos em rede aberta de televisão&#8221;, conta Perrone. A ação do hotsite criado pela Microsoft para o lançamento de seu game Prototype, por exemplo, desenvolvida em cima dos usuários do Facebook, não saiu barato, mas atingiu bons resultados. O game liderou as vendas nos EUA, no mês de lançamento.</p>
<p>&#8220;A Microsoft desenvolveu um vídeo promocional que utiliza fotos e dados do perfil do internauta no Facebook para criar uma experiência não só bastante imersível e única, porque é personalizada&#8221;, conta ele. Outro exemplo de iniciativa bem-sucedida na utilização de rede social é a do salgadinho Doritos, com um jogo que só pode ser acessado por 12 horas, entre 6 da tarde e 6 da manhã. <br />
 Ao entrar na partida, o usuário autoriza o site da empresa a acessar seu perfil no Facebook. A partir daí, o site vai interagir avisando todos os seus amigos que você está numa enrascada e precisa de ajuda. Ao fim da jornada, o site sorteia dois deles para que o jogador decida qual quer salvar. O amigo escolhido é avisado e isso promove todo tipo de reação e indignação.</p>
<p>Perrone, que dedica tempo integral a estudar soluções no ambiente da internet, não conhece iniciativa desse porte no Brasil. Um dos problemas ainda é a infraestrutura da rede de banda larga do País, que limita o uso de recursos mais ousados. Mas, como Perrone lembra, o futuro passa por esses canais de comunicação.</p>
<p>&#8220;DESPORTALIZAÇÃO&#8221; <br />
 As redes sociais mais ativas, como YouTube, Orkut, Facebook e Twitter, são hoje em dia também uma porta de entrada para a navegação, o que merece atenção redobrada do anunciante. Esse fenômeno é denominado de &#8220;desportalização&#8221;.</p>
<p>&#8220;Há 10 anos, todo mundo tinha um portal como página inicial no seu navegador. E era por aí que começava a navegação. O portal era o &#8220;índice&#8221; da internet. O volume de conteúdo disponível foi ficando tão grande e tão diversificado que entraram em cena as ferramentas de busca. Em oito anos, o Google virou a página mais visitada do mundo. Vieram as redes sociais. E, agora a audiência dos portais diminuiu e sua função mudou. Se antigamente era lá que tudo começava, para muita gente a navegação começa pelas redes sociais. E vão para um portal após recomendação de um amigo.&#8221;</p>
<p><strong>Fonte: O Estado de S.Paulo</strong></p>
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		<title>Facebook e Twitter influenciam compras de Natal, diz estudo</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/facebook-e-twitter-influenciam-compras-de-natal-diz-estudo.html</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 14:16:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cerca de 28% dos americanos que começaram a fazer as compras de Natal afirmaram que as redes sociais na internet, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 28% dos americanos que começaram a fazer as compras de Natal afirmaram que as redes sociais na internet, como Facebook e Twitter, influenciaram em suas escolhas de presentes, segundo um estudo da empresa ComScore. O alto índice de influência da rede nos consumidores dos Estados Unidos mostra o impacto que estes sites podem ter nos próximos anos.</p>
<p> A empresa, especializada em medições sobre tráfico e comércio na web, através de um comunicado, informou também que os comentários escritos por outros usuários influenciaram nas decisões de compras de 13% dos consumidores consultados.</p>
<p> Outros 11% dos consumidores afirmaram seguir a opinião de um especialista através do Twitter ou Facebook. Já o resto dos entrevistados admitiu seguir os comentários de algum amigo ou de empresas que oferecem descontos através das redes sociais citadas.</p>
<p> &#8220;As redes sociais aparentemente estão surgindo como um importante canal de marketing nesta época de festas de final de ano&#8221;, indicou Gian Fulgoni, presidente e cofundador da ComScore no comunicado. Fulgoni afirmou que os resultados da pesquisa, realizada entre 4 e 7 de dezembro, dão uma ideia do impacto que as redes sociais terão durante a próxima década. Fulgoni acredita que possuir uma estratégia empresarial para lidar com as redes sociais é uma boa aposta, que ainda envolve custos muito baixos.</p>
<p> Várias empresas, como a Eastman Kodak, já começaram a usar as redes sociais como Facebook, que possui mais de 350 milhões de usuários, para promover os seus produtos.</p>
<p> <strong>Fonte: Terra Espanha</strong></p>
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		<title>Wikipedia e iPhone estão entre os 10 momentos da década na Web</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 00:47:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O lançamento da enciclopédia aberta Wikipedia em 2001, o surgimento do iPhone em 2007 e a eleição do presidente Barack [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O lançamento da enciclopédia aberta Wikipedia em 2001, o surgimento do iPhone em 2007 e a eleição do presidente Barack Obama nos Estados Unidos no ano passado estão entre os 10 momentos mais influentes na internet nos últimos 10 anos, segundo os prêmios Webby.</p>
<p> De acordo com a Reuters, a eleição iraniana deste ano, quando protestos mostraram a força do Twitter e de outras mídias sociais na reformulação da democracia, também foi destacada pela Academia de Artes e Ciências Digitais, de Nova York, organizadora dos prêmios Webby desde 1996.</p>
<p> Para David-Michael Davies, diretor executivo da premiação, a web foi muito importante para as modificações dos últimos anos. &#8220;A Internet é a história da década porque foi a catalisadora de mudanças não apenas em todos os aspectos de nossas vidas cotidianas mas em tudo mais, do comércio e comunicação à política e cultura pop&#8221;.</p>
<p> &#8220;O tema recorrente entre todos os marcos que nossa lista menciona é a capacidade da Internet para contornar os sistemas do passado e entregar mais poder às pessoas comuns&#8221;, afirmou Davies.</p>
<p> <strong>*Lista dos 10 momentos mais influentes da Internet na década:</strong></p>
<p> &#8211; O site de classificados Craigslist se expande para além de San Francisco, em 2000, influenciando jornais em toda parte.</p>
<p> &#8211; Google lança o AdWords, em 2000, permitindo que anunciantes direcionem anúncios com extrema precisão.</p>
<p> &#8211; A enciclopédia aberta Wikipedia é lançada, em 2001; hoje, tem 14 milhões de artigos em 271 idiomas diferentes.</p>
<p> &#8211; O fechamento do Napster, em 2001, abre as portas a múltiplos serviços de troca de arquivos.</p>
<p> &#8211; A oferta pública inicial de ações do Google, em 2004, que colocou o serviço de buscas no caminho para influenciar incontáveis aspectos de nossas vidas cotidianas.</p>
<p> &#8211; A revolução do vídeo online em 2006, e seu boom de conteúdo caseiro e profissional na Internet, mudando a cultura pop e a política.</p>
<p> &#8211; Facebook passa a aceitar usuários não universitários e Twitter decola, em 2006.</p>
<p> &#8211; Lançamento do iPhone, em 2007, faz dos celulares inteligentes mais que produtos de luxo, disponibilizando um aplicativo para quase todo aspecto da vida moderna.</p>
<p> &#8211; A campanha presidencial norte-americana de 2008, na qual a Internet mudou todos os aspectos da condução de uma campanha eleitoral.</p>
<p> &#8211; Os protestos iranianos depois da eleição presidencial deste ano, quando o Twitter se provou vital para organizar manifestações e como veículo de protesto.</p>
<p> <strong>Fonte: <a target="_blank" title="Wikipedia e iPhone estão entre os 10 momentos da década na Web" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=96475">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Empresas ganham ferramenta parecida com Facebook</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 13:07:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A fabricante de software Salesforce.com revelou na última quarta-feira uma ferramenta de colaboração para negócios que afirma ser semelhante à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A fabricante de software Salesforce.com revelou na última quarta-feira uma ferramenta de colaboração para negócios que afirma ser semelhante à rede social Facebook. </p>
<p> O produto coloca a Salesforce em concorrência direta com o Facebook, a empresa de internet que mais cresce no mundo, com um site que tomou a web nos últimos dois anos.</p>
<p> A IBM, a empresa privada Ning e algumas outras companhias já oferecem produtos para que funcionários compartilhem informações próprias com seus colegas através de sites fechados. Mas tais ferramentas ainda não ganharam força entre empresas da mesma forma que o Facebook fez entre consumidores.</p>
<p> &#8220;Por que sei mais sobre estranhos no Facebook que sobre meus próprios funcionários?&#8221;, disse o presidente-executivo da Salesforce, Marc Benioff, em comunicado.</p>
<p> Ele disse esperar que o produto, chamado Salesforce Chatter, esteja disponível a partir do começo do ano que vem. Muitas das funções do Salesforce Chatter serão semelhantes às do Facebook.</p>
<p> Por exemplo, funcionários poderão ter seus perfis com informações de contato, áreas de especialidade, histórico de trabalho e fotos.</p>
<p> <strong>Fonte: Reuters</strong></p>
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		<title>Facebook chega ao PlayStation 3</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 21:56:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[PS3]]></category>

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		<description><![CDATA[A nova atualização de sistema do videogame PlayStation 3, que, segundo a Sony, será lançada hoje, integrará a rede social [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A nova atualização de sistema do videogame PlayStation 3, que, segundo a Sony, será lançada hoje, integrará a rede social Facebook ao console. Com isso, ações dos jogadores poderão ser divulgadas automaticamente no site.</p>
<p> Com isso, todos os Troféus, bônus dos games que o jogador recebe a realizar determinadas tarefas, e compras realizadas na PlayStation Store serão apresentadas para os amigos na página do gamer no Facebook. A Sony, por meio do blog oficial do videogame, informa que os desenvolvedores de games poderão criar novos meios de interação dos jogos com a rede social.</p>
<p> A atualização 3.10 do PS3 também permitirá que os jogadores adicionem cores ao seu PSN ID, uma espécie de cartão de identidade do gamer na rede on-line da Sony. O menu de fotos também sofrerá mudanças, apresentando mais imagens ao mesmo tempo e facilitando a nevegação.<br />
 <strong><br />
 Fonte: Globo.com</strong></p>
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		<title>O e-mail está morto?</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 21:21:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[E-mail]]></category>
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		<description><![CDATA[A possibilidade de trocar mensagens instantâneas nas redes sociais significa que precisaremos também de uma maior vigilância contra links e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A possibilidade de trocar mensagens instantâneas nas redes sociais significa que precisaremos também de uma maior vigilância contra links e mensagens enviadas por contas hackeadas</p>
<p> A substituição do e-mail pela comunicação instantânea por meio das redes sociais está ganhando força. Esta tendência também possui algumas implicações importantes de segurança. Os criminosos virtuais já responderam a esta mudança ao focarem mais suas atividades em redes sociais famosas como Orkut e Twitter, cada vez mais infestadas de vírus. </p>
<p> Ao invés de conectar e desconectar a Internet e abrir o correio eletrônico para fazer uso do e-mail, muitas pessoas estão agora on-line constantemente com seus computadores e celulares. Sites de redes sociais como o Facebook e o Twitter têm crescido rapidamente, muitas vezes atraindo as pessoas pela facilidade que estes meios de comunicação expressa permitem entre usuários.  Para compartilhar fotos, por exemplo, os usuários vêm optando por comunicadores instantâneos ou álbuns nas redes sociais, o que de certa forma pode burlar o antivírus e expor o usuário aos perigos da Internet, sem que ele perceba que está mais vulnerável. </p>
<p> Sean Sullivan, Security Advisor da F-Secure, diz “Endereços de contas de e-mail podem ser falsificados e as pessoas já estão acostumadas a receber e-mails de desconhecidos, então elas desconfiam de links enviados via e-mail. Entretanto, é mais difícil reconhecer quando um membro de sua rede social foi hackeado. As pessoas não aprenderam ainda a desconfiar de links enviados por seus ‘amigos’ em redes sociais, que podem gerar infecção por malware ou conduzir a sites que promovem produtos falsos”.</p>
<p> Os cyber-criminosos estão criando oportunidades para fazer dinheiro hackeando o Facebook e outras contas de redes sociais, onde o nível elevado de confiança pessoal, dentro de comunidades de amigos, fornece o disfarce ideal para spams e propagação de malware.</p>
<p> Uma mensagem pessoal ou uma sugestão de visita a um site, enviada por um membro da família ou um amigo geralmente não gera suspeita. Portanto, a dica é: ao invés de clicar diretamente em um link enviado por um amigo, é sempre uma boa idéia procurar por este link e verificar se é uma página da web segura. </p>
<p> Sullivan continua, “Comunicações instantâneas são divertidas, pessoais e úteis, mas devemos também estar cientes dos novos riscos de segurança envolvidos. Links enviados por contas hackeadas e pedidos de ajuda financeira de supostos amigos tendem a aumentar, visto que os sites de rede social estão se tornando cada vez mais populares”.</p>
<p>De acordo com estatísticas da Nielsen Co., o número de usuários em redes sociais e  outros sites de comunidade aumentou 31% no período de Agosto de 2008 – Agosto de 2009, enquanto o uso de e-mail aumentou 21%. Talvez seja muito cedo para dizer que o e-mail está morto, mas as pesquisas destacam uma tendência crescente.</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="O e-mail está morto?" href="http://www.adnews.com.br/artigos.php?id=96397" target="_blank">AdNews</a></strong></p>
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		<title>Comentários em blog caíram ao longo do tempo, aponta pesquisa</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/comentarios-em-blog-cairam-ao-longo-do-tempo-aponta-pesquisa.html</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 21:02:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[As redes sociais estão mudando o jeito como os leitores interagem com os blogs, segundo aponta relatório feito pela PostRank.
 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As redes sociais estão mudando o jeito como os leitores interagem com os blogs, segundo aponta relatório feito pela PostRank.</p>
<p> A empresa publicou um estudo feito por meio de análises baseada em métricas como comentários e links compartilhados em mais de 100 mil posts selecionados aleatoriamente de blogs desde o ano de 2007.</p>
<p> O relatório concluiu que comentários e a própria interação sofreu uma queda drástica nesses três anos de pesquisa. Porém, o engajamento e a referência sobre os mesmos posts têm aumentado em redes sociais como o Twitter e o Facebook, por exemplo.</p>
<p> Desde 2008, o número, que a pesquisa chamou de off-site, já supera os comentários, chamados de on-site.</p>
<p> No entanto, a vida útil de um post, segundo o relatório, cresceu. A empresa notou que há uma pequena audiência dos posts logo no primeiro dia em que são feitos – devido às referências nas redes sociais –, mas que nos próximos dias o conteúdo volta a ser acessado.</p>
<p> <strong>Fonte: GigaBlog</strong></p>
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		<title>Como o Twitter ajuda o mercado de mobile marketing</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/como-o-twitter-ajuda-o-mercado-de-mobile-marketing.html</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 21:07:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Mobile Marketing]]></category>
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		<description><![CDATA[Para as marcas que procuram lançar um aplicativo para celular.
Por Marcelo Castelo
Como trabalho com mobile há algum tempo, já cansei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para as marcas que procuram lançar um aplicativo para celular.</p>
<p>Por <span><a target="_blank" title="Veja todos os artigos de Marcelo Castelo" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/author/marcelo_castelo">Marcelo Castelo</a></span></p>
<p>Como trabalho com mobile há algum tempo, já cansei de ouvir perguntas do tipo: “Castelo, eu vou comprar um celular. Qual é o melhor?” e “Castelo, vou trocar de operadora. Que plano devo fazer?”. Nos últimos tempos, surgiu uma nova pergunta: “Castelo, como eu faço para usar o Twitter no meu celular?”.</p>
<p>Essa pergunta e as possíveis respostas para ela me motivaram a escrever este artigo. Voltando a pergunta acima, ela pode ter diferentes respostas:</p>
<ul>
<li>Acesse o m.twitter.com</li>
<li>Baixe um aplicativo para o seu aparelho</li>
<li>Utilize algum serviço de SMS</li>
</ul>
<p>Um ponto interessante é que muitas dessas pessoas que me fizeram a tal pergunta, nunca haviam baixado um aplicativo para celular e o fizeram pela primeira vez por causa do Twitter. O mesmo acontece em relação ao acesso à internet móvel.</p>
<p>É aí que surgem novas perguntas: “Estou pagando por isso?”, “Quanto custa?”, “Tem também para o Facebook?”. O Twitter pode abrir as portas do mobile para muitas pessoas. Esse gráfico do Google Insights for Search pode deixar claro o que eu quero dizer. Os termos “aplicativo para celular” e “twitter celular” têm praticamente o mesmo volume de buscas nos últimos três meses.</p>
<p><img id="image5080" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/twitter_celular_02.jpg" alt="twitter celular 02 Como o Twitter ajuda o mercado de mobile marketing"  title="Como o Twitter ajuda o mercado de mobile marketing" /></p>
<p>Esse movimento me faz lembrar quando minha mãe começou a utilizar a internet. O computador sempre esteve ali, mas ela nunca deu bola! Até um belo dia em que a Ana Maria Braga começou a convocar suas telespectadoras a conferir as receitas do programa no site. Foi aí que eu ouvi: “Filho, como liga isso aqui? Preciso ver uma receita que vi no programa da Ana Maria hoje de manhã!”.</p>
<p><span style="color: #747474; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px; text-align: left;">Veja o artigo completo em:<span style="border-style: none; margin: 0px; padding: 0px; list-style-type: none; text-decoration: none;"><span> </span></span><a target="_blank" style="border-style: none; margin: 0px; padding: 0px; list-style-type: none; text-decoration: none; color: #2f6900;" title="Como o Twitter ajuda o mercado de mobile marketing" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/11/08/como-o-twitter-ajuda-o-mercado-de-mobile-marketing/" target="_blank">WebInsider</a></span></p>
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		<title>No dia em que o Brasil parou, o Twitter decolou</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/no-dia-em-que-o-brasil-parou-o-twitter-decolou.html</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 20:56:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>
		<category><![CDATA[Wikipedia]]></category>

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		<description><![CDATA[No apagão de 10 de novembro, emissoras de TV e portais de notícias patinaram na cobertura; enquanto o Twitter se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No apagão de 10 de novembro, emissoras de TV e portais de notícias patinaram na cobertura; enquanto o Twitter se mostrou (mais uma vez) um meio de comunicação eficaz, veloz e independente, graças à possibilidade de atualização via celular.</p>
<p>Por <span><a target="_blank" title="Veja todos os artigos de Raquel Camargo" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/author/raquel_camargo">Raquel Camargo</a></span></p>
<p>No dia 10 de novembro de 2009, um apagão assolou parte do Brasil. Pela falta de possibilidades de obter informações através de meios de comunicação que dependem da energia elétrica, inúmeros brasileiros recorreram ao Twitter pelo telefone celular. Brasileiros fora da área do blecaute atualizavam as informações, enquanto os afetados pelo apagão consultavam a tela do aparelho.</p>
<p>Vale voltar um pouco no tempo. No dia 11 de março de 1999, uma queda de energia elétrica afetou 70% do Brasil e parte do Paraguai, configurando o episódio como o maior “apagão” ocorrido no país. Teve início às 22h16 em uma subestação de Bauru, São Paulo. Na época, inúmeras emissoras de televisão não tinham geradores e ficaram fora do ar.</p>
<p>Em 2001, iniciou-se o chamado “escândalo do apagão”, uma crise que atingiu o país envolvendo a distribuição de energia elétrica e uma campanha contra o desperdício. Agora, em 10 de novembro de 2009, tudo pareceu um <em>deja-vú</em>. O Brasil se viu às escuras sem razões explícitas.</p>
<p>O microblog Twitter, ferramenta conhecida pela limitação de até 140 caracteres por cada “twittada”, tem sido constantemente usado em situações que geram debate, sendo capaz de hospedar diálogos pulverizados, assíncronos, produzidos e recebidos por muitos indivíduos ao mesmo tempo, constituindo um espaço de “comunicação todos-todos”, como cita Lévy.</p>
<blockquote><p><em>Como um dos principais efeitos da transformação em curso, aparece um novo dispositivo de comunicação no seio de coletividades desterritorializadas muito vastas que chamaremos de ‘comunicação todos-todos’(LÉVY, 2003, p.114).</em></p>
</blockquote>
<p>De acordo com estudo divulgado em outubro pelo The Nielsen Company, 18% dos internautas do mundo fazem uso de sites como Wikipedia, Facebook, Twitter e blogs em busca de novas informações.</p>
<p><span style="color: #747474; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px; text-align: left;">Veja o artigo completo em:<span> </span><a target="_blank" style="border-style: none; margin: 0px; padding: 0px; list-style-type: none; text-decoration: none; color: #2f6900;" title="No dia em que o Brasil parou, o Twitter decolou" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/11/12/no-dia-em-que-o-brasil-parou-o-twitter-decolou/" target="_blank">WebInsider</a></span></p>
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		<title>Nokia prevê mundo conectado em 2015</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/nokia-preve-mundo-conectado-em-2015.html</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 20:41:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Nokia]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 2015, todas as pessoas do mundo terão tido algum momento de conexão em qualquer lugar, a qualquer hora. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2015, todas as pessoas do mundo terão tido algum momento de conexão em qualquer lugar, a qualquer hora. A previsão foi feita por Heikki Norta, vice-presidente sênior de estratégias corporativas da Nokia, durante o segundo dia do The Way We Live Next 3.0, que acaba nesta quarta-feira em Espoo, na Finlândia. Norta fez um discurso para falar sobre a visão de futuro da companhia.</p>
<p> &#8220;Somos orientados pelo futuro. Morar aqui no norte da Europa te ensina que você pode andar sobre a água, já que o gelo te segura. Conseguimos moldar o futuro usando idéias para nos segurar e andar sobre a água&#8221;, explicou. Norta comentou que a economia deixou &#8220;tempos turbulentos&#8221; para todos e que é um momento de muitas mudanças no mercado de telecomunicações. &#8220;Se no início dos celulares o aparelho era solitário, hoje ele cria relacionamentos contínuos&#8221;, disse o executivo.</p>
<p> &#8220;Em breve veremos mais uma espécie de junção de marcas para mudar o futuro. Veja o que fazemos com o Facebook em conjunto com operadoras, oferecendo serviços integrados aos clientes&#8221;, afirmou, citando o exemplo de notificações e atualizações via Facebook nos celulares da companhia.</p>
<p> A questão de 2015 está relacionada ao aumento do uso de celulares e de banda larga em todo o mundo. Norta acredita que a &#8220;principal das mudanças vai ocorrer no dispositivo móvel, que será a conectividade por completo&#8221; e vê que, se um país tem mais celulares (10%, por exemplo), também perceberá um aumento no produto interno bruto (0,6% ao ano). Na banda larga, sua maior presença pode causar aumento de 1% a 2% no PIB de um país.</p>
<p> <strong>Fonte: Zumo Notícias</strong></p>
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		<title>Twitter mais novo e Facebook mais velho</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 16:46:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A idade média dos usuários do Facebook subiu para 33 anos, antes era 26. Já no Twitter a média é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A idade média dos usuários do Facebook subiu para 33 anos, antes era 26. Já no Twitter a média é de 31 anos, mostrando que os jovens estão aderindo ao microblog. Os dados são de uma pesquisa da Pew Internet &amp; American Life Project.</p>
<p>No final de 2008, o percentual de usuários do Twitter, entre 18 e 24 anos, era de 19%. Agora é de 37%. Já a faixa etária entre 25 e 34 anos cresceu de 20% para 31%.</p>
<p>O MySpace que já foi a maior rede social do mundo, a média de idade ficou entre 27 e 26 anos, mostrando seu novo posicionamento com foco em entretenimento. A estratégia é diferente do Facebook que utiliza a diversificação dos segmentos populacionais para se expandir.<br />
<strong><br />
Fonte: <a target="_blank" title="Twitter mais novo e Facebook mais velho " href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=96166" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Burberry fecha parceira com Facebook</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 01:46:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O grupo de produtos de luxo Burberry se uniu ao Facebook para lançar um site celebrando seu casaco trench coat.
 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O grupo de produtos de luxo Burberry se uniu ao Facebook para lançar um site celebrando seu casaco trench coat.</p>
<p> O site, artofthetrench.com, permitirá aos membros conectados via Facebook submeter imagens e histórias sobre os casacões da Burberry e compartilhá-las entre si.</p>
<p> Criado inicialmente pelo fundador da Burberry, Thomas Burberry, para oficiais do Exército britânico em 1914, o trench coat ainda é uma das peças mais vendidas da companhia.</p>
<p> A ação coloca a Burberry no grupo de varejistas que usa a mídia social, tais como Facebook, Twitter e YouTube, para colocar suas marcas diante dos consumidores e interagir com eles.</p>
<p> A varejista britânica de produtos para bebês Mothercare tem uma rede social própria, o site Gurgle.com, assim como o grupo fashion online ASOS, com o ASOS Life.</p>
<p> Outras, como a Marks &amp; Spencer, que disse que no mês passado tinha 80 mil seguidores em sua página do Facebook, tem páginas instaladas nos principais sites de redes sociais.</p>
<p> <strong>Fonte: Plantão Info</strong></p>
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		<title>Orkut é a rede social preferida dos jornalistas brasileiros</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/orkut-e-a-rede-social-preferida-dos-jornalistas-brasileiros.html</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 23:45:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Orkut é a ferramenta de relacionamento social na internet preferida entre os jornalistas brasileiros. A informação é de um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Orkut é a ferramenta de relacionamento social na internet preferida entre os jornalistas brasileiros. A informação é de um levantamento realizado pela assessoria S2 Comunicação Integrada, com base em consulta com 900 profissionais de imprensa do país.</p>
<p> Segundo informou o site IDG Now!, 712 dos jornalistas ouvidos têm conta em alguma rede de relacionamento social na web. Os números representam 79,1% sobre o total de entrevistados. Além do Orkut, a pesquisa considerou outras ferramentas de comunicação populares no país, como Facebook, LinkedIn, Twitter, MySpace e Youtube. </p>
<p> Entre as redes com maior adesão entre jornalistas, o Orkut lidera, com 83,4%, contra 48,7% do Twitter. O Facebook aparece na terceira posição, com 33,1%, seguido por MySpace, 20%. </p>
<p> De acordo com a pesquisa, São Paulo é o estado com maior adesão entre os jornalistas. Cerca de 83,2% dos entrevistados no local possuem conta em alguma rede social. Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais dividem a segunda colocação, com 76,4%.</p>
<p> A média das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste indica participação de 75,9% dos jornalistas, enquanto o Sul atingiu a menor fatia &#8211; 72% dos profissionais de comunicação têm contas em redes sociais.</p>
<p> Em contrapartida, a região Sul lidera o ranking nacional de tempo gasto nas redes sociais, com 31,7% dos jornalistas utilizando as páginas por mais de três horas a cada semana. Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais, com 24,8% e a mesma carga horária, figuram na segunda posição. <br />
 <strong><br />
 Fonte: <a target="_blank" title="Orkut" href="http://www.adnews.com.br/gente.php?id=95875">Adnews &#8211; Portal Imprensa</a></strong></p>
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		<title>Google muda Orkut no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 01:01:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As especulações sobre as mudanças na rede social Orkut foram confirmadas. O Google Brasil convidou a imprensa nesta quinta-feira (29) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As especulações sobre as mudanças na rede social Orkut foram confirmadas. O Google Brasil convidou a imprensa nesta quinta-feira (29) para revelar as novidades na interface.</p>
<p>O evento vai acontecer na sua sede em São Paulo e contará com a presença do diretor geral para Brasil, Alex Dias, o diretor de engenharia para América Latina, Berthier Ribeiro, e o diretor de produto para América Latina, Victor Ribeiro.</p>
<p>A reformulação no Orkut já estava planejada para outubro e está sendo desenvolvida em Belo Horizonte há pelo menos três meses . Há duas semanas, o Google Brasil teria vazado inadvertidamente o novo visual do Orkut na página para download da versão em português do navegador Chrome.</p>
<p>Segundo o site IDGNow, a suposta interface traz uma nova barra superior com links para outros serviços do Google, oferece cinco cores para o perfil e permite comentários nos status publicados pelo usuário, assim como o rival Facebook.</p>
<p> <strong>Orkut</strong></p>
<p>O Orkut é a rede mais popular no Brasil. De acordo com dados da consultoria Ibope Nielsen Online, o Orkut foi acessado em setembro por 26 milhões de brasileiros. O segundo serviço mais usado no período foi o Twitter, que atingiu 9,2 milhões de brasileiros. O Facebook aparece na terceira posição, com 5,3 milhões de usuários no País.</p>
<p><strong>Redação Adnews</strong></p>
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		<title>Facebook quer ultrapassar Google em publicidade</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 01:31:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A vice-presidente de operações do Facebook , Sheryl Sandberg, anunciou nesta quinta-feira (15) que a companhia de redes sociais quer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A vice-presidente de operações do Facebook , Sheryl Sandberg, anunciou nesta quinta-feira (15) que a companhia de redes sociais quer superar o Google no mercado publicitário.</p>
<p>Segundo informações da Reuters, o Facebook planeja reforçar as receitas da empresa através de anúncios em novos formatos, diferentes da publicidade vinculada a buscas que enriqueceu o Google.</p>
<p>Atualmente, quem anuncia na rede social tem 300 milhões de espectadores. E o número de usuários tende crescer ainda mais. Um conselheiro da empresa disse à Reuters, que o Facebook está a caminho de faturar US$ 500 milhões neste ano.</p>
<p>Orkut x Facebook</p>
<p>No final de setembro deste ano, o Facebook implementou um serviço onde é possível encontrar usuários do Orkut através de um arquivo .CVS e fazer um upload para a nova rede social. Em contra-ataque, o Orkut lançou uma série de ferramentas similares à do Facebook.</p>
<p>O publicitário Lucas Mello, sócio da agência AD LIVE acredita nos anúncios para redes sociais como o futuro da publicidade na web: “Os banners estão em decadência. Na internet os publicitários precisam de uma sensibilidade maior, mais humana para escutar os usuários. A pior coisa que pode acontecer é o público ficar indiferente”.</p>
<p>Mello diz ainda que a publicidade brasileira ainda não está pronta para esse tipo de plataforma. “Estamos acostumados com uma única via. Um fala e o outro escuta. Na internet é diferente, há uma nova dinâmica, o dinheiro não controla tudo. Pode-se gastar muito em anúncios na web e o investimento não valer à pena”.</p>
<p>História</p>
<p>O Facebook surgiu nos Estados Unidos para que os estudantes de Harvard pudessem se comunicar entre si, diferentemente do Orkut, que teve origem no Google.</p>
<p>Por aqui, a maioria dos brasileiros aderiu ao Facebook para se comunicar com estrangeiros. O Orkut em terras brasileiras tem 35 milhões de usuários (57% dos adeptos mundiais), enquanto o Facebook possui apenas 1, 3 milhões.</p>
<p>Embora o conteúdo esteja em português, muitos brasileiros sentem dificuldade com o Facebook devido ao excesso de ferramentas e aplicativos que a rede social tem em relação ao Orkut.</p>
<p>Fonte: www.adnews.com.br</p>
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