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	<title>Seobra (SEO) - Otimização de sites e Marketing de Busca em Fortaleza &#187; Google</title>
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	<description>Otimização de sites (SEO) e Marketing de busca. a Seobra  é especialista no assunto. Além de Anuncios nos links patrocinados do google, em Fortaleza</description>
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		<title>YouTube lidera com folga mercado de vídeos</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 21:26:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Estudo divulgado pela comScore aponta que, dos 30,3 bilhões de vídeos na web assistidos por usuários dos EUA em abril, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estudo divulgado pela comScore aponta que, dos 30,3 bilhões de vídeos na web assistidos por usuários dos EUA em abril, 13,1 bilhões são de sites do Google (comandos pelo YouTube).</p>
<p>O resultado dá ao gigante das buscas 43,2 por cento do mercado de vídeos online naquele país, bem à frente do segundo colocado, Hulu, com modestos 3,2%, correspondentes a 958 milhões de vídeos assistidos.</p>
<p>As páginas de vídeos da Microsoft ficaram em terceiro com 644 milhões (2,1 por cento do mercado), seguido pela Viacom Digital, com 384 milhões (1,3 por cento) e sites do Yahoo!, com 371 milhões  (1,2 por cento).</p>
<p>Durante o mês de abril, cada espectador norte-americano viu, em média, 96 vídeos nos sites do Google, contra 24,7 no Hulu.</p>
<p>As páginas de vídeos do Yahoo!, que estão em quinto no total de vídeos assistidos, aparece em segundo em número de visitas únicas no mês (49,5 milhões). As páginas do Google lideram com 136 milhões de visitantes.</p>
<p><strong>Fonte: INFO</strong></p>
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		<title>Google prepara concorrente para iTunes, da Apple</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 21:25:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de despertar o interesse da audiência do Google I/O, evento que aconteceu há algumas semanas, com a ideia de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de despertar o interesse da audiência do Google I/O, evento que aconteceu há algumas semanas, com a ideia de um concorrente web-based do iTunes, da Apple, parece que o serviço já tem nome: Google Music.</p>
<p>A descoberta foi feita pelo site TechCrunch, que encontrou no site da empresa o logo do novo produto. Apesar do nome bastante óbvio, o Google Music tende a ser uma ferramenta bastante interessante, permitindo que o download das músicas seja feito de forma remota pela internet, assim como funciona com o download de aplicativos mobile.</p>
<p>Além disso, segundo o site Fortune Tech, da CNN, a Google também adquiriu a empresa Simplify Media, companhia que desenvolvia aplicativos para iPhone, que a tecnologia que permitirá que músicas sem DRM possam ser enviadas ao Google e utilizadas em qualquer dispositivo com sistema operacional Android.</p>
<p>Segundo o site Erictric, com os rumores de que a Apple estaria também planejando uma versão web-based do iTunes para os próximos meses, é bem possível que a Google acelere a estreia do Google Music, ainda que talvez sacrificando um tantinho a qualidade final do produto.</p>
<p><strong>Fonte: Geek</strong></p>
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		<title>Google completa aquisição do AdMob</title>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2010 14:32:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[AdMob]]></category>
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		<description><![CDATA[O Google anunciou oficialmente nesta quinta-feira (27) que completou sua aquisição de US$ 750 milhões da rede de publicidade móvel [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Google anunciou oficialmente nesta quinta-feira (27) que completou sua aquisição de US$ 750 milhões da rede de publicidade móvel AdMob e vai começar a comprar uma parte de suas próprias ações como resultado.</p>
<p>A compra foi fechada menos de uma semana depois que a Comissão Federal de Comércio dos EUA (FTC, na sigla em inglês) aprovou o acordo, seguindo seis meses de investigação para saber se a gigante de internet poderia ganhar muito controle sobre o mercado de anúncios para celular.</p>
<p>A agência norte-americana concluiu que a recente expansão da Apple em anúncios para celular vai garantir uma concorrência ampla.</p>
<p>A AdMob, fundada há quatro anos, tem cerca de 160 funcionários. A aquisição está sendo paga em ações do Google. O Google pretende reconstituir as ações em sua tesouraria por meio da compra de US$ 750 milhões de suas ações no mercado aberto.</p>
<p><strong>Fonte: G1</strong></p>
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		<title>Google deve lançar hoje a TV inteligente</title>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 16:01:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A tão comentada TV do Google deve ser lançada nesta quinta-feira (20) durante a conferência I/O, que acontece em San [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A tão comentada TV do Google deve ser lançada nesta quinta-feira (20) durante a conferência I/O, que acontece em San Francisco, nos Estados Unidos.</p>
<p>A “Smart TV”, como é chamada pela imprensa local, deverá integrar funções de internet à plataforma de televisão, a partir do sistema operacional do Google, o Android. E a novidade que pode ser anunciada hoje é uma parceria entre a gigante de buscas, Sony, Logitech e Intel.</p>
<p>A previsão do Google é que os 3 mil desenvolvedores participantes da conferência se disponham a desenvolver conteúdo e aplicativos para a nova plataforma.</p>
<p>Para o site NewsFactor, a iniciativa ajudará todos os envolvidos indiretamente. A Intel, por exemplo, terá a oportunidade de colocar seus chips em um número maior de dispositivos, já a Sony espera recuperar a fatia de mercado perdida para a Samsung e a LG. O Google, por sua vez, pretende gerar receita com anúncios direcionados e com conteúdo. Por fim, o interesse da Logitech está em torno dos periféricos a serem criados para as televisões, como teclados.</p>
<p>Os novos televisores da Sony permitirão que se exiba na tela durante a programação algumas caixas de diálogo com sites de relacionamento, como Twitter e Facebook, além de comunicadores, como o Skype. A partir daí, operadoras de telefonia também poderão entrar no negócio.</p>
<p>Na Europa, a France Telecom e a Telecom Italia, dona da TIM no Brasil, já se mostraram interessadas em embarcar seus chips 3G nos set-top boxes. Isso significa que, pela rede dessas operadoras, o aparelho se conectaria automaticamente à internet pela rede de uma operadora de celular, além de exibir a programação televisiva.</p>
<p>O avanço dessa tecnologia é recente. A primeira experiência consistente da Intel nesse sentido foi com o Yahoo, em 2008. Neste ano, Samsung, Sony, LG, Sharp e Panasonic vão lançar televisores que permitem a conexão à internet com funcionalidades como videochamadas e &#8220;streaming&#8221; de filmes por meio de sites como Netflix.</p>
<p>Um dos parceiros com a tecnologia – a partir da empresa de consultoria Altimeter Group –, Michel Gartenberg considera a iniciativa um “espaço desafiador”. &#8220;Consumidores estão olhando mais telas conectadas, não é nenhuma surpresa que o Google queira se certificar de que o seu conteúdo, serviços e, claro, os anúncios estão na TV, assim como no PC e no telefone&#8221;, completa.</p>
<p><em>Com informações da Folha Online</em></p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Google deve lançar hoje a TV inteligente " href="http://www.adnews.com.br/internet/103660.html" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Google quer lançar livraria on-line até o final de julho</title>
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		<pubDate>Wed, 05 May 2010 14:33:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Google entrará no mercado de vendas de livros digitalizados até o final de julho, segundo anúncio feito na última [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Google entrará no mercado de vendas de livros digitalizados até o final de julho, segundo anúncio feito na última terça-feira (4). O gigante das buscas venderá com o consentimento das editoras e sem esperar que a justiça chegue a uma solução para a questão das obras que caem no domínio público.</p>
<p>A livraria virtual já tem nome: Google Editions. Em entrevista à agência France Presse, o porta-voz da empresa, Gabriel Stricker, explicou que o serviço contemplará todos e-readers “não terá preferência de aparelho e será lançada até o final de julho”, disse.</p>
<p>Já na Feira do Livro de Frankfurt, em outubro, o Google sinalizava interesse no ramo. O novo serviço concorrerá com a Amazon, que vende o tablet de leitura Kindle, líder no mercado, que também tem uma livraria virtual com o mesmo nome do e-reader, enriquecida com mais de 500 mil títulos e acessível também por computador e pelos iPad, iPhone e iPod da Apple.</p>
<p>A Apple também investiu em livraria online junto com o lançamento do iPad. O serviço iBookstore permite a compra dos títulos digitalizados, com o apoio de cinco das seis principais editoras norte-americanas.</p>
<p>Assim como a empresa de Steve Jobs, o Google deixa por conta das editoras os preços fixados aos livros e que fica com 55% dos lucros.</p>
<p>Mais de 12 milhões de livros foram digitalizados pelo Google. A empresa, editoras e escritores norte-americanos esperam ainda que um juiz nova-iorquino se pronuncie sobre o acordo a que chegaram, que foi anunciado em outubro de 2008.</p>
<p>O acordo prevê o investimento de US$ 45 milhões para indenizar autores e editoras, cujas obras teriam sido digitalizadas sem autorização, e a criação de um fundo de US$ 30 milhões para remunerar aqueles que aceitarem que seus livros sejam digitalizados.</p>
<p> <strong>Fonte: <a target="_blank" title="Google quer lançar livraria on-line até o final de julho" href="http://www.adnews.com.br/tecnologia/102816.html" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Google investe US$ 38 milhões em energia verde</title>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2010 15:10:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Energia Verde]]></category>
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		<description><![CDATA[O Google anunciou que fez na semana passada o seu primeiro investimento direto no setor de energia renovável. Através de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Google anunciou que fez na semana passada o seu primeiro investimento direto no setor de energia renovável. Através de um <a target="_blank" href="http://googleblog.blogspot.com/2010/05/not-merely-tilting-at-windmills.html" target="_blank">post</a> em seu blog, a gigante de buscas afirmou ter investido US$ 38,8 milhões em duas fazendas produtoras de energia eólica.</p>
<p> As duas fazendas possuem 113 turbinas de 80 metros de altura cada. As instalações foram feitas na Dakota do Norte, nos Estados Unidos, e poderão trazer um retorno de 169.5 megawatts – segundo a empresa, a quantidade seria suficiente para abastecer 55 mil casas. O Google, porém, não irá utilizar essa produção para seu abastecimento direto.</p>
<p> A energia será dividida entre as fazendas Ashtabula 2, no condado Barnes (com produção de 120-megawatts), e Wilton Wind 2, no condado Burleigh (com 49.5-megawatts).</p>
<p> A construção das turbinas ficou a cargo da NextEra Energy Resources e elas podem ter os ângulos ajustados para garantir eficiência máxima em cada pá.</p>
<p> O Google já vinha investindo em fontes renováveis de energia por meio de seu projeto filantrópico, o Google.org. A gigante de buscas faz parcerias com pequenas empresas, ainda em fase inicial, com energia solar, como no caso da BrightSource Energy e da eSolar. “Para alcançar um futuro de energia limpa, precisamos de três coisas: política eficaz, tecnologia inovadora e inteligente capital”, diz o comunicado.</p>
<p><strong>Web via de rede elétrica</strong></p>
<p>Com a permissão de distribuir e comprar eletricidade, o Google abre as portas também para um possível desenvolvimento de projeto de internet via rede elétrica, o PLC (Power Line Communications), que permitiria maior inclusão digital.</p>
<p>No Brasil, a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) e a Anatel (Agência de Telecomunicações) já deram o aval para a implementação do serviço no país. A internet via tomada promete democratizar o uso da web, pois mais de 90% da população brasileira tem acesso à eletricidade.</p>
<p>Comunidades em áreas rurais e de baixa renda, por exemplo, poderão usufruir o sistema. Além disso, a novidade irá estimular a competição em um mercado dominado pelas empresas de telefonia fixa. Hoje, o serviço de banda larga é restrito a 11 milhões de assinantes.</p>
<p>Mas, as empresas interessadas em explorar esse serviço apontam dificuldades por causa de restrições impostas pela Aneel. Segundo elas, o problema está na regra na regulamentação da exploração dessa tecnologia, que estabelece que as distribuidoras de energia realizem uma concorrência pública para escolher, pelo menor preço, a empresa de telecomunicações que prestará o serviço. Porém, as distribuidoras não querem correr o risco de serem obrigadas a ceder sua rede para uma outra empresa, fora do próprio grupo.</p>
<p>O Google já havia demonstrado seu interesse no mercado de eletricidade ao oferecer o serviço Google PowerMeter. A ferramenta obtém leituras de medidores digitais &#8220;inteligentes&#8221; e de outros aparelhos, com o objetivo de revelar o consumo da casa e ajudar as pessoas a fazer as escolhas para economizar e diminuir as emissões de gases do efeito estufa das geradoras.</p>
<p><strong>Mais investimento</strong></p>
<p>Outro filão em que o Google está de olho é o de pagamentos online. Após ter anunciado nos últimos dias sua sétima aquisição em 2010: a Bump Technologies, especializada em 3D, a Google Ventures investe agora em uma companhia pouco conhecida, com foco em pagamentos online.</p>
<p>A Cordouro envolve serviços de pagamentos no mundo digital pra transações de varejo tradicionais, via internet e dispositivos móveis. Segundo informações do IDG Now!, a companhia oferece um gateway que os comerciantes podem usar para aceitar pagamentos online com cartões de crédito.</p>
<p>A página de investidores do site, no entanto, contém um parágrafo descrevendo a Google Ventures. As duas empresas não comentaram sobre a negociação e ainda não há detalhes sobre o valor investido na empresa.</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Google investe US$ 38 milhões em energia verde" href="http://www.adnews.com.br/tecnologia/102763.html" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Google compra empresa especializada em desktop 3D</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/google-compra-empresa-especializada-em-desktop-3d.html</link>
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		<pubDate>Mon, 03 May 2010 14:51:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O controle do desktop em um ambiente totalmente 3D é a proposta da BumpTop. A empresa foi comprada pelo Google, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O controle do desktop em um ambiente totalmente 3D é a proposta da BumpTop. A empresa foi comprada pelo Google, no último domingo (2). Com a aquisição, as versões do BumpTop não estarão mais disponíveis para venda, as atualizações também deixarão de existir. O gigante das buscas manterá apenas a versão gratuita disponível por uma semana.</p>
<p>&#8220;Ele modifica todo o espaço e cria uma sala em perspectiva, oferecendo mais espaço para organizar todos os itens em uma área mais bonita e divertida que a original&#8221; informava o site da companhia.</p>
<p>A aquisição dá ao Google acesso a tecnologia da interface 3D e multi-touch (com capacidade de até cinco dedos), que poderá equipar o Chrome OS, e até mesmo, fornecer uma interface aprimorada para o futuro tablet da empresa.</p>
<p>A BumpTop exibe agora em seu site uma <a target="_blank" href="http://bumptop.com/">nota </a>exaltando as conquistas da empresa e a aquisição feita pelo Google.</p>
<p><strong>Veja como funcionava a BumpTop:</strong></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/6jhoWsHwU7w&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/6jhoWsHwU7w&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>
</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Google compra empresa especializada em desktop 3D " href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=102689" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Google prepara plataforma para TV digital</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/google-prepara-plataforma-para-tv-digital.html</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 22:34:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O software para TV digital desenvolvido em uma parceria entre as gigantes da tecnologia Sony, Intel e Google será lançado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O software para TV digital desenvolvido em uma parceria entre as gigantes da tecnologia Sony, Intel e Google será lançado em maio, segundo o impresso The Wall Street Journal. Baseado no sistema operacional Android, o produto será acoplado num aparelho de TV da Sony com chip desenvolvido especialmente pela Intel.</p>
<p>As empresas ainda não confirmaram a informação, mas as fontes utilizadas pelo jornal acreditam que a novidade será apresentada durante uma conferência para desenvolvedores de tecnologia organizada pelo Google em San Francisco, na Califórnia, entre os dias 19 e 20 de maio.</p>
<p>Ainda na base das especulações, o jornal explica que dificilmente o produto acabado (TV mais o software embarcado) seja lançado oficialmente durante a conferência, já que o Google deve esperar um pouco mais para que a tecnologia esteja bem resolvida e mais aplicativos sejam criados.</p>
<p>Outras fontes ouvidas pelo WSJ informaram que a Sony quer lançar uma TV equipada com o chip Atom, da Intel, utilizado principalmente em netbooks.</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="http://www.adnews.com.br/internet/102659.html" href="Google prepara plataforma para TV digital" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Orkut segue líder de preferência no Brasil</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/orkut-segue-lider-de-preferencia-no-brasil.html</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 21:21:48 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[A Serasa Experian Hitwise realizou uma pesquisa que mostra como está o cenário das principais redes sociais no Brasil. Os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Serasa Experian Hitwise realizou uma pesquisa que mostra como está o cenário das principais redes sociais no Brasil. Os dados válidos a partir de abril revelam a interatividade de 100 mil pessoas em cerca de 150 mil sites no país. O Orkut, segundo o levantamento, se mantém firme na preferência dos usuários locais, mesmo com significativo crescimento de audiência do Facebook e do Twitter.</p>
<p> O Facebook registrou uma alta de 804% a partir de abril passado e o Twitter, subiu 768%. Porém, a pesquisa afirma que &#8221; o Twitter manteve-se à frente do Facebook durante maior parte de 2009, mas o Facebook ultrapassou o Twitter na segunda semana de dezembro e segue à frente&#8221;.</p>
<p> Mesmo com o crescimento abundante, as redes sociais ainda têm baixa porcentagem de número de visitantes quando comparadas ao todo: o Facebook, que cresceu mais, tem apenas 2,35% do número de acessos em “Redes sociais e Fóruns”, já o Twitter possui 1,91% da categoria. Ainda campeão de audiência, o Orkut aparece bem à frente dos concorrentes com 62,14% desses acessos, seguido apenas pelo YouTube, com 17,23%.</p>
<p> Na preferência geral, o Orkut cede apenas para o Google; ou seja, acaba não perdendo nada, já que a rede social pertence à gigante de buscas. Durante o período de férias escolares, porém, o Orkut ultrapassou o buscador – entre o fim de novembro e o começo de fevereiro.</p>
<p> <strong>Fonte: <a target="_blank" title="orkut segue lider de preferencia no brasil" href="http://www.adnews.com.br/internet/102504.html" target="_blank">Redação AdNews</a></strong></p>
<p><!--/noticia--> <!--separador-noticia--></p>
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		<title>Google registra lucro de US$1,96 bilhão</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 21:03:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Google registrou lucro líquido de US$ 1,96 bilhão no primeiro trimestre de 2010. O valor é 37% maior do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Google registrou lucro líquido de US$ 1,96 bilhão no primeiro trimestre de 2010. O valor é 37% maior do que o mesmo período do ano passado, segundo o anúncio feito pela empresa na última quinta-feira (15).</p>
<p>O lucro operacional foi de US$ 2,49 bilhões, 32 % a mais que o primeiro trimestre de 2009 e o faturamento subiu 23% (até US$ 6,775 bilhões). A receita líquida, que exclui os custos da companhia com pagamentos a parceiros, foi de 5,06 bilhões de dólares, alta de 2,2 por cento em relação ao sazonalmente forte quarto trimestre.</p>
<p>&#8220;O Google foi muito bem durante o primeiro trimestre, com um aumento de 23% nas receitas graças à força do negócio em todas as áreas e regiões&#8221;, disse Patrick Pichette, responsável de finanças do Google, em comunicado.</p>
<p>&#8220;Olhando para o futuro, mantemos nosso compromisso com um forte investimento em inovação, tanto para sustentar crescimento em nossos negócios básicos e emergentes como para ajudar a construir o futuro da rede aberta&#8221;, acrescenta Pichette.</p>
<p>Os cliques pagos incluem os dados sobre anúncios tanto em suas páginas como nas de seus parceiros, aumentaram aproximadamente 15% em relação ao primeiro trimestre de 2009 e 5% em comparação com o quarto trimestre de 2009.</p>
<p>Mesmo positivos, os dados ficaram um pouco abaixo das expectativas dos analistas, que esperavam um lucro líquido por ação superior aos US$ 6,06 obtidos.</p>
<p>Após o anúncio, as ações do Google nos mercados eletrônicos desciam 2,1%, para US$ 538, uma vez que os números decepcionaram alguns investidores acostumados a resultados espetaculares da empresa.</p>
<p><em>Com informações da Folha de S.Paulo.</em></p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Google registra lucro de US$1,96 bilhão" href="http://www.adnews.com.br/internet/101984.html" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Google responde por 30% da web no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 21:32:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A recente queda de acesso nos EUA não chegou o Brasil. Por aqui, o Google continua em primeiro lugar com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A recente queda de acesso nos EUA não chegou o Brasil. Por aqui, o Google continua em primeiro lugar com os serviços de busca e a rede social Orkut.</p>
<p>Os dados da Serasa Experian Hitwise colocam o gigante das buscas como dono de 29,83% dos acessos na web nacional. Com a liderança consolidada, a empresa passou a traçar uma disputa interna. O registros da empresa indicam que no dia 13 deste mês, o domínio google.com.br era responsável por 10,69% dos acessos da internet nacional, seguido pelo orkut.com com 10,11% e pelo google.com, em terceiro lugar, com 9,03% de participação. No mesmo dia, a rede social  Facebook conquistou o 22º lugar em visitas na internet brasileira.</p>
<p>Pela primeira vez em um ano, o orkut.com ultrapassou o google.com.br em visitas semanais no Brasil de dezembro de 2009 a janeiro de 2010. O pico de acessos, que coincide com o período de férias escolares, mostram que os estudantes utilizam parte do seu tempo livre para acessar a rede social.</p>
<p>A Hitwise ainda aponta queda nos acessos aos sites educativos e relacionados ao tema sofreram uma queda nas visitas na mesma época.</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Google responde por 30% da web no Brasil" href="http://www.adnews.com.br/tecnologia.php?id=100970">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Propaganda em tempo real na web é lançada nos EUA</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 21:18:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos EUA, as principais companhias de buscas, Google, Yahoo e Microsoft, lançaram suas plataformas para propaganda em tempo real, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos EUA, as principais companhias de buscas, Google, Yahoo e Microsoft, lançaram suas plataformas para propaganda em tempo real, o chamado &#8220;real time bidding&#8221; (leilão em tempo real). </p>
<p> Os anúncios são direcionados a cada internauta, definidos com base em seu comportamento na rede. É possível fazer com que uma propaganda de hotel, por exemplo, apareça na página do internauta que pesquisa passagens, prática que aumenta a precisão no dinheiro a ser investido, na personalização de campanhas e ações diversas para atingir um consumidor em potencial.</p>
<p> A plataforma já está disponível nos EUA e Europa desde setembro e beneficia também os donos dos sites que vendem espaço publicitário por preços mais altos, pois a cada atualização é possível reajustar o anúncio.</p>
<p> A Federal Trade Commission, agência americana que regula as práticas comerciais no país, discute a novidade, que os opositores alegam invasão da privacidade dos internautas. </p>
<p> O &#8220;real time bidding&#8221; não tem previsão de chegada ao Brasil.</p>
<p>Fonte: <a target="_blank" title="Propaganda em tempo real na web é lançada nos EUA" href="http://www.adnews.com.br/publicidade/100938.html">AdNews</a></p>
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		<title>Google compra empresa de redes sociais</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 13:50:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em busca de se fortalecer no ramo das redes sociais, o Google adquiriu a Aardvark, uma empresa de San Francisco, EUA, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em busca de se fortalecer no ramo das redes sociais, o Google adquiriu a Aardvark, uma empresa de San Francisco, EUA, que mistura buscas com redes sociais. A negociação demonstra claramente o interesse da companhia num mercado que é dominado pelo Facebook e Twitter.</p>
<p>Segundo informações de um blog de tecnologia, o valor pago pela compra da nova empresa teria sido US$ 50 milhões. Porém, o principal estrategista da Aardvark, Max Ventilla, não quis divulgar as especulações sobre os valores e confirmou apenas que haviam assinado um acordo.</p>
<p>A empresa adquirida pelo Google foi pioneira na criação da chamada “busca social”, que ao invés de fazer procurar em sites, pesquisa diretamente na rede de contatos de alguém. Na terça-feira o Google já havia lançado o Buzz que integra ao Gmail ferramentas semelhantes às do Twitter.</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Google compra empresa de redes sociais" href="http://www.adnews.com.br/negocios.php?id=99616" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Como o Google classifica Tweets</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 18:37:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Algoritmos que julga a relevância das mensagens do microblog contendo 140 caracteres ou menos.
Para proporcionar retornos de busca úteis a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Algoritmos que julga a relevância das mensagens do microblog contendo 140 caracteres ou menos.</h2>
<p>Para proporcionar retornos de busca úteis a partir da chamada Web em tempo real &#8211; como segundo antigo  Twitter &#8220;tweets&#8221; criando engarrafamentos de relatórios O  <a target="_blank" title="google" href="http://www.google.com" target="_blank">Google</a> adaptou o seu ranking de tecnologia e desenvolveu novos truques de algoritmos e filtros para manter retornos relevantes, de acordo com um engenheiro do Google.</p>
<p>O Google lançou a tecnologia de pesquisa em tempo real no mês passado, para oferecer acesso  a pesquisadores do novo serviço  e notícias muito mais rápido do que o atual que é de cinco a 15 minutos.</p>
<p><a target="_blank" title="bong" href="http://www.bing.com">Bing</a>, Cuil e outros sites de busca também fornecem vários tipos de resultados em tempo real. Tanto o Google quanto o Bing  também forjaram grandes negócios com o<a target="_blank" title="twitter" href="http://www.twitter.com"> Twitter </a>para obter acesso em tempo real para tweets, Aqueles 140 caráteres das mensagens do microblog enviados por membros do Twitter. Mas o Google afirma oferecer a mais completa lista em tempo real dos resultados na varredura de manchetes de jornais, blogs e feeds do Facebook, <a target="_blank" title="myspace" href="http://www.myspace.com" target="_blank">MySpace</a>, Twitter, e outras fontes.</p>
<p>Os tweets são um pilar de resultados do Google em tempo real, mas no Google não foi discutido como os classifica. A estratégia fundamental do Google para identificar a relevância do tweet é análogo ao utilizado pela tecnologia do <a target="_blank" title="Google Page Rank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PageRank" target="_blank">Google PageRank</a>, o que ajuda a encontrar páginas Web relevantes com pesquisa Web tradicional. Sob o PageRank, O Google julga a importância das páginas que contenham uma determinada palavra-chave de pesquisa, em parte, ao olhar para a estrutura de links da página. Quanto mais páginas que apontam para uma página &#8211; e mais páginas linkando para ela – a página se torna mais relevante do que o original.</p>
<p>No caso dos tweets, a chave para identificar &#8220;os seguidores de renome&#8221;, diz Amit Singhal, o Google Fellow, que liderou o desenvolvimento da pesquisa em tempo real. (Twitterers &#8220;seguir&#8221; os comentários de outros Twitterers que você selecionou, e são eles próprios &#8220;, seguiu.&#8221;)</p>
<p>&#8220;Você ganha reputação, e, em seguida, dar-lhe a reputação. Se muita gente segui-lo, e então você seguir alguém &#8211; então, mesmo que essa pessoa [novo] não tem muitos seguidores,&#8221; o seu tweet é considerado valioso porque seus seguidores são seguiu-se amplamente, Singhal afirma. Ele é &#8220;definitivamente, definitivamente&#8221; mais do que um concurso de popularidade &#8220;, acrescenta.</p>
<p>&#8220;Um usuário que segue outro em mídia social é análogo a uma página com links para outro na web. Ambos são uma forma de recomendação&#8221;, diz Singhal. &#8220;Os Links de qualidade para outra página na Web, a qualidade das páginas linkadas sobe. Do mesmo modo, nos meios de comunicação social, os usuários, conforme estabelecido seguir outro usuário, a qualidade do usuário seguido sobe também.&#8221;</p>
<p>Mas os truques de ranking social do Google são praticamente o único método que o gigante das buscas usa para extrair pertinência de tweets. O Google também desenvolveu novas formas de escolher quais (se houver) tweets à superfície de termos comuns como &#8220;Obama&#8221; &#8211; e para evitar o spam ou tweets baixa qualidade – tudo isso dentro de segundos.</p>
<p>Um problema com tweets é que as pessoas muitas vezes enchem com os chamados &#8220;hashtags&#8221;. Estes são símbolos que começam com um sinal de sustenido (#) seguido de uma palavra que representa um tema muito popular atual, como &#8220;Nexus One&#8221; ou &#8220;Earthquake&#8221; ou qualquer outra pessoa pode ser um tema da moda no momento. Quando um hashtag está incluída em um tweet,O resultado do tweet vai aparecer quando outros Twitterers clicarem na palavra com a  hashtag do tema em outra parte do site.</p>
<p>Embora essas tags podem ser útil para maximizar a exposição de um tweet, elas também podem servir de bandeiras vermelhas de baixa qualidade e atrair como conteúdo spam-like, Singhal afirma. Enquanto ele não quis entrar em detalhes, ele disse que o Google modelado este comportamento hashtagging de formas que tendem a reduzir a exposição dos tweets de baixa qualidade. &#8220;Precisávamos modelo que [hashtagging comportamento]. Esse é o desafio técnico que formamos depois com abordagens de modelagem&#8221;, diz Singhal.</p>
<p>Outro problema: como, se alguém está à procura de &#8220;Obama&#8221;, ao filtrarem tweets imprensa da Casa Branca e milhares de outros para encontrar a informação mais oportuna e atualizada. Google digitaliza tweets para encontrar o sinal &#8220;no barulho&#8221;, diz ele. Este sinal &#8220;poderia incluir uma nova explosão de tweets e outros blogs que a polícia menciona&#8221; Cambridge &#8220;ou&#8221; Harry Reid &#8220;perto de menções de&#8221; Obama &#8220;. Ao olhar para fora destes sinais, o Google é capaz de fornecer acessos em tempo real que contêm os mais atuais assunto até mesmo para termos de pesquisa muito comuns.</p>
<p>No futuro, tanto o Twitter e o Google esperam melhorar a relevância dos retornos de busca em todos os contextos, acrescentando dados de geo-localização, que podem ser adicionados aos posts enviados de telefones inteligentes. Em geral, a pesquisa em tempo real &#8220;está evoluindo&#8221;, diz Dylan Casey, o gerente de produto do Google para a pesquisa em tempo real. &#8220;Eu falo com os caras no Twitter em uma base regular para saber onde o recurso está indo. Recebemos feedback deles, damos-lhe feedback, e nossos engenheiros colaboram. É verdadeiramente simbiótica&#8221;.</p>
<p>Singhal acrescentou que o Twitter é praticamente a única fonte de informação em tempo real. &#8220;Twitter é realmente um componente muito importante da Web em tempo real. Entretanto, o que estamos observando é que ele é apenas um dos componentes. Existe uma grande quantidade de valor em notícias, blogs e páginas da Web que estão sendo gerados em tempo real-time, porque as organizações de notícias trabalham muito para obter qualidade de um certo nível &#8220;, diz ele. &#8220;Twitter é realmente útil porque é curto o conteúdo do formulário. No entanto, estamos percebendo que a Web em tempo real é muito maior.&#8221;</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
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		<title>Google oferece click-to-call em anúncios para smartphones</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 01:54:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Recurso permite que usuário ligue para o anunciante sem precisar digitar o número; tecnologia usa a localização fornecida pelo aparelho.

O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recurso permite que usuário ligue para o anunciante sem precisar digitar o número; tecnologia usa a localização fornecida pelo aparelho.</p>
<div>
<p>O Google começou a aceitar o recursos de click-to-call nos anúncios AdWords veiculados em smartphones.</p>
<p>O recurso permite que um usuário clique num número de telefone exibido no anúncio, para fazer uma ligação telefônica ao anunciante, de forma automática.</p>
<p>Os anúncios e os números de telefone que o sistema mostra baseiam-se na posição atual do usuário. Assim, se alguém busca uma cadeia de lojas, o anúncio vai mostrar a filial mais próxima, disse Surokit Chatterjee, gerente de produto da equipe de Anúncios Móveis do Google, em um blog corporativo.</p>
<p>Para o anunciante, o custo de um anúncio click-to-call é o mesmo de um anúncio para visitar seu site web. Os anunciantes serão capazes de ver quantas chamadas foram originadas pelos anúncios, bastando consultar o sumário da campanha em sua conta AdWords.</p>
<p><strong>Aumento nos cliques</strong><br />
Em um teste beta, o Google disse que os anunciantes que usaram o recurso perceberam um aumento de 5% a 30% nas taxas de cliques de seus anúncios.</p>
<p>Anunciantes também podem configurar campanhas AdWords com click-to-call voltadas para celulares com tecnologia WAP, que acessam a web de forma mais limitada.</p>
<p>Os novos anúncios de click-to-call podem ser exibidos em celulares com navegadores web completos.</p>
<p>Não é a primeira vez que o Google oferece serviços click-to-call. Por algum tempo, o Google ofereceu o recurso em seu serviço Maps, mas ele foi descontinuado em 2007.</p>
<p>O Google faz parte do grupo de empresas de internet que lutam pela liderança no potencialmente significativo mercado de anúncios móveis. Recentemente a <a target="_blank" href="http://idgnow.uol.com.br/mercado/2009/11/09/aquisicao-de-admob-fortalece-google-em-publicidade-movel/">empresa comprou a AdMob</a>, um fornecedor de tecnologia para exibição de anúncios em celulares. No começo deste mês, a Apple comprou uma empresa de publicidade móvel Quattro. Microsoft e Yahoo também trabalham para assegurar seus espaços neste mercado.</p>
<p>Fonte: <a target="_blank" title="Google oferece click-to-call em anúncios para smartphones" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/01/28/google-oferece-click-to-call-em-anuncios-para-smartphones/" target="_blank"><strong>IDGNow</strong></a></p>
</div>
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		<item>
		<title>Mercado global de buscas online cresce 46% em 2009, aponta comScore</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/mercado-global-de-buscas-online-cresce-46-em-2009-aponta-comscore.html</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 13:12:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Levantamento compara resultados de dezembro de 2009 e de 2008; em crescimento, Brasil é terceiro, atrás da Rússia e da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Levantamento compara resultados de dezembro de 2009 e de 2008; em crescimento, Brasil é terceiro, atrás da Rússia e da França.</p>
<div>
<p>O mercado global de buscas online cresceu 46% em 2009, atingindo 131 bilhões de consultas, de acordo com análise da empresa americana de pesquisas comScore.</p>
<p>Em dezembro de 2008, esse número foi de 89,7 bilhões.</p>
<p>No ranking de países, os EUA são o maior mercado de buscas na web, com 22,7 bilhões de consultas em dezembro de 2009. A China vem em segundo, com 13,2 bilhões.</p>
<p>Mas o país asiático, do qual <a target="_blank" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/01/12/apos-investigar-ataques-de-dezembro-google-ameaca-deixar-a-china/">o Google ameaçou sair</a> em resposta a ataques cibernéticos provenientes da região, está longe de ser líder em crescimento.</p>
<p><strong>Emergentes</strong><br />
Pelos dados da comScore, o mais forte crescimento em buscas ocorreu na Rússia, que saltou de 1,7 bilhão em dezembro de 2008 para 3,3 bilhões no mesmo mês de 2009 &#8211; um salto de 92%.</p>
<p>O segundo maior mercado em crescimento é o francês, que foi de 3,3 bilhões em dezembro de 2008 para 5,4 bilhões em 2009 (aumento de 61%). Em terceiro lugar, segundo a comScore, está o Brasil, que saltou de 2,4 bilhões para 3,7 bilhões (crescimento de 53%).</p>
<p>Em termos de serviços online, o maior continua sendo o Google, responsável por 87,8 bilhões das buscas em dezembro de 2009, seguido pelos sites do Yahoo!, com 9,4 bilhões. O terceiro lugar é do serviço chinês Baidu, com 8,5 bilhões.</p>
<p>Entre os cinco principais serviços, o de maior crescimento foi o da Microsoft (70%), que passou de 2,4 bilhões em dezembro de 2008 para 4,1 bilhões no final de 2009. O total de pesquisas nos sites do Google cresceu 58% no ano, de 55,6 bilhões para 87,8 bilhões.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Mercado global de buscas online cresce 46% em 2009, aponta comScore" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/01/22/mercado-global-de-buscas-online-cresce-46-em-2009-aponta-comscore/" target="_blank">IDGNow</a></strong></p>
</div>
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		<title>Twitter dá lucro</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/twitter-da-lucro.html</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 19:56:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Twitter fechará 2009 com lucro, é o que informa uma reportagem do site Bloomberg. Ainda segundo o site, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Twitter fechará 2009 com lucro, é o que informa uma reportagem do site Bloomberg. Ainda segundo o site, o microblog ficará no azul graças aos acordos entre o Google e a Microsoft firmados em outubro.</p>
<p>O acordo permitiu que as mensagens do Twitter pudessem ser pesquisadas pelos mecanismo de busca das duas empresas.</p>
<p>Ao entrevistar uma fonte anônima, a Bloomberg afirma que o acordo renderá para a Microsoft US$ 10 milhões e mais US$ 15 milhões ao ano para o Google. A soma dos valores permitiu que o Twitter tenha um pequeno lucro em 2009.</p>
<p>Mesmo sendo um dos sites que mais crescem em acessos, o Twitter ainda não havia achado um modelo de negócios rentável. Seus custos foram cobertos por US$ 155 milhões em investimentos, é o que informa o Estadão online.</p>
<p><strong>Fonte:<a target="_blank" title="Twitter dá lucro" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=97781" target="_blank"> Redação Adnews</a></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Google negocia compra de site de resenhas Yelp</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/google-negocia-compra-de-site-de-resenhas-yelp.html</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 17:30:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Google negocia a compra do site de resenhas Yelp, em um acordo que poderia ajudar o líder em buscas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Google negocia a compra do site de resenhas Yelp, em um acordo que poderia ajudar o líder em buscas na Internet a explorar um lucrativo mercado de anúncios locais, informou a mídia.</p>
<p> O Google deve pagar mais de 500 milhões de dólares pela Yelp, de acordo com reportagens confirmadas à Reuters por pessoas próximas à situação.</p>
<p> Ao adquirir a Yelp, o Google seria dono de um dos maiores sites de crítica sobre restaurantes locais e informações para pequenos negócios, incluindo mais de 8 milhões de resenhas postadas por usuários da Yelp.</p>
<p> Este intenso foco no mercado de negócios local daria um apoio valioso ao Google, que busca convencer comerciantes locais a publicarem seus anúncios e promoções na Internet.</p>
<p> &#8220;O mercado de campanhas local é um mercado multibilionário que ainda não foi explorado na Web&#8221;, disse Mark May, analista da Needham &amp; Co.</p>
<p> Em julho, o portal de Internet Yahoo se juntou à AT&amp;T Corp em uma parceria que envolveu o pessoal de vendas da companhia telefônica. Os 5 mil funcionários passaram a vender espaço publicitário no Yahoo para o mercado local.</p>
<p> A fonte disse que as conversações estão enfraquecidas pela preocupação de alguns investidores da Yelp, que pensam que a companhia poderia estar sendo vendida de forma prematura.</p>
<p> Para eles, a oferta poderia ultrapassar os 500 milhões de dólares se houver uma chance de desenvolver o negócio. A fonte acrescentou que o vazamento pode ter acontecido para colocar pressão a favor de um acordo.<br />
 <strong><br />
 Fonte: Reuters</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>No Brasil, Cade aprova parceria de Microsoft e Yahoo!</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 20:53:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesta quarta-feira (16/12), o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) aprovou a parceria entre  Yahoo! e Microsoft no Brasil, uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira (16/12), o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) aprovou a parceria entre  Yahoo! e Microsoft no Brasil, uma união para enfrentar o Google, com intercâmbio de tecnologias.</p>
<p> De acordo com a Folha Online, é a terceira autorização concedida para a execução dos negócios entre as duas companhias. A aprovação, anunciada em 29 de julho, ocorre antes dos Estados Unidos e da União Europeia.</p>
<p> Com a autorização do Cade, as companhias podem começar atuar de maneira conjunta no Brasil amanhã. Segundo a advogada Paola Pugliesse, da Le Fosse Advogados, que representa o escritório de advocacia da Microsoft no Brasil, o Link Laters, as empresas devem aguardar as aprovações pendentes.</p>
<p> Pugliesse afirmou que não pode responder sobre assuntos fora do Brasil. &#8220;Aqui foi normal, sem nenhuma intervenção [do Google]. O conselheiro [do Cade] examinou em detalhes, e acatou o argumento de que se tratam de empresas de escala para competir nesse mercado&#8221;.</p>
<p> <strong>Microsoft e Yahoo!</strong><br />
 O acordo entre as empresas engloba a busca algorítima e busca patrocinada do Yahoo! e, sem exclusividade, serviços de publicidade contextual do buscador. Já o Yahoo! será responsável pelo relacionamento de vendas para os anunciantes &#8220;premium&#8221; de busca das duas companhias. A união terá 10 anos de duração.</p>
<p> O Cade estima que pelo menos uma das empresas teve faturamento superior a R$ 400 milhões no Brasil em 2008. De acordo com a comScore, o Google é responsável por 97% das buscas patrocinadas realizadas no Brasil, Microsoft detém 2% do mercado, e o Yahoo!, 1%.</p>
<p> Um documento emitido pelo órgão federal afirmava que a Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae) tinha observado uma &#8220;operação gera concentração horizontal entre os serviços de busca algorítmica e busca patrocinada no Brasil&#8221;.</p>
<p> Segundo o texto, &#8220;tendo em vista os elementos expostos, a Seae concluiu que a operação não oferece preocupações de cunho concorrencial. A Secretaria de Direito Econômico e a procuradoria do Cade acompanharam a opinião da Seae&#8221;.<br />
 <strong><br />
<a target="_blank" title="No Brasil, Cade aprova parceria de Microsoft e Yahoo! " href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=97578" target="_blank"> </a>Fonte: <a target="_blank" title="No Brasil, Cade aprova parceria de Microsoft e Yahoo! " href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=97578" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Google e Microsoft fecham novembro com aumento de audiência em buscas</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 19:27:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Medição da comScore registrou quedas da AOL, do Yahoo e da Ask Network; no período, americanos fizeram 14,4 bilhões de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Medição da comScore registrou quedas da AOL, do Yahoo e da Ask Network; no período, americanos fizeram 14,4 bilhões de pesquisas.</p>
<p>Os serviços de busca do Google e da Microsoft foram os únicos a registrar aumento de audiência em novembro, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira (16/12) pela comScore.</p>
<p>No período, os americanos realizaram 14,4 bilhões de buscas na web. A fatia maior é a do Google, com 65,6% do total. O resultado é 0,2% maior que o de outubro.</p>
<p>Já os sites da Microsoft atenderam a 10,3% do total de buscas, o que representou um aumento de 0,4% em relação a outubro.</p>
<p>Na lista dos que tiveram queda de audiência estão o Yahoo, cujos sites atenderam a 17,5% das buscas (0,5% de queda); a Ask Network, com 3,8% (0,1% de queda); e a AOL, com 2,8% do total (0,1% de queda). </p>
<p>Entre os sites do Google, a página de buscas responde por 71,8% das pesquisas – o restante é atendido por outros sites, como o YouTube. Já na Microsoft o serviço de buscas Bing responde por 87% das pesquisas.</p>
<p>Fonte:<a target="_blank" title="Google e Microsoft fecham novembro com aumento de audiência em buscas" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/12/16/google-e-microsoft-fecham-novembro-com-aumento-de-audiencia-em-buscas/"> IDGNow</a></p>
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		<title>Microsoft lança Bing Maps para competir com serviço do Google</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/microsoft-lanca-bing-maps-para-competir-com-servico-do-google.html</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 13:05:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Versão beta utiliza a tecnologia Microsoft Silverlight e possui a ferramenta Streetside, uma resposta ao Google Street View.

A Microsoft estabeleceu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Versão beta utiliza a tecnologia Microsoft Silverlight e possui a ferramenta Streetside, uma resposta ao Google Street View.</p>
<div>
<p>A Microsoft estabeleceu como um de seus grandes objetivos superar o serviço popular do Google Maps, do Google. Para isso, a empresa lançou na quarta-feira (2/12) a versão beta de seu serviço próprio de mapeamento online, o Bing Maps.</p>
<p>O novo serviço utiliza o Microsoft Silverlight, tecnologia multimídia que proporciona uma maneira mais suave para o recurso de zoom das paisagens urbanas, que aparecem como imagens 3D. A ferramenta inclui também o Streetside, uma resposta da Microsoft ao Google Street View.</p>
<p>No momento, o Bing Maps está recebendo uma galeria de aplicativos para camadas de dados nos mapas. Uma das primeiras aplicações é a do Twitter, que utiliza os dados da localização geográfica recentemente implementada no microblog, e exibe sobre um mapa os locais de onde foram enviados os tweets. Isso poderia ajudar as pessoas a obter atualizações em tempo real sobre um evento da imprensa local, por exemplo.</p>
<p>No núcleo do serviço de busca, também foi incluso o recurso de &#8220;páginas de tarefas&#8221;. Com elas, é possível listar informações para ajudar pessoas a completar o que elas tem que fazer com as buscas do Bing.</p>
<p>Os esforços da Microsoft em atrair mais usuários para o Bing têm sido grandes.  Desde o lançamento do buscador, a empresa aumentou sua participação no mercado de buscas online de 8% para 9,9%, segundo dados da ComScore.</p>
<p>Mesmo com essa conquista, o Google ainda mantém uma confortável liderança com 65% do mercado de buscas, enquanto a fatia do Yahoo declinou ligeiramente para 18%.</p>
<p>Para utilizar o Bing Maps versão Beta, é necessário que os usuários baixem gratuitamente o Microsoft Silverlight.</p>
</div>
<div>(James Niccolai)</div>
<div></div>
<div><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Microsoft lança Bing Maps para competir com serviço do Google" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/12/03/microsoft-lanca-bing-maps-para-competir-com-servico-do-google/">IDG Now</a></strong></div>
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		<title>Google e TiVo selam parceria para audiência online</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 23:45:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O buscador Google e a  TiVo, pioneira no serviço de tecnologia DVR, fecharam um acordo sobre publicidade e dados sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O buscador Google e a  TiVo, pioneira no serviço de tecnologia DVR, fecharam um acordo sobre publicidade e dados sobre audiência on-line. Graças à parceria, os clientes do serviço de TV do Google, o TV ADs, receberão em tempo real as informações sobre quem assiste.</p>
<p> A partir de agora, é possível para os anunciantes saber se uma inserção comercial conseguiu atingir as metas de audiência estabelecidas.  Anteriormente, as emissoras de televisão dos Estados Unidos estipulavam o valor de um comercial com base em dados da Nielsen Ratings, uma empresa de análises que mostra o quanto um anúncio conseguiu atrair de publico. Há também a possibilidade de obter dados demográficos.</p>
<p> Com a parceria, será possível para o Google e seus consumidores conhecer o comportamento das pessoas no tempo real de uma propaganda: se elas trocam de canal, adiantam a programação (quando possível) ou se assistem o comercial inteiro.</p>
<p><em>Com informações do IDG Now!</em></p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Google e TiVo selam parceria para audiência online" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=96659" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Wikipedia e iPhone estão entre os 10 momentos da década na Web</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 00:47:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O lançamento da enciclopédia aberta Wikipedia em 2001, o surgimento do iPhone em 2007 e a eleição do presidente Barack [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O lançamento da enciclopédia aberta Wikipedia em 2001, o surgimento do iPhone em 2007 e a eleição do presidente Barack Obama nos Estados Unidos no ano passado estão entre os 10 momentos mais influentes na internet nos últimos 10 anos, segundo os prêmios Webby.</p>
<p> De acordo com a Reuters, a eleição iraniana deste ano, quando protestos mostraram a força do Twitter e de outras mídias sociais na reformulação da democracia, também foi destacada pela Academia de Artes e Ciências Digitais, de Nova York, organizadora dos prêmios Webby desde 1996.</p>
<p> Para David-Michael Davies, diretor executivo da premiação, a web foi muito importante para as modificações dos últimos anos. &#8220;A Internet é a história da década porque foi a catalisadora de mudanças não apenas em todos os aspectos de nossas vidas cotidianas mas em tudo mais, do comércio e comunicação à política e cultura pop&#8221;.</p>
<p> &#8220;O tema recorrente entre todos os marcos que nossa lista menciona é a capacidade da Internet para contornar os sistemas do passado e entregar mais poder às pessoas comuns&#8221;, afirmou Davies.</p>
<p> <strong>*Lista dos 10 momentos mais influentes da Internet na década:</strong></p>
<p> &#8211; O site de classificados Craigslist se expande para além de San Francisco, em 2000, influenciando jornais em toda parte.</p>
<p> &#8211; Google lança o AdWords, em 2000, permitindo que anunciantes direcionem anúncios com extrema precisão.</p>
<p> &#8211; A enciclopédia aberta Wikipedia é lançada, em 2001; hoje, tem 14 milhões de artigos em 271 idiomas diferentes.</p>
<p> &#8211; O fechamento do Napster, em 2001, abre as portas a múltiplos serviços de troca de arquivos.</p>
<p> &#8211; A oferta pública inicial de ações do Google, em 2004, que colocou o serviço de buscas no caminho para influenciar incontáveis aspectos de nossas vidas cotidianas.</p>
<p> &#8211; A revolução do vídeo online em 2006, e seu boom de conteúdo caseiro e profissional na Internet, mudando a cultura pop e a política.</p>
<p> &#8211; Facebook passa a aceitar usuários não universitários e Twitter decola, em 2006.</p>
<p> &#8211; Lançamento do iPhone, em 2007, faz dos celulares inteligentes mais que produtos de luxo, disponibilizando um aplicativo para quase todo aspecto da vida moderna.</p>
<p> &#8211; A campanha presidencial norte-americana de 2008, na qual a Internet mudou todos os aspectos da condução de uma campanha eleitoral.</p>
<p> &#8211; Os protestos iranianos depois da eleição presidencial deste ano, quando o Twitter se provou vital para organizar manifestações e como veículo de protesto.</p>
<p> <strong>Fonte: <a target="_blank" title="Wikipedia e iPhone estão entre os 10 momentos da década na Web" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=96475">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Google lança busca experimental de imagens</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 21:55:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Image Swirl, ou algo como &#8220;redemoinho de imagens”, é a mais nova criação do Google para explorar uma busca ilustrada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Image Swirl, ou algo como &#8220;redemoinho de imagens”, é a mais nova criação do Google para explorar uma busca ilustrada na internet.</p>
<p> A empresa estreou o recurso há pouco no Labs e o apresenta como “algo experimental”, que “constrói uma nova visão computacional de pesquisa para agrupar imagens similares em grupos representativos”.</p>
<p> Nesta fase inicial, o Image Swirl funciona com 200 mil termos de busca, juntando ícones de figuras relacionadas, como quadros e pintores do “impressionismo”, por exemplo, e os segmenta em subgrupos.</p>
<p> Todos os agrupamentos são obtidos por cálculos de algoritmos. Para obter os elementos parecidos, o Swirl usa a tecnologia Similar Images, desenvolvida pelo próprio Google, e também a Picasa Face Recognition. A partir disso, mostra os ‘clusters’ de imagens mais relevantes.</p>
<p> Apesar de ser mais “por diversão” do que “por organização de conteúdo”, o Swirl tem suas semelhanças com o Visual Search inaugurado pelo Bing, o site de buscas da Microsoft, em setembro.</p>
<p> Na pesquisa visual do Bing, auxiliada pelo Silverlight, o usuário também encontra uma série de categorias que podem ser exploradas por imagens.</p>
<p> A principal diferença, talvez, é que o site da Microsoft possui um número menor de termos disponíveis para pesquisa e faz uso de filtros de busca relacionados a informações das figuras.</p>
<p> Ambos são tidos como “teste” de algo maior: uma pesquisa mais gráfica, o que, de acordo com especialistas, será o futuro dos sites de busca.</p>
<p><strong>Fonte: Plantão Info</strong></p>
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		<title>Microsoft lançará serviço de computação em nuvem em janeiro/10</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/microsoft-lancara-servico-de-computacao-em-nuvem-em-janeiro10.html</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 21:18:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Microsoft afirmou nesta terça-feira que lançará o Windows Azure, sistema de computação em nuvem, em 10 de janeiro, à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Microsoft afirmou nesta terça-feira que lançará o Windows Azure, sistema de computação em nuvem, em 10 de janeiro, à medida que vai aproveitar suas taxas de crescimento nos serviços e softwares na Internet.</p>
<p> O Azure, que oferece uma plataforma online para que desenvolvedores de software criem seus próprios programas e desenvolvam espaço para armazenarem dados, entrou em fase de testes há um ano.</p>
<p> O serviço estará plenamente pronto no início do próximo ano, disse nesta terça-feira o arquiteto-chefe de softwares da Microsoft, Ray Ozzie, na conferência anual da companhia voltada a desenvolvedores de programas.</p>
<p> O primeiro mês do serviço será gratuito e a cobrança começará em fevereiro, afirmou Ozzie.</p>
<p> Espera-se que a Microsoft seja um grande agente no mercado de computação em nuvem &#8211;que corresponde basicamente à tendência de utilizar softwares em centros de dados remotos e acessá-los pela Internet. Mas a empresa tem ficado para trás diante do pioneirismo de rivais como a Amazon.com, que já vende memória com base nessa tecnologia, e o Google, o qual oferece um conjunto de programas online e gratuitos.</p>
<p> <strong>Fonte: Reuters</strong></p>
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		<item>
		<title>Cobrar pelo conteúdo na web não vai vingar, diz especialista</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 19:44:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[Desde o surgimento dos primeiros portais de notícia na internet, a cobrança ou não pelo conteúdo disponibilizado sempre gerou polêmica. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde o surgimento dos primeiros portais de notícia na internet, a cobrança ou não pelo conteúdo disponibilizado sempre gerou polêmica. Ao longo do tempo, os internautas se acostumaram com a disponibilidade de acesso a serviços gratuitos, mas o cenário pode mudar em breve. <strong>(Participe da enquete sobre o tema)</strong></p>
<p>Nesta semana, o presidente da News Corporation, Rupert Murdoch, anunciou que pretende bloquear o conteúdo de seus jornais, entre eles o Wall Street Journal, dos resultados de buscas do Google.  Ele considera essa prática &#8220;parasitária&#8221;, pois o Google obtém receita sem arcar com os custos.</p>
<p>O Brasil se inclui no debate. Grandes veículos de mídia como os grupos Estado, Folha e O Globo divulgaram que vão aderir à Declaração de Hamburgo, que trata do reconhecimento dos direitos de propriedade intelectual em textos jornalísticos produzidos em sites. Inclusive, a Folha e o Estado disponibilizaram na web seus jornais na integra em versão digital. Inicialmente, o conteúdo era gratuito, mas agora quem quiser acessá-lo terá que pagar por isso.</p>
<p>Roberto Civita, presidente do conselho de administração e diretor editorial do Grupo Abril, também saiu em defesa da cobrança pelo conteúdo jornalístico na internet. “Se conseguiram fazer com que as pessoas paguem por água engarrafada, porque nós não vamos conseguir que paguem por nosso conteúdo online?”, afirmou Civita em evento da Associação Nacional de Editores de Revistas.</p>
<p>Entretanto, a divergência é ponto a ser considerado. Para a consultora de mídia digital e professora de jornalismo da PUC, Pollyana Ferrari, esse tipo de serviço deve ser gratuito. “A decisão vai totalmente contra a razão da internet. Isso não vai dar certo, o público não vai querer gastar dinheiro com o conteúdo disponível atualmente na web”.</p>
<p>Além dos motivos financeiros, os conglomerados de mídia alegam que jornalismo de qualidade custa caro e que a publicidade não é fonte de renda suficiente para manter uma boa equipe de profissionais. Contudo, Pollyana afirma que há outras soluções para a crise: “Eles decidiram tomar a decisão mais fácil. Pegaram o conteúdo impresso, jogaram na internet e querem cobrar por isso. Mas, o que eles deveriam fazer é investir em conteúdos exclusivos para web e celular. O público quer novidade.”</p>
<p>Uma pesquisa realizada pela Boston Consulting Group revelou que 48% dos internautas norte-americanos consultados pagariam por notícias on-line. A porcentagem chega a 60% em países da Europa Ocidental.</p>
<p> <strong>Por Suzana Leite</strong></p>
<p>
<strong>Fonte: <a target="_blank" title="Cobrar pelo conteúdo na web não vai vingar, diz especialista" href="http://www.adnews.com.br/midia.php?id=96352" target="_blank">AdNews</a><br />
</strong></p>
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		<title>Vídeos no YouTube geram mais atenção do que a TV</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 17:57:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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Pesquisa destaca importância do YouTube como plataforma de anúncios



O YouTube e a OTX (Online Testing Exchange) estabeleceram parceria com Motorola, [...]]]></description>
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<p>Pesquisa destaca importância do YouTube como plataforma de anúncios</p>
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<p>O YouTube e a OTX (Online Testing Exchange) estabeleceram parceria com Motorola, Mindshare e GM para realização de um estudo inédito que revela o envolvimento dos usuários com o YouTube em comparação à televisão.</p>
<p>A pesquisa foi realizada com 1800 pessoas e levou em consideração 4 fatores para mensurar os resultados: medidas biométricas, fixação do olhar no monitor, pesquisa sobre publicidade na página do YouTube e da televisão, além de pesquisa on-line com usuários expostos a diferentes formatos de publicidade.</p>
<p>Os resultados surpreendem: a atenção dos usuários é 1,5x maior no YouTube em relação à televisão. Com o interesse do usuário maior no YouTube, esta plataforma de comunicação mostra-se extremamente eficaz para os anunciantes.</p>
<p><a target="_blank" title="Vídeos no YouTube geram mais atenção do que a TV" href="http://agencia.tudosobregoogle.com.br/noticias/v%C3%ADdeos-no-youtube-geram-mais-aten%C3%A7%C3%A3o-do-que-tv" target="_blank"><strong>Fonte: Tudo sobre Google</strong></a></p>
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		<title>Internet: oportunidade de inovação para o profissional de mídia</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 17:53:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Alex Dias *
Larry Page e Sergey Brin, os fundadores do Google, têm uma máxima que não canso de repetir: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Alex Dias *</p>
<p>Larry Page e Sergey Brin, os fundadores do Google, têm uma máxima que não canso de repetir: &#8220;We run this company based on data, not assumptions&#8221;. Numa tradução livre, isso significa que as decisões que tornaram o Google uma das marcas mais importantes e valiosas do mundo foram tomadas com base em dados &#8212; e não em achismos.</p>
<p>É justamente sobre dados e informações que eu gostaria de escrever hoje. O advento das novas tecnologias trouxe novas maneiras de organizar as informações e disponibilizá-las de modo útil e fácil para os usuários. Trouxe também novas formas de se comunicar, como as redes sociais, e de aproximar anunciantes de seus públicos, como os links patrocinados. Mas, sobretudo, as novas tecnologias trouxeram inovações importantes para o mundo da comunicação. Agências, anunciantes e veículos vivem hoje uma nova realidade de comunicação, cujas possibilidades ultrapassam em muito o tiro certeiro que os comerciais de 30 segundos na TV representavam no passado.</p>
<p>Não é exagero dizer que a Internet se tornou mainstream &#8212; e que isso trouxe mudanças profundas para todos, em especial para os profissionais de mídia. Todos nós sabemos como segue importante para marcas e empresas estar no Jornal Nacional, na revista Veja, na Folha de S. Paulo, nos canais de TV a cabo. Mas será que também não é importante estar nos grandes sucessos de público da Internet, como por exemplo, o Orkut &#8212; uma comunidade que possui mais de 40 milhões de usuários ativos? Ou no YouTube, que é alimentado pelos usuários com 20 novas horas de vídeo a cada minuto?</p>
<p>Os dados mostram que sim. O Brasil possui hoje cerca de 60 milhões de usuários de Internet &#8212; público maior do que revistas e TV paga. No ano passado foram realizadas compras online da ordem de US$ 10,908 bilhões na América Latina, de acordo com um estudo feito pela comScore MediaMetrix para a Visa Inc. O número de visitantes únicos dos 25 maiores sites da região registrou aumento de 29% entre setembro de 2007 e setembro de 2008. No Brasil, que concentra 45% do comércio eletrônico regional, as vendas online dobraram nos últimos dois anos.</p>
<p>Esse cenário se sustenta mesmo em tempos de crise econômica global. Consumidores recorrem cada vez mais à Internet para consultar preços, buscar ofertas e oportunidades. Ter menos dinheiro significa pesquisar e avaliar onde investi-lo melhor. Os internautas também passam mais tempo online se comunicando, em busca de informação ou entretenimento. Todas as interações do usuário com os sites pode ser transformada em dados, o que torna a comunicação entre empresas e consumidores mais científica.</p>
<p>Webmasters podem melhorar suas páginas a partir de análise de como o internauta se relaciona com seu conteúdo. Também a publicidade online é 100% mensurável. Empresas que investem em links patrocinados pagam apenas quando os usuários clicam em seus anúncios &#8212; e a quantia paga é determinada pela empresa em questão, o que permite um controle rígido dos investimentos.</p>
<p>Nenhuma opção publicitária oferece a escalabilidade da Internet. Um pequeno anúncio pode ser visto em todo o planeta. Muitos negócios de nichos específicos podem, por meio da Web, gerar negócios suficientes para sobreviver e crescer. Uma empresa, por mais pequena que seja e por menor que seja seu orçamento de marketing, pode sair em busca de oportunidades no mundo. Tudo o que precisa é de um bom produto, um bom serviço e uma conexão. A publicidade na rede é hoje a melhor ferramenta de alcance das empresas para manter uma forte presença na mente dos consumidores.</p>
<p>Mas a publicidade por meio de links patrocinados não é a panaceia universal que vai resolver todos os problemas. Hoje, uma boa estratégia de comunicação deve contemplar também a presença da Internet como um todo, combinando links patrocinados com display, website e por que não redes sociais e YouTube? Além disso, para empresas de maior porte, com demandas mais sofisticadas, a associação de midias on e off-line é capaz de alcançar o público alvo em momentos diferentes com intensidade e relevância distintas.</p>
<p>Se juntarmos esses fatores &#8212; a popularidade cada vez maior da Web e sua perfeita capacidade de mensuração &#8211;, chegamos a um cenário muito favorável para os profissionais de mídia das agências e de comunicação em geral. Eles têm em mãos uma capacidade única de inovar, gerando oportunidades criativas e eficientes para empresas de todos os portes e segmentos.</p>
<p>Um caso recente e muito comentado é o da presença online do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. Durante a campanha, Obama media o interesse do eleitorado por meio de ferramentas online. Abriu canais de comunicação em diversas mídias sociais. E atingiu uma visão privilegiada em relação a seu rival, na medida em que a busca mensurava a procura por um e outro candidato e permitia eventuais correções nas estratégias de campanha. Obama também percebeu que milhões de pessoas acessam a Internet utilizando sites de buscas. E aproveitou o potencial de espaços publicitários próximos aos resultados da procura, separando o que é publicidade e o que é conteúdo de maior relevância para o usuário. O sucesso foi tamanho que mesmo após a campanha, Obama não parou. Hoje continua fazendo bom uso da Internet como mídia preferencial com o público.</p>
<p>As possibilidades de comunicação empresa/consumidores via Internet são muitas e cabem em bolsos de todos os tamanhos, mas não é mais uma opção. Não há nenhum motivo para você não estar na Internet, o seu público já está.</p>
<p>Fonte: <a target="_blank" title="Internet: oportunidade de inovação para o profissional de mídia" href="http://agencia.tudosobregoogle.com.br/artigos/internet-oportunidade-de-inova%C3%A7%C3%A3o-para-o-profissional-de-m%C3%ADdia" target="_blank">Tudo sobre Google</a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
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		<title>Google planeja internet 2 vezes mais rápida</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/google-planeja-internet-2-vezes-mais-rapida.html</link>
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		<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 00:48:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na última quinta-feira (12/11), o Google divulgou informações sobre o SPDY (SPeeDY), um projeto de pesquisa que pretende deixar internet [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na última quinta-feira (12/11), o Google divulgou informações sobre o SPDY (SPeeDY), um projeto de pesquisa que pretende deixar internet mais rápida.</p>
<p> De acordo com o IDGNow!, o SPDY é um protocolo de camada de aplicativo para o transporte de conteúdo na web. A plataforma servirá para dar agilidade a compressão do cabeçalho HTTP, ao fluxo de recursos e a priorização de solicitações.</p>
<p> Um <a target="_blank" href="http://googleresearch.blogspot.com/2009/11/2x-faster-web.html" target="_blank">post</a> no blog de pesquisas do Google afirmou que os testes foram realizados somente em condições de laboratórios. Nos primeiros resultados, quando os 25 sites mis vistos foram carregados em conexões de rede caseiras, foi detectado um grande aumento no desempenho, já que as páginas carregaram até 55% mais rápido.</p>
<p> No texto, a empresa informou que o trabalho no SPDY começou enquanto eles tentavam aperfeiçoar a maneira como os navegadores e servidores se comunicam. “Queremos continuar construindo a tradição da web de fazer experimentos e melhorias, para apoiar a evolução dos sites e navegadores. Para isso, nos últimos meses, experimentamos novas maneiras para realizar a comunicação com navegadores e servidores, resultando em um protótipo de servidor da web e um cliente do Google Chrome com suporte ao SPDY&#8221;.</p>
<p> O Google também convidou desenvolvedores e interessados em contribuir com o projeto, divulgando a documentação do plano e o código e também através de um grupo de discussões.</p>
<p> <strong>Fonte: <a target="_blank" title="Google planeja internet 2 vezes mais rápida" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=96291" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Google compra AdMob por US$ 750 mi</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 18:03:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Google está negociando a compra da AdMob por US$ 750 milhões. A aquisição é um passo importante para monetizar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Google está negociando a compra da AdMob por US$ 750 milhões. A aquisição é um passo importante para monetizar o tráfego na internet.  A empresa já conta com o software Android, que é cada vez mais usado em smartphones.</p>
<p>A AdMob é uma empresa privada que desenvolve tecnologia para exibição de anúncios em celulares e para rastrear seu desempenho.  &#8220;A publicidade móvel tem esse enorme potencial como meio de marketing e, enquanto esse setor ainda se encontra em sua fase inicial de desenvolvimento, a AdMob já progrediu muito em muito pouco tempo&#8221;, disse a vice-presidente de Gerenciamento de Produto do Google, Susan Wojcicki.</p>
<p>O presidente-executivo do Google , Eric Schmidt, já havia revelado que a empresa retomaria seus planos de aquisição, após dar um tempo durante a recessão econômica. Segundo Schmidt, o Google quer comprar em média uma empresa por mês.</p>
<p>O Google é o maior site de buscas do mundo e sua receita em 2008 foi de US$ 22 bilhões. A empresa não quis informar quanto de seu rendimento provém da publicidade móvel, mas disse que no mês passado o número de buscas por aparelhos móveis cresceu 30% no terceiro trimestre na comparação com o período anterior.</p>
<p><em>Informações Reuters</em><strong></strong></p>
<p><strong> Fonte: <a target="_blank" title="Google compra AdMob por US$ 750 mi" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=96100" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Google cria site para mostrar como fazer publicidade on-line</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/google-cria-site-para-mostrar-como-fazer-publicidade-on-line.html</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 01:42:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Google lança nessa semana o portal TudoSobreGoogle.com.br, que tem o objetivo de levar informações segmentadas de como o público [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Google lança nessa semana o portal <a target="_blank" title="www.tudosobregoogle.com.br" href="http://www.tudosobregoogle.com.br" target="_blank">TudoSobreGoogle.com.br</a>, que tem o objetivo de levar informações segmentadas de como o público pode tirar o máximo de proveito de soluções de publicidade on-line da empresa. Concebido em formato de jornal eletrônico, o site é dividido em três áreas diferentes, com conteúdo específico para quem ainda não é cliente, para os que já são e outro destinado aos profissionais que trabalham em agências de publicidade.</p>
<p> “O Google tem muitas fontes de informações sobre o AdWords. Nossa missão com a criação do jornal é consolidar tudo em um único espaço para ajudar quem tiver interesse a acessar assuntos de forma mais precisa”, diz João Bortone, Diretor de Marketing do Google Brasil. “Esperamos auxiliar nossos clientes a explorar de forma mais eficaz o potencial da Internet e levar as informações mais relevantes do Google e de seus produtos.”</p>
<p> O jornal oferece diferentes formatos informativos: vídeos, entrevistas, artigos, blogs, cases de sucesso, fóruns, newsletters, informações de cursos, entre outros. O objetivo foi desenvolver conteúdos que munissem o público com as principais novidades e exemplos de êxito de empresas – pequenas, médias e grandes – que aderiram às plataformas de anúncios do Google e obtiveram resultados expressivos.</p>
<p> No caso das agências de publicidade, que já utilizam os recursos do Google, o conteúdo é mais específico, com informações para auxiliar no desenvolvimento de novos negócios para as agências e na criação de campanhas mais eficazes. Além disso, há uma área de FAQ, estudos e pesquisas que disponibiliza dados sobre o perfil dos consumidores de diversos segmentos.</p>
<p>Fonte: <a target="_blank" title="Google cria site de informações sobre publicidade on-line" href="http://www.adnews.com.br/midia.php?id=96091" target="_blank">AdNews</a></p>
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		<title>Censura na internet pode ser contestada na OMC</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 01:37:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[OMC]]></category>

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		<description><![CDATA[A censura na Internet está aberta a contestação na Organização Mundial de Comércio (OMC), porque pode restringir os serviços fornecidos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A censura na Internet está aberta a contestação na Organização Mundial de Comércio (OMC), porque pode restringir os serviços fornecidos online, afirma um estudo que está por ser lançado.</p>
<p> Um caso de censura na OMC pode suscitar questões de soberania, dado o direito dos países membros de restringir o comércio por motivos morais, por exemplo, ao bloquear o acesso a sites de pornografia infantil.</p>
<p> Mas uma decisão da OMC estabeleceria limites para a censura generalizada e incentivaria os Estados a usar, em lugar disso, técnicas mais seletivas de filtragem, de acordo com o estudo que será publicado pelo instituto de pesquisa ECIPE.</p>
<p> &#8220;Censura é a mais importante barreira não tarifária à provisão de serviços online, e um caso como esse poderia esclarecer as circunstâncias sob as quais diferentes formas de censura são compatíveis com a OMC&#8221;, afirma o estudo, redigido por Brian Hindley e Hosuk Lee-Makiyama.</p>
<p> &#8220;Muitos países membros da OMC têm a obrigação legal de permitir fornecimento irrestrito de serviços de Internet internacionais&#8221;, afirma o relatório, obtido com antecedência pela Reuters.</p>
<p> Muitos países censuram a Internet por razões políticas e morais. A China desenvolveu um dos sistemas mais abrangentes; em Cuba, todas as formas de navegação não autorizadas são ilegais, e muitos países ocidentais limitam o acesso a sites de pornografia infantil.</p>
<p> O uso da Internet é especialmente intenso na Ásia. A China, com 298 milhões de pessoas online, superou os Estados Unidos em termos de número de internautas em 2008, segundo o estudo.</p>
<p> A censura à Internet pode ter sério impacto sobre os negócios, afirma o texto, apontando como exemplo o site local de buscas chinês Baidu, que segue as regras de censura do país e superou o Google, líder mundial desse segmento, no mercado da China.</p>
<p> Há até informações de que as autoridades teriam desviado para o Baidu pedidos de busca no Google.com e outros serviços internacionais.</p>
<p> No terceiro trimestre de 2009, o Baidu detinha 64 por cento dos mercado de buscas de Internet na China, que movimenta 2 bilhões de iuans (293 milhões de dólares), ante 31,3 por cento para o Google.</p>
<p> <strong>Fonte: Reuters</strong></p>
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		<item>
		<title>O mundo da publicidade na Internet Brasileira</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 14:02:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vi outro dia uma reportagem do Leo Burnett falando que a internet esta criando confusões no mundo da publicidade, na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vi outro dia uma reportagem do Leo Burnett falando que a internet esta criando confusões no mundo da publicidade, na verdade, a internet está abrindo o mundo da publicidade a todos, e está mudando completamente o conceito de relacionamento intra-anunciantes e editores. Com a internet, a publicidade não é mais somente para empresas que tem grandes capitais sociais para investir nas grandes mídias, mas abriu um leque para todas as empresas e pessoas físicas fazerem publicidade e receber resultado certo.</p>
<p>No lado do relacionamento entre editor e anunciante, a publicidade tradicional põe o controle sobre os anunciantes definindo as regras da venda do espaço para reclames. Com o advento o marketing de performance na internet o controle passa para o editor que determina o valor pago para o resultado. O mercado brasileiro de publicidade online ainda é muito novo e não conhece muitos instrumentos que vão revolucionar o mundo da publicidade.</p>
<p>Outro ponto importante a ser destacado é que a maior parte das agências de publicidade e de web (desenvolvimento de sites) ainda não esta pronta para oferecer a oportunidade que a internet está proporcionando para as empresas brasileiras. Elas precisam ver os sites não somente do lado estético. Um site tem uma interface que os olhos das pessoas não podem ver, mas que para os sites de busca como o Google é de suma importância para poder direcionar os usuários que fazem buscas ao seu objetivo.</p>
<p>Enfim, o Brasil está descobrindo agora a publicidade online e assim como está sendo em várias áreas, na internet ele será também um gigante, porque a publicidade na internet terá sempre o “jeitinho brasileiro”.</p>
<p>A SEOBRA é a primeira agência do Ceará exclusivamente dedicada ao marketing nos sites do busca.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Gabriel Taviani<br />
 Seobra – Search Marketing Agency<br />
 Fortaleza Ceará</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Microsoft quer ampliar parceria com Yahoo fora dos EUA</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 13:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O presidente-executivo da Microsoft, Steve Ballmer, afirmou nesta quinta-feira que a companhia pode buscar ampliar sua parceira no segmento de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente-executivo da Microsoft, Steve Ballmer, afirmou nesta quinta-feira que a companhia pode buscar ampliar sua parceira no segmento de buscas com o Yahoo fora dos Estados Unidos, se obtiver autorização regulatória.</p>
<p> No começo deste ano, Microsoft e Yahoo assinaram um acordo de 10 anos na área de buscas online para desafiar o Google, uma parceria que organismos regulatórios americano e europeu estão avaliando.</p>
<p> &#8220;É possível ampliarmos essa parceria (com o Yahoo) fora dos Estados Unidos&#8221;, disse Ballmer a repórteres em uma coletiva de imprensa.</p>
<p> &#8220;Nós teremos que esperar e ver se conseguimos obter aprovação e consumar essa parceria dentro dos Estados Unidos primeiro&#8221;, afirmou.</p>
<p> A Microsoft informou que acredita que o acordo será fechado no começo de 2010, e que podem fazer progresso significativo em integração em um ou dois importantes mercados no próximo ano.</p>
<p> <strong>Fonte: Reuters</strong></p>
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		</item>
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		<title>Google quer lucrar com varejo na web</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/google-quer-lucrar-com-varejo-na-web.html</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 12:56:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Vendas na internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Para tentar ampliar as receitas junto ao mercado de varejo on-line, o Google está comercializando um produto especial de busca.
O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para tentar ampliar as receitas junto ao mercado de varejo on-line, o Google está comercializando um produto especial de busca.</p>
<p>O produto foi anunciado na última quarta-feira com o nome de Google Commerce Search, colocado à venda pelo valor inicial de US$ 50 mil por ano. A experiência do Google como buscador atribui ao site de varejo uma qualidade especial: a capacidade do consumidor para localizar os produtos e serviços. Para isso, o buscador quer usar um canal de dados para os catálogos de cada grupo de varejo.</p>
<p>&#8220;Os varejistas me convenceram de que existia a necessidade de um produto desse tipo,&#8221;, disse Nitin Mangtani (gerente de produtos de busca para empresas do Google) para a Reuters. “O desempenho lento de buscas em sites de varejo poderia enviar os usuários a outros sites, prejudicando os índices de conversão de uma loja” &#8211; acrescenta.</p>
<p> Mangtani afirmou ainda que os varejistas poderiam economizar em infraestrutura e manutenção, pois o produto do Google usa computação em nuvens, em termos gerais, o software fica hospedado nas centrais de dados do Google e não nos servidores do grupo de varejo.</p>
<p>Este novo produto mostra a clara expansão do Google em direção a clientes empresariais. Dos US$ 22 bilhões faturados pelo Google em 2008, 97% do faturamento veio da publicidade. No mês passado, o site expandiu a campanha publicitária para os aplicativos que fornece.</p>
<p>Em um estudo recente, Van Baker, analista do Gartner, constatou que poucos dos grandes grupos de varejo eletrônico pretendem mudar sua tecnologia básica de e-commerce.</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=95955" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Valor de mercado do Google iguala-se ao da Apple</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 23:20:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesta semana, o valor de mercado do Google e da Apple chegou ao mesmo patamar, em torno dos US$ 170 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta semana, o valor de mercado do Google e da Apple chegou ao mesmo patamar, em torno dos US$ 170 bilhões. As informações são do Geek com base na comparação de valores das gigantes feito pelo site Tech Crunch.</p>
<p> Na visão de analistas e investidores da bolsa, o valor de suas ações é diretamente proporcional ao sucesso das empresas de capital aberto. Ou seja, se uma companhia ultrapassa o valor de mercado da outra, ela é melhor sucedida, em uma análise simples.</p>
<p> As ações da Apple são avaliadas em, aproximadamente, US$ 190 cada, enquanto as do Google estão em US$ 535. O valor total se iguala porque a oferta de ações da Apple é três vezes maior que a do Google. Isso dá mais espaço para um aumento no valor de mercado da primeira empresa.</p>
<p> O valor de mercado da Microsoft atualmente está em US$ 250 bilhões, IBM e Yahoo! valem, respectivamente, US$ 160 bilhões e US$ 22 bilhões.</p>
<p> As comparações têm como base o banco de dados online CrunchBase, mantido pelo TechCrunch, que possui informações sobre várias empresas de tecnologia.</p>
<p> <strong>Fonte: <a target="_blank" title="Valor de mercado do Google iguala-se ao da Apple" href="http://www.adnews.com.br/tecnologia.php?id=95869">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Google inaugura campus que traz &#8220;mimos&#8221; para os funcionários</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 16:57:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A gigante da informática, Google, abriu nesta semana seus novos escritórios perto de Seattle, mais precisamente na cidade de Kirkland, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A gigante da informática, Google, abriu nesta semana seus novos escritórios perto de Seattle, mais precisamente na cidade de Kirkland, Washington, no noroeste dos Estados Unidos. O campus tem vários restaurantes e até uma parede de escalada, disponibilizada aos funcionários, entre outras comodidades.</p>
<p> Mais de 350 dos cerca de 20 mil empregados do Google estão no terreno em Kirkland, onde podem comer de graça em diversos restaurantes, localizados dentro dos escritórios. O Google aplica uma política de ter fontes de alimento para os seus trabalhadores a não mais de 150m de distância.</p>
<p> Um sistema de &#8220;microcozinhas&#8221;, um local especial para o café-da-manhã e a instalação de máquinas de bebidas são parte do plano da empresa para &#8220;mimar&#8221; seus empregados. Há também uma sala de jogos com pebolim e confortáveis sofás para relaxar durante os intervalos de trabalho.</p>
<p> Para que tanta comida não engorde os trabalhadores, as instalações incluem um ginásio e uma parede de escalada. Os funcionários podem fazer pausas curtas do esforço intelectual envolvido na sua jornada de trabalho para fazer algum esforço físico. </p>
<p> <strong>Fonte: Terra</strong></p>
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		<title>Primeira mensagem enviada pela internet faz 40 anos</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 18:18:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A primeira mensagem enviada pela internet completa nesta semana 40 anos. No dia 29 de outubro de 1969 o professor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira mensagem enviada pela internet completa nesta semana 40 anos. No dia 29 de outubro de 1969 o professor de ciências da computação da Universidade de Los Angeles (UCLA) Leonard Kleinrock enviou uma mensagem do seu computador para outro que estava no Instituto de Pesquisa de Stanford, nos Estados Unidos.</p>
<p>Ele estava tentando digitar “login”, mas o sistema quebrou depois de duas letras e a internet nasceu com a primeira mensagem “lo” sendo enviada entre dois computadores ligados em rede.</p>
<p>Na verdade, a história da internet já havia começado em 1968 quando Donald Davies, do Laboratório de Física do Reino Unido, fez a primeira apresentação pública da ideia.</p>
<p>Em meados dos anos 1970, os engenheiros da DARPA Vint Cerf, Yogen Delal e Carl Sunshine desenvolveram um Protocolo de Controle e Transmissão e Protocolo de Internet, conhecido como TCP/IP.</p>
<p>É possível considerar o desenvolvimento do TCP/IP, assim como sua adoção uniforme pela ARPAnet em 1º de janeiro de 1983, como datas de nascimento da grande rede.</p>
<p>Ao longo dos anos, o número de terminais conectados aumentou, e novas redes fora da ARPAnet surgiram. Tudo isso preparou o terreno para a World Wide Web, proposta por Tim Berners Lee em 1989 como uma coleção de documentos de internet que poderiam ser visualizados em um navegador. Cinco anos depois, saiu o primeiro web browser, o Mosaic Netscape 0.9.</p>
<p>Hoje, é impossível imaginar a vida sem a internet, mais de 1 bilhão de pessoas estão online e no ano passado, o Google anunciou que detectou mais de 1 trilhão de páginas na rede.</p>
<p><em>Informações IDG Now!</em></p>
<p><strong>Fonte: </strong><a target="_blank" title="adnews" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=95766" target="_blank"><strong>Redação Adnews</strong></a></p>
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		<title>Google muda Orkut no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 01:01:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As especulações sobre as mudanças na rede social Orkut foram confirmadas. O Google Brasil convidou a imprensa nesta quinta-feira (29) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As especulações sobre as mudanças na rede social Orkut foram confirmadas. O Google Brasil convidou a imprensa nesta quinta-feira (29) para revelar as novidades na interface.</p>
<p>O evento vai acontecer na sua sede em São Paulo e contará com a presença do diretor geral para Brasil, Alex Dias, o diretor de engenharia para América Latina, Berthier Ribeiro, e o diretor de produto para América Latina, Victor Ribeiro.</p>
<p>A reformulação no Orkut já estava planejada para outubro e está sendo desenvolvida em Belo Horizonte há pelo menos três meses . Há duas semanas, o Google Brasil teria vazado inadvertidamente o novo visual do Orkut na página para download da versão em português do navegador Chrome.</p>
<p>Segundo o site IDGNow, a suposta interface traz uma nova barra superior com links para outros serviços do Google, oferece cinco cores para o perfil e permite comentários nos status publicados pelo usuário, assim como o rival Facebook.</p>
<p> <strong>Orkut</strong></p>
<p>O Orkut é a rede mais popular no Brasil. De acordo com dados da consultoria Ibope Nielsen Online, o Orkut foi acessado em setembro por 26 milhões de brasileiros. O segundo serviço mais usado no período foi o Twitter, que atingiu 9,2 milhões de brasileiros. O Facebook aparece na terceira posição, com 5,3 milhões de usuários no País.</p>
<p><strong>Redação Adnews</strong></p>
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		<title>Facebook quer ultrapassar Google em publicidade</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 01:31:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A vice-presidente de operações do Facebook , Sheryl Sandberg, anunciou nesta quinta-feira (15) que a companhia de redes sociais quer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A vice-presidente de operações do Facebook , Sheryl Sandberg, anunciou nesta quinta-feira (15) que a companhia de redes sociais quer superar o Google no mercado publicitário.</p>
<p>Segundo informações da Reuters, o Facebook planeja reforçar as receitas da empresa através de anúncios em novos formatos, diferentes da publicidade vinculada a buscas que enriqueceu o Google.</p>
<p>Atualmente, quem anuncia na rede social tem 300 milhões de espectadores. E o número de usuários tende crescer ainda mais. Um conselheiro da empresa disse à Reuters, que o Facebook está a caminho de faturar US$ 500 milhões neste ano.</p>
<p>Orkut x Facebook</p>
<p>No final de setembro deste ano, o Facebook implementou um serviço onde é possível encontrar usuários do Orkut através de um arquivo .CVS e fazer um upload para a nova rede social. Em contra-ataque, o Orkut lançou uma série de ferramentas similares à do Facebook.</p>
<p>O publicitário Lucas Mello, sócio da agência AD LIVE acredita nos anúncios para redes sociais como o futuro da publicidade na web: “Os banners estão em decadência. Na internet os publicitários precisam de uma sensibilidade maior, mais humana para escutar os usuários. A pior coisa que pode acontecer é o público ficar indiferente”.</p>
<p>Mello diz ainda que a publicidade brasileira ainda não está pronta para esse tipo de plataforma. “Estamos acostumados com uma única via. Um fala e o outro escuta. Na internet é diferente, há uma nova dinâmica, o dinheiro não controla tudo. Pode-se gastar muito em anúncios na web e o investimento não valer à pena”.</p>
<p>História</p>
<p>O Facebook surgiu nos Estados Unidos para que os estudantes de Harvard pudessem se comunicar entre si, diferentemente do Orkut, que teve origem no Google.</p>
<p>Por aqui, a maioria dos brasileiros aderiu ao Facebook para se comunicar com estrangeiros. O Orkut em terras brasileiras tem 35 milhões de usuários (57% dos adeptos mundiais), enquanto o Facebook possui apenas 1, 3 milhões.</p>
<p>Embora o conteúdo esteja em português, muitos brasileiros sentem dificuldade com o Facebook devido ao excesso de ferramentas e aplicativos que a rede social tem em relação ao Orkut.</p>
<p>Fonte: www.adnews.com.br</p>
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		<title>Google detém 95% das buscas realizadas no Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 21:18:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um estudo realizado pela consultoria Serasa Experian Hitwise confirmou a hegemonia do Google como buscador. Segundo a pesquisa, o serviço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo realizado pela consultoria Serasa Experian Hitwise confirmou a hegemonia do Google como buscador. Segundo a pesquisa, o serviço representa 95,37% de todas as buscas realizadas pela internet nas últimas quatro semanas.</p>
<p> De setembro a 3 de outubro, a pesquisa reuniu informações sobre a interação de 90 mil pessoas em 60 mil sites no Brasil.</p>
<p> Os buscadores Yahoo! Search, Bing e Ask.com receberam apenas 1,86%, 1,69% e 0,23% das visitas, respectivamente. Os 37 sites restantes foram responsáveis por 0,8% das procuras realizadas.</p>
<p> O Google também detém o maior número de tráfego de usuários que desejam navegar por sites de alguns setores como Portais, Entretenimento e Esportes, são 38,48%. Inclusive, os três segmentos juntos tiveram um aumento de 27,3% na comparação entre abril de 2009 e setembro do mesmo ano. Na soma do Google com os demais sites de busca esse tráfego passa para 42,61%.</p>
<p> <em>Informações IDG Now</em></p>
<p> <strong>Redação Adnews </strong></p>
<p><strong>Fonte: </strong><a target="_blank" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=95475" target="_blank">http://www.adnews.com.br/internet.php?id=95475</a></p>
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		<title>E-commerce deve gerar R$ 10,5 bilhões em 2009</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 11:55:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os primeiros seis meses do ano trouxeram bons frutos para o comércio eletrônico no Brasil. De acordo com dados contidos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os primeiros seis meses do ano trouxeram bons frutos para o comércio eletrônico no Brasil. De acordo com dados contidos na 20ª edição do Relatório “WebShoppers” (www.webshoppers.com.br) realizado pela e-bit, que conta com o apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), o faturamento para o setor foi de R$ 4,8 bilhões.</p>
<p>O valor representa um aumento de 27% em relação ao primeiro semestre de 2008, quando registrou R$ 3,8 bilhões. A expectativa é que o montante se eleve 28% , com previsão de faturamento de R$ 10,5 bilhões até o final do ano.</p>
<p>O tíquete médio elevado, cerca de R$ 323, foi uma das principais características dessa primeira metade do ano. Isso porque os adeptos das compras online optaram por produtos de maior valor agregado, como Informática e Eletrodomésticos, terceira e quarta categorias mais vendidas na web.</p>
<p>A confiança e a satisfação do consumidor foi colocada em evidência no primeiro semestre de 2009. De acordo com levantamento feito pela e-bit, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), comitê da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), mais de 86% dos consumidores brasileiros estão satisfeitos com o comércio virtual.</p>
<p>Para o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, o comércio eletrônico tem a capacidade de surpreender até mesmo os mais otimistas. “O faturamento alcançado nesses primeiros seis meses do ano supera as expectativas. É um mercado muito dinâmico e competitivo e isso permite ao consumidor optar pelas melhores ofertas. Hoje, já passam de 15 milhões de pessoas que já tiveram pelo menos uma experiência de compra pela internet”, afirma Guasti.</p>
<p><strong>Eletrodomésticos em alta<br />
 </strong><br />
 A redução do IPI para Eletrodomésticos, ocorrida em Abril desse ano, ajudou a categoria a conquistar um espaço jamais antes alcançado. Isso porque muitas pessoas puderam aproveitar a oportunidade para antecipar suas compras e adquiriram novos produtos, já que a queda de preço para alguns Eletrodomésticos chegou a 20%. A categoria, que historicamente situava-se entre a 4ª e 5ª posição no ranking de produtos mais vendidos, ganhou mais espaço e alcançou a inédita 2ª colocação em Junho de 2009, com 13% de participação em volume de pedidos.</p>
<p>As marcas mais cobiçadas&#8230;</p>
<p>Para a 20ª edição do “WebShoppers”, a e-bit preparou um capítulo destinado a entender as marcas mais vendidas e admiradas pelos e-consumidores. Quando falamos em vendas, Informática teve seu Top 3 ocupado por HP, Samsung e LG como protagonistas nas operações online. Já na questão “Top of Mind”, LG, Philips e Sony apareceram como as principais marcas de TV´s de tela plana, dentro da categoria Eletrônicos.<br />
 <strong><br />
 </strong><strong>Resto do ano</strong></p>
<p>O segundo semestre de 2009 também deve alcançar números importantes, já que costuma participar com 55% do faturamento anual do canal. No período entre julho e dezembro, espera-se que as lojas virtuais atinjam R$ 5,8 bi em vendas de produtos pela internet (excluindo passagens aéreas, automóveis e leilão virtual).</p>
<p>Outro fator contribuinte para o bom desempenho no 2º semestre é a participação de datas sazonais, que chegam para agitar ainda mais o mercado. Esse é o caso do Dia dos Pais (25/07 a 08/08), Dia das Crianças (27/09 a 11/10) e, principalmente, o Natal (15/11 a 23/12) que é a data comemorativa mais aquecida do ano.</p>
<p>A expectativa da e-bit é que o e-commerce feche 2009 com mais de 17 milhões de pessoas que já compraram pela internet ao menos uma vez.</p>
<ul>
</ul>
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