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	<title>Seobra (SEO) - Otimização de sites e Marketing de Busca em Fortaleza &#187; Internet</title>
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	<description>Otimização de sites (SEO) e Marketing de busca. a Seobra  é especialista no assunto. Além de Anuncios nos links patrocinados do google, em Fortaleza</description>
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		<title>Yahoo se integra ao Facebook</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 21:49:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Yahoo anunciou novos atributos que permitirão aos seus usuários mais acessos a atualizações do popular site de relacionamento Facebook, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Yahoo anunciou novos atributos que permitirão aos seus usuários mais acessos a atualizações do popular site de relacionamento Facebook, ampliando a parceria que as empresas firmaram no ano passado.</p>
<p>A partir desta segunda-feira, as contas do Yahoo e do Facebook podem ser diretamente ligadas, permitindo que os usuários do Yahoo, por exemplo, tenham as atualizações do Facebook enviadas diretamente às suas páginas iniciais ou ao email.</p>
<p>A integração adicional também facilitará o compartilhamento de atividades no site do Yahoo, como fotos no Flickr, por meio do Facebook. A expansão de acesso foi anunciada no domingo.</p>
<p>Os novos atributos ressaltam os esforços do Yahoo para acompanhar a popularidade das redes sociais e evitar que seus usuários migrem para sites como o Facebook, que conta com mais de 350 milhões de usuários pelo mundo.</p>
<p>O Yahoo informou ainda que irá renomear o Yahoo Profiles, sua central de gerenciamento de perfis e atividades, para Yahoo Pulse, além de alterar a configuração para facilitar os controles de privacidade do usuário.</p>
<p><strong>Fonte: Reuters</strong></p>
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		<title>Apple bate Microsoft e se torna a maior de tecnologia</title>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 15:34:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Apple]]></category>
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		<description><![CDATA[O mercado tecnológico foi sacudido na quarta-feira (26) com a notícia de que a Apple superou a Microsoft em valor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado tecnológico foi sacudido na quarta-feira (26) com a notícia de que a Apple superou a Microsoft em valor de mercado, tendo se tornado a número um do segmento. De acordo com a agência Reuters, as ações da empresa de Steve Jobs subiam 1% na Nasdaq cerca de uma hora antes do fechamento do pregão da Bolsa de Valores de Nova York, com seu valor de mercado a US$ 225,1 bilhões.</p>
<p>No período da ascensão da Apple, a rival viu suas ações declinarem em 2,2%, com valor de mercado em US$ 222,7 bilhões. Às 16h55 (de Brasília), as ações da Microsoft desceram mais 3,6%, enquanto as da Apple se mantinham estáveis.</p>
<p>A Apple se tornou a segunda maior companhia em valor de mercado, entre as que integram o índice Standard &amp; Poor´s 500. A ponta ainda é do grupo de energia Exxon Mobil.</p>
<p><strong>Revolução</strong></p>
<p>Os resultados são um marco para Steve Jobs, que viu sua companhia quase falir na década de 1990, quando caiu no ostracismo. O valor das ações da Apple é hoje 10 vezes maior do que o praticado há uma década. Em 1997, a empresa chegou a aceitar um investimento de US% 150 milhões da própria Microsoft para se manter.</p>
<p>Mas, com o lançamento de produtos estilosos, como iPod, MacBook e iPhone, a companhia se recuperou com força. Já a Microsoft, cujo sistema operacional (Windows) está presente em 90% dos PC no mundo, não conseguiu atingir o mesmo crescimento, e viu as ações caírem 18% na última década.</p>
<p><strong>Mudança cultural</strong></p>
<p>Para o New York Times, o rápido crescimento da Apple frente ao declínio da rival também mostra uma alteração cultural, com o gosto dos consumidores sobreposto às necessidades dos negócios na conquista da liderança do mercado de tecnologia.</p>
<p>Por quase duas décadas a Microsoft dominou a relação entre consumidor e o PC, já que é detentora do pacote Office, o mais popular entre serviços de escritório. Porém, o NYT lembra que os teclados hoje deram lugar às telas sensíveis ao toque, e aos celulares inteligentes. </p>
<p><em>Com informações de Reuters e UOL</em></p>
<p><strong>Fobte: <a target="_blank" title="Apple bate Microsoft e se torna a maior de tecnologia" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=104043">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Twitter em português será lançado em breve</title>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 15:31:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Brasil é um dos países onde o Twitter faz mais sucesso. Segundo a consultoria comScore, o microblog tem quase [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil é um dos países onde o Twitter faz mais sucesso. Segundo a consultoria comScore, o microblog tem quase 6 milhões de fiéis seguidores brasileiros – 1,5 milhão a mais do que toda a América Latina, que tem  cerca de 4.500 milhões de usuários. Ainda assim, o serviço ainda não conta com uma versão traduzida para português, situação que pode mudar em breve, segundo a companhia.</p>
<p>Durante conferência com jornais da América Latina que fazem parte do Grupo de Diários América (GDA), a porta-voz do Twitter, Jenna Dawn, disse que a necessidade de se trabalhar em vários idiomas foi percebida em fevereiro, quando o número de contas chilenas no microblog aumentou em 500% por causa do terremoto ocorrido no país.</p>
<p>&#8220;Se não tivéssemos Twitter em espanhol, não teríamos conhecido o impacto (da importância do idioma). O Twitter estará disponível em português, mas ainda não temos uma data para o lançamento&#8221;, declarou Jenna.</p>
<p>Segundo a porta-voz, o brasileiro é um dos mais ativos no serviço, que atualmente está disponível em seis idiomas: inglês, espanhol, japonês, italiano, francês e alemão. Dos quais, os mais populares são o inglês e o japonês.</p>
<p><strong>Intenção antiga</strong></p>
<p>A intenção de traduzir o microblog para português havia sido anunciada pelo seu fundador, Evan Willians, no fim do ano passado, a começar pelo tradicional &#8220;What are you doing?&#8221; (O que você está fazendo?). Na época, Willians disse que a tradução estaria pronta já no começo desde ano.</p>
<p>Mas a ideia pode realmente estar em curso, já que recentemente foi inaugurado o &#8220;Trend Topic&#8221; nacional, que lista os assuntos mais populares citados no microblog.</p>
<p>O Brasil está entre as seis nações que contam com o serviço, antes disponibilizado apenas em escala global. As outras são México, Reino Unido, EUA, Canadá e Irlanda. E haverá em breve um do Chile.</p>
<p><em>Com informações de O Globo</em></p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Twitter em português será lançado em breve" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=104066" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Acesso a jornais americanos na web cresce</title>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 12:43:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os acessos à sites de jornais nos EUA registrou um crescimento de 11% em abril na comparação com março.
Uma pesquisa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os acessos à sites de jornais nos EUA registrou um crescimento de 11% em abril na comparação com março.</p>
<p>Uma pesquisa realizada pela Rede Nacional de Jornais mostrou que foram registrados 2 bilhões de acessos no período, um recorde se comparado ao mês de março, que totalizou 83, 7 milhões.</p>
<p><em>Com informações da Folha de S.Paulo.</em></p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Acesso a jornais americanos na web cresce" href="http://www.adnews.com.br/tecnologia/103967.html" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Ibope começa a medir Orkut e Twitter</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/ibope-comeca-a-medir-orkut-e-twitter.html</link>
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		<pubDate>Thu, 13 May 2010 20:28:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Marcas presentes nas redes sociais agora têm um aliado de peso para comprovar eficácia do mundo online. O Ibope Nielsen [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Marcas presentes nas redes sociais agora têm um aliado de peso para comprovar eficácia do mundo online. O Ibope Nielsen Online, anunciou na manhã desta quarta-feira (12) ferramentas de monitoramento do comportamento em redes como Orkut, Twitter e Facebook.</p>
<p>Batizadas de BuzzMetrics &#8211; Insights e VídeoCensus, respectivamente, elas chegam para auxiliar agências de publicidades e empresas na compreensão da relação entre o consumidor e a marca.</p>
<p>A primeira delas monitora o comportamento dos usuários nas redes sociais e acompanha o conteúdo online gerado pelo consumidor, como, por exemplo, opiniões publicadas no Twitter. Só no Orkut serão acompanhados mais de 1 milhão de mensagens, diariamente.</p>
<p>O VídeoCensus, por sua vez, faz um trabalho semelhante ao BuzzMetrics, mas é voltado especificamente aos vídeos da web. Seu principal alvo não é a quantidade, mas sim o comportamento e a forma como o usuário consome o conteúdo deste tipo de mídia e quanto tempo ele dedica a isso.</p>
<p>&#8220;Trata-se de uma ferramenta com uma interface de utilização muito fácil por parte das empresas. Ela foi desenvolvida justamente com o propósito de facilitar o trabalho de profissionais que não são de tecnologia&#8221;.</p>
<p>A cobertura em língua portuguesa do BuzzMetrics é de cerca de 4,5 milhões de blogs, 70 mil fóruns e 50 milhões de comentários, segundo o Ibope.</p>
<p>Pesquisa recente do Ibope comprovou a importância das redes sociais em termos de audiência na internet. Segundoos os dados, 24,2 milhões de brasileiros acessaram regularmente comunidades online.</p>
<p><strong>Audiência</strong></p>
<p>O Ibope divulgou também nesta quarta-feira que 85,6% dos internautas brasileiros acessaram algum tipo de rede social durante o mês de março. Na média, os usuários daqui passaram 7h03 conectados em sites como Facebook, Twitter e Orkut. De acordo com dados da ferramenta online NetView, o Brasil foi o campeão de penetração dos sites desse segmento.</p>
<p>Em segundo lugar vem a Itália, onde 78,7% dos usuários passam em média 7h10 conectados nas ferramentas.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Ibope começa a medir Orkut e Twitter" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=103234" target="_blank">Adnews</a></strong></p>
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		<title>Jornalismo cultural vive crise com o avanço da web</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/jornalismo-cultural-vive-crise-com-o-avanco-da-web.html</link>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2010 21:35:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O jornalismo cultural foi o mais afetado pelo crescimento das novas mídias e redes sociais, acreditam especialistas reunidos no II [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O jornalismo cultural foi o mais afetado pelo crescimento das novas mídias e redes sociais, acreditam especialistas reunidos no II Congresso de Jornalismo Cultural, em São Paulo. Para eles,  os blogs e as redes sociais abriram espaço para que toda sociedade seja crítica, o que desvaloriza o trabalho dos especialistas.</p>
<p>“Num ambiente onde todos podem fazer crítica, o crítico cultural perde seu valor. Isso é curioso porque não acontece em outras áreas, como no jornalismo esportivo, político, mesmo tendo vários blogs sobre o assunto”, avalia Marion Strecker, diretora de conteúdo do UOL.</p>
<p>Ivana Bentes, professora de comunicação e cultura da UFRJ, compartilha a mesma visão. “Esse meio está em crise, porque há uma grande quantidade de mediadores, antes se trabalhava com a escassez da informação. É uma mudança de eixo de poder, isso eu não tenho dúvida”.</p>
<p>Para Carlos Graib, editor-executivo da Veja, o jornalismo cultural precisa se posicionar melhor. “O jornalismo cultural está numa posição defensiva demais, precisa reafirmar seus valores”, declarou.</p>
<p>Graib defendeu que é importante dividir a opinião e crítica qualificada, da avaliação amadora. “O que não deve acontecer é desvalorizar o conhecimento acumulado do jornalista”, frisou.</p>
<p>O debate ficou acalorado quando Ivana defendeu como plenamente positivo o aumento dos formadores de opinião na internet, e afirmou que o jornal traz notícia “velha em árvores mortas”. “Agora as pessoas produzem conteúdo. Eu leio os jornais para ver o que eles não deram. O jornal traz notícias velhas em árvores mortas”. E complementou. “Pra mim o melhor suplemento cultural é o Google, onde aparecem vários arquivos, e eu não fico refém da opinião de alguém”, argumentou.</p>
<p>Marion discordou da colega. “É uma maldade dizer que o jornal é notícia velha em árvore morta. É o mesmo que dizer que os livros que já foram escritos não são relevantes”.</p>
<p>A diretora de conteúdo do UOL afirmou que o uso do Google requer cautela. “O Google não é bonzinho, não está aqui para resolver os problemas da humanidade. Ele traz preciosidades, mas traz tudo. A internet é um mundo maravilhoso, mas tem um enorme número de problemas”, disse.</p>
<p>No final do debate, Ivana ressaltou que não desvaloriza o jornalismo cultural, mas que a internet abriu um novo modelo de economia e difusão de conteúdo, com mais liberdade.</p>
<p><strong>Fonte: Comunique-se</strong></p>
<p><!--/noticia--> <!--separador-noticia--> <!--/separador-noticia--> <!--Div Ferramentas--></p>
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		<title>Internet é novamente a mídia que mais cresce</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/internet-e-novamente-a-midia-que-mais-cresce-2.html</link>
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		<pubDate>Mon, 03 May 2010 14:41:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Assim como acontece nos últimos anos, a internet se destacou no acúmulo de investimentos do setor publicitário nacional. Dados do Projeto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assim como acontece nos últimos anos, a internet se destacou no acúmulo de investimentos do setor publicitário nacional. Dados do Projeto Inter-Meios, que serão divulgados nesta segunda-feira, apontam que a web foi campeã de crescimento ao atingir 33,9% no primeiro bimestre do ano em comparação com o mesmo período de 2009.</p>
<p>Com os índices, o meio digital obteve faturamento de 144,7 milhões no período. As nove mídias avaliadas pela pequisa dão ao mercado publicitário brasileiro faturamento de R$ 3,24 bilhões, aumento de 24,96% em comparação aos dois primeiros meses do ano passado.</p>
<p>No ranking do crescimento, depois da internet, aparecem a TV aberta, com 32,72% e TV por assinatura com alta de 33,06%. Com os dados, a internet fecha o primeiros bimestre do ano com participação de 4,46% no bolo publicitário brasileiro, à frente da TV por assinatura, com 3,28%. A TV aberta permanece na ponta, com 63,19% dos investimentos nacionais.</p>
<p>A comparação com o ano passado pode não ser tão precisa, pois 2009 foi um ano de crise, e a recuperação já era esperada em 2010. Outro fator é que neste ano o Brasil passará por eleições, que aumentam consideravelmente a procura publicitária, além da Copa do Mundo, que também movimenta o mercado, não só por aqui, mas no mundo todo.</p>
<p><strong>A terceira maior mídia do mundo</strong></p>
<p>No início de abril, a Zenith Optimedia divulgou dados que apontavam a internet como a terceira maior mídia do mundo, quando passou as revistas em preferência de investimentos dos anunciantes. Além disso, a web se aproxima dos jornais, meio que deve se ver praticamente empatado com a web até 2012.</p>
<p>Segundo a pesquisa, a internet atraiu US$ 55 bilhões de investimentos em todo o mundo e já é dona de 12,6% do bolo publicitário no planeta, ficando atrás apenas dos jornais, com 23,1% e da televisão, com 39,4%. As revistas estão agora em quarto lugar, com 10,3%.</p>
<p>A projeção é de que em 2012, quando deverá atingir o share de 17,1% do bolo, a internet se aproxime dos jornais, que deverão contar com 19,4% dos investimentos. Naquele ano, a internet deverá atrair investimentos de US$ 83,9 bilhões, contra US$ 95,4 bilhões dos jornais e US$ 199,7 bi da televisão – que deverá ter participação de 40,6%, um pouco superior à atual.</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Internet é novamente a mídia que mais cresce" href="http://www.adnews.com.br/publicidade.php?id=102688" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Brasil ultrapassa 15 milhões de conexões de banda larga</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 15:08:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[A Cisco anunciou nesta quarta-feira a 13ª edição do Barômetro Cisco da Banda Larga, produzido pelo IDC, apontando que o mercado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Cisco anunciou nesta quarta-feira a 13ª edição do Barômetro Cisco da Banda Larga, produzido pelo IDC, apontando que o mercado total de Banda Larga cresceu 1,3 milhão de conexões no segundo semestre de 2009. Isso representa um crescimento de 9,5% em relação ao primeiro semestre de 2009 e de 27% de crescimento em relação ao ano anterior.</p>
<p>Na 1ª edição do Barômetro Cisco, realizada em 2005, Cisco e IDC traçaram a meta de 10 milhões de usuários até 2010, meta essa que, com o avanço da banda larga móvel, foi revista em 2008 para 15 milhões de usuários. E neste último estudo essa meta foi superada: em junho de 2009 eram 13.702 milhões e em dezembro este número alcançou 15.006 milhões de acessos. Uma nova meta será discutida para futuras edições do Barômetro de Banda Larga, tendo em vista as próximas ações de popularização da banda larga em estudo pelo governo brasileiro e por investimentos locais de provedoras de serviços de internet.</p>
<p>Os motivadores para este crescimento foram a manutenção da redução de impostos para computadores até R$ 4 mil e a migração de usuários iniciantes, compradores destes computadores, de conexões dial-up para pacotes econômicos de banda larga. A adesão à banda larga por pessoas fora do Estado de São Paulo mostra também que a forte venda de computadores em todo Brasil tem auxiliado no crescimento do número de conexões de internet rápida em todas as regiões.</p>
<p>Fatos principais:<br />
 • A velocidade média de navegação para a Banda Larga fixa continua aumentando, principalmente devido aos upgrades de conexões comercialmente existentes. Embora velocidades entre 512 e 999 Kbps sejam as mais encontradas (26,6%), elas estão perdendo importância relativa, e devem ser superadas pelas velocidades entre 1 e 1,999  Mbps. Velocidades acima de 2 Mbps foram as que mais cresceram no período analisado, somando 16,1% no primeiro semestre de 2009 e 18,5% no segundo.</p>
<p>• O Estado de São Paulo mantém a liderança nos acessos à banda larga fixa, com 41,3% do total. Mas a região Nordeste ganhou participação no total de conexões, quando comparado à totalidade do Brasil, com 5,8% dos acessos no primeiro semestre de 2009 e 6,3% em dezembro.</p>
<p>• Exceto a chamada “Banda Larga Popular”, um programa de inclusão social do governo do Estado de São Paulo, que custa R$ 29,80 por mês (custo mais baixo do Brasil), a maior movimentação de preço se deu nas ofertas de velocidades mais altas, com a modalidade ADSL de 20 Mbps diminuindo seu custo de R$ 487,50 em janeiro de 2009 para R$ 189,90 em janeiro de 2010. Ao mesmo tempo em que a modalidade Cable aumentou sua velocidade de download de 8 Mbps, em janeiro de 2009, para 12 Mbps em janeiro deste ano.</p>
<p>• Entre julho e dezembro de 2009, 455 mil novas conexões em Banda Larga fixa foram comercializadas no Brasil, totalizando 11,489 milhões de acessos, um avanço de 4,1% se compararmos à base instalada do primeiro semestre de 2009. Essa taxa de crescimento é bem inferior a do semestre anterior, que foi de 12%. Foram identificadas duas causas para o menor crescimento: a proibição da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para a venda do serviço ADSL de uma grande operadora por um período durante o segundo semestre de 2008, e o rápido crescimento da banda larga móvel, que canibaliza parte da banda larga fixa.</p>
<p>• Considerando o mercado de banda larga massiva e IP (Internet Procotol) Dedicado, o segmento de pequenos escritórios ou escritórios em casa (SoHo) foi o único que cresceu, com 0,5% de incremento. Outros segmentos de IP Dedicado incluem grandes empresas, agências do governo e instituições educacionais. O segmento residencial teve uma queda de 0,44%. Todos os demais segmentos tiveram quedas muito pequenas, praticamente estáveis.</p>
<p>• No Brasil, a penetração das conexões de banda larga alcançou a percentagem de 5,98%; no Estado de São Paulo, esse número é de 11,42%. Esses números podem ser considerados baixos se comparados com países mais desenvolvidos, como Alemanha (29,9%), Espanha (20,3%) e Irlanda (20,7%). Apenas um pouco mais que um quarto dos lares brasileiros (27,4%) possui conexões de banda larga. No Estado de São Paulo essa penetração chega a 38,8%.</p>
<p>• A quantidade de assinantes de Banda Larga por meio da telefonia móvel (acesso em desktop usando modem ou data cards; ou em notebook ou netbook) em dezembro de 2009 é de 3.517.095 assinantes, um crescimento de 32% em relação ao último semestre e 77% em relação ao último ano.</p>
<p>Fonte: <a target="_blank" title="Brasil ultrapassa 15 milhões de conexões de banda larga" href="http://www.adnews.com.br/tecnologia/102552.html" target="_blank">Adnews</a></p>
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		<title>Web vai superar rádio em propaganda no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 13:06:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Agências, anunciantes e veículos: mantenham atenção ao mundo online. A consultoria ZenithOptimedia, do Grupo Publicis, divulgou previsões para a receita publicitária no Brasil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agências, anunciantes e veículos: mantenham atenção ao mundo online. A consultoria ZenithOptimedia, do Grupo Publicis, divulgou previsões para a receita publicitária no Brasil e concluiu que neste ano o mercado como um todo deverá crescer 11,8% por aqui. O destaque fica por conta da mídia online: o crescimento será de 29,2% e, segundo o estudo, deve fazer com que o meio ultrapasse o rádio no bolo publicitário.</p>
<p>Apesar de liderar o crescimento entre as mídias, a internet teve apenas 4,3% de participação entre o montante aplicado na mídia brasileira em 2009. A consultoria aponta que a internet irá ultrapassar o faturamento publicitário do meio radiofônico. Se a previsão se consumar, o meio se tornaria a quarta maior mídia nacional atrás de TV, jornais e revistas.</p>
<p>No ano passado, os dois meios estiveram próximos: o rádio recebeu US$ 514 milhões da verba publicitária, contra US$ 502 milhões do mundo online. Neste ano, porém, deve ficar com US$ 558 milhões frente aos US$ 649 milhões da internet.</p>
<p>Recentemente, a web chamou atenção por ter ultrapassado, em escala global, as revistas em preferência publicitária – 12,6% do bolo –, ficando atrás somente dos jornais (23,1%) e da televisão (39,4%). No Brasil, a revista continua à frente da web pelo menos até 2012 – no ano passado, recebeu 8,5% da verba publicitária nacional.</p>
<p>Os jornais também comemoram a pesquisa da Zenith. O meio impresso receberá um investimento de US$ 2 bilhões em 2010, um crescimento de 11,6%, afirma a consultoria.</p>
<p>O Brasil, juntamente com os países emergentes, segue com previsão de crescimento do mercado publicitário, onde deve ter alta de 9,3%. Já os Estados Unidos, a Europa e o Japão, considerados os maiores do mundo, devem passar, juntos, por uma retração de 0,8%.</p>
<p>A verba total de investimento no setor de mídia deve chegar a US$ 13,1 bilhões.</p>
<p>Relembre matéria do AdNews: <a target="_blank" href="http://www.adnews.com.br/internet/101668.html" target="_blank">Internet bate revistas e vira 3ª maior mídia do mundo</a></p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Web vai superar rádio em propaganda no Brasil" href="http://www.adnews.com.br/publicidade/102305.html">Redação AdNews</a></strong></p>
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		<title>Twitter finalmente abre portas para publicidade</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 15:03:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Criado em 2006, só agora o Twitter lança a tão aguardada plataforma para suporte de publicidade. A informação foi publicada nesta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Criado em 2006, só agora o Twitter lança a tão aguardada plataforma para suporte de publicidade. A informação foi publicada nesta terça-feira no <a target="_blank" href="http://blog.twitter.com/2010/04/hello-world.html" target="_blank">blog</a> do co-fundador da empresa, Biz Stone.</p>
<p>Batizada de &#8220;Promoted Tweets&#8221;, a inovação permitirá às empresas o envio de anúncios por tweets. Inicialmente, apenas 10% dos usuários receberão textos comerciais.</p>
<p>Este é o primeiro passo do microblog para tornar o serviço rentável, mas a novidade já é vista com maus olhos pelos usuários pelo fato de ser semelhante ao envio de spams.</p>
<p>A empresa avisa que as mensagens pagas terão uma indicação de “promoted”, no topo de algumas buscas feitas no serviço. Entre os primeiros anunciantes estão Best Buy, Red Bull, Sony, Starbucks e Virgin America.</p>
<p>O projeto de publicidade no Twitter será executado em diversas etapas. O próximo passo só será dado quando a empresa tiver um melhor entendimento da repercussão do Promoted Tweets.<br />
 Futuramente, a exibição de imagens publicitárias entre os textos publicados pelos usuários será implantada.</p>
<p>Ainda não há certeza sobre a atenção que os internautas dedicarão à esses anúncios. O Twitter pretende medir se as mensagens publicitárias despertam interesse de seus usuários. E, caso o serviço não agrade, não será mais oferecido – segundo Stone.</p>
<p>As inovações propostas pelo microblog serão expostas pelo COO do Twitter, Dick Costolo, na conferência AdAge Digital, em Nova York – nesta terça. Costolo se juntará ao CEO da empresa, Evan Williams, no dia seguinte, para explicar a nova estratégia em um evento para desenvolvedores do Twitter.</p>
<p><strong>Microsoft foi a primeira</strong></p>
<p>Embora a plataforma tenha sido lançada como uma novidade, essa não é a primeira vez que uma ação de publicidade foi feita no microblog. A Microsoft foi a primeira empresa a investir em publicidade no Twitter. Em março do ano passo, a marca foi divulgada por uma caixinha retangular posicionada na coluna da direita do perfil do usuário. A diferença dessa ação para a nova investida do microblog é a criação de uma plataforma para a publicidade dentro do site.</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Twitter finalmente abre portas para publicidade" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=101820" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Internet bate revistas e vira 3ª maior mídia do mundo</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 15:21:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esta semana ficará marcada nas estatísticas históricas da internet. A mídia online ultrapassou as revistas em faturamento publicitário mundo afora e e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta semana ficará marcada nas estatísticas históricas da internet. A mídia online ultrapassou as revistas em faturamento publicitário mundo afora e e se torna a terceira maior mídia em escala global.</p>
<p>Os dados são resultado de um estudo realizado pela Zenith Optimedia, que mostra também uma aproximação da web com os jornais. A internet atraiu US$ 55 bilhões de investimentos em todo o mundo, com isso, já é dona de 12,6% do bolo publicitário no planeta, ficando atrás apenas dos jornais, com 23,1% e da televisão, com 39,4%. As revistas estão agora em quarto lugar, com 10,3%.</p>
<p>A projeção é de que em 2012, ano no qual deverá atingir o share de 17,1% do bolo, a internet se aproxime dos jornais, que deverão contar com 19,4%dos investimentos. Naquele ano, a internet deverá atrair investimentos de US$ 83,9 bilhões, contra US$ 95,4 bilhões dos jornais e US$ 199,7 bi da televisão – que deverá ter participação de 40,6%, um pouco superior à atual.</p>
<p>A Zenith também prevê um crescimento do mercado publicitário de 2,2% em 2010 na comparação com 2009, ano que teve uma queda próxima a 10%. A expectativa é que os investimentos cheguem à casa de US$ 456 bilhões em todo o mundo neste ano e que, para os anos seguintes, o mercado cresça mais 4,1% em 2011 e outros 5,3% em 2012.</p>
<p>Em um estudo anterior, a Zenith apontou a possibilidade de crescimento mundial de apenas 0,9%, portanto esse é o segundo relatório consecutivo com revisão para cima, após 18 meses revisando para baixo as expectativas.</p>
<p>Dividindo o estudo por regiões, a América Latina figura como destaque, que após um ano registrando o crescimento irrisório de 0,4%, 2010 promete uma alta de 9,3%, o que representa a movimentação de  cerca de US$ 33 bilhões, com possibilidade de chegar a US$ 38 bi em 2012.</p>
<p>A América do Norte é a região que passa por mais dificuldades, e a publicidade dos Estados Unidos deverá fechar com receitas abaixo de 2009, cerca de 2% menos. O mercado europeu deverá crescer 0,4%, enquanto a Ásia subirá na casa de 5,9%. Se  o Japão for retirado da lista asiática, o índice salta para 10%, o que colocaria a região como a melhor de 2010.</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Internet bate revistas e vira 3ª maior mídia do mundo" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=101668" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Twitter: mais de 60% das contas são de fora dos EUA</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 15:18:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais de 60% dos cadastros no Twitter vêm de fora dos Estados Unidos, e a adoção de novos idiomas para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 60% dos cadastros no Twitter vêm de fora dos Estados Unidos, e a adoção de novos idiomas para o serviço ¿ já são seis ¿ fazem aumentar o número de pessoas que criam uma conta.</p>
<p>Segundo Matt Sanford, engenheiro da equipe internacional do Twitter, &#8220;existem usuários do Twitter em grandes países que você imagina, em alguns países menores que você não espera (como a Cidade do Vaticano) e até mesmo do espaço&#8221; (citando o astronauta Soichi Noguch, ou @astro_soichi, que envia fotos e comentários da vida na Estação Espacial Internacional).</p>
<p>No caso da expansão internacional, Sanford, no blog oficial do Twitter, cita o exemplo da conversão do site para o espanhol, lançada em novembro de 2009. &#8220;Vimos imediatamente um aumento de 50% de cadastros nos países hispânicos. Nos dias após o trágico terremoto no Chile, as pessoas usaram o Twitter para criar linhas de comunicação. Os cadastros aumentaram 1200% e quase todos usavam o espanhol como idioma. Na Colômbia, os cadastros aumentaram 300% após políticos como Piedad Córdoba Ruíz adotarem a plataforma como meio de comunicação&#8221;, escreveu.</p>
<p>Outro exemplo é a Índia. O engenheiro cita um aumento de quase 100% de uso do Twitter graças também ao uso político da plataforma e de astros de Bollywood. Uma parceria com uma operadora local (Bharti Airtel) permite enviar tweets por SMS com tarifa local. &#8220;Essa é apenas a ponta do iceberg. Continuamos a trabalhar para trazer novos idiomas e parcerias em todo o mundo&#8221;, concluiu Sanford.</p>
<p><strong>Fonte: Zumo Notícias</strong></p>
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		<title>E-commerce: muita audiência e pouca venda</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/ecommerce-muita-audincia-pouca-venda.html</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 22:29:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As maiores empresas não usam ferramentas de web analytics, não sabem o que é usabilidade e não contribuem ao avanço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As maiores empresas não usam ferramentas de web analytics, não sabem o que é usabilidade e não contribuem ao avanço do comércio eletrônico no Brasil. Aprenda a explorar esse nicho e aplique métricas no seu site.</p>
<p>Por <a target="_blank" title="Veja todos os artigos de Alejandro Dicovsky" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/author/alejandro_dicovsky">Alejandro Dicovsky</a></p>
<p>Já conquistamos o ciberespaço? Onde está o desenvolvimento da nossa ainda adolescente internet comercial?</p>
<p>Onde estamos errando em nossas estratégias, em nossos projetos? Qual é o valor de termos 50, 100, 500 mil visitas por mês em nossos sites se não conseguimos transformá-las em vendas?</p>
<p>O tempo das métricas baseadas apenas em grandes audiências acabou.  O que importa é a efetividade dos projetos. Qual é a nossa real taxa de conversão?</p>
<p>Olhemos apenas para três vetores: mobilidade, redes sociais e vídeos. Todos interligados, aqui e agora. Em qualquer lugar. Mas a tecnologia é apenas ferramenta. Saber usá-la em favor dos nossos resultados comerciais é o grande desafio.</p>
<p>Antes de mais nada, para gerenciar algo é preciso medi-lo, já dizia Peter Drucker. Mas a realidade é bem diferente e vem comprometendo o sucesso de projetos web e, mais especificamente, de projetos de comércio eletrônico</p>
<p>Veja Artigo Completo: <a target="_blank" title="E-commerce: muita audiência e pouca venda" href="http://webinsider.uol.com.br/2010/03/11/e-commerce-muita-audiencia-e-pouca-venda/" target="_blank">Webinsider</a></p>
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		<title>Internet desafia metodologias e resultados de pesquisa</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 21:27:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mudança do comportamento do consumidor e técnicas estão na pauta de discussão
A pesquisa está entre as centenas de atividades que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Mudança do comportamento do consumidor e técnicas estão na pauta de discussão</h4>
<p>A pesquisa está entre as centenas de atividades que a internet provocou mudança radical. Além de ser mais um ambiente de interação, relacionamento e consumo a ser considerado por quem analisa o comportamento do consumidor, ela serve de campo de observação da realidade em tempo real. Não é por acaso que o tema esteve presente em praticamente um terço das apresentações discutidas no 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa de Mercado, realizado pela Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa.</p>
<p> A web mudou o comportamento das crianças brasileiras de 4 a 12 anos. Elas são as que mais acessam a internet no mundo, segundo pesquisa realizada pela Millward Brown Brasil em 12 países. Aqui, elas passam 13 horas conectadas principalmente jogando on-line. Com a web, as crianças se tornam multiplataforma e superconectadas. O desafio das marcas é chamar atenção delas com uma experiência divertida. </p>
<p> O estudo brasileiro envolveu oito grupos de discussão, formados por mães e crianças das classes ABC.  Hoje, o brinquedo divide espaço com a internet e com o celular. O diário virou blog e não são mais os pais que escolhem o que as crianças compram, mas elas próprias. Assim como a TV, todos querem ter o seu computador no quarto, o que na classe C é aspiracional. Quando o assunto é rede social, os pré-adolescentes são a maioria por a utilizarem como convívio.</p>
<p> <strong>Branding digital</strong><br />
 A internet ganha também um papel cada vez mais importante na construção de marcas. “É o que chamamos de círculo virtuoso do branding, onde consumidores digitais são mais jovens, mais bem informados, pesquisam mais e compram mais pela web. O conhecimento sobre marcas os tornam influenciadores de outras pessoas. Por isso, vale a pena investir neste consumidor”, afirma Valkiria Garré (foto), Diretora Executiva da Millward Brown do Brasil.</p>
<p> Os adolescentes estão buscando jogos, redes sociais, músicas, vídeos e mensagens. Já os adultos estão em busca de notícias, basicamente. Pesquisa feita pela Millward Brown do Brasil aponta para um relacionamento entre adolescentes e marcas baseado em roupa, tênis e tecnologia. “Apesar de extremamente ativo na web, o jovem tem dificuldade de falar de propaganda na internet. Tanto positiva quanto negativamente”, diz Valkiria.</p>
<p> Assim como os mais jovens, os adultos também procuram marcas na web após verem uma propaganda na TV. Como a Coca-Cola, por exemplo. O estudo mostra que 13% dos internautas descobriram a marca de refrigerantes na internet por meio da TV. Outro dado interessante é de que, tanto adultos quanto jovens, pesquisam preços na web e compram na loja por motivos de segurança. </p>
<p> <strong>Etnografia Digital</strong><br />
 A chamada Etnografia Digital também ganha força e se percebe que as mulheres da classe C que acessam a internet ganham uma nova vida digital. É o que indica a pesquisa desenvolvida pela Predica e pela Multifocus com mulheres, donas-de-casa, de 25 a 49 anos, de São Paulo. Quarenta por cento delas passam mais de duas horas conectadas por dia, sendo que 83% acessa a rede todo os dias, principalmente a tarde. O estudo mostra os hábitos de navegação e indicam a preferência por sites de relacionamento (44%), informação (38%), entretenimento (10%), compra on-line (6%) e serviços (2%).</p>
<p> Durante 11 dias de levantamento, o estudo apresentado por Claudia Woods (foto), diretora de inteligência e Marketing da Predicta, registrou 94.250 acessos e 2.700 links diferentes. A internet reflete uma mudança de hábito das mulheres. Trinta e três por cento delas a utilizam como passatempo melhor que a televisão, 78% se sentem mais globalizadas, 15% chegou a se dizer mais inteligente e 26% se sentem seguras em comprar on-line. Elas ainda participam de redes sociais (94%), acessando principalmente o Orkut. </p>
<p> Estas mulheres também vão ao banco virtualmente (23%) e acabam migrando seus hábitos de consumo para o ambiente on-line, principalmente com relação a mídia, pois 66% delas estão lendo menos jornais, 61% assistem menos a TV e 54% ouvem menos o rádio. Na hora de comparar preço, mais de metade (60%) afirmou que não gasta mais sola de sapato indo às lojas, fazendo a comparação on-line. </p>
<p> <strong>Pesquisa on-line</strong><br />
 Para as empresas anunciantes na web, duas ótimas notícias: 55% lembram de propagandas on-line e 32% delas já participaram de promoções pela internet. Na hora de comprar, 63% buscam informação de produtos nos sites das empresas e 12% publicam suas opiniões sobre uma marca em fóruns e comunidades.</p>
<p> E a pesquisa pela internet? Avaliar comunicação e fazer pré-teste de campanhas pela internet dá o mesmo resultado que presencialmente, é 50% mais rápido e até 20% mais barato, aponta a GFK Brasil. Um estudo feito para a marca Elsève serviu de caso de sucesso para mostrar que o formato de pesquisa deve e precisa evoluir, assim como a comunicação e o consumidor mudaram nos últimos anos. </p>
<p> Alguns mitos caíram por terra. Da mesma forma que no ambiente tradicional, a pesquisa pela internet está sujeita aos mesmos vieses que a tradicional. Apesar do perfil dos respondentes na web ser mais jovem e com maior poder de consumo, pode-se segmentar a base amostral, tamanho e o acesso ao consumidor on-line hoje. E a riqueza das respostas, é boa? “Não é porque está on-line que terá uma resposta pobre. É possível ter um material de qualidade pela internet”, aponta Cristina Jensen, da GFK.</p>
<p>Por Bruno Mello, do Mundo do Marketing<br />
<a target="_blank" href="mailto:bruno@mundodomarketing.com.br">bruno@mundodomarketing.com.br</a></p>
<p>Fonte: <a target="_blank" title="Internet desafia metodologias e resultados de pesquisa" href="http://www.mundodomarketing.com.br/16,13472,internet-desafia-metodologias-e-resultados-de-pesquisa.htm" target="_blank">Mundo do Marketing</a></p>
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		<title>Acesso à internet em casa supera lan house no Brasil</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/acesso-internet-em-casa-supera-lan-house-brasil.html</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 20:49:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pela primeira vez desde 2007, mais brasileiros acessam a internet em casa do que em lan houses. A conclusão é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pela primeira vez desde 2007, mais brasileiros acessam a internet em casa do que em lan houses. A conclusão é da 5ª edição da TIC Domicílios (Pesquisa Sobre Uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação no Brasil), realizada pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) e divulgada nesta terça-feira (6).</p>
<p>O estudo aponta que o acesso residencial à internet fez parte de 48% das respostas, contra 45% das lan houses. Em 2009, 36% dos domicílios possuíam um computador, contra 28% do ano anterior. Apenas 5% das residências têm notebooks, e 40% dos lares contam com telefones fixos. O uso da internet também saltou de 20% dos lares para 27%.</p>
<p>Mesmo com o crescimento de computadores e acesso à internet, o equipamento mais presente nos lares é a televisão (98%), seguida pelo rádio (86%). O celular continua em ascensão e já está em 82% dos lares nas áreas urbanas e em 78% no total do país porém, 90% das pessoas usam planos pré-pagos.</p>
<p>O NIC.br considera também o uso de ferramentas eletrônicas para governo e comércio. A pesquisa aponta que 30% daqueles que acessaram a internet no ano usaram ferramentas de e-Gov, contra 25% em 2008. Na zona rural, apenas 10% usam alguma ferramenta de acesso ao governo. <br />
 Já no comércio eletrônico, 52% das pessoas consultam preços online, mas 19% em todo o país compram efetivamente algo pela internet. Segundo o NIC.br, uma das questões para a pouca compra online é cultural: o brasileiro prefere ver o produto antes de fechar a compra &#8211; 26% das respostas ainda indicam preocupação com segurança ou privacidade.</p>
<p><em>Com informações do Zumo Notícias.</em></p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Acesso à internet em casa supera lan house no Brasil" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=101565" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<item>
		<title>Operadoras confiam no potencial de publicidade em celular</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/operadoras-confiam-potencial-de-publicidade-em-celular.html</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 20:32:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O maior congresso da Europa Oriental sobre publicidade em celular, o Mobile Advertising Congress de Bucareste, foi realizado ao final [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O maior congresso da Europa Oriental sobre publicidade em celular, o Mobile Advertising Congress de Bucareste, foi realizado ao final de fevereiro sob os auspícios da revista The Marketer e o braço rumeno de Vodafone Holdings.</p>
<p>O evento, que contou com um programa variado e grande número de palestrantes de todo o setor, focalizou mais fortemente o geotargeting, que consiste em entregar um conteúdo diferente de acordo com a localização do usuário. </p>
<p> O que torna tão interessante a transmissão de mensagens centradas em cada público alvo específico é a oportunidade de fazer anúncios de uma forma que leva em conta as preferências do assinante, sua localização e a hora em que ele vê o anúncio, o que aumenta consideravelmente o valor da informação obtida. Para um anunciante, o valor deste tipo de contato é substancialmente mais elevado do que o permitido pelas ferramentas tradicionais de promoção. </p>
<p> Os participantes da conferência confirmaram a viabilidade e o potencial da publicidade em celular nos mercados amadurecidos. Por exemplo, Marco Kind, Diretor de Marketing da Vodafone na Romênia, a companhia telefônica de maior sucesso nesta área na Europa Oriental, relatou que mais de 50% dos assinantes já tinha se inscrito para os serviços de publicidade em celular.</p>
<p>Evgeniy Zubakov, Diretor de Desenvolvimento de Negócios da Bercut Ltd., comentou: &#8220;É bastante natural que os participantes no mercado demonstrem interesse no geotargeting como fonte adicional de renda baseada nos recursos tecnológicos e de marketing existentes. Mas ao desenvolver um esquema de interação, é importante levar em conta osinteresses de todas as partes, inclusive a cia. telefônica, a agência  de mídia e o anunciante direto, bem como as tendências de mercado e os recursos e características de cada operadora específica. Estou <br />
 muito grato à Vodafone por esta oportunidade que nos deu de falar sobre nossa experiência nesta área em nossa palestra na conferência. Continuamos a desenvolver os serviços baseados em geotargeting como forma de garantir o crescimento estável das receitas com publicidade em celulares para as telefônicas.&#8221;</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Operadoras confiam no potencial de publicidade em celular " href="http://www.adnews.com.br/telecom/101363.html" target="_blank">AdNews</a></strong></p>
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		<title>Internet brasileira fatura R$ 1,3 bilhão em 2009</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 20:09:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[O faturamento da Internet no Brasil chegou à 1,3 bilhão de reais em 2009, registrando cerca de 25% em investimentos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O faturamento da Internet no Brasil chegou à 1,3 bilhão de reais em 2009, registrando cerca de 25% em investimentos publicitários, segundo o Internet Advertising Bureau (IAB) Brasil, instituto que representa as empresas ligadas à internet.</p>
<p>O dado foi apresentado nesta terça-feira (30) em São Paulo. O instituto também anunciou que premiará o anunciante que mais se destacar no ambiente digital durante o ano. A eleição final será feita com base nos maiores anunciantes do mês, que serão conhecidos ao longo de 2010.</p>
<p> O valor de faturamento é aproximadamente 350 milhões de reais a mais do que foi divulgado pelo Projeto Inter-meios, estudo que mensura o mercado da web.</p>
<p>A Internet também registrou uma audiência de mais de 67 milhões de pessoas. Desse total, 41% dos indivíduos pertencem à classe C. Outra informação destacada diz respeito ao mercado de mobile marketing. Hoje, são 176,8 milhões de celulares ou 91,7 celulares/habitante, onde 82,5% são pré-pagos.</p>
<p>A expectativa da entidade para este ano é que os investimentos publicitários na internet sejam 30% superiores do que foi em 2009, com uma base de usuários chegando à 73,7 milhões, o que aumentará o volume de negócios para 1,7 bilhão de reais.</p>
<p> <strong>Fonte: <a target="_blank" title="Internet brasileira fatura R$ 1,3 bilhão em 2009" href="http://www.adnews.com.br/internet/101311.html" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Social Media Marketing: Como estruturar uma estratégia vencedora de marketing nas redes sociais</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 18:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Midia Social]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[As Redes sociais como o Facebook, Twitter, Orkut, Youtube, Linkedin, estão mudando as regras de web marketing, introduzindo novos conceitos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As Redes sociais como o Facebook, Twitter, Orkut, Youtube, Linkedin, estão mudando as regras de web marketing, introduzindo novos conceitos de medição de desempenho. Se os elementos do webmarketing tradicional  foram distinguidos pela medição de Clicks, Lead e Sales, no desempenho de midia social são detectados pelo volume de usuários e seguidores de uma reputação crescente de que a sociedade começa a partir da relação com os usuários online.</p>
<p>A Reputação on-line, também chamado de &#8220;Web Reputation&#8221;, é o meio de detecção de sucesso de campanhas na mídia social. Há  no mercado internacional técnicas muito avançadas para detectar e monitorar a reputação on-line, que são capazes de encontrar aquilo que as pessoas estão fazendo nos meios de comunicação social em relação ao assunto e não apenas o uso da Marca. Em suma, meios de comunicação social abriram caminho para as técnicas de pesquisa on-line baseado em semântica e não apenas as palavras &#8220;chaves&#8221;.</p>
<p>Definido como o desempenho de detecção de instrumento para campanhas de marketing nas midias sociais devem-se estar preparado, com o objectivo de criar uma interação entre a empresa e os usuários on-line. Ao contrário dos canais tradicionais de webmarketing, onde os conteúdos são representados por banners gráficos e mensagens de texto, no conteúdo de mídia social deve ser a interatividade.Para isso deve ser configurado:</p>
<ul>
<li> Vídeos Divertidos, ao mesmo tempo que profissionais;</li>
<li>Apresentações on-line</li>
<li>Organização de eventos via webconferência.</li>
</ul>
<p>As campanhas são caracterizadas através dos seguintes objetivos:</p>
<ul>
<li>Criando uma lista crescente de seguidores que escutam as nossas campanhas no microblog e interagem com elas;</li>
<li>Publicando periodicamente informações úteis que a atenção usuários direto ao conteúdo on-line interativo</li>
<li>Estimular o encaminhamento de micro mensagens com os respectivos links;</li>
</ul>
<p>Para encontrar e envolver as pessoas a se tornarem seguidores de grupos de discussão online, existem várias técnicas que não podemos falar para não fazer um canal de conhecimento para a concorrência de nossas técnicas em midia social.Você pode alcançar grandes objetivos, utilizando grupos de discussão bem oferecido em mídias sociais como Twitter, LinkedIn e Facebook. Outros canais importantes para o efeito são os sistemas tradicionais de PayPerClick e SEO, campanhas voltadas para trazer as pessoas para os ambientes de discussão na mídia social.</p>
<p>Depois de chegar a um bom número de seguidores, começamos a enviar mensagens de incentivo para a conversa, que tenham por objeto o conteúdo interativo. Ao mesmo tempo, devem ser agendados eventos em que os utilizadores possam se tornar perseguidores confirmando sua filiação. Para este efeito, os instrumentos &#8220;Eventos&#8221; devem ser utilizados estes são oferecidas pelas plataformas de redes sociais como LinkedIn ou Facebook.</p>
<p>O evento em reunião na web on-line é uma relação  síncrona muito forte com o seu potencial de mercado. Em resumo, oferecemos a possibilidade de entrar em um debate aberto com um grupo de usuários. Este instrumento, utilizado com muito cuidado e com a segurança de saber também o argumento apresentado, a fim de evitar enganar e ter comentários negativos.</p>
<p>Sucessivamente será produzido uma apresentação interativa on-line (a ser publicado no slideshare) e um vídeo para o YouTube. Estes conteúdos interativos terão que gravar comentários para cada ponto importante discutido durante a apresentação on-line. Pessoas que assistiram ao evento na reunião online será o primeiro a adicionar comentários adicionais e transmitir o conhecimento do conteúdo.</p>
<p>Neste ponto, a campanha do ciclo (loop) está concluída. Agora você tem que reiniciar o processo com novas pesquisas utilizando o novo conteúdo com fiéis usuários (participantes do evento webmeeting) para dar credibilidade e demonstração de interesse sobre o assunto.</p>
<p>Em conclusão, para fazer marketing nas mídias sociais é algo um tanto complexo e longo em termos de resultados em relação com o web marketing tradicional, mas garanto-lhe que os resultados em termos de desempenho real, reputação, (e vendas) será muito maior.</p>
<p>Um truque importante para se manter em mente antes de começar a atacar em uma campanha de marketing nas mídias sociais. As sociedades comerciais devem perguntar-se: Conhecemos os nossos consumidores? Podemos pensar com a cabeça e desenvolver ferramentas que incentivem a interagir com o objeto da nossa marca e nossos produtos. Em algo que você curta sobre o CRM (Customer Relationship Management)?.</p>
<p>Eu sou Gabriele Taviani, co-fundador da Agência Brasileira de web marketing e marketing nas mídias sociais SEOBRA. Trabalhamos também na Itália sob a marca Slyweb. Nossas metodologias técnicas e estratégia de marketing nas midias sociais é unir técnicas desenvolvidas internamente e aplicadas pelas maiores agências de marketing internacionais.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Gabriele Taviani</p>
<p>SEOBRA Brasil: <a target="_blank" href="http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fwww.seobra.com.br&amp;sa=D&amp;sntz=1&amp;usg=AFQjCNEZbVptc-zqXdtKSB-_tPeLcjleVg">http://www.seobra.com.br</a></p>
<p>Slyweb Itália: <a target="_blank" href="http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fwww.slyweb.it&amp;sa=D&amp;sntz=1&amp;usg=AFQjCNHxQxOcaDIC8DniKgDNZE5L_lUV-w">http://www.slyweb.it</a></p>
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		<title>Internet é a mídia que mais cresce em publicidade</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 13:30:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing na internet]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade online]]></category>

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		<description><![CDATA[A internet foi o meio de comunicação que registrou maior índice de crescimento em 2009. Foram 25,2% de aumento em relação a 2008, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A internet foi o meio de comunicação que registrou maior índice de crescimento em 2009. Foram 25,2% de aumento em relação a 2008, o que totaliza faturamento de R$ 950 milhões. A informação é do Projeto Inter-Meios divulgada nesta quarta-feira (24).</p>
<p> A mídia brasileira em geral cresceu 4% com publicidade em 2009, descontando a inflação, o número cai para 2,2%. Outro destaque ficou por conta do rádio, que registrou crescimento de 9,4% e passou para 4,4% em participação de mercado, faturando R$ 987 milhões.</p>
<p> A TV aberta, que corresponde a maior fatia do bolo publicitário, também ampliou sua participação no total dos investimentos, conquistando um share de 60,9% e R$ 13,569 bilhões, valor 7,6% maior que no ano anterior.</p>
<p> A TV por assinatura, no entanto, conseguiu apenas 2,5% de verbas publicitárias a mais do que em 2008 e manteve seu share em 3,7%.</p>
<p> Em má fase, os jornais registraram queda de 8,1% com publicidade (R$ 3,135 bilhões); as revistas caíram 6,2% (R$ 1,712 bilhão); no segmento de guias e listas o recuo de 19,7% (R$ 356 milhões) é atribuído para a migração de verbas para a internet.</p>
<p> O cinema, que faturou 7,6% a menos com publicidade, conquistou R$ 82 milhões.</p>
<p> <strong>Fonte: <a target="_blank" title="Internet é a mídia que mais cresce em publicidade" href="http://www.adnews.com.br/publicidade/101086.html" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Cresce o uso simultâneo de TV e internet</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/cresce-uso-simultneo-de-tv-internet.html</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 14:34:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Tv]]></category>

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		<description><![CDATA[Os norte-americanos estão acessando a internet enquanto assistem TV por mais tempo; quase 60% dos telespectadores usam a web ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os norte-americanos estão acessando a internet enquanto assistem TV por mais tempo; quase 60% dos telespectadores usam a web ao mesmo tempo pelo menos uma vez por mês, crescimento de 2,7% em 1 ano.</p>
<p> Segundo pesquisa do centro de estudos Nielsen, divulgada nesta segunda-feira (22), os americanos passam 35% do tempo a mais consumindo TV e internet simultameamente em relação ao mesmo período de 2008. </p>
<p> O tempo gasto nas duas mídias chega a 3,5 horas por mês, de acordo com a pesquisa. O consumo de vídeos online também aumentou: 16%. Durante o horário de trabalho, 44% desses vídeos são assistidos. Segundo a Nielsen, o vídeo online não substitui a TV.</p>
<p> &#8220;A preocupação inicial era que a internet, os vídeos e o entretenimento móvel iriam, aos poucos, tirar o público de TV tradicional, mas o aumento contínuo desse público, junto com a expansão do uso, indica algo bem diferente&#8221;, disse o líder de produtos de mídia do Nielsen, Matt OGrady.</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Cresce o uso simultâneo de TV e internet " href="http://www.adnews.com.br/internet/101010.html">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Internet e 3D podem ser a salvação da TV</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/internet-3d-podem-ser-salvao-da-tv.html</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 21:23:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[As especulações sobre o fim da TV com a chegada da internet dão lugar ao pensamento de que os consumidores continuará [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As especulações sobre o fim da TV com a chegada da internet dão lugar ao pensamento de que os consumidores continuará a ver televisão, porém, de outra forma, segundo apontam especialistas. Essa nova ideia é reflexo do sucesso das imagens em 3D.</p>
<p>No mercado norte-americano já existem equipamentos que, quando acoplados a TV, permitem o usuário a assistir conteúdos da web. O Google, em parceria com a Sony e Intel, anunciou a sua entrada no mundo da televisão através do <a target="_blank" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=100780" target="_blank">Google TV</a>, segundo o jornal The New York Times – na semana passada.</p>
<p>O alto custo dos aparelhos (cerca de R$3 mil) e o conteúdo escasso em 3D não são empecilhos para os analistas. Essa tecnologia deverá fazer sucesso segundo eles. A Sony, por exemplo, garantiu que metade dos televisores vendidos dentro de três anos serão 3D.</p>
<p>Todos os grandes fabricantes já iniciaram a venda desses televisores ou planejam comercializá-lo antes da Copa do Mundo – que pela primeira vez, será transmitida também em 3D.</p>
<p><strong>Ponto de partida</strong><br />
 A procura e a venda de TVs 3D foi impulsionada pelo cinema, por filmes como “Avatar” e a “Era do Gelo 3”. No futuro se espera que muitos outros gêneros se beneficiem com essa tecnologia, os games são um exemplo disso. . As televisões, portanto, devem transmitir programações em 3D em um futuro não muito distante, mas alguns analistas não descartam que a tecnologia possa ser prejudicial para a visão.</p>
<p>Martin Banks, professor de Oftalmologia da Universidade de Berkeley (Califórnia, EUA), publicou recentemente um estudo sobre a &#8220;fadiga do 3D&#8221;, assegurando que, em muitas ocasiões, ver conteúdos em três dimensões pode provocar dores de cabeça, visão confusa e cansaço. Banks afirma que a tecnologia 3D viola as normas de percepção às quais nossos olhos e nosso cérebro estão acostumados e nos obriga a fixar nossa visão simultaneamente nas imagens do fundo e nas mais próximas, o que provoca fadiga visual.</p>
<p><em>Com informações do Terra.</em></p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Internet e 3D podem ser a salvação da TV" href="http://www.adnews.com.br/internet/100921.html">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Propaganda em tempo real na web é lançada nos EUA</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/propaganda-em-tempo-real-na-web-lanada-nos-eua.html</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 21:18:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos EUA, as principais companhias de buscas, Google, Yahoo e Microsoft, lançaram suas plataformas para propaganda em tempo real, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos EUA, as principais companhias de buscas, Google, Yahoo e Microsoft, lançaram suas plataformas para propaganda em tempo real, o chamado &#8220;real time bidding&#8221; (leilão em tempo real). </p>
<p> Os anúncios são direcionados a cada internauta, definidos com base em seu comportamento na rede. É possível fazer com que uma propaganda de hotel, por exemplo, apareça na página do internauta que pesquisa passagens, prática que aumenta a precisão no dinheiro a ser investido, na personalização de campanhas e ações diversas para atingir um consumidor em potencial.</p>
<p> A plataforma já está disponível nos EUA e Europa desde setembro e beneficia também os donos dos sites que vendem espaço publicitário por preços mais altos, pois a cada atualização é possível reajustar o anúncio.</p>
<p> A Federal Trade Commission, agência americana que regula as práticas comerciais no país, discute a novidade, que os opositores alegam invasão da privacidade dos internautas. </p>
<p> O &#8220;real time bidding&#8221; não tem previsão de chegada ao Brasil.</p>
<p>Fonte: <a target="_blank" title="Propaganda em tempo real na web é lançada nos EUA" href="http://www.adnews.com.br/publicidade/100938.html">AdNews</a></p>
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		<item>
		<title>IPTV Cultura transmite Conferência Anual do Web for Development</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/iptv-cultura-transmite-conferencia-anual-do-web-for-development.html</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 14:33:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por acreditar no potencial da internet como ferramenta para o desenvolvimento social, associações de calibre internacional como a Unesco (Organização [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por acreditar no potencial da internet como ferramenta para o desenvolvimento social, associações de calibre internacional como a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) e Unctad (Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento) promovem entre quinta (25) e sexta-feira (26/2), em Brasília, a 6º edição da Conferência Anual do Web for Development.</p>
<p>E a Fundação Padre Anchieta, plena incentivadora de estratégias que buscam a emancipação da rede, integra a iniciativa fazendo a transmissão ao vivo, das 9h às 18h30, dos dois dias de encontro, por meio de seu canal na web, a IPTV Cultura &#8211; <a target="_blank" href="http://www.iptvcultura.com.br/web4dev">www.iptvcultura.com.br/web4dev</a>.</p>
<p>Além da FPA, outros parceiros figuram na lista de envolvidos no evento – realizado no Grand Bittar Hotel -, incluindo a Petrobras e o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI).</p>
<p>Acontecendo pela primeira vez na América Latina, a Conferência Anual do Web for Development, ou apenas Web4Dev, trata-se de um encontro que reúne profissionais de tecnologia da ONU. Criada em 2003, a conferência tem como objetivo principal abordar os impactos dos recursos da internet nos sistemas da Organização das Nações Unidas.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="IPTV Cultura transmite Conferência Anual do Web for Development" href="http://www.adnews.com.br/cultura.php?id=100068" target="_blank">AdNews</a></strong></p>
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		<title>Internet cresce no Brasil</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/internet-cresce-no-brasil.html</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 14:14:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo dados divulgados pelo Ibope nesta terça-feira (2), o número doméstico de brasileiros que acessaram a internet em janeiro chegou a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo dados divulgados pelo Ibope nesta terça-feira (2), o número doméstico de brasileiros que acessaram a internet em janeiro chegou a 36,8 milhões e o tempo online caiu 1,8%, totalizando 65 horas e 23 minutos mensais.</p>
<p> Se não considerados, comunicadores instantaneos como o MSN, o tempo gasto online fica em 45 horas e 43 minutos, crescimento de 2,3% em relação ao mês anterior.</p>
<p> Em lugares públicos, como bibliotecas, lan houses e telecentros, a quantidade de brasileiros que se conectam à internet é de 66,3 milhões.</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Internet cresce no Brasil" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=100181" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Yahoo e Twitter se unem na área de conteúdo</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 14:31:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Twitter]]></category>
		<category><![CDATA[Yahoo]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois do Facebook, foi a vez do Yahoo! anunciar parceria com o Twitter, segundo anúncio revelado na noite desta terça-feira (23). Com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois do Facebook, foi a vez do Yahoo! anunciar parceria com o Twitter, segundo anúncio revelado na noite desta terça-feira (23). Com o acordo, os tweets serão postados em tempo real nos sites de conteúdo do Yahoo (notícias, finanças, entretenimento e esportes), além dos resultados de busca.</p>
<p> &#8220;Devido a essa integração, qualquer pessoa cadastrada no Yahoo poderá atualizar várias redes sociais ao mesmo tempo e ficar em contato com as pessoas e as informações que mais interessam a cada momento do dia&#8221;, comunicaram.</p>
<p> No acordo, que entrará em vigor ainda este ano, o Yahoo também vai utilizar as informações públicas do Twitter para melhorar o conteúdo de seus sites.</p>
<p> &#8220;As informações de um único tweet podem viajar anos-luz e chegar muito longe com esta integração com o Yahoo!&#8221;, disse Biz Stone, co-fundador do Twitter. &#8220;Tweets em mais lugares aumenta sua relevância onde e quando você mais precisa dele&#8221;, finalizou.</p>
<p> <strong>Fonte: <a target="_blank" title="Yahoo e Twitter se unem na área de conteúdo" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=99924" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>30 dicas para usar as redes sociais nos negócios</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 13:52:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje em dia é comum que empresas criem perfis no facebook, Orkut, Twitter etc. O principal objetivo é divulgar suas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje em dia é comum que empresas criem perfis no facebook, Orkut, Twitter etc. O principal objetivo é divulgar suas marcas através das redes sociais. Mas, de nada adianta ter as ferramentas se não saber usá-las. Por isso, o site Inc. elaborou uma lista com 30 dicas para os empresários apreenderem a utilizar corretamente as redes sociais em seu benefício. Veja:</p>
<p> <strong>1. Ofereça uma espiada nos lançamentos</strong></p>
<p> Coloque uma prévia de novos produtos e serviços na internet. Por exemplo, John Doyle, fundador da empresa John chocolate e Kira na Filadélfia, postou fotos de lançamentos de sua empresa no Flickr e convidou os clientes para comentarem. </p>
<p> <strong>2. Aproveite os seus conhecimentos</strong></p>
<p>Compartilhe os conhecimentos que você adquiriu através de seu comércio e promova a sua marca. Ford Models, por exemplo, tornou-se uma sensação do YouTube através de uma série de vídeos que oferecem dicas de beleza e moda.</p>
<p> <strong>3. Demonstre o que sua empresa faz</strong></p>
<p> Mostre na rede o que sua empresa faz. Os clientes vão conhecer o seu negócio além do papel e você conseguirá transmitir também seus valores. O diretor de marketing da Blendtec, George Wright,  fez isso e conseguiu impulsionar as vendas da Blendtec em 700%.</p>
<p> <strong>4.Espalhe a sua marca</strong></p>
<p> Quer atrair mais tráfego para seu site? Ajude a espalhar a sua marca incentivando os visitantes a partilhar os conteúdos de que gostam. GotCast é um site que conecta diretores de elenco com os atores aspirantes, atrai novos visitantes por postar vídeos e permite que outras pessoas compartilhem links de vídeo no site. Uma maneira de promover a partilha de conteúdo de seu site é instalar um widget, como o AddThis, que automatiza links para sites populares.</p>
<p> <strong>5.Seja sincero</strong></p>
<p> Em tempos de crise econômica, a transparência é importante para manter e atrair clientes.  Criar um blog da companhia é uma maneira fácil de manter a comunicação aberta com os clientes. Giacomo Guilizzoni, fundador do San Francisco software Balsamiq possui um blog em que divulga números para mostra a solidez de sua empresa.</p>
<p> <strong>6.Tenha cuidado com o que fala</strong></p>
<p> Mas tenha cuidado o que você diz sobre os outros. Quando Leslie Richard, proprietário de uma empresa de vestuário Carolina do Norte, descreveu Vision Media Television como um &#8220;spam&#8221;, ela foi processada em US $ 20 milhões. <br />
 <strong><br />
 7. Interaja com os visitantes, realmente</strong></p>
<p> Não basta colocar criar um blog ou uma página de Facebook se o sentido da conversa só vai para um lado. Matt Mullenweg, fundador da plataforma de blogs Wordpress, diz que  não interagir com os visitantes pode “matar” a comunidade.</p>
<p> <strong>8 Não terceirize o serviço de rede social</strong></p>
<p> Com todas as outras tarefas necessárias dentro da sua empresa, é tentador terceirizar a gestão de mídia social ou mesmo tentar automatizar o processo. Isso pode facilmente virar contra você, como Joe Pulizzi, fundador do Cleveland Junta42 que mandava mensagens automáticas para os novos seguidores do Twitter.  Logo, os números de seguidores caíram, pois as mensagens mais pareciam spams.</p>
<p> <strong>9.Não finja ser outra pessoa</strong></p>
<p>Graças ao endereço IP de rastreamento, os observadores também pode rapidamente dizer quando empresas adotam identidades falsas. Não só a prática pode ferir a reputação de sua empresa,  mas também pode acabar em problemas legais. A clínica de cirurgia plástica Lift Lifestyle teve que pagar 300.000 dólares para o estado de Nova York , pois seus empregados postavam opiniões lisonjeiras sobre empresa, sem se identificar.</p>
<p> <strong>10.Conecte os funcionários</strong></p>
<p>Empresa como a IBM tem construído redes em “casa”, que conectam empregados que trabalham em locais diferentes. Pequenas e médias empresas podem tirar proveito das ferramentas disponíveis para facilitar a colaboração. A Agência Hoffman, uma empresa de relações públicas, usa Ning, que permite aos utilizadores construir redes sociais personalizadas, para conectar seus funcionários nos EUA, Europa e Ásia.</p>
<p> <strong>11 Recompense a fidelidade dos clientes</strong></p>
<p>
 Através de meios de comunicação social, as empresas podem executar promoções mais planejadas e com maior frequência. Chuviscos Cupcakes, uma cadeia de padaria com base em Beverly Hills, Califórnia, usa o Twitter para enviar diariamente ofertas promocionais. Isso ajudou a empresa a atrair mais de 17.000 seguidores.</p>
<p> <strong>12. Veja o que as pessoas estão falando sobre você</strong></p>
<p> Uma breve pesquisa das menções de sua empresa no Facebook, Twitter, e Yelp pode render uma mina de ouro de informações relativas à sua reputação. Muitos usuários no Yelp, por exemplo, sugeriram que empregados do Quimby’s Bookstore, em Chigado, eram menos que bem-vindos. Depois de ler os comentários, o proprietário Eric Kirsammer focou em melhorar o serviço ao consumidor. Aplicações como monitter e Trackur pode ajudá-lo a acompanhar conversas por toda a internet.    <br />
 <strong><br />
 13. Fazer as pazes com clientes insatisfeitos, rapidamente</strong></p>
<p> Andy Carlson, proprietário da loja Ace Hardware em Denver, uma vez se deparou com um comentário no Twitter, postado por um cliente nervoso que comprou uma ferramenta e ela quebrou após seu primeiro uso. Ele resolveu o problema em questão de minutos, dirigindo o cliente a uma loja da área e notificando-o sobre o tempo de garantia do produto. O melhor de tudo foi que, Andy Carlson foi capaz de retirar a reclamação depois do horário comercial – impedindo que palavras negativas viessem à tona. </p>
<p> <strong>14. Não fique na defensiva</strong></p>
<p> Uma crítica severa sobre seu negócio em sites como o Yelp, pode não só ferir seu ego como também machucar seu meio de vida, seu sustento. Mas resista a tentação de lançar-se ao público. Sarah Dunbar, proprietária do Oakland vintage botique Pretty Penny, responde privadamente a nada menos que comoventes críticos e motiva-os a visitá-la pessoalmente. E tenha sempre em mente que você não pode agradar a todos. Depois que Dunbar escreveu a um cliente insatisfeito, o comentador a acusou de realizar “negócios obscuros” por tentar influenciar opiniões.  </p>
<p> <strong>15. Mantenha os consumidores no laço </strong></p>
<p> Freqüentemente em seu caminho? Twitter pode ajudar seus clientes a acompanhar seus mais recentes destinos. Kogi Korean BBQ, que opera o carrinho de alimento em Los Angeles, mantém seus seguidores do Twitter constantemente informados de sua localização física. A atualização em tempo real ajuda Kogi a manter a demanda, assim como clientes alinhados em antecedência na transmissão da localização.<br />
 <strong><br />
 16. Descubra clientes potenciais</strong></p>
<p> Uma breve pesquisa de palavras-chave pode ajudá-lo a achar clientes em perspectiva que pode não estar ciente de sua empresa, mas ainda assim, poderiam se beneficiar com seu produto ou serviço. Bob Scaglion, diretor administrativo sênior em NewYork real-estate gestor da companhia Rose Associates, gerou 100 usuários iniciais por mês no Twitter para sua empresa, simplesmente respondendo aos usuários que twitaram incluindo frases como “mudando para a cidade de New York ” e “sem taxa de locação”. </p>
<p> <strong>17. Aumente sua participação de mercado</strong></p>
<p> Mídia Social pode ajudar sua companhia a atingir múltiplos mercados ao mesmo tempo. A rede de restaurantes Boloco enfatizou maior parte de sua propaganda e publicidade em Boston, que abriga 13 de suas 16 localizações. Mas como experiência, o CEO John Pepper decidiu postar a cópia de um cupom de um jornal local no Twitter, com o intuito de impactar consumidores em Vermont e New Hampshire. Os resgates de cupons cresceram para mais de 150% como resultado. <br />
 <strong><br />
 18. Marque sua publicidade on line</strong></p>
<p> Ambos Facebook e MySpace, permitem que empresas veiculem anúncios que atraiam grupos específicos de usuários baseados na informação que eles incluem em seus perfis. Ao publicar anúncios no Facebook direcionados a estudantes em faculdades específicas, StorQuest Self Storage, que tem sua localização no Arizona, Califórnia, Colorado e Havaí, aumentou seus números de alugueis para mais da metade. <br />
 <strong><br />
 19. Veja onde seu cliente está</strong></p>
<p> Um crescente número de redes sociais é projetado especialmente por usuários ativos, e alguns, como aplicativos móveis Foursquare, oferecem ferramentas especializadas para empresas. Sobremesas congeladas da rede Tasti D-Lite, por exemplo, usa o Foursquare para coletar dados sobre quantas pessoas visitam seu espaço e enviar ofertas promocionais para consumidores freqüentes. </p>
<p> <strong>20. Deixem os consumidores se ajudarem </strong></p>
<p> Incluindo um fórum de consumidores em seu website ou em seu perfil de rede social, pode ajudar a melhorar o serviço ao consumidor, enquanto se constrói um senso de comunidade. No Poolcenter.com, varejista de equipamentos de piscina sediado em Arlington, Virginia, clientes freqüentemente preenchem os requisitos de equipamento para piscina antes de contratarem os representantes de serviço ao consumidor. Get Satisfaction e Fixya são dois sites que oferecem espaços dedicados para fóruns de serviço ao consumidor. <br />
 <strong><br />
 21. Construa uma comunidade além do seu negócio</strong></p>
<p> O site de photos SmugMug se estabeleceu como um recurso para fotógrafos competentes em parte graças a um fórum, Digital Grin, onde membros do trade aconselha em tópicos as melhores técnicas para tirar fotos a noite e capturar cenas de casamento. Com exceção de uma sessão de suporte no final, o fórum é dedicado aos fotógrafos em geral, ao invés de serviços para a própria empresa. <br />
 <strong><br />
 22. Deixe os consumidores contribuir</strong></p>
<p> FrontPoint Security, fornecedor de segurança para casa em McLean, Virginia, começou a coletar testemunhos em vídeos de seus consumidores, que filmaram eles mesmos com câmeras Flip. Os vídeos são postados no site FrontPoint e no Youtube, e até mesmo em blogs pessoais de consumidores. Esforços de vídeos do FrontPoint tem ajudado a empresa a crescer mais do triplo em vendas.   </p>
<p> <strong>23. Ajude os outros a lhe promover</strong></p>
<p> Mídia social pode ajudá-lo a encontrar consumidores apaixonados que tem mais do que desejo de espalhar ao mundo sobre sua empresa. A fabricantes e fornecedora de arte Fiskars, estendeu seus serviços para os utilizadores do scrapbook convidando quatro usuários assíduos para blogar. Sua comunidade de artesanatos, chamada Fiskateers, vem desde então atraindo 5.000 usuários que servem como marcas evangélicas. </p>
<p> <strong>24. Cultive relacionamentos que levem as vendas</strong></p>
<p> Recentemente, depois de ter se juntado ao Twitter, J. R. Cohen, responsável do The Coffee Groundz, a Houston coffee shop, começou a incentivar seus seguidores a visitarem-no na própria loja. Ele começou a conhecer os consumidores tão bem que eles, não apenas iniciaram conversações com J.R. Cohen através do Twitter – eles começaram a enviar pedidos através do site também. Agora, Cohen periodicamente preenche os pedidos do menu através do Twitter, apesar de não usar esta página primordialmente para este propósito.</p>
<p>
 <strong>25. Mas não promova com muita agressividade</strong></p>
<p> Enquanto os usuários das redes sociais provaram estar abertos ao mercado – especialmente se envolver descontos – eles não estão acessando o Facebook ou MySpace para ficar sabendo dessas ofertas. Se o seu perfil ou blog parecer como um anúncio, irá afastar os visitantes. Kent Lewis, fundador da empresa de Portland marketing online Anvil Mídia, incentiva os usuários do Twitter, por exemplo, a passar adiante as notícias industriais e retwitar itens interessantes de outras pessoas com suas próprias promoções.  </p>
<p> <strong>26. Encontre maneiras de motivar seus visitantes off-line</strong></p>
<p> Em Março, Cinda Baxter, uma consultora de varejo em Minneapolis, finalizou uma postagem em um blog de negócios local com uma simples ideia: escolha três negócios para apoiar e gaste um montante combinado de 50 dólares por mês. A postagem estimulou centenas de ações, o suficiente para ela começar seu próprio website, o qual, desde então, tem atraído o apoio de mais de 12 mil negócios. Baxter tem usado a publicidade em seu site para suportar seu negócio de consultoria. Ela agora viaja a negócios para aconselhar outros consultores sobre como ajudar dentro de suas comunidades.</p>
<p><strong>27. Encontre pessoas influentes no seu meio</strong></p>
<p> Com o intuito de manter seu blog sempre atualizado, tenha certeza de manter seus olhos abertos para o que os outros estão fazendo na internet. Ler blogs independentes e entrar em grupos do Facebook e do LinkendIn, é uma boa maneira de se aproximar nas conversas. Spoonflower, um designer de tecidos de Mebane, Carolina do Norte, construiu uma comunidade com mais de 40 mil membros através do boca a boca em blogs do meio.</p>
<p> <strong>28. Acelere sua credibilidade ajudando os outros</strong></p>
<p> Para provedores de serviço, estabelecer-se como um experiente no meio pode rapidamente lhe trazer muitos negócios. A ferramenta de resposta do LinkedIn proporciona aos proprietários do programa fazer exatamente isso. Heidi Cool, uma consultora de Web Design em Cleveland, utiliza o LinkedIn Answer para pesquisas relacionadas ao seu segmento e gasta de uma a duas horas por semana nele. Em um mês, ela gerou 29 frentes de serviço utilizando o programa.</p>
<p> <strong>29. Procurando por talentos fora dos caminhos tradicionais</strong></p>
<p> Enquanto o LinkedIn é especificamente feito para uso profissional, algumas companhias tem achado outras redes sociais eficientes para recrutar novos parceiros. Jason Averbrook, CEO de gerencia de consultas da Knowledge Infusion, achou 19 candidatos em dois dias, simplesmente escrevendo sobre sua procura no seu status do Facebook, LinkedIn e Plaxo, que agregaram informações  de contato das redes sociais.<br />
 <strong><br />
 30. Conecte-se com parceiros em potencial</strong></p>
<p> LinkedIn foi projetado para ser utilizado em uma rede profissional, empresários podem achar contatos valiosos nele. Josh Steinitz, CEO da NileGuide, um site de planejamento de viagens localizado em São Francisco, usou o LinkedIn para achar parceiros de negócios identificando companhias com interesses em comum  e então perguntando a eles por contatos que poderiam ajudá-lo. Um terço das requisições da companhia gerou parceiros para ela.<br />
 <strong><br />
 Fonte: <a target="_blank" title="30 dicas para usar as redes sociais nos negócios" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=99624" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Publicidade online bate recorde histórico no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 00:11:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing na internet]]></category>
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		<description><![CDATA[A internet brasileira deve fechar 2009 com o maior volume de investimento publicitário de sua história. Segundo o UOL, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A internet brasileira deve fechar 2009 com o maior volume de investimento publicitário de sua história. Segundo o UOL, a expectativa é de que o aumento seja de 24% em relação a 2008, e alcance R$ 940 milhões. Os dados são do IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), instituto que trabalha para a difusão dos meios interativos.</p>
<p>De acordo com a entidade, o segmento online deve abocanhar 4,2% do total que foi investido pelo mercado publicitário no país em 2009. Há três anos, essa fatia era de 1,78%.</p>
<p>O bom resultado é consequência da forte expansão do setor, que não sentiu a crise mundial como outros veículos. Se comparados os faturamentos dos meios de comunicação entre novembro de 2008, no auge da crise mundial, e novembro de 2009, os dados indicam que o maior salto foi dado pela internet, que cresceu 37,19%. Os jornais expandiram em 1A internet brasileira deve fechar 2009 com o maior volume de investimento publicitário de sua história. Segundo o UOL, a expectativa é de que o aumento seja de 24% em relação a 2008, e alcance R$ 940 milhões. Os dados são do IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), instituto que trabalha para a difusão dos meios interativos.</p>
<p>De acordo com a entidade, o segmento online deve abocanhar 4,2% do total que foi investido pelo mercado publicitário no país em 2009. Há três anos, essa fatia era de 1,78%.</p>
<p>O bom resultado é consequência da forte expansão do setor, que não sentiu a crise mundial como outros veículos. Se comparados os faturamentos dos meios de comunicação entre novembro de 2008, no auge da crise mundial, e novembro de 2009, os dados indicam que o maior salto foi dado pela internet, que cresceu 37,19%. Os jornais expandiram em 1,8% seu faturamento, e as revistas, em 4,99%.</p>
<p>No acumulado de janeiro a novembro de 2009, o cenário foi semelhante. As empresas de internet cresceram 23,27% em relação ao mesmo período do ano anterior. A média de crescimento dos meios de comunicação em geral, que incluem, entre outros, revistas, jornais e emissoras de televisão, foi de 2,11%. Os dados de dezembro e o acumulado do ano devem ser divulgados em março.</p>
<p>Democratização da internet</p>
<p>A democratização no acesso à internet no país deve impulsionar ainda mais o fluxo de investimentos vindos da publicidade. Já são 68,5 milhões brasileiros conectados, e classe C é a que mais cresce em participação.</p>
<p>Além disso, o Brasil continua sendo o país que por mais tempo acessa a internet no mundo, com 24 horas e 48 minutos por mês, e a adoção da banda larga representava 83% das conexões em 2008.</p>
<p>A chegada da internet aos telefones celulares no Brasil promete ampliar esses valores. O resultado disso é uma mudança no mercado publicitário que, diante da expansão no número de internautas no país, precisa se adequar ao novo público e dar mais atenção a esse meio.</p>
<p>Nos Estados Unidos, a perspectiva também é otimista: em três anos, a internet deve ficar com um terço do fluxo desses investimentos, junto com a TV a cabo e a aberta.</p>
<p>Informações UOL</p>
<p>Redação Adnews,8% seu faturamento, e as revistas, em 4,99%.</p>
<p>No acumulado de janeiro a novembro de 2009, o cenário foi semelhante. As empresas de internet cresceram 23,27% em relação ao mesmo período do ano anterior. A média de crescimento dos meios de comunicação em geral, que incluem, entre outros, revistas, jornais e emissoras de televisão, foi de 2,11%. Os dados de dezembro e o acumulado do ano devem ser divulgados em março.</p>
<p>Democratização da internet</p>
<p>A democratização no acesso à internet no país deve impulsionar ainda mais o fluxo de investimentos vindos da publicidade. Já são 68,5 milhões brasileiros conectados, e classe C é a que mais cresce em participação.</p>
<p>Além disso, o Brasil continua sendo o país que por mais tempo acessa a internet no mundo, com 24 horas e 48 minutos por mês, e a adoção da banda larga representava 83% das conexões em 2008.</p>
<p>A chegada da internet aos telefones celulares no Brasil promete ampliar esses valores. O resultado disso é uma mudança no mercado publicitário que, diante da expansão no número de internautas no país, precisa se adequar ao novo público e dar mais atenção a esse meio.</p>
<p>Nos Estados Unidos, a perspectiva também é otimista: em três anos, a internet deve ficar com um terço do fluxo desses investimentos, junto com a TV a cabo e a aberta.</p>
<p>Informações UOL</p>
<p>Redação Adnews</p>
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		<title>TV perde adolescentes para outras mídias</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/tv-perde-adolescentes-para-outras-midias.html</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 13:57:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma pesquisa realizada pela Kaiser Family Foundation constatou que os adolescentes estão consumindo mais conteúdo produzido para a televisão, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa realizada pela Kaiser Family Foundation constatou que os adolescentes estão consumindo mais conteúdo produzido para a televisão, mas ficam menos tempo diante do televisor. Celulares, iPods e sites de compartilhamento de vídeos são os responsáveis pela mudança no hábito de consumir televisão.</p>
<p>Apesar de o conteúdo de TV ser o mais consumido entre as opções de entretenimento, pela primeira vez na década o tempo diante do televisor caiu: 25 minutos a menos em dez anos. Segundo o estudo, 59% dos adolescentes assistem aos programas de TV do jeito “clássico”, ou seja, no televisor e nos horários em que são transmitidos, enquanto que 41% usam também outros aparelhos para ver o conteúdo televisivo.</p>
<p>Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, Fábio Senne, coordenador de relações acadêmicas da Andi (Agência de Notícias dos Direitos da Infância) relatou que “a infância é a faixa que mais consome internet no Brasil, mas é preciso ter em mente que há uma relação direta com o custo dos serviços&#8221;.</p>
<p>A pesquisa entrevistou 2.000 americanos entre 8 e 18 anos e teve a colaboração da Universidade Stanford.</p>
<p><em>Informações Folha de S. Paulo</em></p>
<p><strong>Fonte: </strong><a target="_blank" title="TV perde adolescentes para outras mídias" href="http://www.adnews.com.br/midia.php?id=98937" target="_blank"><strong>Redação Adnews</strong></a></p>
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		<item>
		<title>Mercado global de buscas online cresce 46% em 2009, aponta comScore</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 13:12:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Sites de Busca]]></category>

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		<description><![CDATA[Levantamento compara resultados de dezembro de 2009 e de 2008; em crescimento, Brasil é terceiro, atrás da Rússia e da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Levantamento compara resultados de dezembro de 2009 e de 2008; em crescimento, Brasil é terceiro, atrás da Rússia e da França.</p>
<div>
<p>O mercado global de buscas online cresceu 46% em 2009, atingindo 131 bilhões de consultas, de acordo com análise da empresa americana de pesquisas comScore.</p>
<p>Em dezembro de 2008, esse número foi de 89,7 bilhões.</p>
<p>No ranking de países, os EUA são o maior mercado de buscas na web, com 22,7 bilhões de consultas em dezembro de 2009. A China vem em segundo, com 13,2 bilhões.</p>
<p>Mas o país asiático, do qual <a target="_blank" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/01/12/apos-investigar-ataques-de-dezembro-google-ameaca-deixar-a-china/">o Google ameaçou sair</a> em resposta a ataques cibernéticos provenientes da região, está longe de ser líder em crescimento.</p>
<p><strong>Emergentes</strong><br />
Pelos dados da comScore, o mais forte crescimento em buscas ocorreu na Rússia, que saltou de 1,7 bilhão em dezembro de 2008 para 3,3 bilhões no mesmo mês de 2009 &#8211; um salto de 92%.</p>
<p>O segundo maior mercado em crescimento é o francês, que foi de 3,3 bilhões em dezembro de 2008 para 5,4 bilhões em 2009 (aumento de 61%). Em terceiro lugar, segundo a comScore, está o Brasil, que saltou de 2,4 bilhões para 3,7 bilhões (crescimento de 53%).</p>
<p>Em termos de serviços online, o maior continua sendo o Google, responsável por 87,8 bilhões das buscas em dezembro de 2009, seguido pelos sites do Yahoo!, com 9,4 bilhões. O terceiro lugar é do serviço chinês Baidu, com 8,5 bilhões.</p>
<p>Entre os cinco principais serviços, o de maior crescimento foi o da Microsoft (70%), que passou de 2,4 bilhões em dezembro de 2008 para 4,1 bilhões no final de 2009. O total de pesquisas nos sites do Google cresceu 58% no ano, de 55,6 bilhões para 87,8 bilhões.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Mercado global de buscas online cresce 46% em 2009, aponta comScore" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/01/22/mercado-global-de-buscas-online-cresce-46-em-2009-aponta-comscore/" target="_blank">IDGNow</a></strong></p>
</div>
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		<item>
		<title>Acesso à web aumenta 10% no Brasil em 2009, diz Ibope</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/acesso-a-web-aumenta-10-no-brasil-em-2009-diz-ibope.html</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 11:49:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Do universo dos que acessam a rede por meio de outros dispositivos que não o computador, 66% o fazem pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Do universo dos que acessam a rede por meio de outros dispositivos que não o computador, 66% o fazem pelo celular.</p>
<div>
<p>A 21º edição da pesquisa Internet Pop, do Ibope Mídia, constata que o acesso à web no Brasil em 2009 aumentou 10% em relação a 2008, alcançando um total de 25 milhões de internautas.</p>
<p>Do universo dos que acessam a rede por meio de outros dispositivos que não o computador, 66% o fazem pelo celular, 21% por aparelhos equipados com banda larga 3G e 9% por computador de mão (como palm top).  </p>
<p>O estudo do Ibope foi feito entre os dias 23/9/2009 e 6/10/2009 em 11 mercados brasileiros, como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza e Campinas, entre outros.</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Acesso à web aumenta 10% no Brasil em 2009, diz Ibope" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/01/12/acesso-a-web-aumenta-10-no-brsail-em-2009-diz-ibope/" target="_blank">IDGNow</a></strong></p>
</div>
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		<title>Web continua crescendo; jornais e revistas caem</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 11:35:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O faturamento publicitário dos veículos de comunicação registrou um discreto crescimento de 0,67% e permaneceu praticamente estável nos oitos primeiros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O faturamento publicitário dos veículos de comunicação registrou um discreto crescimento de 0,67% e permaneceu praticamente estável nos oitos primeiros meses de 2009 em relação ao mesmo período de 2008.</p>
<p>De acordo com números do Projeto Inter-Meios, até outubro, o mercado faturou R$ 17,54 bilhões, contra os R$ 17,42 bilhões anteriores. O destaque foi a internet, que cresceu 21,5%, faturando R$ 724,7 milhões com publicidade, ampliando a sua participação no total do bolo para 4,1%. Em sentido inverso, a TV por assinatura caiu 0,6% (chegando a R$ 637,7 milhões), e sua fatia é agora de 3,6%.</p>
<p>O faturamento da TV aberta (R$ 10,6 bilhões) cresceu 4,2% no mesmo período e responde por 60,6% das verbas investidas em mídia.  Também apresentaram resultados positivos: o rádio (7,2%, com R$ 786 milhões) e a mídia exterior (outdoors, painéis e front-light),  que cresceu 11,1%, com R$ 523,3 milhões.</p>
<p>Ainda segundo o Projeto Inter-meios, a mídia impressa teve prejuízos. Os jornais caíram 10,7% e faturaram R$ 2,5 bilhões; as revistas caíram 10% (faturamento de R$ 1,3 bilhão); guias e listas caíram 22,2% (faturamento de R$ 302,8 milhões). Com um faturamento de R$ 63,6 milhões, o cinema também apresentou resultado negativo de 9,4%.</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Web continua crescendo; jornais e revistas caem " href="http://www.adnews.com.br/midia.php?id=98457" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Em um ano, acesso à web por dispositivos móveis cresce 148%</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 13:39:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O relatório de pesquisas Quantcast, divulgado nesta terça-feira, mostra que em 2009 o total de acessos à internet por dispositivos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O relatório de pesquisas Quantcast, divulgado nesta terça-feira, mostra que em 2009 o total de acessos à internet por dispositivos móveis &#8211; celular, por exemplo &#8211; cresceu 148% no mundo. Entretanto, no bolo total de acessos à internet, os dispositivos móveis representam ainda 1% de todos os acessos no planeta.</p>
<p>A base de observação da pesquisa foi o “volume de eventos de consumo da web”, algo nos dias de hoje em torno de 7,5 bilhões ao dia. Este número de dezembro de 2009 foi comparado com os dados do mesmo período do ano anterior.</p>
<p>Alguns dados interessantes: o crescimento da web móvel nos Estados Unidos foi de 110%, mais lenta que no restante do globo. Ainda sim, a participação dos aparelhos móveis no total de acessos daquele país é maior: 1,26% contra 0,99% do mundo. Em relação a softwares e marcas no território americano, o Android superou o BlackBerry como canal de acessos móveis. O Motorola Droid – usuário do Android – foi o aparelho que mais se destacou, aumentando em 10 vezes a penetração da marca no número total de acessos.</p>
<p>Apesar do crescimento expressivo, a pesquisa detectou que a curva de adesão à internet móvel foi bem menor em países da América do Sul, com um porcentual de acessos que não atinge 0,2%. Na África e Ásia os números são 0,8% e 0,4% respectivamente.</p>
<p>Os aparelhos da Apple é que realizam a maioria dos acessos, com fatias de mercado semelhantes na América do Norte (65%) e América do Sul (69%). A diferença está no segundo lugar. No Norte, quem ocupa esta posição é a HTC (8%) e, no Sul, a Nokia com 16%.</p>
<p><em>Com informações do IDGNow!</em><strong></p>
<p> Fonte: <a target="_blank" title="Em um ano, acesso à web por dispositivos móveis cresce 148%" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=98295" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>45,5 milhões de brasileiros compartilham conteúdo online</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 20:48:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A F/Nazca  com o apoio do Datafolha realizou um levantamento sobre a internet no Brasil. Segundo a pesquisa, 51% dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A F/Nazca  com o apoio do Datafolha realizou um levantamento sobre a internet no Brasil. Segundo a pesquisa, 51% dos internautas têm o hábito de publicar na rede conteúdos feitos por eles próprios, 69%, isto é, 45,5 milhões de brasileiros costumam compartilhar on-line.</p>
<p>Os meios mais acessados são o Orkut, adotado por 54% dos internautas, seguido do MSN, com 45%, e do e-mail, com 41%. Os conteúdos mais compartilhados são fotos, trocadas por 49% dos usuários, seguidas de textos e vídeos, ambos com 30%.</p>
<p>O brasileiro se destaca pela sua assiduidade à web: 86% dos 66 milhões de internautas identificados pelo estudo entram na rede pelo menos uma vez por semana e 37% navegam todos os dias.</p>
<p>Ainda de acordo com o levantamento, na região sul, apenas 36% dos internautas publicam e 55% compartilham conteúdo na internet.  Já no Nordeste, região com menor renda per capita do País, os números sobem para 57% e 77%, respectivamente. A colaboração reflete outra discrepância regional. Entre os nordestinos, 21% já enviaram algum conteúdo de sua autoria para veículos de comunicação, ao passo que no Sul a prática cai para 14%.</p>
<p>A  F/Nazca realiza a pesquisa sobre internet desde o início de 2007. No levantamento de agosto deste ano, foram feitas 2.344 entrevistas em todo o País. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, dentro de um nível de confiança de 95%. O desenho amostral foi elaborado com base em informações do Censo 2000 e estimativas de 2008 do IBGE.</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="45,5 milhões de brasileiros compartilham conteúdo online" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=98070" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Comércio eletrônico no Brasil fatura R$ 1,6 bilhão no Natal</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Dec 2009 14:56:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Valor é 28% maior que o gerado no mesmo período do ano passado, segundo a e-bit; livros foram os produtos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Valor é 28% maior que o gerado no mesmo período do ano passado, segundo a e-bit; livros foram os produtos mais vendidos.</p>
<p>O comércio eletrônico brasileiro movimentou 1,6 bilhão de reais com as vendas de bens de consumo no período que antecedeu o Natal, que foi de 15 de novembro a 24 de dezembro. </p>
<p>Esse valor é 28% maior que o montante de 1,2 bilhão de reais gerado na mesma época no ano passado, segundo dados divulgados pela e-bit, empresa especializada no setor.</p>
<p> “Ano a ano acompanhamos a evolução do e-commerce, e sem dúvida o Natal é um grande aliado para esse crescimento. Com esse faturamento expressivo, nota-se que o consumidor está mais preparado e programado para comprar via web”, diz o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti.</p>
<p>O executivo lembra que as lojas virtuais tiveram que se programar para atender a todas as demandas, pois sem uma estrutura e logística, ficaria difícil receber tantos pedidos no período natalino.</p>
<p><strong>Produtos mais procurados</strong></p>
<p>A categoria de produtos mais vendida pelo varejo virtual foi a de livros. Em segundo lugar ficaram os eletrodomésticos, impulsionados pela redução do IPI, seguidos de itens de saúde, beleza e medicamentos. Informática e eletrônicos ficaram na quarta e na quinta colocações, respectivamente, completando o ranking.</p>
<p>O pico das vendas natalinas ocorreu no dia 16 de dezembro, quando foram realizados mais de 150 mil pedidos, um crescimento 50% superior a um dia de vendas normal.</p>
<p>Enquanto o e-commerce teve uma evolução de 28% em suas vendas natalinas, o varejo físico obteve apenas 6,8% de acréscimo, segundo o indicador Serasa Experian. </p>
<p>No Natal norte-americano, as vendas online subiram 15,5% de acordo com o pelo SpendingPulse, uma unidade do MasterCard Advisors.</p>
<p>Fonte: <a target="_blank" title="Comércio eletrônico no Brasil fatura R$ 1,6 bilhão no Natal" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/12/30/comercio-eletronico-brasileiro-fatura-r-1-6-bilhao-no-natal/" target="_blank"><span>IDG Now!</span></a></p>
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		<title>Varejo online cresce 15,5% no período de vendas de Natal dos EUA</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/varejo-online-cresce-155-no-periodo-de-vendas-de-natal-dos-eua.html</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 11:58:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Inverno rigoroso pode ter colaborado para o bom resultado do comércio eletrônico, sugere levantamento da SpendingPulse.
As vendas no varejo online [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Inverno rigoroso pode ter colaborado para o bom resultado do comércio eletrônico, sugere levantamento da SpendingPulse.</p>
<p>As vendas no varejo online dos Estados Unidos durante a temporada de festas de 2009 apresentaram alta de 15,5% em relação ao mesmo período do ano passado, informou a Reuters em seu site nesta segunda-feira (28/12).</p>
<p>Em um contexto geral, os negócios obtiveram uma elevação de 3,6%, de acordo com a SpendingPulse, uma divisão da MasterCard Advisors.</p>
<p>Segundo a empresa, a expansão de 15,5% nas compras online colaborou com o resultado, assim como a modesta recuperação observada em setores como os de bens de luxo e de roupas femininas.</p>
<p>A SpendingPulse associa a elevação nos gastos pela internet com as tempestades de neve que castigaram a costa leste e a região centro-oeste dos EUA na semana anterior ao Natal, impedindo os consumidores de saírem de suas casas.</p>
<p>O comércio online responde por cerca de 5% do consumo norte-americano. Em muitas redes do varejo no país, o período de festas representa entre 25% e 40% do faturamento anual.</p>
<p><a target="_blank" title="Varejo online cresce 15,5% no período de vendas de Natal dos EUA" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/12/28/varejo-online-cresce-15-5-no-natal-dos-eua/" target="_blank">para ver o artigo completo clique aqui</a></p>
<p><strong>Fonte: Webinsider</strong></p>
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		<title>Comprar presentes na semana do Natal é opção de 51,8% dos internautas</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/comprar-presentes-na-semana-do-natal-e-opcao-de-518-dos-internautas.html</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 12:17:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa do Mercado Livre com 215 internautas também mostra que consumidores pretendem gastar 36,3% a mais com presentes em relação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa do Mercado Livre com 215 internautas também mostra que consumidores pretendem gastar 36,3% a mais com presentes em relação a 2008.</p>
<p>Comprar de presentes na semana do Natal ainda é uma tradição entre os brasileiros. De acordo com uma pesquisa realizada no período de 8 a 21 de dezembro pelo site de leilões Mercado Livre com 215 internautas, 35,6% optaram por realizar suas compras na semana do Natal, enquanto 16,2% vão às compras no próprio dia 24 de dezembro. </p>
<p>Os entrevistados informaram que vão gastar 36,3% a mais em presentes este ano em comparação ao ano passado. </p>
<p>A internet é o ambiente de compras escolhido por 8 em cada 10 entrevistados. Para 62,3% dos internautas, a escolha do meio eletrônico se deve a melhores preços, enquanto 39% afirmam que a vantagem é o maior número de opções de produtos e 28% afirmam que preferem a internet para driblar o trânsito das ruas e a aglomeração de pessoas. </p>
<p>Os presentes de Natal mais procurados, de acordo com a pesquisa são artigos eletrônicos (61,7%), CD/DVD (24%), eletrodomésticos (22,2%), jogos e brinquedos (20,3%).</p>
<p>A sondagem realizada pela OH! Panel, no site MercadoLivre.com, envolveu um  questionário com perguntas fechadas entre internautas com mais de 18 anos, das classes A, B e C.</p>
<p>Fonte: <a target="_blank" title="Comprar presentes na semana do Natal é opção de 51,8% dos internautas" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/12/23/comprar-presentes-na-semana-do-natal-e-opcao-de-51-8-dos-internautas/" target="_blank">IDGNow</a></p>
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		<title>Twitter dá lucro</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 19:56:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Twitter fechará 2009 com lucro, é o que informa uma reportagem do site Bloomberg. Ainda segundo o site, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Twitter fechará 2009 com lucro, é o que informa uma reportagem do site Bloomberg. Ainda segundo o site, o microblog ficará no azul graças aos acordos entre o Google e a Microsoft firmados em outubro.</p>
<p>O acordo permitiu que as mensagens do Twitter pudessem ser pesquisadas pelos mecanismo de busca das duas empresas.</p>
<p>Ao entrevistar uma fonte anônima, a Bloomberg afirma que o acordo renderá para a Microsoft US$ 10 milhões e mais US$ 15 milhões ao ano para o Google. A soma dos valores permitiu que o Twitter tenha um pequeno lucro em 2009.</p>
<p>Mesmo sendo um dos sites que mais crescem em acessos, o Twitter ainda não havia achado um modelo de negócios rentável. Seus custos foram cobertos por US$ 155 milhões em investimentos, é o que informa o Estadão online.</p>
<p><strong>Fonte:<a target="_blank" title="Twitter dá lucro" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=97781" target="_blank"> Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Impressões digitais</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 20:58:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Temos observado a rápida evolução no uso das estratégias digitais em campanhas de comunicação e marketing das empresas. O que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Temos observado a rápida evolução no uso das estratégias digitais em campanhas de comunicação e marketing das empresas. O que antes era focado apenas em banners nos grandes portais hoje vem se diversificando drasticamente através do uso sistemático de muitas ferramentas.</p>
<p>As redes sociais, ou de relacionamento, as redes de conteúdo, os sites super segmentados, dentre as diversas opções que a web proporciona, têm feito com que a comunicação seja cada vez mais direcionada, trazendo mais resultados. Por outro lado, percebemos que ainda é recente a diminuição na resistência por parte de certas agências de propaganda que, gradativamente estão se rendendo ao mundo digital. Isso é simples de se compreender, afinal, as estratégias digitais demandam muito mais trabalho, tanto por parte das agências, como por parte das equipes de marketing do cliente.</p>
<p>Como bem sabemos, anteriormente, para se construir uma marca bastava inserir anúncios em horário nobre do principal canal de TV, selecionar rádios importantes e estar presente nos jornais de maior circulação (é claro que aqui eu estou simplificando a história!). Hoje, porém, além de termos uma gama muito maior de veículos segmentados, existe toda a complexidade trazida pelo universo digital, seja pela participação do internauta, pela extrema segmentação, seja pela velocidade de propagação e influência.</p>
<p>É inviável, para qualquer marca, ficar ausente dessa plataforma, tendo em vista que, somente falando do nosso país, praticamente metade de toda população está on-line. Mais de 60% das pessoas se utilizam da web antes de consumir qualquer coisa, além de todas as outras estatísticas que tenho citado em artigos anteriores.</p>
<p>Como ignorar que sua marca pode estar sendo citada, positiva ou negativamente? Como ignorar que 52% dos brasileiros se mostraram incomodados por sua loja preferida, de rua ou de shopping, não estar disponível na internet? Como ignorar que as grandes empresas já estão investindo de 10 a 15% de sua verba publicitária nesse canal? E estamos falando de empresas tradicionais como Fiat, Samsumg e Bradesco, só para citar algumas.</p>
<p>Por outro lado, ainda há grandes empresas que sequer se atentaram para oferecer o “mínimo básico necessário”, ou seja, um canal de comunicação on-line, com respostas ágeis, honestas e realmente preocupadas com seu cliente. Nesse caso eu também poderia citar alguns exemplos, mas não serei deselegante.</p>
<p>Para certas empresas, que acreditam ser possível adiar essa decisão, eu recomendo mais agilidade, bem como mais atenção com relação às impressões que sua empresa está causando, digitais, ou não.</p>
<p><strong>Por Sandra Turchi, superintendente de marketing da ACSP &#8211; Associação Comercial de São Paulo e coordenadora do curso de estratégias de marketing digital da ESPM. Blog: </strong><a target="_blank" href="http://www.sandraturchi.com.br/"><strong>www.sandraturchi.com.br</strong></a><strong>. Twitter: </strong><a target="_blank" href="http://www.twitter.com/sandraturchi"><strong>www.twitter.com/sandraturchi</strong></a></p>
<p><strong>Fonte : Mundo do Marketing</strong></p>
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		<title>Google negocia compra de site de resenhas Yelp</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 17:30:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Google negocia a compra do site de resenhas Yelp, em um acordo que poderia ajudar o líder em buscas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Google negocia a compra do site de resenhas Yelp, em um acordo que poderia ajudar o líder em buscas na Internet a explorar um lucrativo mercado de anúncios locais, informou a mídia.</p>
<p> O Google deve pagar mais de 500 milhões de dólares pela Yelp, de acordo com reportagens confirmadas à Reuters por pessoas próximas à situação.</p>
<p> Ao adquirir a Yelp, o Google seria dono de um dos maiores sites de crítica sobre restaurantes locais e informações para pequenos negócios, incluindo mais de 8 milhões de resenhas postadas por usuários da Yelp.</p>
<p> Este intenso foco no mercado de negócios local daria um apoio valioso ao Google, que busca convencer comerciantes locais a publicarem seus anúncios e promoções na Internet.</p>
<p> &#8220;O mercado de campanhas local é um mercado multibilionário que ainda não foi explorado na Web&#8221;, disse Mark May, analista da Needham &amp; Co.</p>
<p> Em julho, o portal de Internet Yahoo se juntou à AT&amp;T Corp em uma parceria que envolveu o pessoal de vendas da companhia telefônica. Os 5 mil funcionários passaram a vender espaço publicitário no Yahoo para o mercado local.</p>
<p> A fonte disse que as conversações estão enfraquecidas pela preocupação de alguns investidores da Yelp, que pensam que a companhia poderia estar sendo vendida de forma prematura.</p>
<p> Para eles, a oferta poderia ultrapassar os 500 milhões de dólares se houver uma chance de desenvolver o negócio. A fonte acrescentou que o vazamento pode ter acontecido para colocar pressão a favor de um acordo.<br />
 <strong><br />
 Fonte: Reuters</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>E-bit: 86,71% dos compradores online aprovam lojas virtuais em novembro</title>
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		<comments>http://www.seobra.com.br/e-bit-8671-dos-compradores-online-aprovam-lojas-virtuais-em-novembro.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 12:05:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Resultado aproxima-se da média do ano, de 86,43%; pesquisa de satisfação ouviu 130 mil pessoas que fizeram compras na web [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Resultado aproxima-se da média do ano, de 86,43%; pesquisa de satisfação ouviu 130 mil pessoas que fizeram compras na web no período.</p>
<div>
<p>Pesquisas realizadas com mais de 130 mil pessoas que fizeram compras pela internet no mês de novembro revelaram que 86,71% delas estão satisfeitas com o desempenho do comércio eletrônico brasileiro.</p>
<p>Este estudo refere-se ao <a target="_blank" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/09/14/sobe-satisfacao-com-compras-pela-internet-no-brasil">Índice de Confiança do e-consumidor</a>, um relatório mensal desenvolvido pela consultoria e-bit em parceria com o <a target="_blank" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/11/26/acsp-e-camara-e-net-criam-selo-internet-segura">Movimento Internet Segura</a> (MIS), que apontou o resultado como a terceira melhor marca de 2009.</p>
<p>O percentual de 86,71% de aprovação em novembro só fica atrás dos de julho e agosto, quando o índice superou a casa dos 87%. Em relação aos percentuais registrados de janeiro a novembro deste ano, a média atingida é de 86,43% de satisfação.</p>
<p>Os consultados responderam a um questionário de satisfação com base em 10 quesitos: Facilidade de Comprar, Seleção de Produtos, Informação sobre os Produtos, Preços, Navegação, Entrega no Prazo, Qualidade dos Produtos, Qualidade do Atendimento a Clientes, Política de Privacidade e Manuseio e Envio dos Produtos.</p>
<p>Segundo a e-bit, o período de compras que antecede ao Natal, compreendido entre os dias 15/11 e 24/12, deve proporcionar um faturamento de 1,63 bilhão de reais &#8211; uma alta de 30% em relação ao ano passado, quando o setor atingiu 1,25 bilhão  de reais em vendas.</p>
<p>A consultoria espera que, com o resultado do Natal, o e-commerce nacional feche 2009 com um faturamento superior a 10,5 bilhões de reais.</p>
</div>
<div>Fonte: <a target="_blank" title="E-bit: 86,71% dos compradores online aprovam lojas virtuais em novembro" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/12/18/e-bit-86-71-dos-compradores-online-aprovam-lojas-virtuais-em-novembro/" target="_blank">IDGNow</a></div>
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		<title>Acesso à internet no Brasil cresce 75,3% em três anos, afirma IBGE</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 15:35:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Número de brasileiros que acessaram web em 2008 atinge 56 milhões, ou 34,8% da população brasileira, segundo dados do Pnad [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Número de brasileiros que acessaram web em 2008 atinge 56 milhões, ou 34,8% da população brasileira, segundo dados do Pnad 2008 divulgados pelo IBGE.</p>
<p>Os brasileiros com acesso à internet em 2008 atingiram 56 milhões, o que representa 34,8% da população do País, segundo levantamento divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (11/12).</p>
<p>A cifra representa um aumento de 75,3% em apenas três na participação dos brasileiros que já acessaram a internet &#8211; em 2005, pouco mais de um quinto (20,9%) dos brasileiros tinham usado a web nos três meses anteriores à pesquisa.</p>
<p>Os dados fazem parte de um suplemento da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) referente a 2008 que traz estatísticas sobre acesso à internet e posse de telefone fixo ou móvel no Brasil.</p>
<p>Geograficamente, a região Sugeste apresenta a maior taxa de uso, com 40,3% dos seus habitantes usando a internet.</p>
<p>A região Centro-Oeste aparece logo atrás (39,4%), influenciada pelo alto uso de web no Distrito Federal, onde 56,1% dos habitantes afirmaram fazer uso da ferramenta.</p>
<p>As regiões Sul (38,7%), Norte (27,5%) e Nordeste (25,1%) aparecem logo atrás. </p>
<p>Ainda que os maiores graus de uso sejam registrados entre brasileiros com maior escolaridade (80,4% dos usuários com 15 ou mais anos de estudo usam a web), o IBGE indica que o acesso cresceu mais entre os menos escolarizados.</p>
<p>A porcentagem dos brasileiros com menos de quatro anos de instrução com acesso à web, segundo o IBGE, quase triplicou, saltando de 2,5% em 2005 para 7,2% em 2008.</p>
<p>Entre os estimados 104,7 milhões de brasileiros que não usaram a internet no período do levantamento, as justificativas têm relação tanto com a falta de necessidade ou desejo (32,8%), pela falta de conhecimento (31,6%) ou pela falta de oportunidade de acesso (30%).</p>
<p><a target="_blank" title="Acesso à internet no Brasil cresce 75,3% em três anos, afirma IBGE" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/12/11/acesso-a-internet-no-brasil-cresce-75-3-em-tres-anos-afirma-ibge/">Fonte: IDGNow</a></p>
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		<title>Em 2015, publicidade na web vai superar os jornais</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 13:27:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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A internet deve se tornar o segundo meio de investimentos publicitários em todo o mundo em 2015. A informação é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>A internet deve se tornar o segundo meio de investimentos publicitários em todo o mundo em 2015. A informação é de uma análise da empresa ZenithOptimedia.</p>
<p>De acordo com o Portal Imprensa, o estudo mostrou que a crise econômica aumentouo ritmo da mudanças das verbas da mídia tradicional para a web, que se tornou mais atrativa devido à seu retorno mais rápuido, em relação a outras mídias.</p>
<p>No Brasil</p>
<p>Dados do Projeto Inter-Meios apontam que em 2009, a participação dos jornais foi de 25,99% e da internet foi de 10,93% referente ao faturamente direto. Já no percentual total de participação, que inclui classificados, coluna larga, faturamento agência (jornais) e faturamento permuta e outros (internet), a primeira mídia ficou com 14,66% e a segunda com 4,15%.</p>
<p>Em 2010, a Zenith afirma que a procura por publicidade na internet deve aumentar 9,5% e alcançará 12% em 2011. Segundo o Paid Content, esse índice vai chegar a 13% em 2012.<br />
 <strong><br />
Fonte:<a target="_blank" title="Em 2015, publicidade na web vai superar os jornais" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=97218"> Redação Adnews</a></strong></div>
</div>
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		<title>Novas mídias levam audiência da TV aberta para baixo</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 17:17:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Em novembro, a média de TVs ligadas durante o horário nobre (18h às 24h), na Grande São Paulo, caiu 56%, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em novembro, a média de TVs ligadas durante o horário nobre (18h às 24h), na Grande São Paulo, caiu 56%, um recorde negativo. Somente em dezembro de 2002 e 2007 o índice foi pior.</p>
<p> De acordo com o blog do Daniel Castro, o total de TVs ligadas no mês passado caiu quatro pontos, em comparação ao mesmo período de 2008 (60%). Mais dois pontos seriam equivalentes à audiência do SBT.</p>
<p> O Ibope avaliou as possibilidades para o desinteresse pela TV aberta, que vão da programação, o crescimento da internet, o fácil acesso ao DVD e os dias quentes. A conclusão é que a TV não perde apenas para o botão de &#8220;off&#8221; dos aparelhos, já que o Instituto atribui a queda aos chamados outros canais, nos quais se incluem (DVDs, videocassete, videogame e PC).</p>
<p>Na visão do superintendente Comercial da Rede TV!, Antônio Rosa Neto, o problema é outro. Ele considera a queda uma tendência “irreversível e inexorável”, um movimento que, sobretudo, reflete a evolução da sociedade brasileira. “O elemento atividade faz com que as pessoas não tenham mais tanto tempo para ficar não só em frente à TV, mas no consumo de outras mídias. Essa é uma constatação óbvia até&#8221;, diz.</p>
<p> O número de TVs ligadas caiu 66% na média anual em 2000, no horário nobre, para 59% em 2009. Até 21 de novembro, a queda chegou a sete pontos (mais dois chegariam a audiência da Record).</p>
<p> O DVD é uma das mídias que mais rouba telespectadores da TV, especialmente da Globo e do SBT. Em 2001, o total de televisores sintonizados em &#8220;outros aparelhos&#8221;no horário nobre era de 0,6%. Neste ano, já chegou a 3,8%, maior do que a audiência da Band, quarta maior rede aberta. As TVs sintonizadas em &#8220;outros canais&#8221;, em 2001, foi de 3%, mas neste ano já subiu para 5%.</p>
<p> Além de perder sete pontos com os aparelhos desligados, as redes abertas também perderam dois pontos para os &#8220;outros canais&#8221; e mais três para outros aparelhos. A soma de pontos perdidos (12), é equivalente a praticamente metade da audiência, no horário nobre (26), da Globo na Grande São Paulo durante o mês de novembro.</p>
<p> <strong>Fonte: <a target="_blank" title="Novas mídias levam audiência da TV aberta para baixo" href="http://www.adnews.com.br/midia.php?id=97095" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Gasto publicitário com internet no Brasil cresce 24,7% em setembro</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/gasto-publicitario-com-internet-no-brasil-cresce-247-em-setembro.html</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 00:23:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Web arrecada R$ 87,8 milhões e aparece empatada com rádio no mercado publicitário no Brasil: ambos têm 4,3% do setor, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Web arrecada R$ 87,8 milhões e aparece empatada com rádio no mercado publicitário no Brasil: ambos têm 4,3% do setor, segundo dados do Inter-meios.</p>
<p>O investimento publicitário feito na internet brasileira cresceu 24,7% em setembro, totalizando 87,8 milhões de reais, segundo dados divulgados pelo Inter-meios nesta terça-feira (1/12). </p>
<p>Em participação, a internet aparece empatada com o rádio na quarta posição entre os meios que mais faturaram no mês: ambos representam 4,3% da verba publicitária brasileira.</p>
<p>Se levarmos em conta a receita, o rádio tem leve vantagem, já que, ao crescer 10,1% em relação a setembro de 2008, seu faturamento publicitário totalizou 87,9 milhões de reais.</p>
<p>No geral, o mercado publicitário no Brasil cresceu 3%, atingindo 2 bilhões de reais. Assim como já havia acontecido em agosto, a internet foi o meio brasileiro cuja receita publicitária mais cresceu no período.</p>
<p>Na comparação com outros meios, rádio e internet aparecem atrás da televisão (correspondente a 60,7% do faturamento publicitário), jornal (12,9%) e revista (8,6%), mas estão à frente de TV por assinatura (4,2%), mídia externa (2,8%). guias e listas (1,5%) e cinema (0,3%).</p>
<p>No acumulado de janeiro a setembro, a internet brasileira arrecadou 638,5 milhões de reais, crescimento de 4,1%, enquanto o mercado publicitário geral atingiu 15, 3 bilhões de reais, aumento de 0,4%.</p>
<p><strong>Fonte: IDG Now</strong></p>
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		<title>Web supera TV como mídia preferida, diz pesquisa</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/web-supera-tv-como-midia-preferida-diz-pesquisa.html</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 16:33:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma pesquisa divulgada nesta segunda-fera (30/11) apontou que a TV não é mais a mídia favorita, quem tomou seu lugar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span lang="PT-BR">Uma pesquisa divulgada nesta segunda-fera (30/11) apontou que a TV não é mais a mídia favorita, quem tomou seu lugar foi a internet, considerada indispensável por 70% dos entrevistados, enquanto a televisão ficou com 69% da preferência.</p>
<p> De acordo com o G1, a pesquisa de mídia e publicidade do grupo mundial de marketing Synovate foi realizada em setembro em 11 países: Austrália, Brasil, Canadá, China, Espanha, Estados Unidos, Holanda, Hong Kong, Índia, Reino Unido e Taiwan.</p>
<p> Cerca de 41% dos entrevistados estavam aceitariam receber mais publicidade em troca de descontos. Os moradores da Austrália, China, Espanha, Estados Unidos e Reino Unido, foram os que mais aprovaram a iniciativa. &#8220;O modelo é uma ideia interessante para o setor. Se pudesse ser vinculado à publicidade mais dirigida, mais relevante&#8230; talvez resultasse em maiores receitas em uma audiência cada vez mais fragmentada&#8221;, informou o diretor executivo de mídia da Synovate, Steve Garton, em comunicado.</p>
<p> Para mais de dois terços dos entrevistados, a TV possui muitos comerciais e 39% também afirmou que há muita propaganda na web. Cerca de 87% tenta evitar, ativamente, a publicidade no rádio e TV. E outros dois terços  evitam sites com publicidade intrusiva.</p>
<p> Apenas 31% das pessoas estão dispostas a aceitar mais anúncios pelo telefone, desde que a conta seja mais barata. Os espanhóis foram os que mais gostaram da proposta (58%) em seguida com 42% estão chineses e brasileiros.</p>
<p> </span><strong><span>Fonte: Redação Adnews</span></strong></p>
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		<title>Publicidade online movimenta US$ 5,5 bi nos EUA</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/publicidade-online-movimenta-us-55-bi-nos-eua.html</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 21:27:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Durante o terceiro trimestre de 2009, a publicidade online nos Estados Unidos movimentou US$ 5,5 bilhões, cerca de 1,7% em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante o terceiro trimestre de 2009, a publicidade online nos Estados Unidos movimentou US$ 5,5 bilhões, cerca de 1,7% em relação ao período anterior. Os dados são do IAB &#8211; Interactive Advertising Bureau.</p>
<p>Segundo o IDGNow!, o pequeno crescimento é o primeiro do mercado publicitário norte-americano depois da crise financeira de 2008. Quando considerado os números anuais, o setor perdeu 5,4% no terceiro trimestre.</p>
<p>O IAB apontou, nos últimos três meses do ano passado, que o faturamento publicitário na web chegou a US$ 6,1 bilhões, valor considerado um pico de investimento.</p>
<p>Já no primeiro trimestre de 2009, com os efeitos da crise, o setor registrou queda de 5%, com anúncios veiculados na web e movimentação de US$ 5,46 bilhões. No trimestre seguinte, o número chegou a US$ 5,43 bilhões, ficando praticamente estável.</p>
<p>Um comunicado divulgado pela IAB afirmou que o mercado publicitário digital se apresentou &#8220;resiliente e, mais uma vez, mostra sinais de crescimento&#8221;. Mas, por outro lado, as outras mídias apresentam números não favoráveis.</p>
<p>Em 2008, a publicidade na web movimentou US$ 23,4 bilhões.</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Publicidade online movimenta US$ 5,5 bi nos EUA" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=96727" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>O que falta para a internet deslanchar?</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/o-que-falta-para-a-internet-deslanchar.html</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 23:49:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing na internet]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>
		<category><![CDATA[Webmarketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Para o mercado publicitário, 2009 começou cercado de especulações sobre o impacto do cenário macro-econômico nos budgets dos anunciantes. Uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para o mercado publicitário, 2009 começou cercado de especulações sobre o impacto do cenário macro-econômico nos budgets dos anunciantes. Uma das maiores expectativas era o possível crescimento da internet, uma vez que permite aos anunciantes um ganho de performance devido à modelos de negociação agressivos, possibilidades de otimização em tempo real e oportunidades em embarcar em tendências como o Twitter.</p>
<p>
Ao longo do ano, de fato, algumas empresas souberam aproveitar o momento e realizar ações inovadoras, gerando uma experiência diferenciada e/ou ocupando um posicionamento estratégico que lhes dê alguma vantagem, afinal os números do meio impressionam: Projeta-se para 2009 um crescimento aproximado de 10% no total de usuários, totalizando quase 70 milhões de pessoas conectadas (alcance de 49%, segundo dados do TGI América Latina).</p>
<p>
Com a proliferação das plataformas sociais, o Brasil que já se destacava entre os países com maior tempo médio de navegação, passou a somar índices igualmente impressionantes de páginas vistas em blogs, micro-blogs e comunidades (média mensal de 747 páginas por pessoa segundo o Ibope Nielsen Online) e de interatividade (79% dos usuários navegam por sites de comunidades, 82% vêem vídeos on-line todo mês e 76% escutam rádios on-line, conforme pesquisa global da McCann Ericsson). Estima-se também um crescimento de 30% no total investido em web, chegando a R$ 987 milhões segundo projeção da IAB e do Projeto Intermeios.</p>
<p>
Esses são apenas alguns indicadores que refletem a consolidação do meio, mas ainda assim a internet responde por apenas 6% do budget. Acredito que esse valor não é superior não porque os gestores, empresários e agências não conheçam a web, mas porque não conseguiram responder questões como: como encaixar a internet dentro de um plano de comunicação consistente, de forma que traga resultado direto para o negócio? Em outras palavras, como trazer dinheiro?</p>
<p>
Claro que não existe uma fórmula mágica que resolva a questão. Talvez nem precise. Existem tantas possibilidades de atuação que um único caminho não parece fazer sentido. Ao longo das próximas semanas vou escrever sobre os principais desafios para os anunciantes para entrar no marketing digital, como as agências tiveram que se adaptar a esse novo modelo de negócio (alterando inclusive a relação com clientes), como encarar a web de forma estratégica e claro, sobre tendências digitais.</p>
<p>
Para começar, diz aí, o que falta para a internet deslanchar?</p>
<p><strong>Por Gustavo Reis, graduado em Propaganda e Marketing pela ESPM-SP e possui especializações em Strategy e Consumer Behavior pela Harvard Business School, EUA. Atua em marketing digital há 10 anos, acumulando passagens pelo iG e Predicta. Respondeu pela área de internet da Tecnisa e atualmente responde pela diretoria de mídia da Wunderman, atendendo Colgate, Dell, Johnnie Walker, Smirnoff, Land Rover, Perdigão e Syngenta.</strong></p>
<p><strong><br />
Fonte: <a target="_blank" title="O que falta para a internet deslanchar?" href="http://www.adnews.com.br/artigos.php?id=96662" target="_blank">AdNews</a></strong></p>
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		<title>Microsoft lançará serviço de computação em nuvem em janeiro/10</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 21:18:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Microsoft afirmou nesta terça-feira que lançará o Windows Azure, sistema de computação em nuvem, em 10 de janeiro, à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Microsoft afirmou nesta terça-feira que lançará o Windows Azure, sistema de computação em nuvem, em 10 de janeiro, à medida que vai aproveitar suas taxas de crescimento nos serviços e softwares na Internet.</p>
<p> O Azure, que oferece uma plataforma online para que desenvolvedores de software criem seus próprios programas e desenvolvam espaço para armazenarem dados, entrou em fase de testes há um ano.</p>
<p> O serviço estará plenamente pronto no início do próximo ano, disse nesta terça-feira o arquiteto-chefe de softwares da Microsoft, Ray Ozzie, na conferência anual da companhia voltada a desenvolvedores de programas.</p>
<p> O primeiro mês do serviço será gratuito e a cobrança começará em fevereiro, afirmou Ozzie.</p>
<p> Espera-se que a Microsoft seja um grande agente no mercado de computação em nuvem &#8211;que corresponde basicamente à tendência de utilizar softwares em centros de dados remotos e acessá-los pela Internet. Mas a empresa tem ficado para trás diante do pioneirismo de rivais como a Amazon.com, que já vende memória com base nessa tecnologia, e o Google, o qual oferece um conjunto de programas online e gratuitos.</p>
<p> <strong>Fonte: Reuters</strong></p>
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		<title>Novos horizontes para a internet nas eleições</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 21:03:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[A propaganda paga na internet está proibida, mas não será punida a livre manifestação de apoio a determinados candidatos. Profissionais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A propaganda paga na internet está proibida, mas não será punida a livre manifestação de apoio a determinados candidatos. Profissionais especializados podem organizar doações online, e-mail marketing e atuar em redes sociais.</p>
<p>Por <span><a target="_blank" title="Veja todos os artigos de Fernando Antonio Ferreira de Alvarenga" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/author/fernando_a_f_de_alvarenga">Fernando Antonio Ferreira de Alvarenga</a></span></p>
<p>O sistema eleitoral brasileiro, após sua informatização, se tornou referência mundial aos países que buscavam um método rápido, eficaz e seguro para a realização e apuração das votações. No entanto, apesar do exemplar aperfeiçoamento da Justiça Eleitoral, não foi dada a devida atenção para a regulamentação dos meios de propaganda à disposição dos candidatos.</p>
<p>Por muito tempo o sistema eleitoral vanguardista e a propaganda eleitoral primitiva coexistiram no sistema brasileiro. Apesar do arrojo para incluir as novas tecnologias nas votações, aos candidatos ainda era bem limitado o uso destas ferramentas no exercício de sua publicidade. Contudo, mesmo que tardiamente, a era digital chegou para as eleições.</p>
<p>A inclusão da internet como uma das ferramentas à disposição dos candidatos para a realização de propaganda eleitoral traz junto suas normas próprias, com os limites desta publicidade. Além das agências publicitárias, agora os blogueiros, moderadores e administradores de conteúdo digital também devem se atentar para as novas regras.</p>
<p>É bom lembrar que está vedada a propaganda eleitoral paga na internet, exceto para os casos de mera reprodução de jornal impresso. Note-se que a proibição se refere ao pagamento para a veiculação da publicidade eleitoral; ela deverá ser gratuita. A utilização de instrumentos de remuneração por visitação ou redirecionamento, desde que respeitem os princípios da legislação, não está impedida. Se no site há os banners, não será necessário removê-los, por exemplo.</p>
<p>Dentro das atuações para os diversos profissionais especializados em novas tecnologias e web em geral, além da própria propaganda a ser desenvolvida para a página do candidato, são possíveis, dentre outras:</p>
<ul>
<li>Criação de sistemas para arrecadação e emissão de recibos pelas doações online;</li>
<li>Organização de entrevistas e debates com pré-candidatos e candidatos;</li>
<li>Elaboração de e-mail marketing – adotando mecanismos opt-out;</li>
<li>Mediação em redes sociais e fóruns de discussão.</li>
</ul>
<p><span style="color: #747474; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px; text-align: left;">Veja o artigo completo em:<span style="border-style: none; margin: 0px; padding: 0px; list-style-type: none; text-decoration: none;"><span> </span></span><a target="_blank" style="border-style: none; margin: 0px; padding: 0px; list-style-type: none; text-decoration: none; color: #2f6900;" title="Novos horizontes para a internet nas eleições" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/11/08/novos-horizontes-para-a-internet-nas-eleicoes/" target="_blank">WebInsider</a></span></p>
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		<title>90% dos leitores acreditam que a TV deixou de ser o item mais importante</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 19:49:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Tv]]></category>

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		<description><![CDATA[No mês passado, uma pesquisa realizada pelo Ibope revelou que apesar de ser o aparelho com maior penetração no Brasil, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No mês passado, uma pesquisa realizada pelo Ibope revelou que apesar de ser o aparelho com maior penetração no Brasil, a TV perdeu o reinado entre os jovens.</p>
<p>O Adnews quis saber a opinião de seus leitores e lançou a seguinte enquete: Você acha que a TV deixou de ser o item mais importante para os jovens?</p>
<p>A maioria, 90%, votou sim. Apenas 10% das pessoas, acreditam que a TV é o item mais importante para os jovens.</p>
<p><strong>Fonte:<a target="_blank" title="90% dos leitores acreditam que a TV deixou de ser o item mais importante" href="http://www.adnews.com.br/gente.php?id=96320" target="_blank"> Redação Adnews</a></strong></p>
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