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	<title>Seobra (SEO) - Otimização de sites e Marketing de Busca em Fortaleza &#187; Marketing na internet</title>
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	<description>Otimização de sites (SEO) e Marketing de busca. a Seobra  é especialista no assunto. Além de Anuncios nos links patrocinados do google, em Fortaleza</description>
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		<title>Publicidade online cresce 4,5% na Europa</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 21:53:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O mercado publicitário europeu ainda está em processo de recuperação. De acordo com dados do Interactive Advertising Bureau (IAB) do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado publicitário europeu ainda está em processo de recuperação. De acordo com dados do Interactive Advertising Bureau (IAB) do continente, a publicidade online apresentou crescimento de 4,5% em 2009 na região, o mais baixo dos últimos anos. Em 2007, a Europa cresceu 40% no meio digital e, em 2008, passou para 20%.</p>
<p>Apesar da queda em escalada, o setor foi o único que teve alta no ano passado, de acordo com o levantamento. O relatório agrega dados compilados pela Screen Digest e estuda 33 países daquele continente. Pela primeira vez, foram incluídos no IAB Rússia, Suíça, Eslováquia e Bulgária.</p>
<p>No total, US$ 17,9 milhões (14,7 milhões de euros) foram investidos no continente em 2009, sendo que, apenas nos Estados Unidos, o montante foi de US$ 19,8 milhões, ou 16,3 milhões de euros.</p>
<p>Isoladamente, Reno Unido apresentou crescimento de 4,6%. Na Alemanha, a alta foi de 5,2%; na França, 1,7%; Holanda, 1,9%; Itália, 6,5% e, na Espanha, 7,7%. Os dois últimos países, que apresentaram números elevados, tiveram os números mais baixos na última contagem, em relação ao restante do continente – no caso da Espanha, o investimento do país em anúncios tradicionais caiu 23% no período. Os seis países, juntos, concentram 76% do total investido na Europa.</p>
<p>O IAB também mostrou que a participação do mercado de web no total investido cresceu. Na média, a participação da internet no bolo publicitário europeu foi de 19%. O Reino Unido apresentou 30% e os países nórdicos, de 20% a 25%.</p>
<p>A pesquisa apontou que o marketing de busca subiu 10%. Já os banners tiveram leve aumento, de 0,3%, no continente.</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Publicidade online cresce 4,5% na Europa" href="http://www.adnews.com.br/publicidade.php?id=104522" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Web vai superar rádio em propaganda no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 13:06:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Agências, anunciantes e veículos: mantenham atenção ao mundo online. A consultoria ZenithOptimedia, do Grupo Publicis, divulgou previsões para a receita publicitária no Brasil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agências, anunciantes e veículos: mantenham atenção ao mundo online. A consultoria ZenithOptimedia, do Grupo Publicis, divulgou previsões para a receita publicitária no Brasil e concluiu que neste ano o mercado como um todo deverá crescer 11,8% por aqui. O destaque fica por conta da mídia online: o crescimento será de 29,2% e, segundo o estudo, deve fazer com que o meio ultrapasse o rádio no bolo publicitário.</p>
<p>Apesar de liderar o crescimento entre as mídias, a internet teve apenas 4,3% de participação entre o montante aplicado na mídia brasileira em 2009. A consultoria aponta que a internet irá ultrapassar o faturamento publicitário do meio radiofônico. Se a previsão se consumar, o meio se tornaria a quarta maior mídia nacional atrás de TV, jornais e revistas.</p>
<p>No ano passado, os dois meios estiveram próximos: o rádio recebeu US$ 514 milhões da verba publicitária, contra US$ 502 milhões do mundo online. Neste ano, porém, deve ficar com US$ 558 milhões frente aos US$ 649 milhões da internet.</p>
<p>Recentemente, a web chamou atenção por ter ultrapassado, em escala global, as revistas em preferência publicitária – 12,6% do bolo –, ficando atrás somente dos jornais (23,1%) e da televisão (39,4%). No Brasil, a revista continua à frente da web pelo menos até 2012 – no ano passado, recebeu 8,5% da verba publicitária nacional.</p>
<p>Os jornais também comemoram a pesquisa da Zenith. O meio impresso receberá um investimento de US$ 2 bilhões em 2010, um crescimento de 11,6%, afirma a consultoria.</p>
<p>O Brasil, juntamente com os países emergentes, segue com previsão de crescimento do mercado publicitário, onde deve ter alta de 9,3%. Já os Estados Unidos, a Europa e o Japão, considerados os maiores do mundo, devem passar, juntos, por uma retração de 0,8%.</p>
<p>A verba total de investimento no setor de mídia deve chegar a US$ 13,1 bilhões.</p>
<p>Relembre matéria do AdNews: <a target="_blank" href="http://www.adnews.com.br/internet/101668.html" target="_blank">Internet bate revistas e vira 3ª maior mídia do mundo</a></p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Web vai superar rádio em propaganda no Brasil" href="http://www.adnews.com.br/publicidade/102305.html">Redação AdNews</a></strong></p>
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		<title>Twitter finalmente abre portas para publicidade</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 15:03:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Criado em 2006, só agora o Twitter lança a tão aguardada plataforma para suporte de publicidade. A informação foi publicada nesta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Criado em 2006, só agora o Twitter lança a tão aguardada plataforma para suporte de publicidade. A informação foi publicada nesta terça-feira no <a target="_blank" href="http://blog.twitter.com/2010/04/hello-world.html" target="_blank">blog</a> do co-fundador da empresa, Biz Stone.</p>
<p>Batizada de &#8220;Promoted Tweets&#8221;, a inovação permitirá às empresas o envio de anúncios por tweets. Inicialmente, apenas 10% dos usuários receberão textos comerciais.</p>
<p>Este é o primeiro passo do microblog para tornar o serviço rentável, mas a novidade já é vista com maus olhos pelos usuários pelo fato de ser semelhante ao envio de spams.</p>
<p>A empresa avisa que as mensagens pagas terão uma indicação de “promoted”, no topo de algumas buscas feitas no serviço. Entre os primeiros anunciantes estão Best Buy, Red Bull, Sony, Starbucks e Virgin America.</p>
<p>O projeto de publicidade no Twitter será executado em diversas etapas. O próximo passo só será dado quando a empresa tiver um melhor entendimento da repercussão do Promoted Tweets.<br />
 Futuramente, a exibição de imagens publicitárias entre os textos publicados pelos usuários será implantada.</p>
<p>Ainda não há certeza sobre a atenção que os internautas dedicarão à esses anúncios. O Twitter pretende medir se as mensagens publicitárias despertam interesse de seus usuários. E, caso o serviço não agrade, não será mais oferecido – segundo Stone.</p>
<p>As inovações propostas pelo microblog serão expostas pelo COO do Twitter, Dick Costolo, na conferência AdAge Digital, em Nova York – nesta terça. Costolo se juntará ao CEO da empresa, Evan Williams, no dia seguinte, para explicar a nova estratégia em um evento para desenvolvedores do Twitter.</p>
<p><strong>Microsoft foi a primeira</strong></p>
<p>Embora a plataforma tenha sido lançada como uma novidade, essa não é a primeira vez que uma ação de publicidade foi feita no microblog. A Microsoft foi a primeira empresa a investir em publicidade no Twitter. Em março do ano passo, a marca foi divulgada por uma caixinha retangular posicionada na coluna da direita do perfil do usuário. A diferença dessa ação para a nova investida do microblog é a criação de uma plataforma para a publicidade dentro do site.</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Twitter finalmente abre portas para publicidade" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=101820" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>E-commerce: muita audiência e pouca venda</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/ecommerce-muita-audincia-pouca-venda.html</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 22:29:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As maiores empresas não usam ferramentas de web analytics, não sabem o que é usabilidade e não contribuem ao avanço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As maiores empresas não usam ferramentas de web analytics, não sabem o que é usabilidade e não contribuem ao avanço do comércio eletrônico no Brasil. Aprenda a explorar esse nicho e aplique métricas no seu site.</p>
<p>Por <a target="_blank" title="Veja todos os artigos de Alejandro Dicovsky" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/author/alejandro_dicovsky">Alejandro Dicovsky</a></p>
<p>Já conquistamos o ciberespaço? Onde está o desenvolvimento da nossa ainda adolescente internet comercial?</p>
<p>Onde estamos errando em nossas estratégias, em nossos projetos? Qual é o valor de termos 50, 100, 500 mil visitas por mês em nossos sites se não conseguimos transformá-las em vendas?</p>
<p>O tempo das métricas baseadas apenas em grandes audiências acabou.  O que importa é a efetividade dos projetos. Qual é a nossa real taxa de conversão?</p>
<p>Olhemos apenas para três vetores: mobilidade, redes sociais e vídeos. Todos interligados, aqui e agora. Em qualquer lugar. Mas a tecnologia é apenas ferramenta. Saber usá-la em favor dos nossos resultados comerciais é o grande desafio.</p>
<p>Antes de mais nada, para gerenciar algo é preciso medi-lo, já dizia Peter Drucker. Mas a realidade é bem diferente e vem comprometendo o sucesso de projetos web e, mais especificamente, de projetos de comércio eletrônico</p>
<p>Veja Artigo Completo: <a target="_blank" title="E-commerce: muita audiência e pouca venda" href="http://webinsider.uol.com.br/2010/03/11/e-commerce-muita-audiencia-e-pouca-venda/" target="_blank">Webinsider</a></p>
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		<title>Internet desafia metodologias e resultados de pesquisa</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 21:27:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mudança do comportamento do consumidor e técnicas estão na pauta de discussão
A pesquisa está entre as centenas de atividades que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Mudança do comportamento do consumidor e técnicas estão na pauta de discussão</h4>
<p>A pesquisa está entre as centenas de atividades que a internet provocou mudança radical. Além de ser mais um ambiente de interação, relacionamento e consumo a ser considerado por quem analisa o comportamento do consumidor, ela serve de campo de observação da realidade em tempo real. Não é por acaso que o tema esteve presente em praticamente um terço das apresentações discutidas no 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa de Mercado, realizado pela Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa.</p>
<p> A web mudou o comportamento das crianças brasileiras de 4 a 12 anos. Elas são as que mais acessam a internet no mundo, segundo pesquisa realizada pela Millward Brown Brasil em 12 países. Aqui, elas passam 13 horas conectadas principalmente jogando on-line. Com a web, as crianças se tornam multiplataforma e superconectadas. O desafio das marcas é chamar atenção delas com uma experiência divertida. </p>
<p> O estudo brasileiro envolveu oito grupos de discussão, formados por mães e crianças das classes ABC.  Hoje, o brinquedo divide espaço com a internet e com o celular. O diário virou blog e não são mais os pais que escolhem o que as crianças compram, mas elas próprias. Assim como a TV, todos querem ter o seu computador no quarto, o que na classe C é aspiracional. Quando o assunto é rede social, os pré-adolescentes são a maioria por a utilizarem como convívio.</p>
<p> <strong>Branding digital</strong><br />
 A internet ganha também um papel cada vez mais importante na construção de marcas. “É o que chamamos de círculo virtuoso do branding, onde consumidores digitais são mais jovens, mais bem informados, pesquisam mais e compram mais pela web. O conhecimento sobre marcas os tornam influenciadores de outras pessoas. Por isso, vale a pena investir neste consumidor”, afirma Valkiria Garré (foto), Diretora Executiva da Millward Brown do Brasil.</p>
<p> Os adolescentes estão buscando jogos, redes sociais, músicas, vídeos e mensagens. Já os adultos estão em busca de notícias, basicamente. Pesquisa feita pela Millward Brown do Brasil aponta para um relacionamento entre adolescentes e marcas baseado em roupa, tênis e tecnologia. “Apesar de extremamente ativo na web, o jovem tem dificuldade de falar de propaganda na internet. Tanto positiva quanto negativamente”, diz Valkiria.</p>
<p> Assim como os mais jovens, os adultos também procuram marcas na web após verem uma propaganda na TV. Como a Coca-Cola, por exemplo. O estudo mostra que 13% dos internautas descobriram a marca de refrigerantes na internet por meio da TV. Outro dado interessante é de que, tanto adultos quanto jovens, pesquisam preços na web e compram na loja por motivos de segurança. </p>
<p> <strong>Etnografia Digital</strong><br />
 A chamada Etnografia Digital também ganha força e se percebe que as mulheres da classe C que acessam a internet ganham uma nova vida digital. É o que indica a pesquisa desenvolvida pela Predica e pela Multifocus com mulheres, donas-de-casa, de 25 a 49 anos, de São Paulo. Quarenta por cento delas passam mais de duas horas conectadas por dia, sendo que 83% acessa a rede todo os dias, principalmente a tarde. O estudo mostra os hábitos de navegação e indicam a preferência por sites de relacionamento (44%), informação (38%), entretenimento (10%), compra on-line (6%) e serviços (2%).</p>
<p> Durante 11 dias de levantamento, o estudo apresentado por Claudia Woods (foto), diretora de inteligência e Marketing da Predicta, registrou 94.250 acessos e 2.700 links diferentes. A internet reflete uma mudança de hábito das mulheres. Trinta e três por cento delas a utilizam como passatempo melhor que a televisão, 78% se sentem mais globalizadas, 15% chegou a se dizer mais inteligente e 26% se sentem seguras em comprar on-line. Elas ainda participam de redes sociais (94%), acessando principalmente o Orkut. </p>
<p> Estas mulheres também vão ao banco virtualmente (23%) e acabam migrando seus hábitos de consumo para o ambiente on-line, principalmente com relação a mídia, pois 66% delas estão lendo menos jornais, 61% assistem menos a TV e 54% ouvem menos o rádio. Na hora de comparar preço, mais de metade (60%) afirmou que não gasta mais sola de sapato indo às lojas, fazendo a comparação on-line. </p>
<p> <strong>Pesquisa on-line</strong><br />
 Para as empresas anunciantes na web, duas ótimas notícias: 55% lembram de propagandas on-line e 32% delas já participaram de promoções pela internet. Na hora de comprar, 63% buscam informação de produtos nos sites das empresas e 12% publicam suas opiniões sobre uma marca em fóruns e comunidades.</p>
<p> E a pesquisa pela internet? Avaliar comunicação e fazer pré-teste de campanhas pela internet dá o mesmo resultado que presencialmente, é 50% mais rápido e até 20% mais barato, aponta a GFK Brasil. Um estudo feito para a marca Elsève serviu de caso de sucesso para mostrar que o formato de pesquisa deve e precisa evoluir, assim como a comunicação e o consumidor mudaram nos últimos anos. </p>
<p> Alguns mitos caíram por terra. Da mesma forma que no ambiente tradicional, a pesquisa pela internet está sujeita aos mesmos vieses que a tradicional. Apesar do perfil dos respondentes na web ser mais jovem e com maior poder de consumo, pode-se segmentar a base amostral, tamanho e o acesso ao consumidor on-line hoje. E a riqueza das respostas, é boa? “Não é porque está on-line que terá uma resposta pobre. É possível ter um material de qualidade pela internet”, aponta Cristina Jensen, da GFK.</p>
<p>Por Bruno Mello, do Mundo do Marketing<br />
<a target="_blank" href="mailto:bruno@mundodomarketing.com.br">bruno@mundodomarketing.com.br</a></p>
<p>Fonte: <a target="_blank" title="Internet desafia metodologias e resultados de pesquisa" href="http://www.mundodomarketing.com.br/16,13472,internet-desafia-metodologias-e-resultados-de-pesquisa.htm" target="_blank">Mundo do Marketing</a></p>
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		<title>Publicidade online cresce e se destaca na Grã-Bretanha</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 20:17:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A publicidade online na Grã-Bretanha cresceu 4,2% em 2009, superando o desempenho do mercado como um todo no país, sustentada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A publicidade online na Grã-Bretanha cresceu 4,2% em 2009, superando o desempenho do mercado como um todo no país, sustentada pela demanda por anúncios pagos baseados em buscas e vídeos, segundo relatório do Internet Advertising Bureau (IAB) e da PricewaterhouseCoopers, divulgado nesta terça-feira (30).</p>
<p> Mesmo com o investimento de 5,3 bilhões de dólares em publicidade online, em 2009 houve uma retração de 13% no mercado, segundo estimativa de dezembro da ZenithOptimedia. A empresa prevê uma queda de cerca de 2% em 2010.</p>
<p> O setor, que teve um segundo semestre positivo, foi dominado por resultados de buscas pagos, que cresceu 9,5% &#8211; 2,15 bilhões de libras, representando 60,7% de todo o investimento publicitário.</p>
<p> Os gastos com banners e anúncios tradicionais de Internet caíram 4,4%, já os gastos com vídeos aumentaram 140% devido à popularização do formato na web.</p>
<p> <em>Com as informações: Terra</em></p>
<p> <strong>Fonte: <a target="_blank" title="Publicidade online cresce e se destaca na Grã-Bretanha" href="http://www.adnews.com.br/publicidade/101361.html" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Internet é a mídia que mais cresce em publicidade</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 13:30:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A internet foi o meio de comunicação que registrou maior índice de crescimento em 2009. Foram 25,2% de aumento em relação a 2008, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A internet foi o meio de comunicação que registrou maior índice de crescimento em 2009. Foram 25,2% de aumento em relação a 2008, o que totaliza faturamento de R$ 950 milhões. A informação é do Projeto Inter-Meios divulgada nesta quarta-feira (24).</p>
<p> A mídia brasileira em geral cresceu 4% com publicidade em 2009, descontando a inflação, o número cai para 2,2%. Outro destaque ficou por conta do rádio, que registrou crescimento de 9,4% e passou para 4,4% em participação de mercado, faturando R$ 987 milhões.</p>
<p> A TV aberta, que corresponde a maior fatia do bolo publicitário, também ampliou sua participação no total dos investimentos, conquistando um share de 60,9% e R$ 13,569 bilhões, valor 7,6% maior que no ano anterior.</p>
<p> A TV por assinatura, no entanto, conseguiu apenas 2,5% de verbas publicitárias a mais do que em 2008 e manteve seu share em 3,7%.</p>
<p> Em má fase, os jornais registraram queda de 8,1% com publicidade (R$ 3,135 bilhões); as revistas caíram 6,2% (R$ 1,712 bilhão); no segmento de guias e listas o recuo de 19,7% (R$ 356 milhões) é atribuído para a migração de verbas para a internet.</p>
<p> O cinema, que faturou 7,6% a menos com publicidade, conquistou R$ 82 milhões.</p>
<p> <strong>Fonte: <a target="_blank" title="Internet é a mídia que mais cresce em publicidade" href="http://www.adnews.com.br/publicidade/101086.html" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>O papel das &#8220;ferramentas&#8221; digitais no relacionamento 1to1</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/papel-das-ferramentas-digitais-relacionamento-1to1.html</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 18:41:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Fabricio Saad*
Tema presente em todas as discussões sobre Marketing de Relacionamento e com papel garantido nas estratégias de fidelização [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Fabricio Saad*</p>
<p>Tema presente em todas as discussões sobre Marketing de Relacionamento e com papel garantido nas estratégias de fidelização de clientes e incremento do brand awareness das grandes organizações, o digital marketing apresenta uma série de tendências a serem consideradas e seriamente avaliadas pelos &#8220;marketeiros&#8221; de plantao.  Feiras e eventos cada vez maiores e frequentes no setor nos fornecem insights que merecem ser divididos. </p>
<p> O último DMA (maior congresso global em Marketing de relacionamento, realizado em out/09 no estado americano da Califórnia e que reuniu cerca de 5.000 profissionais e centenas de palestrantes) revelou o peso do digital: 3 em cada 5 sessoes foram dedicadas exclusivamente ao tema e praticamente todas as ideias geniais premiadas pela academia de marketing direto remetiam ao digital&#8230; O que dizer do case da Best Buy que engajou seus mais de 100.000 colabadores no Twitter? E aquela iniciativa da ilha de Queensland, desenvolvido basicamente via broadcast para divulgar uma vaga de “sindico do paraíso”, que resultou em milhares e milhares de mensagens e candidatos que ajudaram a divulgar de forma espontânea o turismo australiano. Acho que todos lembram, não? </p>
<p> Por outro lado, a Campus Party Brasil 2010, realizada na capital paulista no início deste ano, reuniu mais de 5.000 jovens da geração y, exposição em todos os canais web e não web (com ampla cobertura inclusive da mídia televisiva), participação intensa de órgãos governamentais e de grandes empresas preocupadas em se aproximar deste publico jovem e nos deu a certeza de que o meio publicitário e organizacional brasileiro está cada vez mais antenado e preparado para o uso adequado das novas tecnologias digitais em ações de marketing e no desenvolvimento de negócios.</p>
<p> <strong>Mas, afinal, que tendências claras, falando em marketing de relacionamento, nos trazem os meios digitais?</strong></p>
<p> <strong>Redes sociais:</strong> como não poderia deixar de ser, o investimento no tema é crescente e isso se revela também no grande número de debates e mesas redondas promovidos nesses eventos do setor. Fundamental principalmente para falar com o público jovem e mais ainda se seu objetivo principal não é a venda direta e sim a viralização, divulgação de um novo produto, branding, etc&#8230; O grande desafio dos marketeiros nesse meio é comprovar a eficácia das redes criando mecanismos confiáveis para mensuração de resultados. De qualquer forma, o uso do twitter (por ex) se tornará, dentro de muito pouco tempo, obrigatório nas estratégias de marketing de grandes corporacoes. A polêmica fica por conta da criação de plataformas sociais proprietarias para ajudar as empresas a se aproximarem de diferentes públicos, capturar leads através de cadastros, entre outros objetivos – estratégia defendida por alguns, mas criticadas por muitos. </p>
<p> <strong>Mobile Marketing:</strong> o número de aparelhos com acesso 3G no Brasil e no mundo cresce a uma velocidade espantosa. As vendas de iphones, blackberry e smartphones de maneira geral, crescem mais ainda. O uso do bluetooth que permite identificar através da rastreabilidade a presença de um prospect em potencial para seu negocio próximo ao local de compra é outra realidade que não tem mais volta. Os SMS já são o canal preferencial de comunicação no dia-a-dia de milhares de pessoas (no Brasil isso ainda é mais forte). A interatividade já esta presente até mesmo em desfiles de escolas de samba (ex. da Portela no carnaval carioca deste ano). Os primeiros ensaios do país em M-Commerce já acontecem com empresas de cartões (Visa e MasterCard), testando mecanismos de contactless/ advanced payment, empresas de telefonia movel (como a Oi) testando o uso do celular como meio de pagto e a Anatel, ensaiando a regulamentacao das MVNOs, o que permitira o m-commerce próprio desenvolvido por cadeias varejistas como já ocorre com sucesso na Europa. E você?  O que esta esperando para investir em Marketing via mobile?</p>
<p> <strong>SEO/ SEM: </strong>se sua empresa possui um canal de venda direta pela web, mais importante ainda investir nas ferramentas de marketing de busca. Estejamos falando da busca orgânica (SEO) ou da busca paga (SEM), aquela em que você investe na exposição de links através de plataformas google, yahoo!, etc&#8230;</p>
<p> <strong>Trigger Marketing:</strong> quem diria que isso se tornaria realidade. O uso cada vez maior da inteligência gerada pelo perfil do usuário, dados de navegação, etc&#8230;, como no formato Amazon, é a nova tendência do Marketing 1to1. O mundo atual mudou e está cada vez mais rápido. Sabe aquele tempo que você precisava para avaliar o retorno das peças offline, subir esses dados em um DBM com atualização mensal e então preparar a próxima oferta?  Pois é, não existe mais!  E nesse cenário, o profissional da área que se preparar, entendendo minimamente de internet e ferramental estatístico, se dará melhor. Esse sim é o profissional do futuro. E o futuro está aí. Na nossa porta.</p>
<p> <strong>Estratégias multicanais:</strong> sms, mala direta, e-mail, telemarketing, portais webs, redes sociais, revistas segmentadas, eventos dirigidos, etc&#8230; ficará cada vez mais difícil você não considerar pelo menos 3 destes canais em sua campanha de Marketing. Isso é o que garantirá o resultado da campanha, estejamos falando de geração de leads, relacionamento ou rentabilização de carteira.</p>
<p> Deixando um pouco a relacao direta digital/ marketing de relacionamento, outros temas merecem atenção e com certeza estarão cada vez mais presentes no dia-a-dia do profissional de comunicação moderno, tais como: </p>
<p> &#8211; o neoconsumidor/ neuromarketing e a utilização destes para decifrar a relação com consumo da geracao y;</p>
<p> &#8211; as novas tecnologias como realidade aumentada, jogos 3D e aparelhos multi-canais, multi-tarefas como o novo iPad da americana Apple;</p>
<p> &#8211; falando na realidade brasileira, o esforco governamental para expandir com maior velocidade o acesso a banda larga, democratizando a web e possibilitando acesso a cultura/ marketing digital para todas as classes sociais;</p>
<p> &#8211; por fim: a legislacao vigente que normatiza o meio digital e podem impactar (positivamente ou não) em temas como o marketing de busca, acesso a redes sociais, etc&#8230;</p>
<p> * Fabricio Saad é estatístico com pós-graduação em Marketing pela Fundacao Getulio Vargas (FGV) e MBA Executivo pela Fundacao Dom Cabral. Atuou em cargos executivos em empresas como SulAmerica ING, MasterCard, McCann Group, Grupo Abril e Bradesco. Atualmente, ministra palestras e presta consultoria em digital marketing. Twitter: <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/fabriciosaad" target="_blank">@fabriciosaad</a></p>
<p>Fonte: <a target="_blank" title="O papel das &quot;ferramentas&quot; digitais no relacionamento 1to1" href="http://www.mundodomarketing.com.br/13443,artigos,o-papel-das-ferramentas-digitais-no-relacionamento-1to1.htm" target="_blank">Mundo do Marketing</a></p>
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		<title>Publicidade online bate recorde histórico no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 00:11:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A internet brasileira deve fechar 2009 com o maior volume de investimento publicitário de sua história. Segundo o UOL, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A internet brasileira deve fechar 2009 com o maior volume de investimento publicitário de sua história. Segundo o UOL, a expectativa é de que o aumento seja de 24% em relação a 2008, e alcance R$ 940 milhões. Os dados são do IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), instituto que trabalha para a difusão dos meios interativos.</p>
<p>De acordo com a entidade, o segmento online deve abocanhar 4,2% do total que foi investido pelo mercado publicitário no país em 2009. Há três anos, essa fatia era de 1,78%.</p>
<p>O bom resultado é consequência da forte expansão do setor, que não sentiu a crise mundial como outros veículos. Se comparados os faturamentos dos meios de comunicação entre novembro de 2008, no auge da crise mundial, e novembro de 2009, os dados indicam que o maior salto foi dado pela internet, que cresceu 37,19%. Os jornais expandiram em 1A internet brasileira deve fechar 2009 com o maior volume de investimento publicitário de sua história. Segundo o UOL, a expectativa é de que o aumento seja de 24% em relação a 2008, e alcance R$ 940 milhões. Os dados são do IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), instituto que trabalha para a difusão dos meios interativos.</p>
<p>De acordo com a entidade, o segmento online deve abocanhar 4,2% do total que foi investido pelo mercado publicitário no país em 2009. Há três anos, essa fatia era de 1,78%.</p>
<p>O bom resultado é consequência da forte expansão do setor, que não sentiu a crise mundial como outros veículos. Se comparados os faturamentos dos meios de comunicação entre novembro de 2008, no auge da crise mundial, e novembro de 2009, os dados indicam que o maior salto foi dado pela internet, que cresceu 37,19%. Os jornais expandiram em 1,8% seu faturamento, e as revistas, em 4,99%.</p>
<p>No acumulado de janeiro a novembro de 2009, o cenário foi semelhante. As empresas de internet cresceram 23,27% em relação ao mesmo período do ano anterior. A média de crescimento dos meios de comunicação em geral, que incluem, entre outros, revistas, jornais e emissoras de televisão, foi de 2,11%. Os dados de dezembro e o acumulado do ano devem ser divulgados em março.</p>
<p>Democratização da internet</p>
<p>A democratização no acesso à internet no país deve impulsionar ainda mais o fluxo de investimentos vindos da publicidade. Já são 68,5 milhões brasileiros conectados, e classe C é a que mais cresce em participação.</p>
<p>Além disso, o Brasil continua sendo o país que por mais tempo acessa a internet no mundo, com 24 horas e 48 minutos por mês, e a adoção da banda larga representava 83% das conexões em 2008.</p>
<p>A chegada da internet aos telefones celulares no Brasil promete ampliar esses valores. O resultado disso é uma mudança no mercado publicitário que, diante da expansão no número de internautas no país, precisa se adequar ao novo público e dar mais atenção a esse meio.</p>
<p>Nos Estados Unidos, a perspectiva também é otimista: em três anos, a internet deve ficar com um terço do fluxo desses investimentos, junto com a TV a cabo e a aberta.</p>
<p>Informações UOL</p>
<p>Redação Adnews,8% seu faturamento, e as revistas, em 4,99%.</p>
<p>No acumulado de janeiro a novembro de 2009, o cenário foi semelhante. As empresas de internet cresceram 23,27% em relação ao mesmo período do ano anterior. A média de crescimento dos meios de comunicação em geral, que incluem, entre outros, revistas, jornais e emissoras de televisão, foi de 2,11%. Os dados de dezembro e o acumulado do ano devem ser divulgados em março.</p>
<p>Democratização da internet</p>
<p>A democratização no acesso à internet no país deve impulsionar ainda mais o fluxo de investimentos vindos da publicidade. Já são 68,5 milhões brasileiros conectados, e classe C é a que mais cresce em participação.</p>
<p>Além disso, o Brasil continua sendo o país que por mais tempo acessa a internet no mundo, com 24 horas e 48 minutos por mês, e a adoção da banda larga representava 83% das conexões em 2008.</p>
<p>A chegada da internet aos telefones celulares no Brasil promete ampliar esses valores. O resultado disso é uma mudança no mercado publicitário que, diante da expansão no número de internautas no país, precisa se adequar ao novo público e dar mais atenção a esse meio.</p>
<p>Nos Estados Unidos, a perspectiva também é otimista: em três anos, a internet deve ficar com um terço do fluxo desses investimentos, junto com a TV a cabo e a aberta.</p>
<p>Informações UOL</p>
<p>Redação Adnews</p>
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		<title>Google oferece click-to-call em anúncios para smartphones</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 01:54:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Recurso permite que usuário ligue para o anunciante sem precisar digitar o número; tecnologia usa a localização fornecida pelo aparelho.

O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recurso permite que usuário ligue para o anunciante sem precisar digitar o número; tecnologia usa a localização fornecida pelo aparelho.</p>
<div>
<p>O Google começou a aceitar o recursos de click-to-call nos anúncios AdWords veiculados em smartphones.</p>
<p>O recurso permite que um usuário clique num número de telefone exibido no anúncio, para fazer uma ligação telefônica ao anunciante, de forma automática.</p>
<p>Os anúncios e os números de telefone que o sistema mostra baseiam-se na posição atual do usuário. Assim, se alguém busca uma cadeia de lojas, o anúncio vai mostrar a filial mais próxima, disse Surokit Chatterjee, gerente de produto da equipe de Anúncios Móveis do Google, em um blog corporativo.</p>
<p>Para o anunciante, o custo de um anúncio click-to-call é o mesmo de um anúncio para visitar seu site web. Os anunciantes serão capazes de ver quantas chamadas foram originadas pelos anúncios, bastando consultar o sumário da campanha em sua conta AdWords.</p>
<p><strong>Aumento nos cliques</strong><br />
Em um teste beta, o Google disse que os anunciantes que usaram o recurso perceberam um aumento de 5% a 30% nas taxas de cliques de seus anúncios.</p>
<p>Anunciantes também podem configurar campanhas AdWords com click-to-call voltadas para celulares com tecnologia WAP, que acessam a web de forma mais limitada.</p>
<p>Os novos anúncios de click-to-call podem ser exibidos em celulares com navegadores web completos.</p>
<p>Não é a primeira vez que o Google oferece serviços click-to-call. Por algum tempo, o Google ofereceu o recurso em seu serviço Maps, mas ele foi descontinuado em 2007.</p>
<p>O Google faz parte do grupo de empresas de internet que lutam pela liderança no potencialmente significativo mercado de anúncios móveis. Recentemente a <a target="_blank" href="http://idgnow.uol.com.br/mercado/2009/11/09/aquisicao-de-admob-fortalece-google-em-publicidade-movel/">empresa comprou a AdMob</a>, um fornecedor de tecnologia para exibição de anúncios em celulares. No começo deste mês, a Apple comprou uma empresa de publicidade móvel Quattro. Microsoft e Yahoo também trabalham para assegurar seus espaços neste mercado.</p>
<p>Fonte: <a target="_blank" title="Google oferece click-to-call em anúncios para smartphones" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/01/28/google-oferece-click-to-call-em-anuncios-para-smartphones/" target="_blank"><strong>IDGNow</strong></a></p>
</div>
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		<title>Google negocia compra de site de resenhas Yelp</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 17:30:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Google negocia a compra do site de resenhas Yelp, em um acordo que poderia ajudar o líder em buscas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Google negocia a compra do site de resenhas Yelp, em um acordo que poderia ajudar o líder em buscas na Internet a explorar um lucrativo mercado de anúncios locais, informou a mídia.</p>
<p> O Google deve pagar mais de 500 milhões de dólares pela Yelp, de acordo com reportagens confirmadas à Reuters por pessoas próximas à situação.</p>
<p> Ao adquirir a Yelp, o Google seria dono de um dos maiores sites de crítica sobre restaurantes locais e informações para pequenos negócios, incluindo mais de 8 milhões de resenhas postadas por usuários da Yelp.</p>
<p> Este intenso foco no mercado de negócios local daria um apoio valioso ao Google, que busca convencer comerciantes locais a publicarem seus anúncios e promoções na Internet.</p>
<p> &#8220;O mercado de campanhas local é um mercado multibilionário que ainda não foi explorado na Web&#8221;, disse Mark May, analista da Needham &amp; Co.</p>
<p> Em julho, o portal de Internet Yahoo se juntou à AT&amp;T Corp em uma parceria que envolveu o pessoal de vendas da companhia telefônica. Os 5 mil funcionários passaram a vender espaço publicitário no Yahoo para o mercado local.</p>
<p> A fonte disse que as conversações estão enfraquecidas pela preocupação de alguns investidores da Yelp, que pensam que a companhia poderia estar sendo vendida de forma prematura.</p>
<p> Para eles, a oferta poderia ultrapassar os 500 milhões de dólares se houver uma chance de desenvolver o negócio. A fonte acrescentou que o vazamento pode ter acontecido para colocar pressão a favor de um acordo.<br />
 <strong><br />
 Fonte: Reuters</strong></p>
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		<title>Facebook e Twitter influenciam compras de Natal, diz estudo</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/facebook-e-twitter-influenciam-compras-de-natal-diz-estudo.html</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 14:16:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cerca de 28% dos americanos que começaram a fazer as compras de Natal afirmaram que as redes sociais na internet, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 28% dos americanos que começaram a fazer as compras de Natal afirmaram que as redes sociais na internet, como Facebook e Twitter, influenciaram em suas escolhas de presentes, segundo um estudo da empresa ComScore. O alto índice de influência da rede nos consumidores dos Estados Unidos mostra o impacto que estes sites podem ter nos próximos anos.</p>
<p> A empresa, especializada em medições sobre tráfico e comércio na web, através de um comunicado, informou também que os comentários escritos por outros usuários influenciaram nas decisões de compras de 13% dos consumidores consultados.</p>
<p> Outros 11% dos consumidores afirmaram seguir a opinião de um especialista através do Twitter ou Facebook. Já o resto dos entrevistados admitiu seguir os comentários de algum amigo ou de empresas que oferecem descontos através das redes sociais citadas.</p>
<p> &#8220;As redes sociais aparentemente estão surgindo como um importante canal de marketing nesta época de festas de final de ano&#8221;, indicou Gian Fulgoni, presidente e cofundador da ComScore no comunicado. Fulgoni afirmou que os resultados da pesquisa, realizada entre 4 e 7 de dezembro, dão uma ideia do impacto que as redes sociais terão durante a próxima década. Fulgoni acredita que possuir uma estratégia empresarial para lidar com as redes sociais é uma boa aposta, que ainda envolve custos muito baixos.</p>
<p> Várias empresas, como a Eastman Kodak, já começaram a usar as redes sociais como Facebook, que possui mais de 350 milhões de usuários, para promover os seus produtos.</p>
<p> <strong>Fonte: Terra Espanha</strong></p>
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		<title>Twitter ajuda Dell a vender US$ 800 mil no Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 13:35:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesta terça-feira a Dell divulgou números globais da sua participação em mídias sociais. Durante o ano, as vendas pelo Twitter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta terça-feira a Dell divulgou números globais da sua participação em mídias sociais. Durante o ano, as vendas pelo Twitter no Brasil movimentaram cerca de US$ 800 mil.</p>
<p> De acordo com o Zumo Notícias, a conta @DellnoBrasil (19 mil seguidores) se destaca nos resultados financeiros em relação a versão canadense (@DellHomeSalesCA), que obteve receitas de US$ 150 mil.</p>
<p> Ao redor do mundo, o alcance da Dell no Twitter, segundo Lionel Menchaca, blogueiro-chefe da fabricante de PCs nos Estados Unidos, conseguiu receitas de US$ 6,5 milhões. Em junho esse valor era de US$ 3 milhões. A conta de descontos nos Estados Unidos, @DellOutlet, tem 1,5 milhão de seguidores. &#8220;Nesse momento, é apenas uma pequena parte dos mais de 2 bilhões de contatos que temos com clientes de todo o mundo por telefone e e-mail&#8221;, afirmou.</p>
<p> Menchaca diz que a Dell  começou a participar de mídias sociais há três anos com blogs corporativos, páginas no Facebook, Flickr e Twitter.</p>
<p> <strong>Fonte: <a target="_blank" title="Twitter ajuda Dell a vender US$ 800 mil no Brasil" href="http://www.adnews.com.br/negocios.php?id=97203">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Gasto publicitário com internet no Brasil cresce 24,7% em setembro</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 00:23:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Web arrecada R$ 87,8 milhões e aparece empatada com rádio no mercado publicitário no Brasil: ambos têm 4,3% do setor, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Web arrecada R$ 87,8 milhões e aparece empatada com rádio no mercado publicitário no Brasil: ambos têm 4,3% do setor, segundo dados do Inter-meios.</p>
<p>O investimento publicitário feito na internet brasileira cresceu 24,7% em setembro, totalizando 87,8 milhões de reais, segundo dados divulgados pelo Inter-meios nesta terça-feira (1/12). </p>
<p>Em participação, a internet aparece empatada com o rádio na quarta posição entre os meios que mais faturaram no mês: ambos representam 4,3% da verba publicitária brasileira.</p>
<p>Se levarmos em conta a receita, o rádio tem leve vantagem, já que, ao crescer 10,1% em relação a setembro de 2008, seu faturamento publicitário totalizou 87,9 milhões de reais.</p>
<p>No geral, o mercado publicitário no Brasil cresceu 3%, atingindo 2 bilhões de reais. Assim como já havia acontecido em agosto, a internet foi o meio brasileiro cuja receita publicitária mais cresceu no período.</p>
<p>Na comparação com outros meios, rádio e internet aparecem atrás da televisão (correspondente a 60,7% do faturamento publicitário), jornal (12,9%) e revista (8,6%), mas estão à frente de TV por assinatura (4,2%), mídia externa (2,8%). guias e listas (1,5%) e cinema (0,3%).</p>
<p>No acumulado de janeiro a setembro, a internet brasileira arrecadou 638,5 milhões de reais, crescimento de 4,1%, enquanto o mercado publicitário geral atingiu 15, 3 bilhões de reais, aumento de 0,4%.</p>
<p><strong>Fonte: IDG Now</strong></p>
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		<title>O que falta para a internet deslanchar?</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/o-que-falta-para-a-internet-deslanchar.html</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 23:49:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para o mercado publicitário, 2009 começou cercado de especulações sobre o impacto do cenário macro-econômico nos budgets dos anunciantes. Uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para o mercado publicitário, 2009 começou cercado de especulações sobre o impacto do cenário macro-econômico nos budgets dos anunciantes. Uma das maiores expectativas era o possível crescimento da internet, uma vez que permite aos anunciantes um ganho de performance devido à modelos de negociação agressivos, possibilidades de otimização em tempo real e oportunidades em embarcar em tendências como o Twitter.</p>
<p>
Ao longo do ano, de fato, algumas empresas souberam aproveitar o momento e realizar ações inovadoras, gerando uma experiência diferenciada e/ou ocupando um posicionamento estratégico que lhes dê alguma vantagem, afinal os números do meio impressionam: Projeta-se para 2009 um crescimento aproximado de 10% no total de usuários, totalizando quase 70 milhões de pessoas conectadas (alcance de 49%, segundo dados do TGI América Latina).</p>
<p>
Com a proliferação das plataformas sociais, o Brasil que já se destacava entre os países com maior tempo médio de navegação, passou a somar índices igualmente impressionantes de páginas vistas em blogs, micro-blogs e comunidades (média mensal de 747 páginas por pessoa segundo o Ibope Nielsen Online) e de interatividade (79% dos usuários navegam por sites de comunidades, 82% vêem vídeos on-line todo mês e 76% escutam rádios on-line, conforme pesquisa global da McCann Ericsson). Estima-se também um crescimento de 30% no total investido em web, chegando a R$ 987 milhões segundo projeção da IAB e do Projeto Intermeios.</p>
<p>
Esses são apenas alguns indicadores que refletem a consolidação do meio, mas ainda assim a internet responde por apenas 6% do budget. Acredito que esse valor não é superior não porque os gestores, empresários e agências não conheçam a web, mas porque não conseguiram responder questões como: como encaixar a internet dentro de um plano de comunicação consistente, de forma que traga resultado direto para o negócio? Em outras palavras, como trazer dinheiro?</p>
<p>
Claro que não existe uma fórmula mágica que resolva a questão. Talvez nem precise. Existem tantas possibilidades de atuação que um único caminho não parece fazer sentido. Ao longo das próximas semanas vou escrever sobre os principais desafios para os anunciantes para entrar no marketing digital, como as agências tiveram que se adaptar a esse novo modelo de negócio (alterando inclusive a relação com clientes), como encarar a web de forma estratégica e claro, sobre tendências digitais.</p>
<p>
Para começar, diz aí, o que falta para a internet deslanchar?</p>
<p><strong>Por Gustavo Reis, graduado em Propaganda e Marketing pela ESPM-SP e possui especializações em Strategy e Consumer Behavior pela Harvard Business School, EUA. Atua em marketing digital há 10 anos, acumulando passagens pelo iG e Predicta. Respondeu pela área de internet da Tecnisa e atualmente responde pela diretoria de mídia da Wunderman, atendendo Colgate, Dell, Johnnie Walker, Smirnoff, Land Rover, Perdigão e Syngenta.</strong></p>
<p><strong><br />
Fonte: <a target="_blank" title="O que falta para a internet deslanchar?" href="http://www.adnews.com.br/artigos.php?id=96662" target="_blank">AdNews</a></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Perspectivas para o Marketing Digital em 2010</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 13:12:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Internet Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing na internet]]></category>
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		<description><![CDATA[Enquanto observamos uma queda nos investimentos publicitários on-line em 2009 nos EUA, no Brasil o que temos visto é exatamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto observamos uma queda nos investimentos publicitários on-line em 2009 nos EUA, no Brasil o que temos visto é exatamente o contrário: uma expansão rápida e aparentemente irreversível, com perspectivas de crescimento no volume total em torno de 30%. Dentre os setores da economia que mais têm ampliado esses investimentos, podemos destacar o automobilístico, da construção civil, de eletro-eletrônicos, entre outros.</p>
<p> Há também um crescimento observado nos investimentos para implantação ou expansão de negócios on-line, em que se destaca a participação das micro e pequenas empresas. Esse fenômeno tem sido observado ao longo de 2009, o que tem ocasionado uma redução na enorme concentração de faturamento que ainda persiste em poucos e grandes players.</p>
<p> Um dos setores com grandes perspectivas de expansão no e-commerce está o de conveniência, como farmácias e produtos para presentes. Um segmento que ainda é muito incipiente e pode vir a crescer no futuro é o de vestuário e acessórios, pois apresenta baixa adesão no Brasil, em comparação aos outros países, em que a resistência a essa modalidade de compra é menor.</p>
<p> O crescimento no volume de investimentos será visto também na aquisição de ferramentas de suporte ou “retaguarda”. Esses investimentos se referem à necessidade de monitoramento de redes sociais, com a contratação de equipes dedicadas ou empresas terceirizadas para acompanhar a situação das marcas na web, bem como estruturar a melhor forma de interação. Esse tipo de serviço é fundamental para as empresas que desejam entender e aprimorar o relacionamento com seus diversos públicos na web.</p>
<p> Outro serviço de retaguarda que também crescerá está relacionado às ferramentas de mensuração de resultados. Afinal, as empresas vêm percebendo cada vez mais a importância de avaliar os investimentos realizados e aperfeiçoar continuamente suas ações por meio de um trabalho empírico, pois os resultados são absolutamente diferentes de empresa para empresa, de segmento para segmento e essa variação faz com que seja necessário desenvolver ferramentas próprias.</p>
<p> Outra tendência é a busca por mais conhecimento, por parte das empresas, sobre o funcionamento das ferramentas de busca. O que se observa ainda é que muitos investimentos são feitos no desenvolvimento de sites corporativos, mas sem grande preocupação com uma efetiva “presença digital”, que é o fator primordial para contribuir com a localização, ou “encontrabilidade”, da empresa na web. Afinal, como se sabe, cada vez mais esse é um fator de sucesso ou fracasso para as instituições, dado o hábito de uso dos buscadores de todos os tipos, por palavras-chave, como Bing, Google e Yahoo!, de vídeos, de preços, entre outros.</p>
<p> Esse movimento de migração das verbas para o marketing digital também está relacionado ao fato de se poder chegar mais próximo do marketing one-to-one, idealizado pelos profissionais de marketing direto há 20 anos e que agora se torna realidade por meio do uso inteligente dos dados, sobre os consumidores. Esse uso inteligente dos dados pode ser observado no exemplo da Amazon, que aprimora continuamente sua operação.</p>
<p> A busca de conhecimento, que vem ocorrendo nas empresas, impacta também os profissionais de marketing, publicidade, imprensa, enfim de todas as áreas, de forma tão frenética como nunca foi visto antes. Isso porque a internet imprime uma velocidade alucinante, que faz com as pessoas se sintam completamente alienadas em questão de pouco tempo.</p>
<p> Por <strong>Sandra Turchi</strong>, Superintendente de Marketing da ACSP (Associação Comercial de São Paulo)</p>
<p> <strong>Fonte: Mundo do Marketing</strong></p>
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		<title>ROI em projetos de internet ainda é ponto obscuro</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 21:10:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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		<description><![CDATA[Sim, já sabemos que o site puramente institucional já era. Agora o foco está em criar ou aperfeiçoar uma estratégia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, já sabemos que o site puramente institucional já era. Agora o foco está em criar ou aperfeiçoar uma estratégia de negócios na internet que seja rentável.</p>
<p>Por <span><a target="_blank" title="Veja todos os artigos de Ademir Novaes Jr" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/author/ademir_novaes_jr">Ademir Novaes Jr</a></span></p>
<p>A visão “profissional” da internet em nosso país é bem recente e isso acaba contribuindo para que poucas empresas e profissionais tenham uma visão completa sobre o “negócio” internet.</p>
<p>Mas isso está mudando: podemos enxergar alguns casos de sucesso nos produtos web nacionais (para mim, o Buscapé é o mais famoso deles). Nesses sites, o maior trunfo foi que seus criadores conseguiram estabelecer modelos rentáveis de negócio, onde diversas ferramentas contribuem para “fazer dinheiro”.</p>
<p>Essas ferramentas podem ser desde estratégias de marketing agressivas até pontos mais específicos (como análise de acessos ao site para definição das decisões a serem tomadas).</p>
<p><strong> O site institucional morreu </strong></p>
<p>Independente da estratégia utilizada para obter lucro com a internet (tenha pelo menos uma!), o mais importante é saber que o modelo de site institucional morreu. Não adianta apenas apresentar informações sobre sua empresa.</p>
<p>Você precisa pensar em formas de oferecer serviços aos seus usuários e pensar em alternativas para que seu site não seja apenas uma vitrine, mas uma ferramenta que atraia o usuário (agora, mais do que nunca, cliente) para se tornar um consumidor dos seus produtos.</p>
<p><span style="color: #747474; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px; text-align: left;">Veja o artigo completo em:<span style="border-style: none; margin: 0px; padding: 0px; list-style-type: none; text-decoration: none;"><span> </span></span><a target="_blank" style="border-style: none; margin: 0px; padding: 0px; list-style-type: none; text-decoration: none; color: #2f6900;" title="ROI em projetos de internet ainda é ponto obscuro" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/11/04/roi-em-projetos-de-internet-ainda-e-ponto-obscuro/" target="_blank">WebInsider</a></span></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
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		<title>No Natal, e-commerce vai movimentar R$ 1,6 bi</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 15:02:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O comércio online vai ganhar bastante com o Natal deste ano. Previsões da empresa de monitoramento e-bit, divulgadas ontem (11/11), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O comércio online vai ganhar bastante com o Natal deste ano. Previsões da empresa de monitoramento e-bit, divulgadas ontem (11/11), apontam que o setor pode movimentar até R$ 1,63 bilhão em 2009. As informações são da Agência Estado</p>
<p>Se a estimativa da empresa acontecer, as vendas pela internet entre os dias 15 de novembro e 24 de novembro podem ser 30% maior do que em 2008, quando o e-commerce faturou cerca de R$ 1,25 bilhão.</p>
<p>Livros e eletrodomésticos, segundo o e-bit, devem esquentar as vendas deste ano. Os produtos da linha branca com redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) também devem incrementar as vendas. Produtos eletrônicos, informática beleza e saúde também devem ser responsáveis pelas vendas online.</p>
<p>Até o fim deste ano, o Brasil deve faturar R$ 10,5 bilhões com as compras feitas pela internet, apresentando um crescimento de 28% em relação ao faturamento de 2008.</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="No Natal, e-commerce vai movimentar R$ 1,6 bi" href="http://www.adnews.com.br/destaque.php?id=96241" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>As aplicações e formas de Midia Digital</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 22:06:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A cada dia que passa a comunicação fica mais digital&#8230; Esta é a constatação que temos quando olhamos ao nosso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A cada dia que passa a comunicação fica mais digital&#8230; Esta é a constatação que temos quando olhamos ao nosso redor e encontramos informações nos mais diversos locais e das mais diversas formas. </p>
<p> A forma que mais cresce atualmente é a Midia Digital, nome desta nova modalidade de comunicação que veio para ficar e se proliferar rapidamente como alternativa aos outdoors que poluíam as grandes cidades. Esta tecnologia está sendo utilizada para atingir os consumidores quando estes estão fora de seus domicílios. Ela também pode ser chamada de Midia Digital, Midia OOH (Out Of Home), Sinalização Digital, Merchandising Eletrônico, Midia Eletrônica, Digital Signage, etc.</p>
<p> Basicamente todos os sistemas de Midia Digital precisam de uma tela (monitor de LCD/Plasma ou de telas de projeção, que podem ser de vários tamanhos) de um Player ou CPU e dos conteúdos informativos e publicitários. </p>
<p> As aplicações mais comuns consistem em telas informativas, onde os conteúdos são exibidos em looping e podem trazer também informações de utilidade pública como previsão do tempo, cotações, notícias, dicas de lazer, esporte e cultura, entre outros temas.</p>
<p> Os consumidores já conseguem perceber as aplicações de Midia Digital em inúmeros locais como, por exemplo, nas Academias de Ginástica, Padarias, Farmácias, Consultórios, Lojas de Conveniência, Lojas de Materiais de Construção, Cafeterias, Lanchonetes, Restaurantes, Consultórios, Pet Shops, Shopping Centers, Ônibus, Taxis, Elevadores e TVs Corporativas.</p>
<p> A eficiência desta ferramenta de marketing ainda é alvo de estudos que estão sendo realizados em todo o mundo. Já foram divulgadas várias pesquisas que apontam para crescimento de vendas de até 230% em algumas categorias. </p>
<p> O fator marcante é a “construção de marcas” que também pode ser agilizada com a utilização do Digital Signage, quando os shoppers são expostos aos impactos proporcionados pelas telas, dentro ou fora dos pontos-de-venda.</p>
<p> Como normalmente os conteúdos obedecem a uma grade de programação que fica em looping &#8211; que varia de acordo com cada tipo de rede de Midia Digital -, as chances de um shopper ser impactado várias vezes pela mesma marca ou produto é muito grande, contribuindo de forma irrefutável para marcar presença no share of mind dos shoppers.</p>
<p> Essas novas tecnologias também agregam o aspecto ecológico e de sustentabilidade, pois substituem os antigos Cartazes, Outdoors e Banners de PDV, que eram feitos com papel e plástico, e que, após a utilização, eram literalmente descartados. </p>
<p> Nesta nova era de Comunicação Digital, além da rapidez de substituição das mensagens, economiza-se tempo e dinheiro, pois tudo é feito de forma virtual, com direito a movimento das imagens, efeitos digitais e som, quando necessário.</p>
<p> E em função das imagens serem dinâmicas (com movimento) e com brilho, são facilmente percebidas pelo sentido da visão dos consumidores que acabam passando mais tempo em frente à tela, prestando atenção no conteúdo. Mas para que a atenção dos consumidores seja arrebata, esse conteúdo deve ser de alta qualidade, observando também o tamanho das letras, tempo de leitura, contraste de cores e relevância para o público-alvo. </p>
<p> Outro fator importante para o sucesso da Midia Digital é o posicionamento. As telas devem ser instaladas sempre em locais de grande visibilidade e de preferência na altura dos olhos dos consumidores. </p>
<p> A Midia Digital vai ser cada vez mais importante para todos, pois ela sempre trará muitas informações úteis, conhecimento, entretenimento e cultura e, certamente, fará parte do cotidiano desta e das próximas gerações.</p>
<p>Por <strong>Avelino Querido</strong>, Diretor Comercial da Droidigital Mídia</p>
<p>Fonte: <a target="_blank" href="http://www.adnews.com.br/artigos.php?id=95825" target="_blank">AdNews</a></p>
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