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	<title>Seobra (SEO) - Otimização de sites e Marketing de Busca em Fortaleza &#187; Mídia Digital</title>
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	<description>Otimização de sites (SEO) e Marketing de busca. a Seobra  é especialista no assunto. Além de Anuncios nos links patrocinados do google, em Fortaleza</description>
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		<title>Internet bate revistas e vira 3ª maior mídia do mundo</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 15:21:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esta semana ficará marcada nas estatísticas históricas da internet. A mídia online ultrapassou as revistas em faturamento publicitário mundo afora e e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta semana ficará marcada nas estatísticas históricas da internet. A mídia online ultrapassou as revistas em faturamento publicitário mundo afora e e se torna a terceira maior mídia em escala global.</p>
<p>Os dados são resultado de um estudo realizado pela Zenith Optimedia, que mostra também uma aproximação da web com os jornais. A internet atraiu US$ 55 bilhões de investimentos em todo o mundo, com isso, já é dona de 12,6% do bolo publicitário no planeta, ficando atrás apenas dos jornais, com 23,1% e da televisão, com 39,4%. As revistas estão agora em quarto lugar, com 10,3%.</p>
<p>A projeção é de que em 2012, ano no qual deverá atingir o share de 17,1% do bolo, a internet se aproxime dos jornais, que deverão contar com 19,4%dos investimentos. Naquele ano, a internet deverá atrair investimentos de US$ 83,9 bilhões, contra US$ 95,4 bilhões dos jornais e US$ 199,7 bi da televisão – que deverá ter participação de 40,6%, um pouco superior à atual.</p>
<p>A Zenith também prevê um crescimento do mercado publicitário de 2,2% em 2010 na comparação com 2009, ano que teve uma queda próxima a 10%. A expectativa é que os investimentos cheguem à casa de US$ 456 bilhões em todo o mundo neste ano e que, para os anos seguintes, o mercado cresça mais 4,1% em 2011 e outros 5,3% em 2012.</p>
<p>Em um estudo anterior, a Zenith apontou a possibilidade de crescimento mundial de apenas 0,9%, portanto esse é o segundo relatório consecutivo com revisão para cima, após 18 meses revisando para baixo as expectativas.</p>
<p>Dividindo o estudo por regiões, a América Latina figura como destaque, que após um ano registrando o crescimento irrisório de 0,4%, 2010 promete uma alta de 9,3%, o que representa a movimentação de  cerca de US$ 33 bilhões, com possibilidade de chegar a US$ 38 bi em 2012.</p>
<p>A América do Norte é a região que passa por mais dificuldades, e a publicidade dos Estados Unidos deverá fechar com receitas abaixo de 2009, cerca de 2% menos. O mercado europeu deverá crescer 0,4%, enquanto a Ásia subirá na casa de 5,9%. Se  o Japão for retirado da lista asiática, o índice salta para 10%, o que colocaria a região como a melhor de 2010.</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Internet bate revistas e vira 3ª maior mídia do mundo" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=101668" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>O papel das &#8220;ferramentas&#8221; digitais no relacionamento 1to1</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 18:41:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Marketing na internet]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Fabricio Saad*
Tema presente em todas as discussões sobre Marketing de Relacionamento e com papel garantido nas estratégias de fidelização [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Fabricio Saad*</p>
<p>Tema presente em todas as discussões sobre Marketing de Relacionamento e com papel garantido nas estratégias de fidelização de clientes e incremento do brand awareness das grandes organizações, o digital marketing apresenta uma série de tendências a serem consideradas e seriamente avaliadas pelos &#8220;marketeiros&#8221; de plantao.  Feiras e eventos cada vez maiores e frequentes no setor nos fornecem insights que merecem ser divididos. </p>
<p> O último DMA (maior congresso global em Marketing de relacionamento, realizado em out/09 no estado americano da Califórnia e que reuniu cerca de 5.000 profissionais e centenas de palestrantes) revelou o peso do digital: 3 em cada 5 sessoes foram dedicadas exclusivamente ao tema e praticamente todas as ideias geniais premiadas pela academia de marketing direto remetiam ao digital&#8230; O que dizer do case da Best Buy que engajou seus mais de 100.000 colabadores no Twitter? E aquela iniciativa da ilha de Queensland, desenvolvido basicamente via broadcast para divulgar uma vaga de “sindico do paraíso”, que resultou em milhares e milhares de mensagens e candidatos que ajudaram a divulgar de forma espontânea o turismo australiano. Acho que todos lembram, não? </p>
<p> Por outro lado, a Campus Party Brasil 2010, realizada na capital paulista no início deste ano, reuniu mais de 5.000 jovens da geração y, exposição em todos os canais web e não web (com ampla cobertura inclusive da mídia televisiva), participação intensa de órgãos governamentais e de grandes empresas preocupadas em se aproximar deste publico jovem e nos deu a certeza de que o meio publicitário e organizacional brasileiro está cada vez mais antenado e preparado para o uso adequado das novas tecnologias digitais em ações de marketing e no desenvolvimento de negócios.</p>
<p> <strong>Mas, afinal, que tendências claras, falando em marketing de relacionamento, nos trazem os meios digitais?</strong></p>
<p> <strong>Redes sociais:</strong> como não poderia deixar de ser, o investimento no tema é crescente e isso se revela também no grande número de debates e mesas redondas promovidos nesses eventos do setor. Fundamental principalmente para falar com o público jovem e mais ainda se seu objetivo principal não é a venda direta e sim a viralização, divulgação de um novo produto, branding, etc&#8230; O grande desafio dos marketeiros nesse meio é comprovar a eficácia das redes criando mecanismos confiáveis para mensuração de resultados. De qualquer forma, o uso do twitter (por ex) se tornará, dentro de muito pouco tempo, obrigatório nas estratégias de marketing de grandes corporacoes. A polêmica fica por conta da criação de plataformas sociais proprietarias para ajudar as empresas a se aproximarem de diferentes públicos, capturar leads através de cadastros, entre outros objetivos – estratégia defendida por alguns, mas criticadas por muitos. </p>
<p> <strong>Mobile Marketing:</strong> o número de aparelhos com acesso 3G no Brasil e no mundo cresce a uma velocidade espantosa. As vendas de iphones, blackberry e smartphones de maneira geral, crescem mais ainda. O uso do bluetooth que permite identificar através da rastreabilidade a presença de um prospect em potencial para seu negocio próximo ao local de compra é outra realidade que não tem mais volta. Os SMS já são o canal preferencial de comunicação no dia-a-dia de milhares de pessoas (no Brasil isso ainda é mais forte). A interatividade já esta presente até mesmo em desfiles de escolas de samba (ex. da Portela no carnaval carioca deste ano). Os primeiros ensaios do país em M-Commerce já acontecem com empresas de cartões (Visa e MasterCard), testando mecanismos de contactless/ advanced payment, empresas de telefonia movel (como a Oi) testando o uso do celular como meio de pagto e a Anatel, ensaiando a regulamentacao das MVNOs, o que permitira o m-commerce próprio desenvolvido por cadeias varejistas como já ocorre com sucesso na Europa. E você?  O que esta esperando para investir em Marketing via mobile?</p>
<p> <strong>SEO/ SEM: </strong>se sua empresa possui um canal de venda direta pela web, mais importante ainda investir nas ferramentas de marketing de busca. Estejamos falando da busca orgânica (SEO) ou da busca paga (SEM), aquela em que você investe na exposição de links através de plataformas google, yahoo!, etc&#8230;</p>
<p> <strong>Trigger Marketing:</strong> quem diria que isso se tornaria realidade. O uso cada vez maior da inteligência gerada pelo perfil do usuário, dados de navegação, etc&#8230;, como no formato Amazon, é a nova tendência do Marketing 1to1. O mundo atual mudou e está cada vez mais rápido. Sabe aquele tempo que você precisava para avaliar o retorno das peças offline, subir esses dados em um DBM com atualização mensal e então preparar a próxima oferta?  Pois é, não existe mais!  E nesse cenário, o profissional da área que se preparar, entendendo minimamente de internet e ferramental estatístico, se dará melhor. Esse sim é o profissional do futuro. E o futuro está aí. Na nossa porta.</p>
<p> <strong>Estratégias multicanais:</strong> sms, mala direta, e-mail, telemarketing, portais webs, redes sociais, revistas segmentadas, eventos dirigidos, etc&#8230; ficará cada vez mais difícil você não considerar pelo menos 3 destes canais em sua campanha de Marketing. Isso é o que garantirá o resultado da campanha, estejamos falando de geração de leads, relacionamento ou rentabilização de carteira.</p>
<p> Deixando um pouco a relacao direta digital/ marketing de relacionamento, outros temas merecem atenção e com certeza estarão cada vez mais presentes no dia-a-dia do profissional de comunicação moderno, tais como: </p>
<p> &#8211; o neoconsumidor/ neuromarketing e a utilização destes para decifrar a relação com consumo da geracao y;</p>
<p> &#8211; as novas tecnologias como realidade aumentada, jogos 3D e aparelhos multi-canais, multi-tarefas como o novo iPad da americana Apple;</p>
<p> &#8211; falando na realidade brasileira, o esforco governamental para expandir com maior velocidade o acesso a banda larga, democratizando a web e possibilitando acesso a cultura/ marketing digital para todas as classes sociais;</p>
<p> &#8211; por fim: a legislacao vigente que normatiza o meio digital e podem impactar (positivamente ou não) em temas como o marketing de busca, acesso a redes sociais, etc&#8230;</p>
<p> * Fabricio Saad é estatístico com pós-graduação em Marketing pela Fundacao Getulio Vargas (FGV) e MBA Executivo pela Fundacao Dom Cabral. Atuou em cargos executivos em empresas como SulAmerica ING, MasterCard, McCann Group, Grupo Abril e Bradesco. Atualmente, ministra palestras e presta consultoria em digital marketing. Twitter: <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/fabriciosaad" target="_blank">@fabriciosaad</a></p>
<p>Fonte: <a target="_blank" title="O papel das &quot;ferramentas&quot; digitais no relacionamento 1to1" href="http://www.mundodomarketing.com.br/13443,artigos,o-papel-das-ferramentas-digitais-no-relacionamento-1to1.htm" target="_blank">Mundo do Marketing</a></p>
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		<title>TV perde adolescentes para outras mídias</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 13:57:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma pesquisa realizada pela Kaiser Family Foundation constatou que os adolescentes estão consumindo mais conteúdo produzido para a televisão, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa realizada pela Kaiser Family Foundation constatou que os adolescentes estão consumindo mais conteúdo produzido para a televisão, mas ficam menos tempo diante do televisor. Celulares, iPods e sites de compartilhamento de vídeos são os responsáveis pela mudança no hábito de consumir televisão.</p>
<p>Apesar de o conteúdo de TV ser o mais consumido entre as opções de entretenimento, pela primeira vez na década o tempo diante do televisor caiu: 25 minutos a menos em dez anos. Segundo o estudo, 59% dos adolescentes assistem aos programas de TV do jeito “clássico”, ou seja, no televisor e nos horários em que são transmitidos, enquanto que 41% usam também outros aparelhos para ver o conteúdo televisivo.</p>
<p>Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, Fábio Senne, coordenador de relações acadêmicas da Andi (Agência de Notícias dos Direitos da Infância) relatou que “a infância é a faixa que mais consome internet no Brasil, mas é preciso ter em mente que há uma relação direta com o custo dos serviços&#8221;.</p>
<p>A pesquisa entrevistou 2.000 americanos entre 8 e 18 anos e teve a colaboração da Universidade Stanford.</p>
<p><em>Informações Folha de S. Paulo</em></p>
<p><strong>Fonte: </strong><a target="_blank" title="TV perde adolescentes para outras mídias" href="http://www.adnews.com.br/midia.php?id=98937" target="_blank"><strong>Redação Adnews</strong></a></p>
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		<title>45,5 milhões de brasileiros compartilham conteúdo online</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 20:48:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A F/Nazca  com o apoio do Datafolha realizou um levantamento sobre a internet no Brasil. Segundo a pesquisa, 51% dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A F/Nazca  com o apoio do Datafolha realizou um levantamento sobre a internet no Brasil. Segundo a pesquisa, 51% dos internautas têm o hábito de publicar na rede conteúdos feitos por eles próprios, 69%, isto é, 45,5 milhões de brasileiros costumam compartilhar on-line.</p>
<p>Os meios mais acessados são o Orkut, adotado por 54% dos internautas, seguido do MSN, com 45%, e do e-mail, com 41%. Os conteúdos mais compartilhados são fotos, trocadas por 49% dos usuários, seguidas de textos e vídeos, ambos com 30%.</p>
<p>O brasileiro se destaca pela sua assiduidade à web: 86% dos 66 milhões de internautas identificados pelo estudo entram na rede pelo menos uma vez por semana e 37% navegam todos os dias.</p>
<p>Ainda de acordo com o levantamento, na região sul, apenas 36% dos internautas publicam e 55% compartilham conteúdo na internet.  Já no Nordeste, região com menor renda per capita do País, os números sobem para 57% e 77%, respectivamente. A colaboração reflete outra discrepância regional. Entre os nordestinos, 21% já enviaram algum conteúdo de sua autoria para veículos de comunicação, ao passo que no Sul a prática cai para 14%.</p>
<p>A  F/Nazca realiza a pesquisa sobre internet desde o início de 2007. No levantamento de agosto deste ano, foram feitas 2.344 entrevistas em todo o País. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, dentro de um nível de confiança de 95%. O desenho amostral foi elaborado com base em informações do Censo 2000 e estimativas de 2008 do IBGE.</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="45,5 milhões de brasileiros compartilham conteúdo online" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=98070" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>V Mídia Café valoriza regionalização das mídias</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 00:44:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A 5ª edição do Mídia Café aconteceu na manhã desta quinta-feira (19), em Porto Alegre. O evento abordou o tema: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A 5ª edição do Mídia Café aconteceu na manhã desta quinta-feira (19), em Porto Alegre. O evento abordou o tema: “Regionalização das Mídias Digitais: Realidade ou Possibilidade?” e discutiu a adaptação das mídias para cada região, de acordo com seus costumes e tradição.</p>
<p> Essa foi a primeira vez que o encontro foi realizado fora do eixo Rio-São Paulo e contou com a presença de grandes agências e empresas de mídia como: Ag2, Grupo RBS, W3Haus, Energy, Oi, PAIM, Zaffari, GLOBALCOMM, IAB Brasil, Escala e Quero Quero.</p>
<p> Os convidados apontaram o respeito aos valores e as especificidades de cada mercado como um dos pontos mais importantes para o sucesso de uma campanha. Alexandre Skowronsky da GLOBALCOMM reafirmou a importância das regiões. &#8220;A regionalização das mídias é uma potencial ferramenta para a captação de clientes&#8221;. Já para Ari Meneghini do IAB Brasil, a regionalização passa pelas questões regional, afetiva e cultural. </p>
<p> Porém, os participantes também ressaltaram que vivemos em um mundo Globalizado onde as pessoas querem se manter informadas sobre tudo o que acontece ao seu redor. “Temos que alcançar diferentes tipos de público. Uma pessoa que mora fora do Rio Grande do Sul também pode se interessar pelos assuntos da região”, afirma Enor Paiano, do portal UOL.</p>
<p> Outro ponto discutido foi a importância das mídias digitais para realizar campanhas diferenciadas. Para Cesar Paz, da AG2, &#8220;ousar para gerar uma comunicação relevante que agreguem valor a experiência do usuário com a marca é essencial”. A internet e o serviço mobile apareceram no debate como plataformas indispensáveis para se comunicar e apresentar seu produto para o público.</p>
<p> Alessandro Caduro, da W3Haus, conseguiu resumir a importância de eventos como o Mídia Café, onde publicitários e empresários podem se reunir para discutir o mercado. “É importante discutir novos formatos e conceitos de mídia. Estamos acostumados com um certo modelo de publicidade”.</p>
<p> O evento terminou com uma discussão sobre o papel do mobile marketing e da internet em 2010, já que grandes eventos como a Copa do Mundo e as eleições brasileiras vão movimentar o cenário digital do país. “Essas ferramentas são muito importantes para a comunicação”, afirmou </p>
<p> O Mídia Café foi uma iniciativa da AUNICA em parceria com o Adnews, contará com o patrocínio do Grupo RBS e do UOL e com o apoio do IAB Brasil, Abradi (Associação Brasileira das Agências Digitais) e ARP (Associação Riograndense de Propaganda).</p>
<p> <strong>Fonte: <a target="_blank" title="V Mídia Café valoriza regionalização das mídias" href="http://www.adnews.com.br/midia.php?id=96487" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Publicitários discutem oportunidades de negócios com Copa e Olimpíada</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 14:58:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cerca de 250 diretores de agências de publicidade de todo o país deverão se reunir para o 7º Encontro Brasileiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 250 diretores de agências de publicidade de todo o país deverão se reunir para o 7º Encontro Brasileiro de Agências de Publicidade, o EBAP, nos próximos dias 4 e 5 de março de 2010, no Rio de Janeiro. Um dos motivos do encontro é discutir as novas oportunidades de negócios surgidas com a Copa do Mundo e Olimpíada no Brasil e a melhor forma de aproveitá-las dentro da abrangência da propaganda. Para Luiz Lara, presidente da Associação Brasileira de Agências de Publicidade, responsável pelo evento, os publicitários já devem se preparar para participar do EBAP: &#8220;Acho fundamental já bloquearmos na nossa agenda as datas de 4 e 5 de março para todos os representantes das agências estarem presentes no 7º EBAP&#8221;. Poderão inscrever-se tanto executivos de agências associadas como as não associadas à ABAP.</p>
<p>A escolha da cidade como sede do encontro vinha sendo pleiteada pelo presidente da ABAP capítulo Rio de Janeiro, Clóvis Speroni, mesmo antes da confirmação da capital fluminense como sede da Olimpíada de 2016. De acordo com Speroni, agora é ainda mais importante para as agências de publicidade e as marcas terem uma presença forte na cidade.</p>
<p>“É essencial em função da grande avenida de perspectivas que se abriu devido ao alinhamento do governo e prefeitura do Rio com o governo federal e o fato da cidade abrigar dois grandes eventos, a Copa do Mundo e a Olimpíada. Quem não aproveitar vai ficar de fora do jogo”, afirma.</p>
<p>O encontro tem início no dia 4, uma quinta-feira, na Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro). Para a noite, está previsto um evento no Píer da Praça Mauá, no cais do porto, região revitalizada do Rio de Janeiro. É lá que será entregue pela primeira vez o prêmio “ÍCONES”, criado pela ABAP para homenagear personalidades de fora do trade publicitário nas categorias inovação, liberdade e conteúdo.</p>
<p>A ABAP ainda prospecta a participação de publicitários de renome internacional para palestras na sexta-feira, último dia do EBAP. Entre os temas a serem abordados, estão a rentabilidade, a valorização dos negócios, o futuro das agências de publicidade, as novas mídias e a necessidade de integrar as ações de comunicação em um mundo multiplataformas.</p>
<p>O último EBAP ocorreu em Brasília, em maio de 2005. Na época, Dalton Pastore presidia a Associação Brasileira de Agências de Publicidade. Hoje, como presidente do Conselho Superior da entidade, ele reconhece a importância da realização deste evento em uma cidade olímpica. De acordo com Dalton, o 7º EBAP é uma continuação dos eventos anteriores realizados pela ABAP, como o IV Congresso Brasileiro de Publicidade, em 2008, e pode servir de preparação para um quinto Congresso. “Esses eventos fazem com que agências e profissionais de publicidade continuem reunidos, trabalhando em conjunto, sob orientação da entidade que representa o setor”. Para o publicitário, os Encontros Brasileiros de Agências de Publicidade são um importante passo para a formação dos dirigentes de agências.</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Publicitários discutem oportunidades de negócios com Copa e Olimpíada" href="http://www.adnews.com.br/destaque.php?id=96265" target="_blank">AdNews</a></strong></p>
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		<title>J3P prepara lançamento da Mesbla Pontocom</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 20:43:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A agência de publicidade J3P foi a empresa escolhida pela Mesbla para desenvolver o conceito do site de compras, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A agência de publicidade J3P foi a empresa escolhida pela Mesbla para desenvolver o conceito do site de compras, que tem lançamento, em circuito fechado, previsto para novembro deste ano, bem como para desenvolver toda a estratégia de comunicação e campanhas para a marca. Neste período, 75 mil pessoas serão convidadas para testar todos os serviços do site, que também estará aberto para receber cadastros de clientes interessados em fazer parte do “soft opening”.</p>
<p> Como o e-commerce é totalmente voltado para o público feminino, uma das estratégias da empresa foi incluir serviços como conteúdos com dicas de moda e beleza e o sistema de busca que vem com um diferencial: os produtos podem ser procurados por estilo da consumidora, que encontrará opções como clássica, moderna, casual, entre outros.</p>
<p> Segundo Steve Chen, diretor executivo da Mesbla, a J3P foi a agência que apresentou a proposta mais adequada às necessidades da empresa, que nasce com um modelo diferenciado. “Pela própria característica do nosso negócio, precisávamos de uma agência que tivesse flexibilidade para pensar ações criativas e ao mesmo tempo agilidade nas execuções, já que em um e-commerce a comunicação precisa ser rápida”, explica o executivo.</p>
<p> “O nosso desafio é transportar para o universo da mulher pontocom uma marca que já foi das mais queridas do público brasileiro”, afirma Giuliano Pereira, diretor comercial da J3P. “A primeira campanha está programada para abril, no mês que o site será aberto ao público. O plano de mídia engloba anúncios para TV, revistas e internet”, conclui o executivo.</p>
<p>Fonte: <a target="_blank" title="J3P prepara lançamento da Mesbla Pontocom" href="http://www.adnews.com.br/publicidade.php?id=96198" target="_blank">AdNews</a></p>
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		<title>No digital, as pessoas comuns são reis e rainhas</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 23:07:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O indiano Kumar Doshi representou a Microsoft Advertising na tarde desta terça-feira no El Ojo, festival que acontece entre 2 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O indiano Kumar Doshi representou a Microsoft Advertising na tarde desta terça-feira no El Ojo, festival que acontece entre 2 e 4 de novembro na Argentina. O tom do painel foi mostrar como as empresas devem trabalhar com o digital e as formas bem-sucedidas de aproximar as mensagens do consumidor final. </p>
<p> Doshi clasifica o atual cenário como um mundo em que as pessoas comuns são &#8220;reis e rainhas&#8221; pelo fato de terem total liberdade sobre o fluxo no ambiente digital. Isto é, as empresas influenciam, mas é o próprio consumidor quem domina efetivamente toma decisões. Por esse motivo, a dica é descobrir o quanto os anunciantes gastam para mensurar se acertam ou não nas campanhas. </p>
<p> O indiano ainda consideou que as companhias buscam o pioneirismo na atuação dentro da Internet. Pelo fato de ser um meio relativamente novo, segundo ele, todos querem ser os primeiros e as marcas desejam ser o centro da internet. Como mensagem final fica pergunta: &#8220;o que você está fazendo pelo digital e o que o digital está fazendo por você?&#8221;</p>
<p>
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</p>
<p><strong>Por Marcelo Gripa e Daniel Rosa, direto de Buenos Aires</strong></p>
<p>Fonte: <a target="_blank" title="No digital, as pessoas comuns são reis e rainhas" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=95859" target="_blank">Adnews</a><strong><br />
</strong></p>
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		<title>As aplicações e formas de Midia Digital</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 22:06:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A cada dia que passa a comunicação fica mais digital&#8230; Esta é a constatação que temos quando olhamos ao nosso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A cada dia que passa a comunicação fica mais digital&#8230; Esta é a constatação que temos quando olhamos ao nosso redor e encontramos informações nos mais diversos locais e das mais diversas formas. </p>
<p> A forma que mais cresce atualmente é a Midia Digital, nome desta nova modalidade de comunicação que veio para ficar e se proliferar rapidamente como alternativa aos outdoors que poluíam as grandes cidades. Esta tecnologia está sendo utilizada para atingir os consumidores quando estes estão fora de seus domicílios. Ela também pode ser chamada de Midia Digital, Midia OOH (Out Of Home), Sinalização Digital, Merchandising Eletrônico, Midia Eletrônica, Digital Signage, etc.</p>
<p> Basicamente todos os sistemas de Midia Digital precisam de uma tela (monitor de LCD/Plasma ou de telas de projeção, que podem ser de vários tamanhos) de um Player ou CPU e dos conteúdos informativos e publicitários. </p>
<p> As aplicações mais comuns consistem em telas informativas, onde os conteúdos são exibidos em looping e podem trazer também informações de utilidade pública como previsão do tempo, cotações, notícias, dicas de lazer, esporte e cultura, entre outros temas.</p>
<p> Os consumidores já conseguem perceber as aplicações de Midia Digital em inúmeros locais como, por exemplo, nas Academias de Ginástica, Padarias, Farmácias, Consultórios, Lojas de Conveniência, Lojas de Materiais de Construção, Cafeterias, Lanchonetes, Restaurantes, Consultórios, Pet Shops, Shopping Centers, Ônibus, Taxis, Elevadores e TVs Corporativas.</p>
<p> A eficiência desta ferramenta de marketing ainda é alvo de estudos que estão sendo realizados em todo o mundo. Já foram divulgadas várias pesquisas que apontam para crescimento de vendas de até 230% em algumas categorias. </p>
<p> O fator marcante é a “construção de marcas” que também pode ser agilizada com a utilização do Digital Signage, quando os shoppers são expostos aos impactos proporcionados pelas telas, dentro ou fora dos pontos-de-venda.</p>
<p> Como normalmente os conteúdos obedecem a uma grade de programação que fica em looping &#8211; que varia de acordo com cada tipo de rede de Midia Digital -, as chances de um shopper ser impactado várias vezes pela mesma marca ou produto é muito grande, contribuindo de forma irrefutável para marcar presença no share of mind dos shoppers.</p>
<p> Essas novas tecnologias também agregam o aspecto ecológico e de sustentabilidade, pois substituem os antigos Cartazes, Outdoors e Banners de PDV, que eram feitos com papel e plástico, e que, após a utilização, eram literalmente descartados. </p>
<p> Nesta nova era de Comunicação Digital, além da rapidez de substituição das mensagens, economiza-se tempo e dinheiro, pois tudo é feito de forma virtual, com direito a movimento das imagens, efeitos digitais e som, quando necessário.</p>
<p> E em função das imagens serem dinâmicas (com movimento) e com brilho, são facilmente percebidas pelo sentido da visão dos consumidores que acabam passando mais tempo em frente à tela, prestando atenção no conteúdo. Mas para que a atenção dos consumidores seja arrebata, esse conteúdo deve ser de alta qualidade, observando também o tamanho das letras, tempo de leitura, contraste de cores e relevância para o público-alvo. </p>
<p> Outro fator importante para o sucesso da Midia Digital é o posicionamento. As telas devem ser instaladas sempre em locais de grande visibilidade e de preferência na altura dos olhos dos consumidores. </p>
<p> A Midia Digital vai ser cada vez mais importante para todos, pois ela sempre trará muitas informações úteis, conhecimento, entretenimento e cultura e, certamente, fará parte do cotidiano desta e das próximas gerações.</p>
<p>Por <strong>Avelino Querido</strong>, Diretor Comercial da Droidigital Mídia</p>
<p>Fonte: <a target="_blank" href="http://www.adnews.com.br/artigos.php?id=95825" target="_blank">AdNews</a></p>
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		<title>Depois dos jornais, internet ameaça a TV</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/depois-dos-jornais-internet-ameaca-a-tv.html</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 01:38:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A consultoria Idate divulgou um estudo ontem (15/10), em Paris, e apontou que a TV será a próxima mídia a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A consultoria Idate divulgou um estudo ontem (15/10), em Paris, e apontou que a TV será a próxima mídia a ter seu modelo de negócios modificado pela web. Mídia impressa, indústria fonográfica e cinema já passaram por essa transformação e agora é a vez da mídia eletrônica.</p>
<p>De acordo com o jornal &#8220;O Estado de S.Paulo&#8221;, &#8220;a ameaça da internet à televisão fica mais próxima&#8221;. A pesquisa mostrou que, em três anos, 40% dos lares europeus poderão conectar a TV diretamente à internet. Isso vai diminuir a dependência do telespectador das TVs aberta e fechada.</p>
<p>A mudança no modelo de negócios vai acontecer com a chegada de TVs equipadas com plugs para conexão Ethernet, que permite a ligação ao modem residencial. Com isso, a televisão será um aparelho online, sem a intervenção de computadores e os vídeos dos computadores passarão para as telas da TV.</p>
<p>Para Gilles Fontaine, diretor-geral adjunto do Idate, a melhora vai ajudar os consumidores. &#8220;Este televisor vai facilitar a vida dos consumidores que querem ver as imagens da internet na televisão&#8221;. Dessa forma, companhias de alta tecnologia vão fornecer programação ao consumidor sem depender das emissoras de TV.</p>
<p>Segundo o executivo, a transformação já começou nos Estados Unidos onde o site Hulu oferece online, no dia seguinte, a programação de empresas de mídia como NBC, Universal, News Corp e Walt Disney. O YouTube também assinou acordos de veiculação de programas de TV de forma legal, pagando direitos autorais.</p>
<p>As informações são de Andrei Netto, correspondente do Estadão em Paris.</p>
<p>Fonte: www.adnews.com.br</p>
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		<title>Internet é novamente a mídia que mais cresce</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 20:42:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em comparação com os cinco primeiros meses de 2008, a internet foi o destaque da mais recente pesquisa do Projeto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em comparação com os cinco primeiros meses de 2008, a internet foi o destaque da mais recente pesquisa do Projeto Inter-Meios ao crescer 23,85% no faturamento. Se no ramo digital a notícia boa, para os impressos ela é mais desanimadora. Juntos, jornais e revistas caíram 16%, 9,48% e 7,37%, respectivamente.</p>
<p>O faturamento total da mídia com propaganda teve alta tímida de 1,72% e atingiu R$ 7,824 bilhões. A retração foi registrada em maio, momento em que o mercado encolheu 1,15%. Com o aumento no meio online, a internet repete o sucesso de últimos anos e novamente é a mídia que mais cresce. O meio atingiu R$ 309 milhões nos cinco primeiros meses deste ano. Mesmo com o resultado, a participação da web no bolo publicitário é de 3,95%.</p>
<p>Com 13,18%, mídia exterior foi o segundo segmento na lista dos que mais cresceram, o que totalizou R$ 248 milhões e participação de 3,17%. A TV por assinatura cresceu 6,39% em relação ao período de 2008 e alcançou R$ 256 milhões, com fatia de 3,27% do bolo total. Cinema também obteve melhora: subiu 5,91% e faturou R$ 26,7 milhões e share de 0,34%. Rádio teve alta de 4,96%, com um total de R$ 355 milhões e share de 4,54%, enquanto a TV aberta cresceu 4,64% e atingiu 4,7 bilhões, com share de 60,11%.</p>
<p><strong>Pior que 2008</strong></p>
<p>Para os veículos impressos, o resultado é mais amargo. Conforme já citado, jornais perderam faturamento e o montante caiu para R$ 1,2 bilhão, sendo que a participação no bolo passou para 15,76%. As revistas despencaram e chegaram a R$ 555 milhões e participação de 7,09%.</p>
<p>O segmento de Guias e listas decaiu 15,32% e baixou faturamento para R$ 139 milhões, participação de apenas 1,77%.</p>
<p>As informações são do MM Online.</p>
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