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	<title>Seobra (SEO) - Otimização de sites e Marketing de Busca em Fortaleza &#187; Midia Online</title>
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	<description>Otimização de sites (SEO) e Marketing de busca. a Seobra  é especialista no assunto. Além de Anuncios nos links patrocinados do google, em Fortaleza</description>
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		<title>Internet bate revistas e vira 3ª maior mídia do mundo</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 15:21:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esta semana ficará marcada nas estatísticas históricas da internet. A mídia online ultrapassou as revistas em faturamento publicitário mundo afora e e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta semana ficará marcada nas estatísticas históricas da internet. A mídia online ultrapassou as revistas em faturamento publicitário mundo afora e e se torna a terceira maior mídia em escala global.</p>
<p>Os dados são resultado de um estudo realizado pela Zenith Optimedia, que mostra também uma aproximação da web com os jornais. A internet atraiu US$ 55 bilhões de investimentos em todo o mundo, com isso, já é dona de 12,6% do bolo publicitário no planeta, ficando atrás apenas dos jornais, com 23,1% e da televisão, com 39,4%. As revistas estão agora em quarto lugar, com 10,3%.</p>
<p>A projeção é de que em 2012, ano no qual deverá atingir o share de 17,1% do bolo, a internet se aproxime dos jornais, que deverão contar com 19,4%dos investimentos. Naquele ano, a internet deverá atrair investimentos de US$ 83,9 bilhões, contra US$ 95,4 bilhões dos jornais e US$ 199,7 bi da televisão – que deverá ter participação de 40,6%, um pouco superior à atual.</p>
<p>A Zenith também prevê um crescimento do mercado publicitário de 2,2% em 2010 na comparação com 2009, ano que teve uma queda próxima a 10%. A expectativa é que os investimentos cheguem à casa de US$ 456 bilhões em todo o mundo neste ano e que, para os anos seguintes, o mercado cresça mais 4,1% em 2011 e outros 5,3% em 2012.</p>
<p>Em um estudo anterior, a Zenith apontou a possibilidade de crescimento mundial de apenas 0,9%, portanto esse é o segundo relatório consecutivo com revisão para cima, após 18 meses revisando para baixo as expectativas.</p>
<p>Dividindo o estudo por regiões, a América Latina figura como destaque, que após um ano registrando o crescimento irrisório de 0,4%, 2010 promete uma alta de 9,3%, o que representa a movimentação de  cerca de US$ 33 bilhões, com possibilidade de chegar a US$ 38 bi em 2012.</p>
<p>A América do Norte é a região que passa por mais dificuldades, e a publicidade dos Estados Unidos deverá fechar com receitas abaixo de 2009, cerca de 2% menos. O mercado europeu deverá crescer 0,4%, enquanto a Ásia subirá na casa de 5,9%. Se  o Japão for retirado da lista asiática, o índice salta para 10%, o que colocaria a região como a melhor de 2010.</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Internet bate revistas e vira 3ª maior mídia do mundo" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=101668" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Gasto publicitário com internet no Brasil cresce 24,7% em setembro</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 00:23:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Web arrecada R$ 87,8 milhões e aparece empatada com rádio no mercado publicitário no Brasil: ambos têm 4,3% do setor, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Web arrecada R$ 87,8 milhões e aparece empatada com rádio no mercado publicitário no Brasil: ambos têm 4,3% do setor, segundo dados do Inter-meios.</p>
<p>O investimento publicitário feito na internet brasileira cresceu 24,7% em setembro, totalizando 87,8 milhões de reais, segundo dados divulgados pelo Inter-meios nesta terça-feira (1/12). </p>
<p>Em participação, a internet aparece empatada com o rádio na quarta posição entre os meios que mais faturaram no mês: ambos representam 4,3% da verba publicitária brasileira.</p>
<p>Se levarmos em conta a receita, o rádio tem leve vantagem, já que, ao crescer 10,1% em relação a setembro de 2008, seu faturamento publicitário totalizou 87,9 milhões de reais.</p>
<p>No geral, o mercado publicitário no Brasil cresceu 3%, atingindo 2 bilhões de reais. Assim como já havia acontecido em agosto, a internet foi o meio brasileiro cuja receita publicitária mais cresceu no período.</p>
<p>Na comparação com outros meios, rádio e internet aparecem atrás da televisão (correspondente a 60,7% do faturamento publicitário), jornal (12,9%) e revista (8,6%), mas estão à frente de TV por assinatura (4,2%), mídia externa (2,8%). guias e listas (1,5%) e cinema (0,3%).</p>
<p>No acumulado de janeiro a setembro, a internet brasileira arrecadou 638,5 milhões de reais, crescimento de 4,1%, enquanto o mercado publicitário geral atingiu 15, 3 bilhões de reais, aumento de 0,4%.</p>
<p><strong>Fonte: IDG Now</strong></p>
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		<title>Web supera TV como mídia preferida, diz pesquisa</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 16:33:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma pesquisa divulgada nesta segunda-fera (30/11) apontou que a TV não é mais a mídia favorita, quem tomou seu lugar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span lang="PT-BR">Uma pesquisa divulgada nesta segunda-fera (30/11) apontou que a TV não é mais a mídia favorita, quem tomou seu lugar foi a internet, considerada indispensável por 70% dos entrevistados, enquanto a televisão ficou com 69% da preferência.</p>
<p> De acordo com o G1, a pesquisa de mídia e publicidade do grupo mundial de marketing Synovate foi realizada em setembro em 11 países: Austrália, Brasil, Canadá, China, Espanha, Estados Unidos, Holanda, Hong Kong, Índia, Reino Unido e Taiwan.</p>
<p> Cerca de 41% dos entrevistados estavam aceitariam receber mais publicidade em troca de descontos. Os moradores da Austrália, China, Espanha, Estados Unidos e Reino Unido, foram os que mais aprovaram a iniciativa. &#8220;O modelo é uma ideia interessante para o setor. Se pudesse ser vinculado à publicidade mais dirigida, mais relevante&#8230; talvez resultasse em maiores receitas em uma audiência cada vez mais fragmentada&#8221;, informou o diretor executivo de mídia da Synovate, Steve Garton, em comunicado.</p>
<p> Para mais de dois terços dos entrevistados, a TV possui muitos comerciais e 39% também afirmou que há muita propaganda na web. Cerca de 87% tenta evitar, ativamente, a publicidade no rádio e TV. E outros dois terços  evitam sites com publicidade intrusiva.</p>
<p> Apenas 31% das pessoas estão dispostas a aceitar mais anúncios pelo telefone, desde que a conta seja mais barata. Os espanhóis foram os que mais gostaram da proposta (58%) em seguida com 42% estão chineses e brasileiros.</p>
<p> </span><strong><span>Fonte: Redação Adnews</span></strong></p>
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		<title>Jornal Boston Globe inaugura nova edição online</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 21:04:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O jornal norte-americano The Boston Globe, mantido pelo grupo New York Times, começou a circular sua nova versão online. Segundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O jornal norte-americano The Boston Globe, mantido pelo grupo New York Times, começou a circular sua nova versão online. Segundo a empresa, a página será acessada por meio de assinatura, em substituição à edição digital anterior, totalmente gratuita.</p>
<p> Intitulada &#8220;Globe Reader&#8221;, a página permitirá a leitura pelo usuário tanto no modo online quanto offline. Recursos como zoom, ampliação das fontes dos textos, vídeos, placares eletrônicos esportivos e previsão do tempo fazem parte da nova edição online do veículo.</p>
<p> A assinatura mensal do jornal custará US$ 4,98, mas permanecerá gratuita por uma semana aos usuários que se cadastrarem. A página foi construída com tecnologias Adoble Flex e Adobe Air e é compatível com os sistemas operacionais Windows, Macintosh e Linux.A informação é do site Jornalistas da Web.  </p>
<p> <strong>Fonte: Portal Imprensa</strong></p>
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		<title>O banner de cada dia e os milagres da engenharia</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 20:51:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O bom e velho banner já completou 15 anos de idade. Muita gente fala mal dele, mas poderíamos ter mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O bom e velho banner já completou 15 anos de idade. Muita gente fala mal dele, mas poderíamos ter mais carinho por aquele espaço muitas vezes tão maltratado.</p>
<p>Por <span><a target="_blank" title="Veja todos os artigos de George Stein" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/author/george_stein">George Stein</a></span></p>
<p>No último dia 27 de outubro, o banner completou 15 anos de história desde sua primeira veiculação no site da revista HotWired.</p>
<p>Com o objetivo de não deixar essa data passar em branco, resolvi dar uma navegada com olhos mais atentos para ver o que está sendo feito com esse velho ícone da comunicação digital. A única regra foi não buscar em sites especializados de comunicação, onde obviamente encontraria ótimos exemplos, mas sim nos portais e sites de grande tráfego, onde estão os nossos banners do dia a dia.</p>
<p>O resultado dessa pesquisa de aniversário infelizmente não foi uma boa surpresa. A maioria da mídia online que nos impacta realmente fica muito a desejar.</p>
<p>Se você pergunta a um engenheiro ou arquiteto se dá certo construir uma kitinete de cinco quartos, a resposta é não. Mas na publicidade os milagres da engenharia são possíveis. Em um quadradinho que mal cabe uma logomarca, vemos mais informações que anúncio de página quíntupla. Mas atenção: não estou aqui para julgar ou jogar pedra na obra de ninguém, porque nesse caso todos os telhados, inclusive o meu, são de vidro.</p>
<p>Um dos fatores que mais atrapalham o desenvolvimento de boas campanhas de mídia online é a falta de padronização. Cada portal trabalha com formatos diferentes de banner, pesos diferentes, tempos diferentes, com looping, sem looping, com interação, sem interação e por aí vai. Fica muito árdua a tarefa dos criadores de pensar em algo que se encaixe em todas as especificações daquela gigantesca planilha de mídia.</p>
<p>Outro aspecto importante é a catequização dos clientes sobre o que funciona e o que não funciona em um banner. Não dá pra colocar todo o histórico da empresa mais a oferta, as características do produto e um “clique aqui” bem grande e chamativo. É preciso bom senso acima de tudo para não gerar peças que parecem novelas divididas em frames. Nenhum consumidor está a fim de “assistir” banners.</p>
<p>Veja o artigo completo em: <a target="_blank" title="O banner de cada dia e os milagres da engenharia" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/11/11/o-banner-de-cada-dia-e-os-milagres-da-engenharia/" target="_blank">WebInsider</a><br class="spacer_" /></p>
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		<title>Internet: oportunidade de inovação para o profissional de mídia</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/internet-oportunidade-de-inovacao-para-o-profissional-de-midia.html</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 17:53:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Links Patrocinados]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Alex Dias *
Larry Page e Sergey Brin, os fundadores do Google, têm uma máxima que não canso de repetir: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Alex Dias *</p>
<p>Larry Page e Sergey Brin, os fundadores do Google, têm uma máxima que não canso de repetir: &#8220;We run this company based on data, not assumptions&#8221;. Numa tradução livre, isso significa que as decisões que tornaram o Google uma das marcas mais importantes e valiosas do mundo foram tomadas com base em dados &#8212; e não em achismos.</p>
<p>É justamente sobre dados e informações que eu gostaria de escrever hoje. O advento das novas tecnologias trouxe novas maneiras de organizar as informações e disponibilizá-las de modo útil e fácil para os usuários. Trouxe também novas formas de se comunicar, como as redes sociais, e de aproximar anunciantes de seus públicos, como os links patrocinados. Mas, sobretudo, as novas tecnologias trouxeram inovações importantes para o mundo da comunicação. Agências, anunciantes e veículos vivem hoje uma nova realidade de comunicação, cujas possibilidades ultrapassam em muito o tiro certeiro que os comerciais de 30 segundos na TV representavam no passado.</p>
<p>Não é exagero dizer que a Internet se tornou mainstream &#8212; e que isso trouxe mudanças profundas para todos, em especial para os profissionais de mídia. Todos nós sabemos como segue importante para marcas e empresas estar no Jornal Nacional, na revista Veja, na Folha de S. Paulo, nos canais de TV a cabo. Mas será que também não é importante estar nos grandes sucessos de público da Internet, como por exemplo, o Orkut &#8212; uma comunidade que possui mais de 40 milhões de usuários ativos? Ou no YouTube, que é alimentado pelos usuários com 20 novas horas de vídeo a cada minuto?</p>
<p>Os dados mostram que sim. O Brasil possui hoje cerca de 60 milhões de usuários de Internet &#8212; público maior do que revistas e TV paga. No ano passado foram realizadas compras online da ordem de US$ 10,908 bilhões na América Latina, de acordo com um estudo feito pela comScore MediaMetrix para a Visa Inc. O número de visitantes únicos dos 25 maiores sites da região registrou aumento de 29% entre setembro de 2007 e setembro de 2008. No Brasil, que concentra 45% do comércio eletrônico regional, as vendas online dobraram nos últimos dois anos.</p>
<p>Esse cenário se sustenta mesmo em tempos de crise econômica global. Consumidores recorrem cada vez mais à Internet para consultar preços, buscar ofertas e oportunidades. Ter menos dinheiro significa pesquisar e avaliar onde investi-lo melhor. Os internautas também passam mais tempo online se comunicando, em busca de informação ou entretenimento. Todas as interações do usuário com os sites pode ser transformada em dados, o que torna a comunicação entre empresas e consumidores mais científica.</p>
<p>Webmasters podem melhorar suas páginas a partir de análise de como o internauta se relaciona com seu conteúdo. Também a publicidade online é 100% mensurável. Empresas que investem em links patrocinados pagam apenas quando os usuários clicam em seus anúncios &#8212; e a quantia paga é determinada pela empresa em questão, o que permite um controle rígido dos investimentos.</p>
<p>Nenhuma opção publicitária oferece a escalabilidade da Internet. Um pequeno anúncio pode ser visto em todo o planeta. Muitos negócios de nichos específicos podem, por meio da Web, gerar negócios suficientes para sobreviver e crescer. Uma empresa, por mais pequena que seja e por menor que seja seu orçamento de marketing, pode sair em busca de oportunidades no mundo. Tudo o que precisa é de um bom produto, um bom serviço e uma conexão. A publicidade na rede é hoje a melhor ferramenta de alcance das empresas para manter uma forte presença na mente dos consumidores.</p>
<p>Mas a publicidade por meio de links patrocinados não é a panaceia universal que vai resolver todos os problemas. Hoje, uma boa estratégia de comunicação deve contemplar também a presença da Internet como um todo, combinando links patrocinados com display, website e por que não redes sociais e YouTube? Além disso, para empresas de maior porte, com demandas mais sofisticadas, a associação de midias on e off-line é capaz de alcançar o público alvo em momentos diferentes com intensidade e relevância distintas.</p>
<p>Se juntarmos esses fatores &#8212; a popularidade cada vez maior da Web e sua perfeita capacidade de mensuração &#8211;, chegamos a um cenário muito favorável para os profissionais de mídia das agências e de comunicação em geral. Eles têm em mãos uma capacidade única de inovar, gerando oportunidades criativas e eficientes para empresas de todos os portes e segmentos.</p>
<p>Um caso recente e muito comentado é o da presença online do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. Durante a campanha, Obama media o interesse do eleitorado por meio de ferramentas online. Abriu canais de comunicação em diversas mídias sociais. E atingiu uma visão privilegiada em relação a seu rival, na medida em que a busca mensurava a procura por um e outro candidato e permitia eventuais correções nas estratégias de campanha. Obama também percebeu que milhões de pessoas acessam a Internet utilizando sites de buscas. E aproveitou o potencial de espaços publicitários próximos aos resultados da procura, separando o que é publicidade e o que é conteúdo de maior relevância para o usuário. O sucesso foi tamanho que mesmo após a campanha, Obama não parou. Hoje continua fazendo bom uso da Internet como mídia preferencial com o público.</p>
<p>As possibilidades de comunicação empresa/consumidores via Internet são muitas e cabem em bolsos de todos os tamanhos, mas não é mais uma opção. Não há nenhum motivo para você não estar na Internet, o seu público já está.</p>
<p>Fonte: <a target="_blank" title="Internet: oportunidade de inovação para o profissional de mídia" href="http://agencia.tudosobregoogle.com.br/artigos/internet-oportunidade-de-inova%C3%A7%C3%A3o-para-o-profissional-de-m%C3%ADdia" target="_blank">Tudo sobre Google</a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
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		<title>Internet é a segunda mídia com mais credibilidade</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/internet-e-a-segunda-midia-com-mais-credibilidade.html</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 21:29:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os sites são o segundo veículo com mais credibilidade. Eles também são a segunda principal fonte de informação do Brasil. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os sites são o segundo veículo com mais credibilidade. Eles também são a segunda principal fonte de informação do Brasil. As informações são da pesquisa de mídia encomendada pelo Grupo Máquina ao Instituto Vox Populi.</p>
<p>O crescimento da preferência da internet entre os entrevistados mostrou a importância da mídia, que atualmente passa por uma discussão sobre a cobrança do conteúdo online da publicações. O assunto é discutido na Carta de Hamburgo, que trata dos direitos autorais na internet.</p>
<p> Jornais e revistas perderam mercado e o rádio obteve a melhor média entre os conceitos de avaliação de credibilidade, em uma escala de 1 a 10, com 8,21. Em seguinda está a internet com 8,20, TV com 8,12, jornal com 7,99, revista com 7,79 e redes sociais com 7,74.</p>
<p> A principal fonte de informação do país ainda é a TV que possui 55,9% de preferência. A internet está em segundo lugar com 20,4%. Depois aparecem: jornal impresso (10,5%), rádio (7,8%), redes sociais (2,7%), versão online de jornais impressos (1,8%), revista impressa (0,8%) e versão online de revistas (0,1%).</p>
<p> Entre 25 de agosto e 9 de setembro, a pesquisa conversou com 2.500 pessoas, maiores de 16 anos, no Distrito Federal e nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Fortaleza, Recife e Salvados. O estudo quer entender como o brasileiro se informa atualmente e qual é seu comportamento na frequência do consumo de mídia.</p>
<p> O estudo também perguntou quais são as fontes mais acessadas no dia-a-dia e a televisão ficou em primeiro,  99,3% afirmou que assiste TV. Completam o ranking: rádio (83,5%), jornal impresso (69,4%), internet &#8211; sites de notícias e blogs de jornalistas (52,8%), revista impressa (51,1), redes sociais (42,7%), versão online de jornais impressos (37,4%) e versão online de revistas (22,8%).</p>
<p> Outra questão foi a frequência de utilização dos meios de comunicação, que também foi vencida pela TV. 88,6% disseram que assistem Tv todos os dias; 3,1% apenas de segunda a sexta-feira; 2,5% apenas nos finais de semana; 5,1% sem frequência definida e 0,7% não se informa pelo meio.</p>
<p> Os sites são vistos diariamente por 30,9%; durante a semana por 3,8%; nos fins de semana por 4,1%; sem frequência definida por 14% e 47,2% não se informa pelo meio.</p>
<p> Nesta ordem, o rádio representa: 59,5%; 5,1%; 4,6%; 14,2% e 16,5%. Jornais impressos: 28,5%; 7%;10,8%; 23% e 30,6%. Redes sociais: 24,9%; 3,4%; 3,9%; 10,5% e 57%. Jornais online: 16,7%; 5,3%; 3,2%; 12,1% e 62,3%. Revistas: 10,4%; 8%; 7,5%; 25,1% e 48,9%. Sites das revistas: 7,5%; 3,6%; 2,2%; 9,4% e 77,2%.</p>
<p> <strong>Fonte: <a target="_blank" title="Internet é a segunda mídia com mais credibilidade" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=96142" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Não vivemos a era da criatividade, mas sim da relevância</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 12:52:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A responsabilidade de encerrar o ciclo de palestras do El Ojo 2009 era de Sérgio Valente. E assim o fez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A responsabilidade de encerrar o ciclo de palestras do El Ojo 2009 era de Sérgio Valente. E assim o fez o presidente da DM9DDB, destaque no Festival. Ao começar pela forma de se desenvolver a apresentação, Valente se diferenciou. Quando anunciado, começou a palestrar de uma das cadeiras no meio do auditório, ao contrário de seus colegas. Durante todo o tempo conversou livremente e solto e fugiu da tradicional prática de mostrar vídeos. Em resumo, agiu bem ao estilo brasileiro de ser.</p>
<p>Valente focou suas palavras de forma a fixar na mente dos presentes no Salão Pacífico a necessidade de trazer relevância para a publicidade. &#8220;Se cairmos na criatividade por ela mesma, estamos fadados ao fracasso, disse confiante o publicitário que afirmou não creditar mais a criatividade a condição de resolver as necessidade do cliente.</p>
<p>De acordo com ele, agencias caem na tentação de criar anúncios belos, bem produzidos, mas sem conceitos consistentes. O foco deve ser o produto, avisa. Mergulhe no produto e lá estará a resposta para uma grande idéia, disse. Valente chamou atenção para a importância de se trabalhar a inteligência na propaganda e não somente a tecnologia, classificada como ajudante no processo de construção de valores de marca.</p>
<p>O decorrer da palestra mostrou um Sérgio Valente empresário, em parceria com o lado criativo. Propaganda é capitalismo, insistia. A intenção era alertar para a pressão feitas pelos clientes para que campanhas ajudem a aumentar seus respectivos receitas. Frisou que o publicitário deve, então estar ciente deste processo cujo objetivo é angariar dinheiro. Caso contrário, se frustrará ao pensar em relacionar arte com propagana. Para Valente, o lado artístico apenas passeia pela profissão, mas não é usado como base.</p>
<p><strong>O digital</strong><br />
 Vencedor do Grand Prix em Internet, o presidente da DM9 valorizou o digital. No entanto, economizou elogios e alertou para um outro lado da questão. Confessou acreditar que não acredita na possibilidade de uma agencia se limitar ao trabalho online. De acordo com ele, esse deve ser uma área assim como as outras, mas inserida dentro de uma empresa que trabalhe com qualquer tipo de mídias.</p>
<p><strong>Por Marcelo Gripa, de Buenos Aires</strong></p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=95929" target="_blank">AdNews</a><br />
</strong></p>
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		<title>Yahoo quer recuperar respeito, assume presidente</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 18:17:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Yahoo pretende, em três anos, triplicar sua margem operacional para retormar seu crescimento e também a confiança do investidor. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Yahoo pretende, em três anos, triplicar sua margem operacional para retormar seu crescimento e também a confiança do investidor. Executivos afirmaram, durante apresentação a analistas, que a empresa percebeu pequenas falhas em suas operações, citando como opções para recuperação, sua grande audiência online e a relação com os anunciantes.</p>
<p>&#8220;Hoje marca o começo de uma jornada de volta à respeitabilidade.Ao longo do caminho, cá estamos, uma empresa de internet de 14 anos que, sem saber como, ficou chata&#8221;, afirmou Carol. A empresa disse que está implantando várias medidas como melhorar a relevância de seus anúncios ligados a resultados de buscas, para impulsionar a receita de publicidade.</p>
<p> De acordo com a Reuters, Tim Morse, vice-presidente financeiro do Yahoo! afirmou que espera ter uma margem operacional até 2012 de 15% a 20%. Os executivos disseram que a empresa deve atingir uma nova marca de margem, acelerando sua receita nos próximos anos.</p>
<p> A receita do Yahoo! registrou, no último trimestre, uma queda de 12% em relação ao mesmo período do ano passado e ficou estável, quando comparado ao trimestre anterior (US$ 1,57 bilhão). A margem operacional da empresa ficou em 6% no terceiro trimestre e Carol Bartz, presidente executiva, classificou como patético, na última quarta-feira (28/10).</p>
<p> Executivos do Yahoo! afirmaram que a mistura de conteúdo de notícias, entretenimento e esportes online, com produtos de comunicação vão ajudar a empresa. Eles também disseram que vão investir mais na redação para aumentar a produção e conteúdo próprio e aprimorar seus produtos online para ter, durante mais tempo, a atenção do visitante.</p>
<p> <strong>Fonte: <a target="_blank" title="adnews" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=95751" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Publicidade online cresce 44,1% e lidera entre as mídias</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 01:24:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A propaganda na internet registrou faturamento de R$ 759,3 milhões no Brasil em 2008 e teve alta de 44,1% em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A propaganda na internet registrou faturamento de R$ 759,3 milhões no Brasil em 2008 e teve alta de 44,1% em relação a 2007 &#8211; quando as operações online totalizaram R$ 526,7 milhões. Os dados foram divulgados pelo Instituto Inter-Meios nesta quinta-feira (19).<br />
A mídia digital foi a que mais cresceu no setor de comunicação, que em 2008 faturou R$ 21,4 bilhões. A participação da internet ficou em 3,54%, 0,77% a mais do que os 2,77% de fatia em 2007, quando a área alcançou R$ 19 bilhões. No 4º trimestre de 2008, o faturamento na web foi de R$ 239,8 milhões, ou seja, alta de 38% em comparação com os 173,7 milhões de reais registrados no mesmo período de 2007.</p>
<p>De acordo com informações do IDG Now!, no segundo semestre do ano passado a publicidade online também obteve crescimento. O montante totalizou R$ 438,2 milhões, 36,4% que o total de R$ 321,2 milhões no primeiro semestre.</p>
<p>O meio que conseguiu o maior faturamento com publicidade foi a TV, com R$ 12,6 bilhões, um crescimento de 12,5% em relação ao ano anterior. Em seguida, aparece o jornal, com 3,4 bilhões de reais, 9,6% a mais que em 2007.</p>
<p>As revistas faturaram R$ 1,8 bilhão, crescimento de 12,5% em comparação com 2007, enquanto o rádio cresceu 17,6%, para 902,4 milhões de reais. A TV por assinatura vem em seguida, com R$ 802,7 milhões &#8211; aumento de 25,5% no período.</p>
<p>Fonte: adnews.com.br </p>
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