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	<title>Seobra (SEO) - Otimização de sites e Marketing de Busca em Fortaleza &#187; publicidade online</title>
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	<description>Otimização de sites (SEO) e Marketing de busca. a Seobra  é especialista no assunto. Além de Anuncios nos links patrocinados do google, em Fortaleza</description>
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		<title>Publicidade online cresce 4,5% na Europa</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 21:53:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O mercado publicitário europeu ainda está em processo de recuperação. De acordo com dados do Interactive Advertising Bureau (IAB) do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado publicitário europeu ainda está em processo de recuperação. De acordo com dados do Interactive Advertising Bureau (IAB) do continente, a publicidade online apresentou crescimento de 4,5% em 2009 na região, o mais baixo dos últimos anos. Em 2007, a Europa cresceu 40% no meio digital e, em 2008, passou para 20%.</p>
<p>Apesar da queda em escalada, o setor foi o único que teve alta no ano passado, de acordo com o levantamento. O relatório agrega dados compilados pela Screen Digest e estuda 33 países daquele continente. Pela primeira vez, foram incluídos no IAB Rússia, Suíça, Eslováquia e Bulgária.</p>
<p>No total, US$ 17,9 milhões (14,7 milhões de euros) foram investidos no continente em 2009, sendo que, apenas nos Estados Unidos, o montante foi de US$ 19,8 milhões, ou 16,3 milhões de euros.</p>
<p>Isoladamente, Reno Unido apresentou crescimento de 4,6%. Na Alemanha, a alta foi de 5,2%; na França, 1,7%; Holanda, 1,9%; Itália, 6,5% e, na Espanha, 7,7%. Os dois últimos países, que apresentaram números elevados, tiveram os números mais baixos na última contagem, em relação ao restante do continente – no caso da Espanha, o investimento do país em anúncios tradicionais caiu 23% no período. Os seis países, juntos, concentram 76% do total investido na Europa.</p>
<p>O IAB também mostrou que a participação do mercado de web no total investido cresceu. Na média, a participação da internet no bolo publicitário europeu foi de 19%. O Reino Unido apresentou 30% e os países nórdicos, de 20% a 25%.</p>
<p>A pesquisa apontou que o marketing de busca subiu 10%. Já os banners tiveram leve aumento, de 0,3%, no continente.</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Publicidade online cresce 4,5% na Europa" href="http://www.adnews.com.br/publicidade.php?id=104522" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Grandes marcas começam a anunciar no Twitter</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 15:20:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Marcas globais já começam a aderir à ferramenta de publicidade recentemente lançada pelo Twitter. Uma simples busca na rede de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Marcas globais já começam a aderir à ferramenta de publicidade recentemente lançada pelo Twitter. Uma simples busca na rede de microblogs mostra tweets de anunciantes como Starbucks, Red Bull, a Best Buy, a Bravo, a Sony Pictures e a Virgin America.</p>
<p>Apenas um tweet com publicidade é mostrado no resultado de pesquisas e, o microblog já estuda utilizar um método chamado &#8220;ressonância&#8221; para exibir um tweet promocional na timeline de alguns usuários.</p>
<p>Esse método consiste em um cálculo que inclui a reutilização de uma hashtag, o clique em um avatar ou em um link, a quantidade de retweets, a marcação como favorito, a influência do retweeter, entre outros fatores. O Twitter não divulga a fórmula desse cálculo, assim como o Google mantém em sigilo o PageRank.</p>
<p>Quanto maior a interação com a propaganda, mais ela aparecerá. Assim como, se os usuários não derem retweet ou clique, ela desaparecerá. A ressonância também será usada para tarifar as postagens promocionais.</p>
<p>O modelo de cobrança ainda não foi definido, mas deverá seguir a lógica de maior ressonância = maior custo. Por hora, o custo é fixado por CPM (custo por mil impressões), como no Adwords.</p>
<p>O serviço ainda está em fase de testes e não recebeu uma quantidade expressiva de retweets, isso ainda não significa rejeição.</p>
<p><em>Com informações do Circuito de Luca.</em></p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Grandes marcas começam a anunciar no twitter" href="http://www.adnews.com.br/tecnologia/102344.html" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Web vai superar rádio em propaganda no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 13:06:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Agências, anunciantes e veículos: mantenham atenção ao mundo online. A consultoria ZenithOptimedia, do Grupo Publicis, divulgou previsões para a receita publicitária no Brasil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agências, anunciantes e veículos: mantenham atenção ao mundo online. A consultoria ZenithOptimedia, do Grupo Publicis, divulgou previsões para a receita publicitária no Brasil e concluiu que neste ano o mercado como um todo deverá crescer 11,8% por aqui. O destaque fica por conta da mídia online: o crescimento será de 29,2% e, segundo o estudo, deve fazer com que o meio ultrapasse o rádio no bolo publicitário.</p>
<p>Apesar de liderar o crescimento entre as mídias, a internet teve apenas 4,3% de participação entre o montante aplicado na mídia brasileira em 2009. A consultoria aponta que a internet irá ultrapassar o faturamento publicitário do meio radiofônico. Se a previsão se consumar, o meio se tornaria a quarta maior mídia nacional atrás de TV, jornais e revistas.</p>
<p>No ano passado, os dois meios estiveram próximos: o rádio recebeu US$ 514 milhões da verba publicitária, contra US$ 502 milhões do mundo online. Neste ano, porém, deve ficar com US$ 558 milhões frente aos US$ 649 milhões da internet.</p>
<p>Recentemente, a web chamou atenção por ter ultrapassado, em escala global, as revistas em preferência publicitária – 12,6% do bolo –, ficando atrás somente dos jornais (23,1%) e da televisão (39,4%). No Brasil, a revista continua à frente da web pelo menos até 2012 – no ano passado, recebeu 8,5% da verba publicitária nacional.</p>
<p>Os jornais também comemoram a pesquisa da Zenith. O meio impresso receberá um investimento de US$ 2 bilhões em 2010, um crescimento de 11,6%, afirma a consultoria.</p>
<p>O Brasil, juntamente com os países emergentes, segue com previsão de crescimento do mercado publicitário, onde deve ter alta de 9,3%. Já os Estados Unidos, a Europa e o Japão, considerados os maiores do mundo, devem passar, juntos, por uma retração de 0,8%.</p>
<p>A verba total de investimento no setor de mídia deve chegar a US$ 13,1 bilhões.</p>
<p>Relembre matéria do AdNews: <a target="_blank" href="http://www.adnews.com.br/internet/101668.html" target="_blank">Internet bate revistas e vira 3ª maior mídia do mundo</a></p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Web vai superar rádio em propaganda no Brasil" href="http://www.adnews.com.br/publicidade/102305.html">Redação AdNews</a></strong></p>
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		<title>Só 8% das empresas de SP contratam agências para publicidade online</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/so-8-por-cento-das-empresas-de-sao-paulo-contratam-agencias-para-publicidade-online.html</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 13:22:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O mercado de publicidade online ainda tem muito a ser explorado. A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) divulgou recentemente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado de publicidade online ainda tem muito a ser explorado. A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) divulgou recentemente um estudo, realizado entre o final de 2009 e o início desde ano, que fez um mapeamento da internet em São Paulo. Dentre os dados levantados, constatou-se alguns que merecem relevância para o meio publicitário paulista.</p>
<p> Para as agências, uma das constatações dessa pesquisa é preocupante. O número de empresas que contrata uma empresa do ramo para tratar seus anúncios digitais ainda é muito pequeno, sendo que, do total, 74% faz suas criações internamente, 8% com consultoria, 8% pelos próprios sócios, 2% por empresas terceirizadas e apenas 8% através de agências de publicidade. O motivo, segundo os entrevistados, é que, com produção caseira, economiza-se tempo e dinheiro.</p>
<p> A pesquisa foi realizada a partir de entrevistas com 500 gestores de diversos segmentos, dos quais, 28% utilizam serviços de publicidade online – o setor de comércio atacadista é o mais expressivo, com 38% dessa fatia.</p>
<p> Das ações que mais se investe dentro da publicidade online estão, respectivamente: links patrocinados em sites de buscas, banners e e-mail marketing. O uso de propagandas em sites de relacionamento – como Twitter e Orkut –, apesar de crescente, ainda consta no final da lista, assim como divulgações por meio de artigos em blogs, e o cadastramento de palavra-chave.</p>
<p> Das 500 empresas participantes, 47% dos que responderam eram proprietários, 45% gerentes e 8% diretores; das áreas de indústria, construção, serviços, varejo, atacado e financeiro.</p>
<p> <strong>Fonte: <a target="_blank" title="Só 8% das empresas de SP contratam agências para publicidade online" href="http://www.adnews.com.br/negocios/102243.html" target="_blank">Redação AdNews</a></strong></p>
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		<title>Publicidade online cresce e se destaca na Grã-Bretanha</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 20:17:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A publicidade online na Grã-Bretanha cresceu 4,2% em 2009, superando o desempenho do mercado como um todo no país, sustentada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A publicidade online na Grã-Bretanha cresceu 4,2% em 2009, superando o desempenho do mercado como um todo no país, sustentada pela demanda por anúncios pagos baseados em buscas e vídeos, segundo relatório do Internet Advertising Bureau (IAB) e da PricewaterhouseCoopers, divulgado nesta terça-feira (30).</p>
<p> Mesmo com o investimento de 5,3 bilhões de dólares em publicidade online, em 2009 houve uma retração de 13% no mercado, segundo estimativa de dezembro da ZenithOptimedia. A empresa prevê uma queda de cerca de 2% em 2010.</p>
<p> O setor, que teve um segundo semestre positivo, foi dominado por resultados de buscas pagos, que cresceu 9,5% &#8211; 2,15 bilhões de libras, representando 60,7% de todo o investimento publicitário.</p>
<p> Os gastos com banners e anúncios tradicionais de Internet caíram 4,4%, já os gastos com vídeos aumentaram 140% devido à popularização do formato na web.</p>
<p> <em>Com as informações: Terra</em></p>
<p> <strong>Fonte: <a target="_blank" title="Publicidade online cresce e se destaca na Grã-Bretanha" href="http://www.adnews.com.br/publicidade/101361.html" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Internet é a mídia que mais cresce em publicidade</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 13:30:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A internet foi o meio de comunicação que registrou maior índice de crescimento em 2009. Foram 25,2% de aumento em relação a 2008, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A internet foi o meio de comunicação que registrou maior índice de crescimento em 2009. Foram 25,2% de aumento em relação a 2008, o que totaliza faturamento de R$ 950 milhões. A informação é do Projeto Inter-Meios divulgada nesta quarta-feira (24).</p>
<p> A mídia brasileira em geral cresceu 4% com publicidade em 2009, descontando a inflação, o número cai para 2,2%. Outro destaque ficou por conta do rádio, que registrou crescimento de 9,4% e passou para 4,4% em participação de mercado, faturando R$ 987 milhões.</p>
<p> A TV aberta, que corresponde a maior fatia do bolo publicitário, também ampliou sua participação no total dos investimentos, conquistando um share de 60,9% e R$ 13,569 bilhões, valor 7,6% maior que no ano anterior.</p>
<p> A TV por assinatura, no entanto, conseguiu apenas 2,5% de verbas publicitárias a mais do que em 2008 e manteve seu share em 3,7%.</p>
<p> Em má fase, os jornais registraram queda de 8,1% com publicidade (R$ 3,135 bilhões); as revistas caíram 6,2% (R$ 1,712 bilhão); no segmento de guias e listas o recuo de 19,7% (R$ 356 milhões) é atribuído para a migração de verbas para a internet.</p>
<p> O cinema, que faturou 7,6% a menos com publicidade, conquistou R$ 82 milhões.</p>
<p> <strong>Fonte: <a target="_blank" title="Internet é a mídia que mais cresce em publicidade" href="http://www.adnews.com.br/publicidade/101086.html" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Propaganda em tempo real na web é lançada nos EUA</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 21:18:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nos EUA, as principais companhias de buscas, Google, Yahoo e Microsoft, lançaram suas plataformas para propaganda em tempo real, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos EUA, as principais companhias de buscas, Google, Yahoo e Microsoft, lançaram suas plataformas para propaganda em tempo real, o chamado &#8220;real time bidding&#8221; (leilão em tempo real). </p>
<p> Os anúncios são direcionados a cada internauta, definidos com base em seu comportamento na rede. É possível fazer com que uma propaganda de hotel, por exemplo, apareça na página do internauta que pesquisa passagens, prática que aumenta a precisão no dinheiro a ser investido, na personalização de campanhas e ações diversas para atingir um consumidor em potencial.</p>
<p> A plataforma já está disponível nos EUA e Europa desde setembro e beneficia também os donos dos sites que vendem espaço publicitário por preços mais altos, pois a cada atualização é possível reajustar o anúncio.</p>
<p> A Federal Trade Commission, agência americana que regula as práticas comerciais no país, discute a novidade, que os opositores alegam invasão da privacidade dos internautas. </p>
<p> O &#8220;real time bidding&#8221; não tem previsão de chegada ao Brasil.</p>
<p>Fonte: <a target="_blank" title="Propaganda em tempo real na web é lançada nos EUA" href="http://www.adnews.com.br/publicidade/100938.html">AdNews</a></p>
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		<title>Twitter lança em breve sistema para publicidade</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/twitter-lanca-em-breve-sistema-para-publicidade.html</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 14:31:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um sistema semelhante ao AdSense, do Google, será uma das apostas do Twitter nos próximos meses. O modelo para veiculação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um sistema semelhante ao AdSense, do <a target="_blank" title="Google" href="http://www.google.com.br" target="_blank">Google</a>, será uma das apostas do <a target="_blank" title="twitter" href="http://www.twitter.com" target="_blank">Twitter</a> nos próximos meses. O modelo para veiculação de publicidade deverá seguir o padrão de 140 caracteres e será associado ao mecanismo de busca do microblog, segundo o The Wall Street Journal.</p>
<p>Inicialmente, o serviço será comercializado para agências de publicidade para posteriormente se transformar em um sistema de auto-serviço. Detalhes do projeto, preços e lançamento não foram divulgados ainda pelo Twitter, mas a expectativa é de que o sistema vá ao ar ainda no primeiro semestre.</p>
<p>Essa investida do Twitter se insere na proposta de criar fontes de receitas para o microblog.</p>
<p>Em <a target="_blank" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=95416" target="_blank">visita</a> ao Brasil, no ano passado, o co-fundador do microblog, Biz Stone, afirmou que a equipe está trabalhando em contas comerciais e já no fim deste ano ou no começo de 2010 podem aparecer.</p>
<p>Para Stone a fidelização de usuários recebendo posts pagos é uma tendência. &#8220;Vai valer a pena pagar, já que as mensagens serão mais eficazes&#8221;, disse.</p>
<p> <strong>Fonte: <a target="_blank" title="Twitter lança em breve sistema para publicidade" href="http://www.adnews.com.br/publicidade.php?id=100195" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Publicidade online bate recorde histórico no Brasil</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/publicidade-online-bate-recorde-historico-no-brasil.html</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 00:11:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A internet brasileira deve fechar 2009 com o maior volume de investimento publicitário de sua história. Segundo o UOL, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A internet brasileira deve fechar 2009 com o maior volume de investimento publicitário de sua história. Segundo o UOL, a expectativa é de que o aumento seja de 24% em relação a 2008, e alcance R$ 940 milhões. Os dados são do IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), instituto que trabalha para a difusão dos meios interativos.</p>
<p>De acordo com a entidade, o segmento online deve abocanhar 4,2% do total que foi investido pelo mercado publicitário no país em 2009. Há três anos, essa fatia era de 1,78%.</p>
<p>O bom resultado é consequência da forte expansão do setor, que não sentiu a crise mundial como outros veículos. Se comparados os faturamentos dos meios de comunicação entre novembro de 2008, no auge da crise mundial, e novembro de 2009, os dados indicam que o maior salto foi dado pela internet, que cresceu 37,19%. Os jornais expandiram em 1A internet brasileira deve fechar 2009 com o maior volume de investimento publicitário de sua história. Segundo o UOL, a expectativa é de que o aumento seja de 24% em relação a 2008, e alcance R$ 940 milhões. Os dados são do IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), instituto que trabalha para a difusão dos meios interativos.</p>
<p>De acordo com a entidade, o segmento online deve abocanhar 4,2% do total que foi investido pelo mercado publicitário no país em 2009. Há três anos, essa fatia era de 1,78%.</p>
<p>O bom resultado é consequência da forte expansão do setor, que não sentiu a crise mundial como outros veículos. Se comparados os faturamentos dos meios de comunicação entre novembro de 2008, no auge da crise mundial, e novembro de 2009, os dados indicam que o maior salto foi dado pela internet, que cresceu 37,19%. Os jornais expandiram em 1,8% seu faturamento, e as revistas, em 4,99%.</p>
<p>No acumulado de janeiro a novembro de 2009, o cenário foi semelhante. As empresas de internet cresceram 23,27% em relação ao mesmo período do ano anterior. A média de crescimento dos meios de comunicação em geral, que incluem, entre outros, revistas, jornais e emissoras de televisão, foi de 2,11%. Os dados de dezembro e o acumulado do ano devem ser divulgados em março.</p>
<p>Democratização da internet</p>
<p>A democratização no acesso à internet no país deve impulsionar ainda mais o fluxo de investimentos vindos da publicidade. Já são 68,5 milhões brasileiros conectados, e classe C é a que mais cresce em participação.</p>
<p>Além disso, o Brasil continua sendo o país que por mais tempo acessa a internet no mundo, com 24 horas e 48 minutos por mês, e a adoção da banda larga representava 83% das conexões em 2008.</p>
<p>A chegada da internet aos telefones celulares no Brasil promete ampliar esses valores. O resultado disso é uma mudança no mercado publicitário que, diante da expansão no número de internautas no país, precisa se adequar ao novo público e dar mais atenção a esse meio.</p>
<p>Nos Estados Unidos, a perspectiva também é otimista: em três anos, a internet deve ficar com um terço do fluxo desses investimentos, junto com a TV a cabo e a aberta.</p>
<p>Informações UOL</p>
<p>Redação Adnews,8% seu faturamento, e as revistas, em 4,99%.</p>
<p>No acumulado de janeiro a novembro de 2009, o cenário foi semelhante. As empresas de internet cresceram 23,27% em relação ao mesmo período do ano anterior. A média de crescimento dos meios de comunicação em geral, que incluem, entre outros, revistas, jornais e emissoras de televisão, foi de 2,11%. Os dados de dezembro e o acumulado do ano devem ser divulgados em março.</p>
<p>Democratização da internet</p>
<p>A democratização no acesso à internet no país deve impulsionar ainda mais o fluxo de investimentos vindos da publicidade. Já são 68,5 milhões brasileiros conectados, e classe C é a que mais cresce em participação.</p>
<p>Além disso, o Brasil continua sendo o país que por mais tempo acessa a internet no mundo, com 24 horas e 48 minutos por mês, e a adoção da banda larga representava 83% das conexões em 2008.</p>
<p>A chegada da internet aos telefones celulares no Brasil promete ampliar esses valores. O resultado disso é uma mudança no mercado publicitário que, diante da expansão no número de internautas no país, precisa se adequar ao novo público e dar mais atenção a esse meio.</p>
<p>Nos Estados Unidos, a perspectiva também é otimista: em três anos, a internet deve ficar com um terço do fluxo desses investimentos, junto com a TV a cabo e a aberta.</p>
<p>Informações UOL</p>
<p>Redação Adnews</p>
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		<title>Google oferece click-to-call em anúncios para smartphones</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 01:54:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Recurso permite que usuário ligue para o anunciante sem precisar digitar o número; tecnologia usa a localização fornecida pelo aparelho.

O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recurso permite que usuário ligue para o anunciante sem precisar digitar o número; tecnologia usa a localização fornecida pelo aparelho.</p>
<div>
<p>O Google começou a aceitar o recursos de click-to-call nos anúncios AdWords veiculados em smartphones.</p>
<p>O recurso permite que um usuário clique num número de telefone exibido no anúncio, para fazer uma ligação telefônica ao anunciante, de forma automática.</p>
<p>Os anúncios e os números de telefone que o sistema mostra baseiam-se na posição atual do usuário. Assim, se alguém busca uma cadeia de lojas, o anúncio vai mostrar a filial mais próxima, disse Surokit Chatterjee, gerente de produto da equipe de Anúncios Móveis do Google, em um blog corporativo.</p>
<p>Para o anunciante, o custo de um anúncio click-to-call é o mesmo de um anúncio para visitar seu site web. Os anunciantes serão capazes de ver quantas chamadas foram originadas pelos anúncios, bastando consultar o sumário da campanha em sua conta AdWords.</p>
<p><strong>Aumento nos cliques</strong><br />
Em um teste beta, o Google disse que os anunciantes que usaram o recurso perceberam um aumento de 5% a 30% nas taxas de cliques de seus anúncios.</p>
<p>Anunciantes também podem configurar campanhas AdWords com click-to-call voltadas para celulares com tecnologia WAP, que acessam a web de forma mais limitada.</p>
<p>Os novos anúncios de click-to-call podem ser exibidos em celulares com navegadores web completos.</p>
<p>Não é a primeira vez que o Google oferece serviços click-to-call. Por algum tempo, o Google ofereceu o recurso em seu serviço Maps, mas ele foi descontinuado em 2007.</p>
<p>O Google faz parte do grupo de empresas de internet que lutam pela liderança no potencialmente significativo mercado de anúncios móveis. Recentemente a <a target="_blank" href="http://idgnow.uol.com.br/mercado/2009/11/09/aquisicao-de-admob-fortalece-google-em-publicidade-movel/">empresa comprou a AdMob</a>, um fornecedor de tecnologia para exibição de anúncios em celulares. No começo deste mês, a Apple comprou uma empresa de publicidade móvel Quattro. Microsoft e Yahoo também trabalham para assegurar seus espaços neste mercado.</p>
<p>Fonte: <a target="_blank" title="Google oferece click-to-call em anúncios para smartphones" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/01/28/google-oferece-click-to-call-em-anuncios-para-smartphones/" target="_blank"><strong>IDGNow</strong></a></p>
</div>
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		<title>Web continua crescendo; jornais e revistas caem</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 11:35:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O faturamento publicitário dos veículos de comunicação registrou um discreto crescimento de 0,67% e permaneceu praticamente estável nos oitos primeiros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O faturamento publicitário dos veículos de comunicação registrou um discreto crescimento de 0,67% e permaneceu praticamente estável nos oitos primeiros meses de 2009 em relação ao mesmo período de 2008.</p>
<p>De acordo com números do Projeto Inter-Meios, até outubro, o mercado faturou R$ 17,54 bilhões, contra os R$ 17,42 bilhões anteriores. O destaque foi a internet, que cresceu 21,5%, faturando R$ 724,7 milhões com publicidade, ampliando a sua participação no total do bolo para 4,1%. Em sentido inverso, a TV por assinatura caiu 0,6% (chegando a R$ 637,7 milhões), e sua fatia é agora de 3,6%.</p>
<p>O faturamento da TV aberta (R$ 10,6 bilhões) cresceu 4,2% no mesmo período e responde por 60,6% das verbas investidas em mídia.  Também apresentaram resultados positivos: o rádio (7,2%, com R$ 786 milhões) e a mídia exterior (outdoors, painéis e front-light),  que cresceu 11,1%, com R$ 523,3 milhões.</p>
<p>Ainda segundo o Projeto Inter-meios, a mídia impressa teve prejuízos. Os jornais caíram 10,7% e faturaram R$ 2,5 bilhões; as revistas caíram 10% (faturamento de R$ 1,3 bilhão); guias e listas caíram 22,2% (faturamento de R$ 302,8 milhões). Com um faturamento de R$ 63,6 milhões, o cinema também apresentou resultado negativo de 9,4%.</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Web continua crescendo; jornais e revistas caem " href="http://www.adnews.com.br/midia.php?id=98457" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Varejo online cresce 15,5% no período de vendas de Natal dos EUA</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 11:58:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Inverno rigoroso pode ter colaborado para o bom resultado do comércio eletrônico, sugere levantamento da SpendingPulse.
As vendas no varejo online [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Inverno rigoroso pode ter colaborado para o bom resultado do comércio eletrônico, sugere levantamento da SpendingPulse.</p>
<p>As vendas no varejo online dos Estados Unidos durante a temporada de festas de 2009 apresentaram alta de 15,5% em relação ao mesmo período do ano passado, informou a Reuters em seu site nesta segunda-feira (28/12).</p>
<p>Em um contexto geral, os negócios obtiveram uma elevação de 3,6%, de acordo com a SpendingPulse, uma divisão da MasterCard Advisors.</p>
<p>Segundo a empresa, a expansão de 15,5% nas compras online colaborou com o resultado, assim como a modesta recuperação observada em setores como os de bens de luxo e de roupas femininas.</p>
<p>A SpendingPulse associa a elevação nos gastos pela internet com as tempestades de neve que castigaram a costa leste e a região centro-oeste dos EUA na semana anterior ao Natal, impedindo os consumidores de saírem de suas casas.</p>
<p>O comércio online responde por cerca de 5% do consumo norte-americano. Em muitas redes do varejo no país, o período de festas representa entre 25% e 40% do faturamento anual.</p>
<p><a target="_blank" title="Varejo online cresce 15,5% no período de vendas de Natal dos EUA" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/12/28/varejo-online-cresce-15-5-no-natal-dos-eua/" target="_blank">para ver o artigo completo clique aqui</a></p>
<p><strong>Fonte: Webinsider</strong></p>
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		<title>Google negocia compra de site de resenhas Yelp</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 17:30:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Google negocia a compra do site de resenhas Yelp, em um acordo que poderia ajudar o líder em buscas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Google negocia a compra do site de resenhas Yelp, em um acordo que poderia ajudar o líder em buscas na Internet a explorar um lucrativo mercado de anúncios locais, informou a mídia.</p>
<p> O Google deve pagar mais de 500 milhões de dólares pela Yelp, de acordo com reportagens confirmadas à Reuters por pessoas próximas à situação.</p>
<p> Ao adquirir a Yelp, o Google seria dono de um dos maiores sites de crítica sobre restaurantes locais e informações para pequenos negócios, incluindo mais de 8 milhões de resenhas postadas por usuários da Yelp.</p>
<p> Este intenso foco no mercado de negócios local daria um apoio valioso ao Google, que busca convencer comerciantes locais a publicarem seus anúncios e promoções na Internet.</p>
<p> &#8220;O mercado de campanhas local é um mercado multibilionário que ainda não foi explorado na Web&#8221;, disse Mark May, analista da Needham &amp; Co.</p>
<p> Em julho, o portal de Internet Yahoo se juntou à AT&amp;T Corp em uma parceria que envolveu o pessoal de vendas da companhia telefônica. Os 5 mil funcionários passaram a vender espaço publicitário no Yahoo para o mercado local.</p>
<p> A fonte disse que as conversações estão enfraquecidas pela preocupação de alguns investidores da Yelp, que pensam que a companhia poderia estar sendo vendida de forma prematura.</p>
<p> Para eles, a oferta poderia ultrapassar os 500 milhões de dólares se houver uma chance de desenvolver o negócio. A fonte acrescentou que o vazamento pode ter acontecido para colocar pressão a favor de um acordo.<br />
 <strong><br />
 Fonte: Reuters</strong></p>
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		<title>Em 2015, publicidade na web vai superar os jornais</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/em-2015-publicidade-na-web-vai-superar-os-jornais.html</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 13:27:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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A internet deve se tornar o segundo meio de investimentos publicitários em todo o mundo em 2015. A informação é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>A internet deve se tornar o segundo meio de investimentos publicitários em todo o mundo em 2015. A informação é de uma análise da empresa ZenithOptimedia.</p>
<p>De acordo com o Portal Imprensa, o estudo mostrou que a crise econômica aumentouo ritmo da mudanças das verbas da mídia tradicional para a web, que se tornou mais atrativa devido à seu retorno mais rápuido, em relação a outras mídias.</p>
<p>No Brasil</p>
<p>Dados do Projeto Inter-Meios apontam que em 2009, a participação dos jornais foi de 25,99% e da internet foi de 10,93% referente ao faturamente direto. Já no percentual total de participação, que inclui classificados, coluna larga, faturamento agência (jornais) e faturamento permuta e outros (internet), a primeira mídia ficou com 14,66% e a segunda com 4,15%.</p>
<p>Em 2010, a Zenith afirma que a procura por publicidade na internet deve aumentar 9,5% e alcançará 12% em 2011. Segundo o Paid Content, esse índice vai chegar a 13% em 2012.<br />
 <strong><br />
Fonte:<a target="_blank" title="Em 2015, publicidade na web vai superar os jornais" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=97218"> Redação Adnews</a></strong></div>
</div>
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		<title>Gasto publicitário com internet no Brasil cresce 24,7% em setembro</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 00:23:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Web arrecada R$ 87,8 milhões e aparece empatada com rádio no mercado publicitário no Brasil: ambos têm 4,3% do setor, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Web arrecada R$ 87,8 milhões e aparece empatada com rádio no mercado publicitário no Brasil: ambos têm 4,3% do setor, segundo dados do Inter-meios.</p>
<p>O investimento publicitário feito na internet brasileira cresceu 24,7% em setembro, totalizando 87,8 milhões de reais, segundo dados divulgados pelo Inter-meios nesta terça-feira (1/12). </p>
<p>Em participação, a internet aparece empatada com o rádio na quarta posição entre os meios que mais faturaram no mês: ambos representam 4,3% da verba publicitária brasileira.</p>
<p>Se levarmos em conta a receita, o rádio tem leve vantagem, já que, ao crescer 10,1% em relação a setembro de 2008, seu faturamento publicitário totalizou 87,9 milhões de reais.</p>
<p>No geral, o mercado publicitário no Brasil cresceu 3%, atingindo 2 bilhões de reais. Assim como já havia acontecido em agosto, a internet foi o meio brasileiro cuja receita publicitária mais cresceu no período.</p>
<p>Na comparação com outros meios, rádio e internet aparecem atrás da televisão (correspondente a 60,7% do faturamento publicitário), jornal (12,9%) e revista (8,6%), mas estão à frente de TV por assinatura (4,2%), mídia externa (2,8%). guias e listas (1,5%) e cinema (0,3%).</p>
<p>No acumulado de janeiro a setembro, a internet brasileira arrecadou 638,5 milhões de reais, crescimento de 4,1%, enquanto o mercado publicitário geral atingiu 15, 3 bilhões de reais, aumento de 0,4%.</p>
<p><strong>Fonte: IDG Now</strong></p>
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		<title>Terra lança canal de compras pelo celular</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/terra-lanca-canal-de-compras-pelo-celular.html</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 22:28:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Terra, empresa de internet e mídia digital líder na América Latina, lança hoje (1º/12) no Terra Mobile (m.terra.com.br) um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Terra, empresa de internet e mídia digital líder na América Latina, lança hoje (1º/12) no Terra Mobile (m.terra.com.br) um canal para compras pelo celular, o Terra Ofertas Mobile. O serviço é o primeiro no mercado brasileiro que permite ao consumidor pesquisar e finalizar a compra por meio do aparelho celular.</p>
<p>Na home do Terra Mobile o usuário encontra de forma clara, rápida e organizada as promoções dos principais varejistas do país.  Ao realizar a busca pelo produto escolhido, o consumidor encontrará a descrição do objeto, além do preço e avaliações sobre a loja.</p>
<p>Ao selecionar um produto o usuário é direcionado para a página do varejista e poderá concluir sua compra via mobile ou, caso prefira, entrar em contato diretamente com o varejista via telefone. Para tanto, basta acessar o ícone “ligar” e a chamada será direcionada automaticamente.</p>
<p>Segundo Paulo Silva, diretor de Publicidade do Terra para América Latina, o lançamento da Terra Ofertas Mobile faz parte da estratégia do portal de investir nos serviços para celulares em 2010. “Desde a chegada da tecnologia 3G no país obtivemos um crescimento de 450% na audiência do Terra Mobile”, explica</p>
<p>No total, foram realizadas 32 campanhas publicitárias para mobile na América Latina com clientes como Unilever, Itaú, Bradesco, Axe Critoen, entre outros. “Vamos fechar o ano com seis milhões de impactos mensais no Terra Mobile, que já representa 15% do faturamento da área de publicidade do Terra América Latina”, complementa Paulo Silva.</p>
<p>Entre os varejistas que já estão no Terra Oferta Mobile estão: Dell,  Wal Mart, Extra, Fast Shop, Saraiva.com.br, Ponto Frio, Magazine Luiza e Americanas.com, além de Centauro.com.br, Colombo.com.br, Commcenter, Comprafacil.com, COMPRETUDOAKI, E-Fácil, ITAUTEC Brasil, Kalunga.com, Mania Virtual, Marisa, Meu Carro Novo, MOTO.com.br, Nokia, Obabox, Passarela, Polishop, Sacks , Safari Shop , SexToy SexShop, Shoptime, Submarino, Ultrafarma, Videolar.com ,WebMotors e Zap Internet</p>
<p>Fonte: <a target="_blank" title="Terra lança canal de compras pelo celular " href="http://www.adnews.com.br/negocios.php?id=96882" target="_blank">AdNews</a></p>
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		<title>Web supera TV como mídia preferida, diz pesquisa</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 16:33:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma pesquisa divulgada nesta segunda-fera (30/11) apontou que a TV não é mais a mídia favorita, quem tomou seu lugar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span lang="PT-BR">Uma pesquisa divulgada nesta segunda-fera (30/11) apontou que a TV não é mais a mídia favorita, quem tomou seu lugar foi a internet, considerada indispensável por 70% dos entrevistados, enquanto a televisão ficou com 69% da preferência.</p>
<p> De acordo com o G1, a pesquisa de mídia e publicidade do grupo mundial de marketing Synovate foi realizada em setembro em 11 países: Austrália, Brasil, Canadá, China, Espanha, Estados Unidos, Holanda, Hong Kong, Índia, Reino Unido e Taiwan.</p>
<p> Cerca de 41% dos entrevistados estavam aceitariam receber mais publicidade em troca de descontos. Os moradores da Austrália, China, Espanha, Estados Unidos e Reino Unido, foram os que mais aprovaram a iniciativa. &#8220;O modelo é uma ideia interessante para o setor. Se pudesse ser vinculado à publicidade mais dirigida, mais relevante&#8230; talvez resultasse em maiores receitas em uma audiência cada vez mais fragmentada&#8221;, informou o diretor executivo de mídia da Synovate, Steve Garton, em comunicado.</p>
<p> Para mais de dois terços dos entrevistados, a TV possui muitos comerciais e 39% também afirmou que há muita propaganda na web. Cerca de 87% tenta evitar, ativamente, a publicidade no rádio e TV. E outros dois terços  evitam sites com publicidade intrusiva.</p>
<p> Apenas 31% das pessoas estão dispostas a aceitar mais anúncios pelo telefone, desde que a conta seja mais barata. Os espanhóis foram os que mais gostaram da proposta (58%) em seguida com 42% estão chineses e brasileiros.</p>
<p> </span><strong><span>Fonte: Redação Adnews</span></strong></p>
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		<title>Publicidade online movimenta US$ 5,5 bi nos EUA</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 21:27:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Durante o terceiro trimestre de 2009, a publicidade online nos Estados Unidos movimentou US$ 5,5 bilhões, cerca de 1,7% em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante o terceiro trimestre de 2009, a publicidade online nos Estados Unidos movimentou US$ 5,5 bilhões, cerca de 1,7% em relação ao período anterior. Os dados são do IAB &#8211; Interactive Advertising Bureau.</p>
<p>Segundo o IDGNow!, o pequeno crescimento é o primeiro do mercado publicitário norte-americano depois da crise financeira de 2008. Quando considerado os números anuais, o setor perdeu 5,4% no terceiro trimestre.</p>
<p>O IAB apontou, nos últimos três meses do ano passado, que o faturamento publicitário na web chegou a US$ 6,1 bilhões, valor considerado um pico de investimento.</p>
<p>Já no primeiro trimestre de 2009, com os efeitos da crise, o setor registrou queda de 5%, com anúncios veiculados na web e movimentação de US$ 5,46 bilhões. No trimestre seguinte, o número chegou a US$ 5,43 bilhões, ficando praticamente estável.</p>
<p>Um comunicado divulgado pela IAB afirmou que o mercado publicitário digital se apresentou &#8220;resiliente e, mais uma vez, mostra sinais de crescimento&#8221;. Mas, por outro lado, as outras mídias apresentam números não favoráveis.</p>
<p>Em 2008, a publicidade na web movimentou US$ 23,4 bilhões.</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Publicidade online movimenta US$ 5,5 bi nos EUA" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=96727" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Google e TiVo selam parceria para audiência online</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 23:45:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O buscador Google e a  TiVo, pioneira no serviço de tecnologia DVR, fecharam um acordo sobre publicidade e dados sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O buscador Google e a  TiVo, pioneira no serviço de tecnologia DVR, fecharam um acordo sobre publicidade e dados sobre audiência on-line. Graças à parceria, os clientes do serviço de TV do Google, o TV ADs, receberão em tempo real as informações sobre quem assiste.</p>
<p> A partir de agora, é possível para os anunciantes saber se uma inserção comercial conseguiu atingir as metas de audiência estabelecidas.  Anteriormente, as emissoras de televisão dos Estados Unidos estipulavam o valor de um comercial com base em dados da Nielsen Ratings, uma empresa de análises que mostra o quanto um anúncio conseguiu atrair de publico. Há também a possibilidade de obter dados demográficos.</p>
<p> Com a parceria, será possível para o Google e seus consumidores conhecer o comportamento das pessoas no tempo real de uma propaganda: se elas trocam de canal, adiantam a programação (quando possível) ou se assistem o comercial inteiro.</p>
<p><em>Com informações do IDG Now!</em></p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Google e TiVo selam parceria para audiência online" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=96659" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Vídeos no YouTube geram mais atenção do que a TV</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 17:57:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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Pesquisa destaca importância do YouTube como plataforma de anúncios



O YouTube e a OTX (Online Testing Exchange) estabeleceram parceria com Motorola, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
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<p>Pesquisa destaca importância do YouTube como plataforma de anúncios</p>
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<p>O YouTube e a OTX (Online Testing Exchange) estabeleceram parceria com Motorola, Mindshare e GM para realização de um estudo inédito que revela o envolvimento dos usuários com o YouTube em comparação à televisão.</p>
<p>A pesquisa foi realizada com 1800 pessoas e levou em consideração 4 fatores para mensurar os resultados: medidas biométricas, fixação do olhar no monitor, pesquisa sobre publicidade na página do YouTube e da televisão, além de pesquisa on-line com usuários expostos a diferentes formatos de publicidade.</p>
<p>Os resultados surpreendem: a atenção dos usuários é 1,5x maior no YouTube em relação à televisão. Com o interesse do usuário maior no YouTube, esta plataforma de comunicação mostra-se extremamente eficaz para os anunciantes.</p>
<p><a target="_blank" title="Vídeos no YouTube geram mais atenção do que a TV" href="http://agencia.tudosobregoogle.com.br/noticias/v%C3%ADdeos-no-youtube-geram-mais-aten%C3%A7%C3%A3o-do-que-tv" target="_blank"><strong>Fonte: Tudo sobre Google</strong></a></p>
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		<title>Google cria site para mostrar como fazer publicidade on-line</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/google-cria-site-para-mostrar-como-fazer-publicidade-on-line.html</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 01:42:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Google lança nessa semana o portal TudoSobreGoogle.com.br, que tem o objetivo de levar informações segmentadas de como o público [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Google lança nessa semana o portal <a target="_blank" title="www.tudosobregoogle.com.br" href="http://www.tudosobregoogle.com.br" target="_blank">TudoSobreGoogle.com.br</a>, que tem o objetivo de levar informações segmentadas de como o público pode tirar o máximo de proveito de soluções de publicidade on-line da empresa. Concebido em formato de jornal eletrônico, o site é dividido em três áreas diferentes, com conteúdo específico para quem ainda não é cliente, para os que já são e outro destinado aos profissionais que trabalham em agências de publicidade.</p>
<p> “O Google tem muitas fontes de informações sobre o AdWords. Nossa missão com a criação do jornal é consolidar tudo em um único espaço para ajudar quem tiver interesse a acessar assuntos de forma mais precisa”, diz João Bortone, Diretor de Marketing do Google Brasil. “Esperamos auxiliar nossos clientes a explorar de forma mais eficaz o potencial da Internet e levar as informações mais relevantes do Google e de seus produtos.”</p>
<p> O jornal oferece diferentes formatos informativos: vídeos, entrevistas, artigos, blogs, cases de sucesso, fóruns, newsletters, informações de cursos, entre outros. O objetivo foi desenvolver conteúdos que munissem o público com as principais novidades e exemplos de êxito de empresas – pequenas, médias e grandes – que aderiram às plataformas de anúncios do Google e obtiveram resultados expressivos.</p>
<p> No caso das agências de publicidade, que já utilizam os recursos do Google, o conteúdo é mais específico, com informações para auxiliar no desenvolvimento de novos negócios para as agências e na criação de campanhas mais eficazes. Além disso, há uma área de FAQ, estudos e pesquisas que disponibiliza dados sobre o perfil dos consumidores de diversos segmentos.</p>
<p>Fonte: <a target="_blank" title="Google cria site de informações sobre publicidade on-line" href="http://www.adnews.com.br/midia.php?id=96091" target="_blank">AdNews</a></p>
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		<title>Venda de assinaturas pode sustentar sites no lugar de publicidade, diz estudo</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/venda-de-assinaturas-pode-sustentar-sites-no-lugar-de-publicidade-diz-estudo.html</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 21:53:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estimativas da empresa Balderton Capital, da Inglaterra, indicam que se os jornais conseguirem convencer de 3% a 4% de sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estimativas da empresa Balderton Capital, da Inglaterra, indicam que se os jornais conseguirem convencer de 3% a 4% de sua audiência a pagarem por conteúdo online, eles iriam angariar mais dinheiro do que por meio de publicidade na Internet.</p>
<p> O executivo da Balderton, Dharmash Mistry, declarou que se for considerada uma mensalidade de três libras em um site jornalístico que registra mensalmente cerca de vinte milhões de acessos, uma pequena parte de assinantes deste público estimado é capaz de sustentar a página sem a necessidade de venda de publicidade.</p>
<p> Segundo informa o Editor´s Weblog, o estudo da Balderton estima que nenhum título inglês arrecade mais do que vinte milhões de libras em publicidade anualmente. A companhia analisa ainda que se os consumidores do conteúdo online são mais valiosos aos anunciantes, as publicações poderão cobrar ainda mais pelos espaços publicitários reservados a estes assinantes.</p>
<p> <strong>Fonte: Portal Imprensa</strong></p>
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		<title>Publicidade na internet completa 15 anos</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 20:51:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A publicidade na internet faz aniversário agora em outubro: são 15 anos. O primeiro banner na web surgiu em 1994 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A publicidade na internet faz aniversário agora em outubro: são 15 anos. O primeiro banner na web surgiu em 1994 quando as empresas AT&amp;T, Volvo, Club Méd e MCI contrataram a HotWired, um site comercial, para colocar um banner nas páginas.</p>
<p> A pioneira AT&amp;T pagou cerca de US$ 60 mil dólares na campanha batizada de “You Will”, no ar por 24 semanas. O banner, com tamanho de 468 por 60 pixels, perguntava: Você tem clicado direito aqui?</p>
<p> De acordo com o jornal espanhol El País, a maior dificuldade do HotWired em 1994 era decidir o preço a ser cobrado. “Nós sabíamos que o serviço poderia gerar interesse e tráfego. O que não sabíamos era quanto cobrar”, disse Rick Boyce, diretor de arte da empresa.</p>
<p> Porém, há controvérsias sobre esta ser a primeira forma de anúncio na internet. Segundo TIM O´Reilly, o primeiro a pagar por um anúncio na rede foi Dan Appelman, de um escritório de advocacia, que desembolsou US$ 5 mil para patrocinar uma seção da GNN (Global Network Navigator), em setembro de 1993.<strong></p>
<p> Fonte: UOL Gigablog<br />
 </strong></p>
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		<title>Internauta está mais atento à publicidade durante a manhã</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 01:34:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para avaliar o impacto da publicidade online entre os consumidores, a Eyeblaster divulga resultados da pesquisa “A atenção do consumidor”, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para avaliar o impacto da publicidade online entre os consumidores, a Eyeblaster divulga resultados da pesquisa “A atenção do consumidor”, que mostra o comportamento do internauta em relação aos principais formatos de anúncios na internet. </p>
<p>Os resultados mostram que o consumidor gasta intencionalmente, em média, um minuto por dia com a publicidade online. O período da manhã é o melhor para atrair a atenção do internauta por meio dos anúncios, com pico às 9h. “É quando as pessoas estão mais dispostas a interagir”, diz Carlos Medina, diretor geral da Eyeblaster no Brasil. Já no horário do almoço é quando essa interação com os anúncios tem maior duração.</p>
<p>Consequentemente, o consumidor dá menos atenção à publicidade digital durante a tarde e noite. Ainda de acordo com a pesquisa, as peças com vídeos conquistam quase o dobro da atenção do consumidor, 71 segundos contra 37 das peças sem vídeos. Quando se avalia o desempenho dos formatos de anúncios, o ranking é o seguinte: messenger ads (83 segundos), rich media (73 segundos), banner (59 segundos) e skycrapers (37 segundos).</p>
<p>O estudo foi realizado a partir de uma amostra isolada de 42 bilhões de interações nos diversos formatos, no mundo inteiro, entre setembro de 2008 e março deste ano. Segundo Medina, esses dados são obtidos por meio da utilização do feature Dwell Time, métrica que proporciona a medição da interação dos consumidores com a publicidade digital e a duração desse contato.</p>
<p>Fonte: www.adnews.com.br</p>
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		<title>Facebook quer ultrapassar Google em publicidade</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 01:31:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A vice-presidente de operações do Facebook , Sheryl Sandberg, anunciou nesta quinta-feira (15) que a companhia de redes sociais quer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A vice-presidente de operações do Facebook , Sheryl Sandberg, anunciou nesta quinta-feira (15) que a companhia de redes sociais quer superar o Google no mercado publicitário.</p>
<p>Segundo informações da Reuters, o Facebook planeja reforçar as receitas da empresa através de anúncios em novos formatos, diferentes da publicidade vinculada a buscas que enriqueceu o Google.</p>
<p>Atualmente, quem anuncia na rede social tem 300 milhões de espectadores. E o número de usuários tende crescer ainda mais. Um conselheiro da empresa disse à Reuters, que o Facebook está a caminho de faturar US$ 500 milhões neste ano.</p>
<p>Orkut x Facebook</p>
<p>No final de setembro deste ano, o Facebook implementou um serviço onde é possível encontrar usuários do Orkut através de um arquivo .CVS e fazer um upload para a nova rede social. Em contra-ataque, o Orkut lançou uma série de ferramentas similares à do Facebook.</p>
<p>O publicitário Lucas Mello, sócio da agência AD LIVE acredita nos anúncios para redes sociais como o futuro da publicidade na web: “Os banners estão em decadência. Na internet os publicitários precisam de uma sensibilidade maior, mais humana para escutar os usuários. A pior coisa que pode acontecer é o público ficar indiferente”.</p>
<p>Mello diz ainda que a publicidade brasileira ainda não está pronta para esse tipo de plataforma. “Estamos acostumados com uma única via. Um fala e o outro escuta. Na internet é diferente, há uma nova dinâmica, o dinheiro não controla tudo. Pode-se gastar muito em anúncios na web e o investimento não valer à pena”.</p>
<p>História</p>
<p>O Facebook surgiu nos Estados Unidos para que os estudantes de Harvard pudessem se comunicar entre si, diferentemente do Orkut, que teve origem no Google.</p>
<p>Por aqui, a maioria dos brasileiros aderiu ao Facebook para se comunicar com estrangeiros. O Orkut em terras brasileiras tem 35 milhões de usuários (57% dos adeptos mundiais), enquanto o Facebook possui apenas 1, 3 milhões.</p>
<p>Embora o conteúdo esteja em português, muitos brasileiros sentem dificuldade com o Facebook devido ao excesso de ferramentas e aplicativos que a rede social tem em relação ao Orkut.</p>
<p>Fonte: www.adnews.com.br</p>
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		<title>Publicidade terá queda de 6,9%, mas vai crescer 8,6% na web</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 01:18:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mesmo com a redução de investimentos prevista para o mercado de publicidade no mundo, a receita publicitária da web é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mesmo com a redução de investimentos prevista para o mercado de publicidade no mundo, a receita publicitária da web é a única que deve crescer este ano. De acordo com dados da agência ZenithOptimedia, os investimentos globais em propaganda vão sofrer queda de 6,9%, o que vai reduzir a receita mundial do setor para US$ 453 bilhões.</p>
<p>Entretanto, o relatório divulgado nesta terça-feira aponta o crescimento da receita publicitária da web, causado pela reorientação dos leitores da imprensa escrita para as versões digitais. Mesmo assim, o meio também poderá sentir uma desaceleração ao longo de 2009, uma vez que o crescimento esperado é de apenas 8,6%, em relação aos 20,9% registrados em 2008.</p>
<p>Para a agência, retração mundial está diretamente ligada aos problemas econômicos atuais. &#8220;Desde as últimas previsões de dezembro, a situação do mercado mundial da publicidade se deteriorou notavelmente. Estamos em meio a um período de severa contração das despesas publicitárias&#8221;, afirmou a ZenithOptimedia.</p>
<p>Com relação aos outros meios, a televisão continuará sendo a preferida dos anunciantes, podendo alcançar 38,6% do mercado. Mesmo assim, o volume da receita publicitária poderá sofrer uma redução. Além disso, as redes terão que enfretar um número maior de concorrentes.</p>
<p>Com informações das agências internacionais</p>
<p>Redação adnews</p>
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		<title>Web cresce 21% em publicidade</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/web-cresce-21-em-publicidade.html</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 20:46:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A internet foi o canal de mídia que obteve o maior crescimento nos primeiros seis meses de 2009 com 21% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A internet foi o canal de mídia que obteve o maior crescimento nos primeiros seis meses de 2009 com 21% e faturamento de R$ 784,6 milhões. No mesmo período do ano passado o total foi de R$ 649,3 milhões.  </p>
<p> Apesar do alto faturamento da internet, a televisão ainda lidera o segmento com R$ 15,042 bilhões de investimentos em mídia no Brasil. Esse valor conta com os Pedidos de Inserção (PIs) do primeiro semestre deste ano. A participação das emissoras aumentou chegando a 54%, no ano passado era de 50% com R$ 13,378 bilhões. As TVs cresceram 12%. </p>
<p> Com R$ 177,1 milhões de investimento, no mesmo período do ano passado o valor era de R$ 170,7 milhões, a internet chegou a 3% de market share, acima do cinema que ficou com apenas 1%.</p>
<p> No segundo lugar aparecem os jornais com R$ 6,3 bilhões. O faturamento é menor do que o apontado no ano passado (R$ 6,9 bilhões) com 26%. As revistas ficaram com 8% do share com R$ 2,262 bilhões em 2009, acima do valor do ano passado (US$ 2,243 bilhões). Juntamente com as publicações impressas, as TVs pagas chegaram 8% com R$ 784,6 milhões.  </p>
<p> A participação do rádio aumentou sua participação para 5% e R$1,2 bilhão de faturamento. O outdoor caiu de R$ 32 milhões para R$ 26 milhões.</p>
<p> No ranking do Ibope Monitor, as Casas Bahia lideram entre os anunciantes com R$ 1,48 bilhão no primeiro semestre, valor maior do que registrado no passado (R$ 1,407 bilhão). Em segundo está a Unilever, mantendo o posto de 2008, apesar da queda do investimento de R$ 874 milhões para R$ 808,2 milhões neste ano, registrando uma queda de 32% nas verbas de mídia para higiene e beleza.</p>
<p> O terceiro lugar ficou com a Ambev com R$ 467,5 milhões, acima do total do ano passado (R$ 311,8 milhões), em 4º está a Caixa Econômica Federal com R$ 409,3 milhões, que subiu duas posições (R$ 267,6), depois, no 5º lugar aparece a Fiat com 371,5 milhões, antes a montadora tinha registrado R$ 275,2 milhões. A Hyundai aparece em 6º com R$ 258,2 milhões, resultado melhor do que em 2008, quando ocupou a 15ª posição. A Tim também cresceu do 27º lugar com R$ 125,1 milhões, chegou em 7º com R$ 255,6 milhões.</p>
<p> O maior investimento publicitário do país ficou com a praça de São Paulo com 30% de share e R$ 8,3 bilhões. No ano passado, o volume foi de R$ 8 bilhões. O total nacional, que abrange internet, revistas, TVs pagas somou R$ 4,9 bilhões com 18% de share.</p>
<p> Em terceiro lugar ficou o Rio de Janeiro com R$ 3,6 bilhões. Neste ano, a praça de Vitória começou a participar da pesquisa com investimentos publicitários e também a quantidade de GRPs (Gross Rating Points). A cidade apresentou R$ 316 milhões de faturamento com 1% de share.</p>
<p> <strong>Redação Adnews</strong></p>
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