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	<title>Seobra (SEO) - Otimização de sites e Marketing de Busca em Fortaleza &#187; Vendas na internet</title>
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	<description>Otimização de sites (SEO) e Marketing de busca. a Seobra  é especialista no assunto. Além de Anuncios nos links patrocinados do google, em Fortaleza</description>
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		<title>Grandes marcas começam a anunciar no Twitter</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 15:20:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Marcas globais já começam a aderir à ferramenta de publicidade recentemente lançada pelo Twitter. Uma simples busca na rede de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Marcas globais já começam a aderir à ferramenta de publicidade recentemente lançada pelo Twitter. Uma simples busca na rede de microblogs mostra tweets de anunciantes como Starbucks, Red Bull, a Best Buy, a Bravo, a Sony Pictures e a Virgin America.</p>
<p>Apenas um tweet com publicidade é mostrado no resultado de pesquisas e, o microblog já estuda utilizar um método chamado &#8220;ressonância&#8221; para exibir um tweet promocional na timeline de alguns usuários.</p>
<p>Esse método consiste em um cálculo que inclui a reutilização de uma hashtag, o clique em um avatar ou em um link, a quantidade de retweets, a marcação como favorito, a influência do retweeter, entre outros fatores. O Twitter não divulga a fórmula desse cálculo, assim como o Google mantém em sigilo o PageRank.</p>
<p>Quanto maior a interação com a propaganda, mais ela aparecerá. Assim como, se os usuários não derem retweet ou clique, ela desaparecerá. A ressonância também será usada para tarifar as postagens promocionais.</p>
<p>O modelo de cobrança ainda não foi definido, mas deverá seguir a lógica de maior ressonância = maior custo. Por hora, o custo é fixado por CPM (custo por mil impressões), como no Adwords.</p>
<p>O serviço ainda está em fase de testes e não recebeu uma quantidade expressiva de retweets, isso ainda não significa rejeição.</p>
<p><em>Com informações do Circuito de Luca.</em></p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Grandes marcas começam a anunciar no twitter" href="http://www.adnews.com.br/tecnologia/102344.html" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Só 8% das empresas de SP contratam agências para publicidade online</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 13:22:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O mercado de publicidade online ainda tem muito a ser explorado. A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) divulgou recentemente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado de publicidade online ainda tem muito a ser explorado. A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) divulgou recentemente um estudo, realizado entre o final de 2009 e o início desde ano, que fez um mapeamento da internet em São Paulo. Dentre os dados levantados, constatou-se alguns que merecem relevância para o meio publicitário paulista.</p>
<p> Para as agências, uma das constatações dessa pesquisa é preocupante. O número de empresas que contrata uma empresa do ramo para tratar seus anúncios digitais ainda é muito pequeno, sendo que, do total, 74% faz suas criações internamente, 8% com consultoria, 8% pelos próprios sócios, 2% por empresas terceirizadas e apenas 8% através de agências de publicidade. O motivo, segundo os entrevistados, é que, com produção caseira, economiza-se tempo e dinheiro.</p>
<p> A pesquisa foi realizada a partir de entrevistas com 500 gestores de diversos segmentos, dos quais, 28% utilizam serviços de publicidade online – o setor de comércio atacadista é o mais expressivo, com 38% dessa fatia.</p>
<p> Das ações que mais se investe dentro da publicidade online estão, respectivamente: links patrocinados em sites de buscas, banners e e-mail marketing. O uso de propagandas em sites de relacionamento – como Twitter e Orkut –, apesar de crescente, ainda consta no final da lista, assim como divulgações por meio de artigos em blogs, e o cadastramento de palavra-chave.</p>
<p> Das 500 empresas participantes, 47% dos que responderam eram proprietários, 45% gerentes e 8% diretores; das áreas de indústria, construção, serviços, varejo, atacado e financeiro.</p>
<p> <strong>Fonte: <a target="_blank" title="Só 8% das empresas de SP contratam agências para publicidade online" href="http://www.adnews.com.br/negocios/102243.html" target="_blank">Redação AdNews</a></strong></p>
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		<title>Propaganda em tempo real na web é lançada nos EUA</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 21:18:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos EUA, as principais companhias de buscas, Google, Yahoo e Microsoft, lançaram suas plataformas para propaganda em tempo real, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos EUA, as principais companhias de buscas, Google, Yahoo e Microsoft, lançaram suas plataformas para propaganda em tempo real, o chamado &#8220;real time bidding&#8221; (leilão em tempo real). </p>
<p> Os anúncios são direcionados a cada internauta, definidos com base em seu comportamento na rede. É possível fazer com que uma propaganda de hotel, por exemplo, apareça na página do internauta que pesquisa passagens, prática que aumenta a precisão no dinheiro a ser investido, na personalização de campanhas e ações diversas para atingir um consumidor em potencial.</p>
<p> A plataforma já está disponível nos EUA e Europa desde setembro e beneficia também os donos dos sites que vendem espaço publicitário por preços mais altos, pois a cada atualização é possível reajustar o anúncio.</p>
<p> A Federal Trade Commission, agência americana que regula as práticas comerciais no país, discute a novidade, que os opositores alegam invasão da privacidade dos internautas. </p>
<p> O &#8220;real time bidding&#8221; não tem previsão de chegada ao Brasil.</p>
<p>Fonte: <a target="_blank" title="Propaganda em tempo real na web é lançada nos EUA" href="http://www.adnews.com.br/publicidade/100938.html">AdNews</a></p>
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		<title>Faturamento do e-commerce no Natal dos EUA já beira US$ 30 bilhões</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 13:55:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dado da empresa de pesquisas comScore representa crescimento de 4% em relação a 2008; melhor resultado foi em 15/12, com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dado da empresa de pesquisas comScore representa crescimento de 4% em relação a 2008; melhor resultado foi em 15/12, com US$ 913 milhões.</p>
<p>O comércio eletrônico dos Estados Unidos movimentou 29,1 bilhões de dólares (aproximadamente 50,3 bilhões de reais) no período de novembro e dezembro de 2009, informou nesta quarta-feira (6/1) a empresa de pesquisas de mercado comScore.</p>
<p>No Brasil, as vendas online no período do Natal (entre 15/11 e 24/12) <a target="_blank" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/12/30/comercio-eletronico-brasileiro-fatura-r-1-6-bilhao-no-natal/">chegou a 1,6 bilhão de reais</a>, segundo a consultoria e-bit.</p>
<p>O número da comScore representa um crescimento de 4% em relação ao apurado no período de festas do ano passado, e inclui desde as promoções do período do Dia de Ação de Graças e da Black Friday aos dias que antecedem o Natal.</p>
<p>Analisado separadamente, o dia em que houve o maior aumento em relação ao período de 2008 foi 15/12. Nesse dia, os americanos gastaram 913 milhões de dólares online, 21% a mais que no mesmo dia do ano passado.</p>
<p>O segundo período mais quente em vendas foi o do último fim de semana antes do Natal. Nos dias 19 e 20, foram gastos nos EUA 767 milhões de dólares, 13% mais que os 677 milhões gastos em 2008.</p>
<p>A categoria de produtos que mais se destacou neste fim de ano nos EUA foi a de jóias e relógios, que representaram 20% do total das vendas, em dólar. Em segundo lugar vieram os aparelhos eletrônicos, com 15%. Computadores aparecem em quarto lugar, com 7%, atrás de ingressos para eventos (8%). Em quinto lugar, com 6%, ficaram os livros e revistas.</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Faturamento do e-commerce no Natal dos EUA já beira US$ 30 bilhões" href="http://idgnow.uol.com.br/mercado/2010/01/06/faturamento-do-e-commerce-no-natal-dos-eua-ja-beira-us-30-bilhoes/" target="_blank">IDGNow</a></strong></p>
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		<title>Varejo online cresce 15,5% no período de vendas de Natal dos EUA</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 11:58:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Inverno rigoroso pode ter colaborado para o bom resultado do comércio eletrônico, sugere levantamento da SpendingPulse.
As vendas no varejo online [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Inverno rigoroso pode ter colaborado para o bom resultado do comércio eletrônico, sugere levantamento da SpendingPulse.</p>
<p>As vendas no varejo online dos Estados Unidos durante a temporada de festas de 2009 apresentaram alta de 15,5% em relação ao mesmo período do ano passado, informou a Reuters em seu site nesta segunda-feira (28/12).</p>
<p>Em um contexto geral, os negócios obtiveram uma elevação de 3,6%, de acordo com a SpendingPulse, uma divisão da MasterCard Advisors.</p>
<p>Segundo a empresa, a expansão de 15,5% nas compras online colaborou com o resultado, assim como a modesta recuperação observada em setores como os de bens de luxo e de roupas femininas.</p>
<p>A SpendingPulse associa a elevação nos gastos pela internet com as tempestades de neve que castigaram a costa leste e a região centro-oeste dos EUA na semana anterior ao Natal, impedindo os consumidores de saírem de suas casas.</p>
<p>O comércio online responde por cerca de 5% do consumo norte-americano. Em muitas redes do varejo no país, o período de festas representa entre 25% e 40% do faturamento anual.</p>
<p><a target="_blank" title="Varejo online cresce 15,5% no período de vendas de Natal dos EUA" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/12/28/varejo-online-cresce-15-5-no-natal-dos-eua/" target="_blank">para ver o artigo completo clique aqui</a></p>
<p><strong>Fonte: Webinsider</strong></p>
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		<title>Google negocia compra de site de resenhas Yelp</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 17:30:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Google negocia a compra do site de resenhas Yelp, em um acordo que poderia ajudar o líder em buscas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Google negocia a compra do site de resenhas Yelp, em um acordo que poderia ajudar o líder em buscas na Internet a explorar um lucrativo mercado de anúncios locais, informou a mídia.</p>
<p> O Google deve pagar mais de 500 milhões de dólares pela Yelp, de acordo com reportagens confirmadas à Reuters por pessoas próximas à situação.</p>
<p> Ao adquirir a Yelp, o Google seria dono de um dos maiores sites de crítica sobre restaurantes locais e informações para pequenos negócios, incluindo mais de 8 milhões de resenhas postadas por usuários da Yelp.</p>
<p> Este intenso foco no mercado de negócios local daria um apoio valioso ao Google, que busca convencer comerciantes locais a publicarem seus anúncios e promoções na Internet.</p>
<p> &#8220;O mercado de campanhas local é um mercado multibilionário que ainda não foi explorado na Web&#8221;, disse Mark May, analista da Needham &amp; Co.</p>
<p> Em julho, o portal de Internet Yahoo se juntou à AT&amp;T Corp em uma parceria que envolveu o pessoal de vendas da companhia telefônica. Os 5 mil funcionários passaram a vender espaço publicitário no Yahoo para o mercado local.</p>
<p> A fonte disse que as conversações estão enfraquecidas pela preocupação de alguns investidores da Yelp, que pensam que a companhia poderia estar sendo vendida de forma prematura.</p>
<p> Para eles, a oferta poderia ultrapassar os 500 milhões de dólares se houver uma chance de desenvolver o negócio. A fonte acrescentou que o vazamento pode ter acontecido para colocar pressão a favor de um acordo.<br />
 <strong><br />
 Fonte: Reuters</strong></p>
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		<item>
		<title>E-bit: 86,71% dos compradores online aprovam lojas virtuais em novembro</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/e-bit-8671-dos-compradores-online-aprovam-lojas-virtuais-em-novembro.html</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 12:05:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Resultado aproxima-se da média do ano, de 86,43%; pesquisa de satisfação ouviu 130 mil pessoas que fizeram compras na web [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Resultado aproxima-se da média do ano, de 86,43%; pesquisa de satisfação ouviu 130 mil pessoas que fizeram compras na web no período.</p>
<div>
<p>Pesquisas realizadas com mais de 130 mil pessoas que fizeram compras pela internet no mês de novembro revelaram que 86,71% delas estão satisfeitas com o desempenho do comércio eletrônico brasileiro.</p>
<p>Este estudo refere-se ao <a target="_blank" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/09/14/sobe-satisfacao-com-compras-pela-internet-no-brasil">Índice de Confiança do e-consumidor</a>, um relatório mensal desenvolvido pela consultoria e-bit em parceria com o <a target="_blank" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/11/26/acsp-e-camara-e-net-criam-selo-internet-segura">Movimento Internet Segura</a> (MIS), que apontou o resultado como a terceira melhor marca de 2009.</p>
<p>O percentual de 86,71% de aprovação em novembro só fica atrás dos de julho e agosto, quando o índice superou a casa dos 87%. Em relação aos percentuais registrados de janeiro a novembro deste ano, a média atingida é de 86,43% de satisfação.</p>
<p>Os consultados responderam a um questionário de satisfação com base em 10 quesitos: Facilidade de Comprar, Seleção de Produtos, Informação sobre os Produtos, Preços, Navegação, Entrega no Prazo, Qualidade dos Produtos, Qualidade do Atendimento a Clientes, Política de Privacidade e Manuseio e Envio dos Produtos.</p>
<p>Segundo a e-bit, o período de compras que antecede ao Natal, compreendido entre os dias 15/11 e 24/12, deve proporcionar um faturamento de 1,63 bilhão de reais &#8211; uma alta de 30% em relação ao ano passado, quando o setor atingiu 1,25 bilhão  de reais em vendas.</p>
<p>A consultoria espera que, com o resultado do Natal, o e-commerce nacional feche 2009 com um faturamento superior a 10,5 bilhões de reais.</p>
</div>
<div>Fonte: <a target="_blank" title="E-bit: 86,71% dos compradores online aprovam lojas virtuais em novembro" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/12/18/e-bit-86-71-dos-compradores-online-aprovam-lojas-virtuais-em-novembro/" target="_blank">IDGNow</a></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Comércio eletrônico não tem crise financeira</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/comercio-eletronico-nao-tem-crise-financeira.html</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 14:30:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Retrospectiva do setor revela crescimento ainda maior nas vendas, fruto de investimentos, gerenciamento de riscos, especialização em segmentos específicos e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Retrospectiva do setor revela crescimento ainda maior nas vendas, fruto de investimentos, gerenciamento de riscos, especialização em segmentos específicos e até mesmo redução do IPI. Informática e eletrodomésticos entre os mais vendidos.</p>
<p>Por <span><a target="_blank" title="Veja todos os artigos de Pedro Guasti" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/author/pedro_guasti">Pedro Guasti</a></span></p>
<p>Se a situação financeira mundial preocupava diversos setores da economia desde o final de 2008, o mesmo também ocorria com o comércio eletrônico. Esta apreensão foi, porém, bastante amenizada com a ajuda do governo brasileiro, quando anunciou, por exemplo, redução de IPI para eletrodomésticos, fomentando as vendas.</p>
<p>Somente em compras realizadas pela internet, foram movimentados R$ 4,8 bilhões neste primeiro semestre, um aumento de 27% em relação ao mesmo período de 2008, de acordo com a 20ª edição do Webshoppers.</p>
<p>Outros fatores que motivaram este bom momento para o e-commerce foram a maior confiança e satisfação do consumidor com os serviços oferecidos pelas lojas virtuais. Atualmente, mais de 15 milhões de pessoas já tiveram pelo menos uma experiência de compra pela internet. Em um mercado tão dinâmico e competitivo como este, as pessoas buscam e optam pelas melhores ofertas, condições de pagamento e nível de serviço.</p>
<p>Um ponto nesta movimentação que contribui para a crescente audiência é a inovação dos buscadores e comparadores de preço, que de maneira democrática alinham as ofertas de grandes e pequenos, possibilitando que o consumidor tome sempre a melhor decisão de compra.</p>
<p>Os internautas estão cada vez mais informados e orientados a fazerem uma compra com segurança. A implementação de novas ferramentas gerenciadoras de pagamentos online e de prevenção à fraude trouxeram uma segurança extra, tanto para clientes quanto lojistas, potencializando as oportunidades para lojas de pequeno e médio porte.</p>
<p>Este gerenciamento de risco em transações de compra não-presenciais, aliado à especialização de pequenas e médias empresas em um segmento específico, dividiu o foco dos consumidores mostrando uma tendência de descentralização no setor.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Ver artigo completo: <a target="_blank" title="Comércio eletrônico não tem crise financeira" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/12/01/comercio-eletronico-nao-tem-crise-financeira/" target="_blank">Webinsider</a></strong></p>
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		<item>
		<title>Black Friday: venda online cresce 11%</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/black-friday-venda-online-cresce-11.html</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 17:04:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vendas online após feriado nos Estados Unidos, somam US$ 595 milhões, informa a comScore.

As vendas do varejo online norte-americano, durante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Vendas online após feriado nos Estados Unidos, somam US$ 595 milhões, informa a comScore.</h2>
<div>
<p>As vendas do varejo online norte-americano, durante a chamada “<a target="_blank" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/11/27/nove-em-cada-dez-lojas-online-dos-eua-terao-promocao-na-segunda-feira">Black Friday</a>” – sexta-feira após o feriado de Ação de Graças, nos Estados Unidos – obteve um aumento de 11% em relação ao mesmo período do ano passado, informa a empresa de pesquisas na internet comScore. </p>
<p>O valor das vendas pela web chegou a 595 milhões de dólares no período, segundo a comScore. A grande demanda de compradores durante o feriado impulsionou as vendas para 318 milhões de dólares, um ganho de 10% sobre o ano passado, que registrou um faturamento de 288 milhões de dólares.</p>
<p>Em geral, 10,57 bilhões dólares foram gastos durante os primeiros 27 dias da temporada de férias de varejo, marcando um aumento de 3% em relação ao período correspondente do ano passado.</p>
<p>&#8220;A Cyber Monday &#8211; o tradicional pontapé de saída para a temporada de compras natalinas online &#8211; e as semanas subseqüentes, serão o verdadeiro teste para os varejistas nesta temporada&#8221;, afirmou o presidente da comScore, Gian Fulgoni.</p>
<p>O endereço de varejo mais visitado na Black Friday foi o da Amazon.com, que registrou um aumento de 28% no número de visitantes únicos em relação a 2008. Além da empresa, as outras quatro empresas mais visitadas foram: Wal-Mart (22%), Apple (até 39%), Target (até 2%) e Best Buy (até 24%).</p>
<p>Dados da comScore mostraram a crescente popularidade dos sites dedicados a encontrar melhores ofertas durante a Black Friday. </p>
<p>Entre os dias 23 e 27 de novembro, o BFads.net atraiu a maior parte do tráfego, com 9 milhões de visitantes únicos (um ganho de 4% em relação a data correspondente no ano passado). Em seguida, o BlackFriday.info registrou 3,5 milhões de visitantes, enquanto o Black-Friday.net atingiu a marca de 2,3 milhões de visitantes.</p>
</div>
<div>Fonte: (Networld World)</div>
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		<title>No Natal, e-commerce vai movimentar R$ 1,6 bi</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 15:02:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing na internet]]></category>
		<category><![CDATA[Vendas na internet]]></category>
		<category><![CDATA[Webmarketing]]></category>

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		<description><![CDATA[O comércio online vai ganhar bastante com o Natal deste ano. Previsões da empresa de monitoramento e-bit, divulgadas ontem (11/11), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O comércio online vai ganhar bastante com o Natal deste ano. Previsões da empresa de monitoramento e-bit, divulgadas ontem (11/11), apontam que o setor pode movimentar até R$ 1,63 bilhão em 2009. As informações são da Agência Estado</p>
<p>Se a estimativa da empresa acontecer, as vendas pela internet entre os dias 15 de novembro e 24 de novembro podem ser 30% maior do que em 2008, quando o e-commerce faturou cerca de R$ 1,25 bilhão.</p>
<p>Livros e eletrodomésticos, segundo o e-bit, devem esquentar as vendas deste ano. Os produtos da linha branca com redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) também devem incrementar as vendas. Produtos eletrônicos, informática beleza e saúde também devem ser responsáveis pelas vendas online.</p>
<p>Até o fim deste ano, o Brasil deve faturar R$ 10,5 bilhões com as compras feitas pela internet, apresentando um crescimento de 28% em relação ao faturamento de 2008.</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="No Natal, e-commerce vai movimentar R$ 1,6 bi" href="http://www.adnews.com.br/destaque.php?id=96241" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Google quer lucrar com varejo na web</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 12:56:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Anuncio no google]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Vendas na internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Para tentar ampliar as receitas junto ao mercado de varejo on-line, o Google está comercializando um produto especial de busca.
O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para tentar ampliar as receitas junto ao mercado de varejo on-line, o Google está comercializando um produto especial de busca.</p>
<p>O produto foi anunciado na última quarta-feira com o nome de Google Commerce Search, colocado à venda pelo valor inicial de US$ 50 mil por ano. A experiência do Google como buscador atribui ao site de varejo uma qualidade especial: a capacidade do consumidor para localizar os produtos e serviços. Para isso, o buscador quer usar um canal de dados para os catálogos de cada grupo de varejo.</p>
<p>&#8220;Os varejistas me convenceram de que existia a necessidade de um produto desse tipo,&#8221;, disse Nitin Mangtani (gerente de produtos de busca para empresas do Google) para a Reuters. “O desempenho lento de buscas em sites de varejo poderia enviar os usuários a outros sites, prejudicando os índices de conversão de uma loja” &#8211; acrescenta.</p>
<p> Mangtani afirmou ainda que os varejistas poderiam economizar em infraestrutura e manutenção, pois o produto do Google usa computação em nuvens, em termos gerais, o software fica hospedado nas centrais de dados do Google e não nos servidores do grupo de varejo.</p>
<p>Este novo produto mostra a clara expansão do Google em direção a clientes empresariais. Dos US$ 22 bilhões faturados pelo Google em 2008, 97% do faturamento veio da publicidade. No mês passado, o site expandiu a campanha publicitária para os aplicativos que fornece.</p>
<p>Em um estudo recente, Van Baker, analista do Gartner, constatou que poucos dos grandes grupos de varejo eletrônico pretendem mudar sua tecnologia básica de e-commerce.</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=95955" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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