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	<title>Seobra (SEO) - Otimização de sites e Marketing de Busca em Fortaleza &#187; Webmarketing</title>
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	<description>Otimização de sites (SEO) e Marketing de busca. a Seobra  é especialista no assunto. Além de Anuncios nos links patrocinados do google, em Fortaleza</description>
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		<title>Grandes marcas começam a anunciar no Twitter</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 15:20:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Marcas globais já começam a aderir à ferramenta de publicidade recentemente lançada pelo Twitter. Uma simples busca na rede de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Marcas globais já começam a aderir à ferramenta de publicidade recentemente lançada pelo Twitter. Uma simples busca na rede de microblogs mostra tweets de anunciantes como Starbucks, Red Bull, a Best Buy, a Bravo, a Sony Pictures e a Virgin America.</p>
<p>Apenas um tweet com publicidade é mostrado no resultado de pesquisas e, o microblog já estuda utilizar um método chamado &#8220;ressonância&#8221; para exibir um tweet promocional na timeline de alguns usuários.</p>
<p>Esse método consiste em um cálculo que inclui a reutilização de uma hashtag, o clique em um avatar ou em um link, a quantidade de retweets, a marcação como favorito, a influência do retweeter, entre outros fatores. O Twitter não divulga a fórmula desse cálculo, assim como o Google mantém em sigilo o PageRank.</p>
<p>Quanto maior a interação com a propaganda, mais ela aparecerá. Assim como, se os usuários não derem retweet ou clique, ela desaparecerá. A ressonância também será usada para tarifar as postagens promocionais.</p>
<p>O modelo de cobrança ainda não foi definido, mas deverá seguir a lógica de maior ressonância = maior custo. Por hora, o custo é fixado por CPM (custo por mil impressões), como no Adwords.</p>
<p>O serviço ainda está em fase de testes e não recebeu uma quantidade expressiva de retweets, isso ainda não significa rejeição.</p>
<p><em>Com informações do Circuito de Luca.</em></p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Grandes marcas começam a anunciar no twitter" href="http://www.adnews.com.br/tecnologia/102344.html" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Web vai superar rádio em propaganda no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 13:06:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Agências, anunciantes e veículos: mantenham atenção ao mundo online. A consultoria ZenithOptimedia, do Grupo Publicis, divulgou previsões para a receita publicitária no Brasil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agências, anunciantes e veículos: mantenham atenção ao mundo online. A consultoria ZenithOptimedia, do Grupo Publicis, divulgou previsões para a receita publicitária no Brasil e concluiu que neste ano o mercado como um todo deverá crescer 11,8% por aqui. O destaque fica por conta da mídia online: o crescimento será de 29,2% e, segundo o estudo, deve fazer com que o meio ultrapasse o rádio no bolo publicitário.</p>
<p>Apesar de liderar o crescimento entre as mídias, a internet teve apenas 4,3% de participação entre o montante aplicado na mídia brasileira em 2009. A consultoria aponta que a internet irá ultrapassar o faturamento publicitário do meio radiofônico. Se a previsão se consumar, o meio se tornaria a quarta maior mídia nacional atrás de TV, jornais e revistas.</p>
<p>No ano passado, os dois meios estiveram próximos: o rádio recebeu US$ 514 milhões da verba publicitária, contra US$ 502 milhões do mundo online. Neste ano, porém, deve ficar com US$ 558 milhões frente aos US$ 649 milhões da internet.</p>
<p>Recentemente, a web chamou atenção por ter ultrapassado, em escala global, as revistas em preferência publicitária – 12,6% do bolo –, ficando atrás somente dos jornais (23,1%) e da televisão (39,4%). No Brasil, a revista continua à frente da web pelo menos até 2012 – no ano passado, recebeu 8,5% da verba publicitária nacional.</p>
<p>Os jornais também comemoram a pesquisa da Zenith. O meio impresso receberá um investimento de US$ 2 bilhões em 2010, um crescimento de 11,6%, afirma a consultoria.</p>
<p>O Brasil, juntamente com os países emergentes, segue com previsão de crescimento do mercado publicitário, onde deve ter alta de 9,3%. Já os Estados Unidos, a Europa e o Japão, considerados os maiores do mundo, devem passar, juntos, por uma retração de 0,8%.</p>
<p>A verba total de investimento no setor de mídia deve chegar a US$ 13,1 bilhões.</p>
<p>Relembre matéria do AdNews: <a target="_blank" href="http://www.adnews.com.br/internet/101668.html" target="_blank">Internet bate revistas e vira 3ª maior mídia do mundo</a></p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Web vai superar rádio em propaganda no Brasil" href="http://www.adnews.com.br/publicidade/102305.html">Redação AdNews</a></strong></p>
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		<title>E-commerce: muita audiência e pouca venda</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 22:29:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As maiores empresas não usam ferramentas de web analytics, não sabem o que é usabilidade e não contribuem ao avanço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As maiores empresas não usam ferramentas de web analytics, não sabem o que é usabilidade e não contribuem ao avanço do comércio eletrônico no Brasil. Aprenda a explorar esse nicho e aplique métricas no seu site.</p>
<p>Por <a target="_blank" title="Veja todos os artigos de Alejandro Dicovsky" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/author/alejandro_dicovsky">Alejandro Dicovsky</a></p>
<p>Já conquistamos o ciberespaço? Onde está o desenvolvimento da nossa ainda adolescente internet comercial?</p>
<p>Onde estamos errando em nossas estratégias, em nossos projetos? Qual é o valor de termos 50, 100, 500 mil visitas por mês em nossos sites se não conseguimos transformá-las em vendas?</p>
<p>O tempo das métricas baseadas apenas em grandes audiências acabou.  O que importa é a efetividade dos projetos. Qual é a nossa real taxa de conversão?</p>
<p>Olhemos apenas para três vetores: mobilidade, redes sociais e vídeos. Todos interligados, aqui e agora. Em qualquer lugar. Mas a tecnologia é apenas ferramenta. Saber usá-la em favor dos nossos resultados comerciais é o grande desafio.</p>
<p>Antes de mais nada, para gerenciar algo é preciso medi-lo, já dizia Peter Drucker. Mas a realidade é bem diferente e vem comprometendo o sucesso de projetos web e, mais especificamente, de projetos de comércio eletrônico</p>
<p>Veja Artigo Completo: <a target="_blank" title="E-commerce: muita audiência e pouca venda" href="http://webinsider.uol.com.br/2010/03/11/e-commerce-muita-audiencia-e-pouca-venda/" target="_blank">Webinsider</a></p>
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		<title>Internet desafia metodologias e resultados de pesquisa</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 21:27:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mudança do comportamento do consumidor e técnicas estão na pauta de discussão
A pesquisa está entre as centenas de atividades que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Mudança do comportamento do consumidor e técnicas estão na pauta de discussão</h4>
<p>A pesquisa está entre as centenas de atividades que a internet provocou mudança radical. Além de ser mais um ambiente de interação, relacionamento e consumo a ser considerado por quem analisa o comportamento do consumidor, ela serve de campo de observação da realidade em tempo real. Não é por acaso que o tema esteve presente em praticamente um terço das apresentações discutidas no 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa de Mercado, realizado pela Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa.</p>
<p> A web mudou o comportamento das crianças brasileiras de 4 a 12 anos. Elas são as que mais acessam a internet no mundo, segundo pesquisa realizada pela Millward Brown Brasil em 12 países. Aqui, elas passam 13 horas conectadas principalmente jogando on-line. Com a web, as crianças se tornam multiplataforma e superconectadas. O desafio das marcas é chamar atenção delas com uma experiência divertida. </p>
<p> O estudo brasileiro envolveu oito grupos de discussão, formados por mães e crianças das classes ABC.  Hoje, o brinquedo divide espaço com a internet e com o celular. O diário virou blog e não são mais os pais que escolhem o que as crianças compram, mas elas próprias. Assim como a TV, todos querem ter o seu computador no quarto, o que na classe C é aspiracional. Quando o assunto é rede social, os pré-adolescentes são a maioria por a utilizarem como convívio.</p>
<p> <strong>Branding digital</strong><br />
 A internet ganha também um papel cada vez mais importante na construção de marcas. “É o que chamamos de círculo virtuoso do branding, onde consumidores digitais são mais jovens, mais bem informados, pesquisam mais e compram mais pela web. O conhecimento sobre marcas os tornam influenciadores de outras pessoas. Por isso, vale a pena investir neste consumidor”, afirma Valkiria Garré (foto), Diretora Executiva da Millward Brown do Brasil.</p>
<p> Os adolescentes estão buscando jogos, redes sociais, músicas, vídeos e mensagens. Já os adultos estão em busca de notícias, basicamente. Pesquisa feita pela Millward Brown do Brasil aponta para um relacionamento entre adolescentes e marcas baseado em roupa, tênis e tecnologia. “Apesar de extremamente ativo na web, o jovem tem dificuldade de falar de propaganda na internet. Tanto positiva quanto negativamente”, diz Valkiria.</p>
<p> Assim como os mais jovens, os adultos também procuram marcas na web após verem uma propaganda na TV. Como a Coca-Cola, por exemplo. O estudo mostra que 13% dos internautas descobriram a marca de refrigerantes na internet por meio da TV. Outro dado interessante é de que, tanto adultos quanto jovens, pesquisam preços na web e compram na loja por motivos de segurança. </p>
<p> <strong>Etnografia Digital</strong><br />
 A chamada Etnografia Digital também ganha força e se percebe que as mulheres da classe C que acessam a internet ganham uma nova vida digital. É o que indica a pesquisa desenvolvida pela Predica e pela Multifocus com mulheres, donas-de-casa, de 25 a 49 anos, de São Paulo. Quarenta por cento delas passam mais de duas horas conectadas por dia, sendo que 83% acessa a rede todo os dias, principalmente a tarde. O estudo mostra os hábitos de navegação e indicam a preferência por sites de relacionamento (44%), informação (38%), entretenimento (10%), compra on-line (6%) e serviços (2%).</p>
<p> Durante 11 dias de levantamento, o estudo apresentado por Claudia Woods (foto), diretora de inteligência e Marketing da Predicta, registrou 94.250 acessos e 2.700 links diferentes. A internet reflete uma mudança de hábito das mulheres. Trinta e três por cento delas a utilizam como passatempo melhor que a televisão, 78% se sentem mais globalizadas, 15% chegou a se dizer mais inteligente e 26% se sentem seguras em comprar on-line. Elas ainda participam de redes sociais (94%), acessando principalmente o Orkut. </p>
<p> Estas mulheres também vão ao banco virtualmente (23%) e acabam migrando seus hábitos de consumo para o ambiente on-line, principalmente com relação a mídia, pois 66% delas estão lendo menos jornais, 61% assistem menos a TV e 54% ouvem menos o rádio. Na hora de comparar preço, mais de metade (60%) afirmou que não gasta mais sola de sapato indo às lojas, fazendo a comparação on-line. </p>
<p> <strong>Pesquisa on-line</strong><br />
 Para as empresas anunciantes na web, duas ótimas notícias: 55% lembram de propagandas on-line e 32% delas já participaram de promoções pela internet. Na hora de comprar, 63% buscam informação de produtos nos sites das empresas e 12% publicam suas opiniões sobre uma marca em fóruns e comunidades.</p>
<p> E a pesquisa pela internet? Avaliar comunicação e fazer pré-teste de campanhas pela internet dá o mesmo resultado que presencialmente, é 50% mais rápido e até 20% mais barato, aponta a GFK Brasil. Um estudo feito para a marca Elsève serviu de caso de sucesso para mostrar que o formato de pesquisa deve e precisa evoluir, assim como a comunicação e o consumidor mudaram nos últimos anos. </p>
<p> Alguns mitos caíram por terra. Da mesma forma que no ambiente tradicional, a pesquisa pela internet está sujeita aos mesmos vieses que a tradicional. Apesar do perfil dos respondentes na web ser mais jovem e com maior poder de consumo, pode-se segmentar a base amostral, tamanho e o acesso ao consumidor on-line hoje. E a riqueza das respostas, é boa? “Não é porque está on-line que terá uma resposta pobre. É possível ter um material de qualidade pela internet”, aponta Cristina Jensen, da GFK.</p>
<p>Por Bruno Mello, do Mundo do Marketing<br />
<a target="_blank" href="mailto:bruno@mundodomarketing.com.br">bruno@mundodomarketing.com.br</a></p>
<p>Fonte: <a target="_blank" title="Internet desafia metodologias e resultados de pesquisa" href="http://www.mundodomarketing.com.br/16,13472,internet-desafia-metodologias-e-resultados-de-pesquisa.htm" target="_blank">Mundo do Marketing</a></p>
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		<title>Publicidade online cresce e se destaca na Grã-Bretanha</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 20:17:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A publicidade online na Grã-Bretanha cresceu 4,2% em 2009, superando o desempenho do mercado como um todo no país, sustentada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A publicidade online na Grã-Bretanha cresceu 4,2% em 2009, superando o desempenho do mercado como um todo no país, sustentada pela demanda por anúncios pagos baseados em buscas e vídeos, segundo relatório do Internet Advertising Bureau (IAB) e da PricewaterhouseCoopers, divulgado nesta terça-feira (30).</p>
<p> Mesmo com o investimento de 5,3 bilhões de dólares em publicidade online, em 2009 houve uma retração de 13% no mercado, segundo estimativa de dezembro da ZenithOptimedia. A empresa prevê uma queda de cerca de 2% em 2010.</p>
<p> O setor, que teve um segundo semestre positivo, foi dominado por resultados de buscas pagos, que cresceu 9,5% &#8211; 2,15 bilhões de libras, representando 60,7% de todo o investimento publicitário.</p>
<p> Os gastos com banners e anúncios tradicionais de Internet caíram 4,4%, já os gastos com vídeos aumentaram 140% devido à popularização do formato na web.</p>
<p> <em>Com as informações: Terra</em></p>
<p> <strong>Fonte: <a target="_blank" title="Publicidade online cresce e se destaca na Grã-Bretanha" href="http://www.adnews.com.br/publicidade/101361.html" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>O papel das &#8220;ferramentas&#8221; digitais no relacionamento 1to1</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/papel-das-ferramentas-digitais-relacionamento-1to1.html</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 18:41:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Fabricio Saad*
Tema presente em todas as discussões sobre Marketing de Relacionamento e com papel garantido nas estratégias de fidelização [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Fabricio Saad*</p>
<p>Tema presente em todas as discussões sobre Marketing de Relacionamento e com papel garantido nas estratégias de fidelização de clientes e incremento do brand awareness das grandes organizações, o digital marketing apresenta uma série de tendências a serem consideradas e seriamente avaliadas pelos &#8220;marketeiros&#8221; de plantao.  Feiras e eventos cada vez maiores e frequentes no setor nos fornecem insights que merecem ser divididos. </p>
<p> O último DMA (maior congresso global em Marketing de relacionamento, realizado em out/09 no estado americano da Califórnia e que reuniu cerca de 5.000 profissionais e centenas de palestrantes) revelou o peso do digital: 3 em cada 5 sessoes foram dedicadas exclusivamente ao tema e praticamente todas as ideias geniais premiadas pela academia de marketing direto remetiam ao digital&#8230; O que dizer do case da Best Buy que engajou seus mais de 100.000 colabadores no Twitter? E aquela iniciativa da ilha de Queensland, desenvolvido basicamente via broadcast para divulgar uma vaga de “sindico do paraíso”, que resultou em milhares e milhares de mensagens e candidatos que ajudaram a divulgar de forma espontânea o turismo australiano. Acho que todos lembram, não? </p>
<p> Por outro lado, a Campus Party Brasil 2010, realizada na capital paulista no início deste ano, reuniu mais de 5.000 jovens da geração y, exposição em todos os canais web e não web (com ampla cobertura inclusive da mídia televisiva), participação intensa de órgãos governamentais e de grandes empresas preocupadas em se aproximar deste publico jovem e nos deu a certeza de que o meio publicitário e organizacional brasileiro está cada vez mais antenado e preparado para o uso adequado das novas tecnologias digitais em ações de marketing e no desenvolvimento de negócios.</p>
<p> <strong>Mas, afinal, que tendências claras, falando em marketing de relacionamento, nos trazem os meios digitais?</strong></p>
<p> <strong>Redes sociais:</strong> como não poderia deixar de ser, o investimento no tema é crescente e isso se revela também no grande número de debates e mesas redondas promovidos nesses eventos do setor. Fundamental principalmente para falar com o público jovem e mais ainda se seu objetivo principal não é a venda direta e sim a viralização, divulgação de um novo produto, branding, etc&#8230; O grande desafio dos marketeiros nesse meio é comprovar a eficácia das redes criando mecanismos confiáveis para mensuração de resultados. De qualquer forma, o uso do twitter (por ex) se tornará, dentro de muito pouco tempo, obrigatório nas estratégias de marketing de grandes corporacoes. A polêmica fica por conta da criação de plataformas sociais proprietarias para ajudar as empresas a se aproximarem de diferentes públicos, capturar leads através de cadastros, entre outros objetivos – estratégia defendida por alguns, mas criticadas por muitos. </p>
<p> <strong>Mobile Marketing:</strong> o número de aparelhos com acesso 3G no Brasil e no mundo cresce a uma velocidade espantosa. As vendas de iphones, blackberry e smartphones de maneira geral, crescem mais ainda. O uso do bluetooth que permite identificar através da rastreabilidade a presença de um prospect em potencial para seu negocio próximo ao local de compra é outra realidade que não tem mais volta. Os SMS já são o canal preferencial de comunicação no dia-a-dia de milhares de pessoas (no Brasil isso ainda é mais forte). A interatividade já esta presente até mesmo em desfiles de escolas de samba (ex. da Portela no carnaval carioca deste ano). Os primeiros ensaios do país em M-Commerce já acontecem com empresas de cartões (Visa e MasterCard), testando mecanismos de contactless/ advanced payment, empresas de telefonia movel (como a Oi) testando o uso do celular como meio de pagto e a Anatel, ensaiando a regulamentacao das MVNOs, o que permitira o m-commerce próprio desenvolvido por cadeias varejistas como já ocorre com sucesso na Europa. E você?  O que esta esperando para investir em Marketing via mobile?</p>
<p> <strong>SEO/ SEM: </strong>se sua empresa possui um canal de venda direta pela web, mais importante ainda investir nas ferramentas de marketing de busca. Estejamos falando da busca orgânica (SEO) ou da busca paga (SEM), aquela em que você investe na exposição de links através de plataformas google, yahoo!, etc&#8230;</p>
<p> <strong>Trigger Marketing:</strong> quem diria que isso se tornaria realidade. O uso cada vez maior da inteligência gerada pelo perfil do usuário, dados de navegação, etc&#8230;, como no formato Amazon, é a nova tendência do Marketing 1to1. O mundo atual mudou e está cada vez mais rápido. Sabe aquele tempo que você precisava para avaliar o retorno das peças offline, subir esses dados em um DBM com atualização mensal e então preparar a próxima oferta?  Pois é, não existe mais!  E nesse cenário, o profissional da área que se preparar, entendendo minimamente de internet e ferramental estatístico, se dará melhor. Esse sim é o profissional do futuro. E o futuro está aí. Na nossa porta.</p>
<p> <strong>Estratégias multicanais:</strong> sms, mala direta, e-mail, telemarketing, portais webs, redes sociais, revistas segmentadas, eventos dirigidos, etc&#8230; ficará cada vez mais difícil você não considerar pelo menos 3 destes canais em sua campanha de Marketing. Isso é o que garantirá o resultado da campanha, estejamos falando de geração de leads, relacionamento ou rentabilização de carteira.</p>
<p> Deixando um pouco a relacao direta digital/ marketing de relacionamento, outros temas merecem atenção e com certeza estarão cada vez mais presentes no dia-a-dia do profissional de comunicação moderno, tais como: </p>
<p> &#8211; o neoconsumidor/ neuromarketing e a utilização destes para decifrar a relação com consumo da geracao y;</p>
<p> &#8211; as novas tecnologias como realidade aumentada, jogos 3D e aparelhos multi-canais, multi-tarefas como o novo iPad da americana Apple;</p>
<p> &#8211; falando na realidade brasileira, o esforco governamental para expandir com maior velocidade o acesso a banda larga, democratizando a web e possibilitando acesso a cultura/ marketing digital para todas as classes sociais;</p>
<p> &#8211; por fim: a legislacao vigente que normatiza o meio digital e podem impactar (positivamente ou não) em temas como o marketing de busca, acesso a redes sociais, etc&#8230;</p>
<p> * Fabricio Saad é estatístico com pós-graduação em Marketing pela Fundacao Getulio Vargas (FGV) e MBA Executivo pela Fundacao Dom Cabral. Atuou em cargos executivos em empresas como SulAmerica ING, MasterCard, McCann Group, Grupo Abril e Bradesco. Atualmente, ministra palestras e presta consultoria em digital marketing. Twitter: <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/fabriciosaad" target="_blank">@fabriciosaad</a></p>
<p>Fonte: <a target="_blank" title="O papel das &quot;ferramentas&quot; digitais no relacionamento 1to1" href="http://www.mundodomarketing.com.br/13443,artigos,o-papel-das-ferramentas-digitais-no-relacionamento-1to1.htm" target="_blank">Mundo do Marketing</a></p>
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		<title>Propaganda em tempo real na web é lançada nos EUA</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 21:18:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nos EUA, as principais companhias de buscas, Google, Yahoo e Microsoft, lançaram suas plataformas para propaganda em tempo real, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos EUA, as principais companhias de buscas, Google, Yahoo e Microsoft, lançaram suas plataformas para propaganda em tempo real, o chamado &#8220;real time bidding&#8221; (leilão em tempo real). </p>
<p> Os anúncios são direcionados a cada internauta, definidos com base em seu comportamento na rede. É possível fazer com que uma propaganda de hotel, por exemplo, apareça na página do internauta que pesquisa passagens, prática que aumenta a precisão no dinheiro a ser investido, na personalização de campanhas e ações diversas para atingir um consumidor em potencial.</p>
<p> A plataforma já está disponível nos EUA e Europa desde setembro e beneficia também os donos dos sites que vendem espaço publicitário por preços mais altos, pois a cada atualização é possível reajustar o anúncio.</p>
<p> A Federal Trade Commission, agência americana que regula as práticas comerciais no país, discute a novidade, que os opositores alegam invasão da privacidade dos internautas. </p>
<p> O &#8220;real time bidding&#8221; não tem previsão de chegada ao Brasil.</p>
<p>Fonte: <a target="_blank" title="Propaganda em tempo real na web é lançada nos EUA" href="http://www.adnews.com.br/publicidade/100938.html">AdNews</a></p>
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		<title>Google oferece click-to-call em anúncios para smartphones</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 01:54:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Recurso permite que usuário ligue para o anunciante sem precisar digitar o número; tecnologia usa a localização fornecida pelo aparelho.

O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recurso permite que usuário ligue para o anunciante sem precisar digitar o número; tecnologia usa a localização fornecida pelo aparelho.</p>
<div>
<p>O Google começou a aceitar o recursos de click-to-call nos anúncios AdWords veiculados em smartphones.</p>
<p>O recurso permite que um usuário clique num número de telefone exibido no anúncio, para fazer uma ligação telefônica ao anunciante, de forma automática.</p>
<p>Os anúncios e os números de telefone que o sistema mostra baseiam-se na posição atual do usuário. Assim, se alguém busca uma cadeia de lojas, o anúncio vai mostrar a filial mais próxima, disse Surokit Chatterjee, gerente de produto da equipe de Anúncios Móveis do Google, em um blog corporativo.</p>
<p>Para o anunciante, o custo de um anúncio click-to-call é o mesmo de um anúncio para visitar seu site web. Os anunciantes serão capazes de ver quantas chamadas foram originadas pelos anúncios, bastando consultar o sumário da campanha em sua conta AdWords.</p>
<p><strong>Aumento nos cliques</strong><br />
Em um teste beta, o Google disse que os anunciantes que usaram o recurso perceberam um aumento de 5% a 30% nas taxas de cliques de seus anúncios.</p>
<p>Anunciantes também podem configurar campanhas AdWords com click-to-call voltadas para celulares com tecnologia WAP, que acessam a web de forma mais limitada.</p>
<p>Os novos anúncios de click-to-call podem ser exibidos em celulares com navegadores web completos.</p>
<p>Não é a primeira vez que o Google oferece serviços click-to-call. Por algum tempo, o Google ofereceu o recurso em seu serviço Maps, mas ele foi descontinuado em 2007.</p>
<p>O Google faz parte do grupo de empresas de internet que lutam pela liderança no potencialmente significativo mercado de anúncios móveis. Recentemente a <a target="_blank" href="http://idgnow.uol.com.br/mercado/2009/11/09/aquisicao-de-admob-fortalece-google-em-publicidade-movel/">empresa comprou a AdMob</a>, um fornecedor de tecnologia para exibição de anúncios em celulares. No começo deste mês, a Apple comprou uma empresa de publicidade móvel Quattro. Microsoft e Yahoo também trabalham para assegurar seus espaços neste mercado.</p>
<p>Fonte: <a target="_blank" title="Google oferece click-to-call em anúncios para smartphones" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/01/28/google-oferece-click-to-call-em-anuncios-para-smartphones/" target="_blank"><strong>IDGNow</strong></a></p>
</div>
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		<title>Web continua crescendo; jornais e revistas caem</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 11:35:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O faturamento publicitário dos veículos de comunicação registrou um discreto crescimento de 0,67% e permaneceu praticamente estável nos oitos primeiros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O faturamento publicitário dos veículos de comunicação registrou um discreto crescimento de 0,67% e permaneceu praticamente estável nos oitos primeiros meses de 2009 em relação ao mesmo período de 2008.</p>
<p>De acordo com números do Projeto Inter-Meios, até outubro, o mercado faturou R$ 17,54 bilhões, contra os R$ 17,42 bilhões anteriores. O destaque foi a internet, que cresceu 21,5%, faturando R$ 724,7 milhões com publicidade, ampliando a sua participação no total do bolo para 4,1%. Em sentido inverso, a TV por assinatura caiu 0,6% (chegando a R$ 637,7 milhões), e sua fatia é agora de 3,6%.</p>
<p>O faturamento da TV aberta (R$ 10,6 bilhões) cresceu 4,2% no mesmo período e responde por 60,6% das verbas investidas em mídia.  Também apresentaram resultados positivos: o rádio (7,2%, com R$ 786 milhões) e a mídia exterior (outdoors, painéis e front-light),  que cresceu 11,1%, com R$ 523,3 milhões.</p>
<p>Ainda segundo o Projeto Inter-meios, a mídia impressa teve prejuízos. Os jornais caíram 10,7% e faturaram R$ 2,5 bilhões; as revistas caíram 10% (faturamento de R$ 1,3 bilhão); guias e listas caíram 22,2% (faturamento de R$ 302,8 milhões). Com um faturamento de R$ 63,6 milhões, o cinema também apresentou resultado negativo de 9,4%.</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Web continua crescendo; jornais e revistas caem " href="http://www.adnews.com.br/midia.php?id=98457" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Comércio eletrônico no Brasil fatura R$ 1,6 bilhão no Natal</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/comercio-eletronico-no-brasil-fatura-r-16-bilhao-no-natal.html</link>
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		<pubDate>Thu, 31 Dec 2009 14:56:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Comércio Eletrônico]]></category>
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		<description><![CDATA[Valor é 28% maior que o gerado no mesmo período do ano passado, segundo a e-bit; livros foram os produtos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Valor é 28% maior que o gerado no mesmo período do ano passado, segundo a e-bit; livros foram os produtos mais vendidos.</p>
<p>O comércio eletrônico brasileiro movimentou 1,6 bilhão de reais com as vendas de bens de consumo no período que antecedeu o Natal, que foi de 15 de novembro a 24 de dezembro. </p>
<p>Esse valor é 28% maior que o montante de 1,2 bilhão de reais gerado na mesma época no ano passado, segundo dados divulgados pela e-bit, empresa especializada no setor.</p>
<p> “Ano a ano acompanhamos a evolução do e-commerce, e sem dúvida o Natal é um grande aliado para esse crescimento. Com esse faturamento expressivo, nota-se que o consumidor está mais preparado e programado para comprar via web”, diz o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti.</p>
<p>O executivo lembra que as lojas virtuais tiveram que se programar para atender a todas as demandas, pois sem uma estrutura e logística, ficaria difícil receber tantos pedidos no período natalino.</p>
<p><strong>Produtos mais procurados</strong></p>
<p>A categoria de produtos mais vendida pelo varejo virtual foi a de livros. Em segundo lugar ficaram os eletrodomésticos, impulsionados pela redução do IPI, seguidos de itens de saúde, beleza e medicamentos. Informática e eletrônicos ficaram na quarta e na quinta colocações, respectivamente, completando o ranking.</p>
<p>O pico das vendas natalinas ocorreu no dia 16 de dezembro, quando foram realizados mais de 150 mil pedidos, um crescimento 50% superior a um dia de vendas normal.</p>
<p>Enquanto o e-commerce teve uma evolução de 28% em suas vendas natalinas, o varejo físico obteve apenas 6,8% de acréscimo, segundo o indicador Serasa Experian. </p>
<p>No Natal norte-americano, as vendas online subiram 15,5% de acordo com o pelo SpendingPulse, uma unidade do MasterCard Advisors.</p>
<p>Fonte: <a target="_blank" title="Comércio eletrônico no Brasil fatura R$ 1,6 bilhão no Natal" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/12/30/comercio-eletronico-brasileiro-fatura-r-1-6-bilhao-no-natal/" target="_blank"><span>IDG Now!</span></a></p>
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		<title>Varejo online cresce 15,5% no período de vendas de Natal dos EUA</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 11:58:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Inverno rigoroso pode ter colaborado para o bom resultado do comércio eletrônico, sugere levantamento da SpendingPulse.
As vendas no varejo online [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Inverno rigoroso pode ter colaborado para o bom resultado do comércio eletrônico, sugere levantamento da SpendingPulse.</p>
<p>As vendas no varejo online dos Estados Unidos durante a temporada de festas de 2009 apresentaram alta de 15,5% em relação ao mesmo período do ano passado, informou a Reuters em seu site nesta segunda-feira (28/12).</p>
<p>Em um contexto geral, os negócios obtiveram uma elevação de 3,6%, de acordo com a SpendingPulse, uma divisão da MasterCard Advisors.</p>
<p>Segundo a empresa, a expansão de 15,5% nas compras online colaborou com o resultado, assim como a modesta recuperação observada em setores como os de bens de luxo e de roupas femininas.</p>
<p>A SpendingPulse associa a elevação nos gastos pela internet com as tempestades de neve que castigaram a costa leste e a região centro-oeste dos EUA na semana anterior ao Natal, impedindo os consumidores de saírem de suas casas.</p>
<p>O comércio online responde por cerca de 5% do consumo norte-americano. Em muitas redes do varejo no país, o período de festas representa entre 25% e 40% do faturamento anual.</p>
<p><a target="_blank" title="Varejo online cresce 15,5% no período de vendas de Natal dos EUA" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/12/28/varejo-online-cresce-15-5-no-natal-dos-eua/" target="_blank">para ver o artigo completo clique aqui</a></p>
<p><strong>Fonte: Webinsider</strong></p>
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		<title>Impressões digitais</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 20:58:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[Temos observado a rápida evolução no uso das estratégias digitais em campanhas de comunicação e marketing das empresas. O que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Temos observado a rápida evolução no uso das estratégias digitais em campanhas de comunicação e marketing das empresas. O que antes era focado apenas em banners nos grandes portais hoje vem se diversificando drasticamente através do uso sistemático de muitas ferramentas.</p>
<p>As redes sociais, ou de relacionamento, as redes de conteúdo, os sites super segmentados, dentre as diversas opções que a web proporciona, têm feito com que a comunicação seja cada vez mais direcionada, trazendo mais resultados. Por outro lado, percebemos que ainda é recente a diminuição na resistência por parte de certas agências de propaganda que, gradativamente estão se rendendo ao mundo digital. Isso é simples de se compreender, afinal, as estratégias digitais demandam muito mais trabalho, tanto por parte das agências, como por parte das equipes de marketing do cliente.</p>
<p>Como bem sabemos, anteriormente, para se construir uma marca bastava inserir anúncios em horário nobre do principal canal de TV, selecionar rádios importantes e estar presente nos jornais de maior circulação (é claro que aqui eu estou simplificando a história!). Hoje, porém, além de termos uma gama muito maior de veículos segmentados, existe toda a complexidade trazida pelo universo digital, seja pela participação do internauta, pela extrema segmentação, seja pela velocidade de propagação e influência.</p>
<p>É inviável, para qualquer marca, ficar ausente dessa plataforma, tendo em vista que, somente falando do nosso país, praticamente metade de toda população está on-line. Mais de 60% das pessoas se utilizam da web antes de consumir qualquer coisa, além de todas as outras estatísticas que tenho citado em artigos anteriores.</p>
<p>Como ignorar que sua marca pode estar sendo citada, positiva ou negativamente? Como ignorar que 52% dos brasileiros se mostraram incomodados por sua loja preferida, de rua ou de shopping, não estar disponível na internet? Como ignorar que as grandes empresas já estão investindo de 10 a 15% de sua verba publicitária nesse canal? E estamos falando de empresas tradicionais como Fiat, Samsumg e Bradesco, só para citar algumas.</p>
<p>Por outro lado, ainda há grandes empresas que sequer se atentaram para oferecer o “mínimo básico necessário”, ou seja, um canal de comunicação on-line, com respostas ágeis, honestas e realmente preocupadas com seu cliente. Nesse caso eu também poderia citar alguns exemplos, mas não serei deselegante.</p>
<p>Para certas empresas, que acreditam ser possível adiar essa decisão, eu recomendo mais agilidade, bem como mais atenção com relação às impressões que sua empresa está causando, digitais, ou não.</p>
<p><strong>Por Sandra Turchi, superintendente de marketing da ACSP &#8211; Associação Comercial de São Paulo e coordenadora do curso de estratégias de marketing digital da ESPM. Blog: </strong><a target="_blank" href="http://www.sandraturchi.com.br/"><strong>www.sandraturchi.com.br</strong></a><strong>. Twitter: </strong><a target="_blank" href="http://www.twitter.com/sandraturchi"><strong>www.twitter.com/sandraturchi</strong></a></p>
<p><strong>Fonte : Mundo do Marketing</strong></p>
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		<title>Google negocia compra de site de resenhas Yelp</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 17:30:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Yelp]]></category>

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		<description><![CDATA[O Google negocia a compra do site de resenhas Yelp, em um acordo que poderia ajudar o líder em buscas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Google negocia a compra do site de resenhas Yelp, em um acordo que poderia ajudar o líder em buscas na Internet a explorar um lucrativo mercado de anúncios locais, informou a mídia.</p>
<p> O Google deve pagar mais de 500 milhões de dólares pela Yelp, de acordo com reportagens confirmadas à Reuters por pessoas próximas à situação.</p>
<p> Ao adquirir a Yelp, o Google seria dono de um dos maiores sites de crítica sobre restaurantes locais e informações para pequenos negócios, incluindo mais de 8 milhões de resenhas postadas por usuários da Yelp.</p>
<p> Este intenso foco no mercado de negócios local daria um apoio valioso ao Google, que busca convencer comerciantes locais a publicarem seus anúncios e promoções na Internet.</p>
<p> &#8220;O mercado de campanhas local é um mercado multibilionário que ainda não foi explorado na Web&#8221;, disse Mark May, analista da Needham &amp; Co.</p>
<p> Em julho, o portal de Internet Yahoo se juntou à AT&amp;T Corp em uma parceria que envolveu o pessoal de vendas da companhia telefônica. Os 5 mil funcionários passaram a vender espaço publicitário no Yahoo para o mercado local.</p>
<p> A fonte disse que as conversações estão enfraquecidas pela preocupação de alguns investidores da Yelp, que pensam que a companhia poderia estar sendo vendida de forma prematura.</p>
<p> Para eles, a oferta poderia ultrapassar os 500 milhões de dólares se houver uma chance de desenvolver o negócio. A fonte acrescentou que o vazamento pode ter acontecido para colocar pressão a favor de um acordo.<br />
 <strong><br />
 Fonte: Reuters</strong></p>
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		<title>E-bit: 86,71% dos compradores online aprovam lojas virtuais em novembro</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 12:05:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Resultado aproxima-se da média do ano, de 86,43%; pesquisa de satisfação ouviu 130 mil pessoas que fizeram compras na web [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Resultado aproxima-se da média do ano, de 86,43%; pesquisa de satisfação ouviu 130 mil pessoas que fizeram compras na web no período.</p>
<div>
<p>Pesquisas realizadas com mais de 130 mil pessoas que fizeram compras pela internet no mês de novembro revelaram que 86,71% delas estão satisfeitas com o desempenho do comércio eletrônico brasileiro.</p>
<p>Este estudo refere-se ao <a target="_blank" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/09/14/sobe-satisfacao-com-compras-pela-internet-no-brasil">Índice de Confiança do e-consumidor</a>, um relatório mensal desenvolvido pela consultoria e-bit em parceria com o <a target="_blank" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/11/26/acsp-e-camara-e-net-criam-selo-internet-segura">Movimento Internet Segura</a> (MIS), que apontou o resultado como a terceira melhor marca de 2009.</p>
<p>O percentual de 86,71% de aprovação em novembro só fica atrás dos de julho e agosto, quando o índice superou a casa dos 87%. Em relação aos percentuais registrados de janeiro a novembro deste ano, a média atingida é de 86,43% de satisfação.</p>
<p>Os consultados responderam a um questionário de satisfação com base em 10 quesitos: Facilidade de Comprar, Seleção de Produtos, Informação sobre os Produtos, Preços, Navegação, Entrega no Prazo, Qualidade dos Produtos, Qualidade do Atendimento a Clientes, Política de Privacidade e Manuseio e Envio dos Produtos.</p>
<p>Segundo a e-bit, o período de compras que antecede ao Natal, compreendido entre os dias 15/11 e 24/12, deve proporcionar um faturamento de 1,63 bilhão de reais &#8211; uma alta de 30% em relação ao ano passado, quando o setor atingiu 1,25 bilhão  de reais em vendas.</p>
<p>A consultoria espera que, com o resultado do Natal, o e-commerce nacional feche 2009 com um faturamento superior a 10,5 bilhões de reais.</p>
</div>
<div>Fonte: <a target="_blank" title="E-bit: 86,71% dos compradores online aprovam lojas virtuais em novembro" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/12/18/e-bit-86-71-dos-compradores-online-aprovam-lojas-virtuais-em-novembro/" target="_blank">IDGNow</a></div>
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		<title>Facebook e Twitter influenciam compras de Natal, diz estudo</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 14:16:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cerca de 28% dos americanos que começaram a fazer as compras de Natal afirmaram que as redes sociais na internet, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 28% dos americanos que começaram a fazer as compras de Natal afirmaram que as redes sociais na internet, como Facebook e Twitter, influenciaram em suas escolhas de presentes, segundo um estudo da empresa ComScore. O alto índice de influência da rede nos consumidores dos Estados Unidos mostra o impacto que estes sites podem ter nos próximos anos.</p>
<p> A empresa, especializada em medições sobre tráfico e comércio na web, através de um comunicado, informou também que os comentários escritos por outros usuários influenciaram nas decisões de compras de 13% dos consumidores consultados.</p>
<p> Outros 11% dos consumidores afirmaram seguir a opinião de um especialista através do Twitter ou Facebook. Já o resto dos entrevistados admitiu seguir os comentários de algum amigo ou de empresas que oferecem descontos através das redes sociais citadas.</p>
<p> &#8220;As redes sociais aparentemente estão surgindo como um importante canal de marketing nesta época de festas de final de ano&#8221;, indicou Gian Fulgoni, presidente e cofundador da ComScore no comunicado. Fulgoni afirmou que os resultados da pesquisa, realizada entre 4 e 7 de dezembro, dão uma ideia do impacto que as redes sociais terão durante a próxima década. Fulgoni acredita que possuir uma estratégia empresarial para lidar com as redes sociais é uma boa aposta, que ainda envolve custos muito baixos.</p>
<p> Várias empresas, como a Eastman Kodak, já começaram a usar as redes sociais como Facebook, que possui mais de 350 milhões de usuários, para promover os seus produtos.</p>
<p> <strong>Fonte: Terra Espanha</strong></p>
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		<title>Twitter ajuda Dell a vender US$ 800 mil no Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 13:35:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesta terça-feira a Dell divulgou números globais da sua participação em mídias sociais. Durante o ano, as vendas pelo Twitter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta terça-feira a Dell divulgou números globais da sua participação em mídias sociais. Durante o ano, as vendas pelo Twitter no Brasil movimentaram cerca de US$ 800 mil.</p>
<p> De acordo com o Zumo Notícias, a conta @DellnoBrasil (19 mil seguidores) se destaca nos resultados financeiros em relação a versão canadense (@DellHomeSalesCA), que obteve receitas de US$ 150 mil.</p>
<p> Ao redor do mundo, o alcance da Dell no Twitter, segundo Lionel Menchaca, blogueiro-chefe da fabricante de PCs nos Estados Unidos, conseguiu receitas de US$ 6,5 milhões. Em junho esse valor era de US$ 3 milhões. A conta de descontos nos Estados Unidos, @DellOutlet, tem 1,5 milhão de seguidores. &#8220;Nesse momento, é apenas uma pequena parte dos mais de 2 bilhões de contatos que temos com clientes de todo o mundo por telefone e e-mail&#8221;, afirmou.</p>
<p> Menchaca diz que a Dell  começou a participar de mídias sociais há três anos com blogs corporativos, páginas no Facebook, Flickr e Twitter.</p>
<p> <strong>Fonte: <a target="_blank" title="Twitter ajuda Dell a vender US$ 800 mil no Brasil" href="http://www.adnews.com.br/negocios.php?id=97203">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Em 2015, publicidade na web vai superar os jornais</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 13:27:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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A internet deve se tornar o segundo meio de investimentos publicitários em todo o mundo em 2015. A informação é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>A internet deve se tornar o segundo meio de investimentos publicitários em todo o mundo em 2015. A informação é de uma análise da empresa ZenithOptimedia.</p>
<p>De acordo com o Portal Imprensa, o estudo mostrou que a crise econômica aumentouo ritmo da mudanças das verbas da mídia tradicional para a web, que se tornou mais atrativa devido à seu retorno mais rápuido, em relação a outras mídias.</p>
<p>No Brasil</p>
<p>Dados do Projeto Inter-Meios apontam que em 2009, a participação dos jornais foi de 25,99% e da internet foi de 10,93% referente ao faturamente direto. Já no percentual total de participação, que inclui classificados, coluna larga, faturamento agência (jornais) e faturamento permuta e outros (internet), a primeira mídia ficou com 14,66% e a segunda com 4,15%.</p>
<p>Em 2010, a Zenith afirma que a procura por publicidade na internet deve aumentar 9,5% e alcançará 12% em 2011. Segundo o Paid Content, esse índice vai chegar a 13% em 2012.<br />
 <strong><br />
Fonte:<a target="_blank" title="Em 2015, publicidade na web vai superar os jornais" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=97218"> Redação Adnews</a></strong></div>
</div>
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		<title>O que falta para a internet deslanchar?</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 23:49:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para o mercado publicitário, 2009 começou cercado de especulações sobre o impacto do cenário macro-econômico nos budgets dos anunciantes. Uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para o mercado publicitário, 2009 começou cercado de especulações sobre o impacto do cenário macro-econômico nos budgets dos anunciantes. Uma das maiores expectativas era o possível crescimento da internet, uma vez que permite aos anunciantes um ganho de performance devido à modelos de negociação agressivos, possibilidades de otimização em tempo real e oportunidades em embarcar em tendências como o Twitter.</p>
<p>
Ao longo do ano, de fato, algumas empresas souberam aproveitar o momento e realizar ações inovadoras, gerando uma experiência diferenciada e/ou ocupando um posicionamento estratégico que lhes dê alguma vantagem, afinal os números do meio impressionam: Projeta-se para 2009 um crescimento aproximado de 10% no total de usuários, totalizando quase 70 milhões de pessoas conectadas (alcance de 49%, segundo dados do TGI América Latina).</p>
<p>
Com a proliferação das plataformas sociais, o Brasil que já se destacava entre os países com maior tempo médio de navegação, passou a somar índices igualmente impressionantes de páginas vistas em blogs, micro-blogs e comunidades (média mensal de 747 páginas por pessoa segundo o Ibope Nielsen Online) e de interatividade (79% dos usuários navegam por sites de comunidades, 82% vêem vídeos on-line todo mês e 76% escutam rádios on-line, conforme pesquisa global da McCann Ericsson). Estima-se também um crescimento de 30% no total investido em web, chegando a R$ 987 milhões segundo projeção da IAB e do Projeto Intermeios.</p>
<p>
Esses são apenas alguns indicadores que refletem a consolidação do meio, mas ainda assim a internet responde por apenas 6% do budget. Acredito que esse valor não é superior não porque os gestores, empresários e agências não conheçam a web, mas porque não conseguiram responder questões como: como encaixar a internet dentro de um plano de comunicação consistente, de forma que traga resultado direto para o negócio? Em outras palavras, como trazer dinheiro?</p>
<p>
Claro que não existe uma fórmula mágica que resolva a questão. Talvez nem precise. Existem tantas possibilidades de atuação que um único caminho não parece fazer sentido. Ao longo das próximas semanas vou escrever sobre os principais desafios para os anunciantes para entrar no marketing digital, como as agências tiveram que se adaptar a esse novo modelo de negócio (alterando inclusive a relação com clientes), como encarar a web de forma estratégica e claro, sobre tendências digitais.</p>
<p>
Para começar, diz aí, o que falta para a internet deslanchar?</p>
<p><strong>Por Gustavo Reis, graduado em Propaganda e Marketing pela ESPM-SP e possui especializações em Strategy e Consumer Behavior pela Harvard Business School, EUA. Atua em marketing digital há 10 anos, acumulando passagens pelo iG e Predicta. Respondeu pela área de internet da Tecnisa e atualmente responde pela diretoria de mídia da Wunderman, atendendo Colgate, Dell, Johnnie Walker, Smirnoff, Land Rover, Perdigão e Syngenta.</strong></p>
<p><strong><br />
Fonte: <a target="_blank" title="O que falta para a internet deslanchar?" href="http://www.adnews.com.br/artigos.php?id=96662" target="_blank">AdNews</a></strong></p>
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		<title>Perspectivas para o Marketing Digital em 2010</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 13:12:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Enquanto observamos uma queda nos investimentos publicitários on-line em 2009 nos EUA, no Brasil o que temos visto é exatamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto observamos uma queda nos investimentos publicitários on-line em 2009 nos EUA, no Brasil o que temos visto é exatamente o contrário: uma expansão rápida e aparentemente irreversível, com perspectivas de crescimento no volume total em torno de 30%. Dentre os setores da economia que mais têm ampliado esses investimentos, podemos destacar o automobilístico, da construção civil, de eletro-eletrônicos, entre outros.</p>
<p> Há também um crescimento observado nos investimentos para implantação ou expansão de negócios on-line, em que se destaca a participação das micro e pequenas empresas. Esse fenômeno tem sido observado ao longo de 2009, o que tem ocasionado uma redução na enorme concentração de faturamento que ainda persiste em poucos e grandes players.</p>
<p> Um dos setores com grandes perspectivas de expansão no e-commerce está o de conveniência, como farmácias e produtos para presentes. Um segmento que ainda é muito incipiente e pode vir a crescer no futuro é o de vestuário e acessórios, pois apresenta baixa adesão no Brasil, em comparação aos outros países, em que a resistência a essa modalidade de compra é menor.</p>
<p> O crescimento no volume de investimentos será visto também na aquisição de ferramentas de suporte ou “retaguarda”. Esses investimentos se referem à necessidade de monitoramento de redes sociais, com a contratação de equipes dedicadas ou empresas terceirizadas para acompanhar a situação das marcas na web, bem como estruturar a melhor forma de interação. Esse tipo de serviço é fundamental para as empresas que desejam entender e aprimorar o relacionamento com seus diversos públicos na web.</p>
<p> Outro serviço de retaguarda que também crescerá está relacionado às ferramentas de mensuração de resultados. Afinal, as empresas vêm percebendo cada vez mais a importância de avaliar os investimentos realizados e aperfeiçoar continuamente suas ações por meio de um trabalho empírico, pois os resultados são absolutamente diferentes de empresa para empresa, de segmento para segmento e essa variação faz com que seja necessário desenvolver ferramentas próprias.</p>
<p> Outra tendência é a busca por mais conhecimento, por parte das empresas, sobre o funcionamento das ferramentas de busca. O que se observa ainda é que muitos investimentos são feitos no desenvolvimento de sites corporativos, mas sem grande preocupação com uma efetiva “presença digital”, que é o fator primordial para contribuir com a localização, ou “encontrabilidade”, da empresa na web. Afinal, como se sabe, cada vez mais esse é um fator de sucesso ou fracasso para as instituições, dado o hábito de uso dos buscadores de todos os tipos, por palavras-chave, como Bing, Google e Yahoo!, de vídeos, de preços, entre outros.</p>
<p> Esse movimento de migração das verbas para o marketing digital também está relacionado ao fato de se poder chegar mais próximo do marketing one-to-one, idealizado pelos profissionais de marketing direto há 20 anos e que agora se torna realidade por meio do uso inteligente dos dados, sobre os consumidores. Esse uso inteligente dos dados pode ser observado no exemplo da Amazon, que aprimora continuamente sua operação.</p>
<p> A busca de conhecimento, que vem ocorrendo nas empresas, impacta também os profissionais de marketing, publicidade, imprensa, enfim de todas as áreas, de forma tão frenética como nunca foi visto antes. Isso porque a internet imprime uma velocidade alucinante, que faz com as pessoas se sintam completamente alienadas em questão de pouco tempo.</p>
<p> Por <strong>Sandra Turchi</strong>, Superintendente de Marketing da ACSP (Associação Comercial de São Paulo)</p>
<p> <strong>Fonte: Mundo do Marketing</strong></p>
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		<title>ROI em projetos de internet ainda é ponto obscuro</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 21:10:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sim, já sabemos que o site puramente institucional já era. Agora o foco está em criar ou aperfeiçoar uma estratégia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, já sabemos que o site puramente institucional já era. Agora o foco está em criar ou aperfeiçoar uma estratégia de negócios na internet que seja rentável.</p>
<p>Por <span><a target="_blank" title="Veja todos os artigos de Ademir Novaes Jr" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/author/ademir_novaes_jr">Ademir Novaes Jr</a></span></p>
<p>A visão “profissional” da internet em nosso país é bem recente e isso acaba contribuindo para que poucas empresas e profissionais tenham uma visão completa sobre o “negócio” internet.</p>
<p>Mas isso está mudando: podemos enxergar alguns casos de sucesso nos produtos web nacionais (para mim, o Buscapé é o mais famoso deles). Nesses sites, o maior trunfo foi que seus criadores conseguiram estabelecer modelos rentáveis de negócio, onde diversas ferramentas contribuem para “fazer dinheiro”.</p>
<p>Essas ferramentas podem ser desde estratégias de marketing agressivas até pontos mais específicos (como análise de acessos ao site para definição das decisões a serem tomadas).</p>
<p><strong> O site institucional morreu </strong></p>
<p>Independente da estratégia utilizada para obter lucro com a internet (tenha pelo menos uma!), o mais importante é saber que o modelo de site institucional morreu. Não adianta apenas apresentar informações sobre sua empresa.</p>
<p>Você precisa pensar em formas de oferecer serviços aos seus usuários e pensar em alternativas para que seu site não seja apenas uma vitrine, mas uma ferramenta que atraia o usuário (agora, mais do que nunca, cliente) para se tornar um consumidor dos seus produtos.</p>
<p><span style="color: #747474; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px; text-align: left;">Veja o artigo completo em:<span style="border-style: none; margin: 0px; padding: 0px; list-style-type: none; text-decoration: none;"><span> </span></span><a target="_blank" style="border-style: none; margin: 0px; padding: 0px; list-style-type: none; text-decoration: none; color: #2f6900;" title="ROI em projetos de internet ainda é ponto obscuro" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/11/04/roi-em-projetos-de-internet-ainda-e-ponto-obscuro/" target="_blank">WebInsider</a></span></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
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		<title>No Natal, e-commerce vai movimentar R$ 1,6 bi</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 15:02:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O comércio online vai ganhar bastante com o Natal deste ano. Previsões da empresa de monitoramento e-bit, divulgadas ontem (11/11), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O comércio online vai ganhar bastante com o Natal deste ano. Previsões da empresa de monitoramento e-bit, divulgadas ontem (11/11), apontam que o setor pode movimentar até R$ 1,63 bilhão em 2009. As informações são da Agência Estado</p>
<p>Se a estimativa da empresa acontecer, as vendas pela internet entre os dias 15 de novembro e 24 de novembro podem ser 30% maior do que em 2008, quando o e-commerce faturou cerca de R$ 1,25 bilhão.</p>
<p>Livros e eletrodomésticos, segundo o e-bit, devem esquentar as vendas deste ano. Os produtos da linha branca com redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) também devem incrementar as vendas. Produtos eletrônicos, informática beleza e saúde também devem ser responsáveis pelas vendas online.</p>
<p>Até o fim deste ano, o Brasil deve faturar R$ 10,5 bilhões com as compras feitas pela internet, apresentando um crescimento de 28% em relação ao faturamento de 2008.</p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="No Natal, e-commerce vai movimentar R$ 1,6 bi" href="http://www.adnews.com.br/destaque.php?id=96241" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>As aplicações e formas de Midia Digital</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 22:06:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A cada dia que passa a comunicação fica mais digital&#8230; Esta é a constatação que temos quando olhamos ao nosso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A cada dia que passa a comunicação fica mais digital&#8230; Esta é a constatação que temos quando olhamos ao nosso redor e encontramos informações nos mais diversos locais e das mais diversas formas. </p>
<p> A forma que mais cresce atualmente é a Midia Digital, nome desta nova modalidade de comunicação que veio para ficar e se proliferar rapidamente como alternativa aos outdoors que poluíam as grandes cidades. Esta tecnologia está sendo utilizada para atingir os consumidores quando estes estão fora de seus domicílios. Ela também pode ser chamada de Midia Digital, Midia OOH (Out Of Home), Sinalização Digital, Merchandising Eletrônico, Midia Eletrônica, Digital Signage, etc.</p>
<p> Basicamente todos os sistemas de Midia Digital precisam de uma tela (monitor de LCD/Plasma ou de telas de projeção, que podem ser de vários tamanhos) de um Player ou CPU e dos conteúdos informativos e publicitários. </p>
<p> As aplicações mais comuns consistem em telas informativas, onde os conteúdos são exibidos em looping e podem trazer também informações de utilidade pública como previsão do tempo, cotações, notícias, dicas de lazer, esporte e cultura, entre outros temas.</p>
<p> Os consumidores já conseguem perceber as aplicações de Midia Digital em inúmeros locais como, por exemplo, nas Academias de Ginástica, Padarias, Farmácias, Consultórios, Lojas de Conveniência, Lojas de Materiais de Construção, Cafeterias, Lanchonetes, Restaurantes, Consultórios, Pet Shops, Shopping Centers, Ônibus, Taxis, Elevadores e TVs Corporativas.</p>
<p> A eficiência desta ferramenta de marketing ainda é alvo de estudos que estão sendo realizados em todo o mundo. Já foram divulgadas várias pesquisas que apontam para crescimento de vendas de até 230% em algumas categorias. </p>
<p> O fator marcante é a “construção de marcas” que também pode ser agilizada com a utilização do Digital Signage, quando os shoppers são expostos aos impactos proporcionados pelas telas, dentro ou fora dos pontos-de-venda.</p>
<p> Como normalmente os conteúdos obedecem a uma grade de programação que fica em looping &#8211; que varia de acordo com cada tipo de rede de Midia Digital -, as chances de um shopper ser impactado várias vezes pela mesma marca ou produto é muito grande, contribuindo de forma irrefutável para marcar presença no share of mind dos shoppers.</p>
<p> Essas novas tecnologias também agregam o aspecto ecológico e de sustentabilidade, pois substituem os antigos Cartazes, Outdoors e Banners de PDV, que eram feitos com papel e plástico, e que, após a utilização, eram literalmente descartados. </p>
<p> Nesta nova era de Comunicação Digital, além da rapidez de substituição das mensagens, economiza-se tempo e dinheiro, pois tudo é feito de forma virtual, com direito a movimento das imagens, efeitos digitais e som, quando necessário.</p>
<p> E em função das imagens serem dinâmicas (com movimento) e com brilho, são facilmente percebidas pelo sentido da visão dos consumidores que acabam passando mais tempo em frente à tela, prestando atenção no conteúdo. Mas para que a atenção dos consumidores seja arrebata, esse conteúdo deve ser de alta qualidade, observando também o tamanho das letras, tempo de leitura, contraste de cores e relevância para o público-alvo. </p>
<p> Outro fator importante para o sucesso da Midia Digital é o posicionamento. As telas devem ser instaladas sempre em locais de grande visibilidade e de preferência na altura dos olhos dos consumidores. </p>
<p> A Midia Digital vai ser cada vez mais importante para todos, pois ela sempre trará muitas informações úteis, conhecimento, entretenimento e cultura e, certamente, fará parte do cotidiano desta e das próximas gerações.</p>
<p>Por <strong>Avelino Querido</strong>, Diretor Comercial da Droidigital Mídia</p>
<p>Fonte: <a target="_blank" href="http://www.adnews.com.br/artigos.php?id=95825" target="_blank">AdNews</a></p>
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		<title>Publicidade online cresce 44,1% e lidera entre as mídias</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/publicidade-online-cresce-441-e-lidera-entre-as-midias.html</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 01:24:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A propaganda na internet registrou faturamento de R$ 759,3 milhões no Brasil em 2008 e teve alta de 44,1% em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A propaganda na internet registrou faturamento de R$ 759,3 milhões no Brasil em 2008 e teve alta de 44,1% em relação a 2007 &#8211; quando as operações online totalizaram R$ 526,7 milhões. Os dados foram divulgados pelo Instituto Inter-Meios nesta quinta-feira (19).<br />
A mídia digital foi a que mais cresceu no setor de comunicação, que em 2008 faturou R$ 21,4 bilhões. A participação da internet ficou em 3,54%, 0,77% a mais do que os 2,77% de fatia em 2007, quando a área alcançou R$ 19 bilhões. No 4º trimestre de 2008, o faturamento na web foi de R$ 239,8 milhões, ou seja, alta de 38% em comparação com os 173,7 milhões de reais registrados no mesmo período de 2007.</p>
<p>De acordo com informações do IDG Now!, no segundo semestre do ano passado a publicidade online também obteve crescimento. O montante totalizou R$ 438,2 milhões, 36,4% que o total de R$ 321,2 milhões no primeiro semestre.</p>
<p>O meio que conseguiu o maior faturamento com publicidade foi a TV, com R$ 12,6 bilhões, um crescimento de 12,5% em relação ao ano anterior. Em seguida, aparece o jornal, com 3,4 bilhões de reais, 9,6% a mais que em 2007.</p>
<p>As revistas faturaram R$ 1,8 bilhão, crescimento de 12,5% em comparação com 2007, enquanto o rádio cresceu 17,6%, para 902,4 milhões de reais. A TV por assinatura vem em seguida, com R$ 802,7 milhões &#8211; aumento de 25,5% no período.</p>
<p>Fonte: adnews.com.br </p>
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		<title>Publicidade terá queda de 6,9%, mas vai crescer 8,6% na web</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 01:18:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Mesmo com a redução de investimentos prevista para o mercado de publicidade no mundo, a receita publicitária da web é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mesmo com a redução de investimentos prevista para o mercado de publicidade no mundo, a receita publicitária da web é a única que deve crescer este ano. De acordo com dados da agência ZenithOptimedia, os investimentos globais em propaganda vão sofrer queda de 6,9%, o que vai reduzir a receita mundial do setor para US$ 453 bilhões.</p>
<p>Entretanto, o relatório divulgado nesta terça-feira aponta o crescimento da receita publicitária da web, causado pela reorientação dos leitores da imprensa escrita para as versões digitais. Mesmo assim, o meio também poderá sentir uma desaceleração ao longo de 2009, uma vez que o crescimento esperado é de apenas 8,6%, em relação aos 20,9% registrados em 2008.</p>
<p>Para a agência, retração mundial está diretamente ligada aos problemas econômicos atuais. &#8220;Desde as últimas previsões de dezembro, a situação do mercado mundial da publicidade se deteriorou notavelmente. Estamos em meio a um período de severa contração das despesas publicitárias&#8221;, afirmou a ZenithOptimedia.</p>
<p>Com relação aos outros meios, a televisão continuará sendo a preferida dos anunciantes, podendo alcançar 38,6% do mercado. Mesmo assim, o volume da receita publicitária poderá sofrer uma redução. Além disso, as redes terão que enfretar um número maior de concorrentes.</p>
<p>Com informações das agências internacionais</p>
<p>Redação adnews</p>
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		<title>Web cresce 21% em publicidade</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 20:46:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A internet foi o canal de mídia que obteve o maior crescimento nos primeiros seis meses de 2009 com 21% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A internet foi o canal de mídia que obteve o maior crescimento nos primeiros seis meses de 2009 com 21% e faturamento de R$ 784,6 milhões. No mesmo período do ano passado o total foi de R$ 649,3 milhões.  </p>
<p> Apesar do alto faturamento da internet, a televisão ainda lidera o segmento com R$ 15,042 bilhões de investimentos em mídia no Brasil. Esse valor conta com os Pedidos de Inserção (PIs) do primeiro semestre deste ano. A participação das emissoras aumentou chegando a 54%, no ano passado era de 50% com R$ 13,378 bilhões. As TVs cresceram 12%. </p>
<p> Com R$ 177,1 milhões de investimento, no mesmo período do ano passado o valor era de R$ 170,7 milhões, a internet chegou a 3% de market share, acima do cinema que ficou com apenas 1%.</p>
<p> No segundo lugar aparecem os jornais com R$ 6,3 bilhões. O faturamento é menor do que o apontado no ano passado (R$ 6,9 bilhões) com 26%. As revistas ficaram com 8% do share com R$ 2,262 bilhões em 2009, acima do valor do ano passado (US$ 2,243 bilhões). Juntamente com as publicações impressas, as TVs pagas chegaram 8% com R$ 784,6 milhões.  </p>
<p> A participação do rádio aumentou sua participação para 5% e R$1,2 bilhão de faturamento. O outdoor caiu de R$ 32 milhões para R$ 26 milhões.</p>
<p> No ranking do Ibope Monitor, as Casas Bahia lideram entre os anunciantes com R$ 1,48 bilhão no primeiro semestre, valor maior do que registrado no passado (R$ 1,407 bilhão). Em segundo está a Unilever, mantendo o posto de 2008, apesar da queda do investimento de R$ 874 milhões para R$ 808,2 milhões neste ano, registrando uma queda de 32% nas verbas de mídia para higiene e beleza.</p>
<p> O terceiro lugar ficou com a Ambev com R$ 467,5 milhões, acima do total do ano passado (R$ 311,8 milhões), em 4º está a Caixa Econômica Federal com R$ 409,3 milhões, que subiu duas posições (R$ 267,6), depois, no 5º lugar aparece a Fiat com 371,5 milhões, antes a montadora tinha registrado R$ 275,2 milhões. A Hyundai aparece em 6º com R$ 258,2 milhões, resultado melhor do que em 2008, quando ocupou a 15ª posição. A Tim também cresceu do 27º lugar com R$ 125,1 milhões, chegou em 7º com R$ 255,6 milhões.</p>
<p> O maior investimento publicitário do país ficou com a praça de São Paulo com 30% de share e R$ 8,3 bilhões. No ano passado, o volume foi de R$ 8 bilhões. O total nacional, que abrange internet, revistas, TVs pagas somou R$ 4,9 bilhões com 18% de share.</p>
<p> Em terceiro lugar ficou o Rio de Janeiro com R$ 3,6 bilhões. Neste ano, a praça de Vitória começou a participar da pesquisa com investimentos publicitários e também a quantidade de GRPs (Gross Rating Points). A cidade apresentou R$ 316 milhões de faturamento com 1% de share.</p>
<p> <strong>Redação Adnews</strong></p>
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		<title>Internet é novamente a mídia que mais cresce</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 20:42:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em comparação com os cinco primeiros meses de 2008, a internet foi o destaque da mais recente pesquisa do Projeto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em comparação com os cinco primeiros meses de 2008, a internet foi o destaque da mais recente pesquisa do Projeto Inter-Meios ao crescer 23,85% no faturamento. Se no ramo digital a notícia boa, para os impressos ela é mais desanimadora. Juntos, jornais e revistas caíram 16%, 9,48% e 7,37%, respectivamente.</p>
<p>O faturamento total da mídia com propaganda teve alta tímida de 1,72% e atingiu R$ 7,824 bilhões. A retração foi registrada em maio, momento em que o mercado encolheu 1,15%. Com o aumento no meio online, a internet repete o sucesso de últimos anos e novamente é a mídia que mais cresce. O meio atingiu R$ 309 milhões nos cinco primeiros meses deste ano. Mesmo com o resultado, a participação da web no bolo publicitário é de 3,95%.</p>
<p>Com 13,18%, mídia exterior foi o segundo segmento na lista dos que mais cresceram, o que totalizou R$ 248 milhões e participação de 3,17%. A TV por assinatura cresceu 6,39% em relação ao período de 2008 e alcançou R$ 256 milhões, com fatia de 3,27% do bolo total. Cinema também obteve melhora: subiu 5,91% e faturou R$ 26,7 milhões e share de 0,34%. Rádio teve alta de 4,96%, com um total de R$ 355 milhões e share de 4,54%, enquanto a TV aberta cresceu 4,64% e atingiu 4,7 bilhões, com share de 60,11%.</p>
<p><strong>Pior que 2008</strong></p>
<p>Para os veículos impressos, o resultado é mais amargo. Conforme já citado, jornais perderam faturamento e o montante caiu para R$ 1,2 bilhão, sendo que a participação no bolo passou para 15,76%. As revistas despencaram e chegaram a R$ 555 milhões e participação de 7,09%.</p>
<p>O segmento de Guias e listas decaiu 15,32% e baixou faturamento para R$ 139 milhões, participação de apenas 1,77%.</p>
<p>As informações são do MM Online.</p>
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		<title>E-commerce deve gerar R$ 10,5 bilhões em 2009</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 11:55:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os primeiros seis meses do ano trouxeram bons frutos para o comércio eletrônico no Brasil. De acordo com dados contidos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os primeiros seis meses do ano trouxeram bons frutos para o comércio eletrônico no Brasil. De acordo com dados contidos na 20ª edição do Relatório “WebShoppers” (www.webshoppers.com.br) realizado pela e-bit, que conta com o apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), o faturamento para o setor foi de R$ 4,8 bilhões.</p>
<p>O valor representa um aumento de 27% em relação ao primeiro semestre de 2008, quando registrou R$ 3,8 bilhões. A expectativa é que o montante se eleve 28% , com previsão de faturamento de R$ 10,5 bilhões até o final do ano.</p>
<p>O tíquete médio elevado, cerca de R$ 323, foi uma das principais características dessa primeira metade do ano. Isso porque os adeptos das compras online optaram por produtos de maior valor agregado, como Informática e Eletrodomésticos, terceira e quarta categorias mais vendidas na web.</p>
<p>A confiança e a satisfação do consumidor foi colocada em evidência no primeiro semestre de 2009. De acordo com levantamento feito pela e-bit, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), comitê da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), mais de 86% dos consumidores brasileiros estão satisfeitos com o comércio virtual.</p>
<p>Para o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, o comércio eletrônico tem a capacidade de surpreender até mesmo os mais otimistas. “O faturamento alcançado nesses primeiros seis meses do ano supera as expectativas. É um mercado muito dinâmico e competitivo e isso permite ao consumidor optar pelas melhores ofertas. Hoje, já passam de 15 milhões de pessoas que já tiveram pelo menos uma experiência de compra pela internet”, afirma Guasti.</p>
<p><strong>Eletrodomésticos em alta<br />
 </strong><br />
 A redução do IPI para Eletrodomésticos, ocorrida em Abril desse ano, ajudou a categoria a conquistar um espaço jamais antes alcançado. Isso porque muitas pessoas puderam aproveitar a oportunidade para antecipar suas compras e adquiriram novos produtos, já que a queda de preço para alguns Eletrodomésticos chegou a 20%. A categoria, que historicamente situava-se entre a 4ª e 5ª posição no ranking de produtos mais vendidos, ganhou mais espaço e alcançou a inédita 2ª colocação em Junho de 2009, com 13% de participação em volume de pedidos.</p>
<p>As marcas mais cobiçadas&#8230;</p>
<p>Para a 20ª edição do “WebShoppers”, a e-bit preparou um capítulo destinado a entender as marcas mais vendidas e admiradas pelos e-consumidores. Quando falamos em vendas, Informática teve seu Top 3 ocupado por HP, Samsung e LG como protagonistas nas operações online. Já na questão “Top of Mind”, LG, Philips e Sony apareceram como as principais marcas de TV´s de tela plana, dentro da categoria Eletrônicos.<br />
 <strong><br />
 </strong><strong>Resto do ano</strong></p>
<p>O segundo semestre de 2009 também deve alcançar números importantes, já que costuma participar com 55% do faturamento anual do canal. No período entre julho e dezembro, espera-se que as lojas virtuais atinjam R$ 5,8 bi em vendas de produtos pela internet (excluindo passagens aéreas, automóveis e leilão virtual).</p>
<p>Outro fator contribuinte para o bom desempenho no 2º semestre é a participação de datas sazonais, que chegam para agitar ainda mais o mercado. Esse é o caso do Dia dos Pais (25/07 a 08/08), Dia das Crianças (27/09 a 11/10) e, principalmente, o Natal (15/11 a 23/12) que é a data comemorativa mais aquecida do ano.</p>
<p>A expectativa da e-bit é que o e-commerce feche 2009 com mais de 17 milhões de pessoas que já compraram pela internet ao menos uma vez.</p>
<ul>
</ul>
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