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	<title>Seobra (SEO) - Otimização de sites e Marketing de Busca em Fortaleza &#187; Youtube</title>
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	<description>Otimização de sites (SEO) e Marketing de busca. a Seobra  é especialista no assunto. Além de Anuncios nos links patrocinados do google, em Fortaleza</description>
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		<title>YouTube lidera com folga mercado de vídeos</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 21:26:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Google]]></category>
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		<description><![CDATA[Estudo divulgado pela comScore aponta que, dos 30,3 bilhões de vídeos na web assistidos por usuários dos EUA em abril, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estudo divulgado pela comScore aponta que, dos 30,3 bilhões de vídeos na web assistidos por usuários dos EUA em abril, 13,1 bilhões são de sites do Google (comandos pelo YouTube).</p>
<p>O resultado dá ao gigante das buscas 43,2 por cento do mercado de vídeos online naquele país, bem à frente do segundo colocado, Hulu, com modestos 3,2%, correspondentes a 958 milhões de vídeos assistidos.</p>
<p>As páginas de vídeos da Microsoft ficaram em terceiro com 644 milhões (2,1 por cento do mercado), seguido pela Viacom Digital, com 384 milhões (1,3 por cento) e sites do Yahoo!, com 371 milhões  (1,2 por cento).</p>
<p>Durante o mês de abril, cada espectador norte-americano viu, em média, 96 vídeos nos sites do Google, contra 24,7 no Hulu.</p>
<p>As páginas de vídeos do Yahoo!, que estão em quinto no total de vídeos assistidos, aparece em segundo em número de visitas únicas no mês (49,5 milhões). As páginas do Google lideram com 136 milhões de visitantes.</p>
<p><strong>Fonte: INFO</strong></p>
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		<title>YouTube busca na TV seu modelo ideal</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/youtube-busca-na-tv-seu-modelo-ideal.html</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Jun 2010 14:55:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Youtube]]></category>

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		<description><![CDATA[Duas semanas atrás, o YouTube celebrou a marca dos dois bilhões de vídeos assistidos ao dia em seu site, um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Duas semanas atrás, o YouTube celebrou a marca dos dois bilhões de vídeos assistidos ao dia em seu site, um recorde histórico. Mas também usou a ocasião para expressar sua inveja quanto ao domínio persistente que a televisão mantém sobre seus espectadores: &#8220;Ainda que o usuário médio hoje dedique 15 minutos diários ao YouTube, isso é pouco se comparado às cinco horas diárias que as pessoas passam assistindo TV&#8221;, observou a empresa em seu blog.</p>
<p>O YouTube, no entanto, enfrenta um sério obstáculo: vídeos muito curtos não costumam reter o interesse se assistidos em longas sequências. Resta determinar se os telespectadores algum dia se interessarão por assistir durante horas a vídeos de em média dois minutos e meio de duração, mesmo que produzidos profissionalmente e bem enquadrados aos gostos e expectativas da audiência.</p>
<p>O final de um programa &#8211; quer dure dois minutos ou duas horas &#8211; em geral leva o espectador a considerar a possibilidade de fazer outra coisa. No caso do YouTube, claro, os finais vêm mais rápido. Jamie Davison, um gerente de produto do YouTube, diz que os 15 minutos de uso diário do site por um consumidor médio tipicamente envolvem seis vídeos, e o final de cada um deles representa um &#8220;ponto de decisão, e cada ponto de decisão é uma oportunidade de sair&#8221;. &#8220;Estamos considerando como convencer o usuário a aceitar uma experiência de uso mais passiva, na qual ele só se recoste e assista&#8221;, disse Davidson.</p>
<p>Margaret Stewart, diretora da equipe de experiência de usuário do YouTube, diz que o site não só está se esforçando para &#8220;integrar conteúdo curto de maneira mais contínua&#8221; mas também está criando &#8220;conteúdo em forma mais longa&#8221;, como programas de TV, episódios produzidos especialmente para a web bem como eventos esportivos e musicais transmitidos ao vivo. Ela diz que o YouTube dispõe de sete mil horas de filmes e programas a oferecer.</p>
<p>Mas proporção embaraçosa desse conteúdo parece ser de um tipo que nem mesmo chega a ser ruim o suficiente para divertir. Em janeiro, Joe Queenan, crítico do jornal Guardian, resumiu o conteúdo assistido como &#8220;muitos vídeos sentimentais, filmes trash, filmes cult, filmes que nunca foram lançados no cinema e projetos pessoais realizados por vaidade ou como paródia&#8221;.</p>
<p>The Torture Chamber of Dr. Sadism e Cheerleader Ninjas estão entre os títulos do YouTube dos quais Queenan disse que &#8220;todos parecem divertidos. Mas não são. De jeito nenhum&#8221;.</p>
<p>No final deste ano, o YouTube vai adotar um design radicalmente diferente, mais leve, com o YouTube Leanback, que terá endereço separado na web e começará a executar o vídeo assim que o usuário clicar no site. Quando um vídeo se encerrar, o seguinte começará sem intervalo, eliminando os temidos &#8220;pontos de decisão&#8221;, que convidam o usuário a sair. Os espectadores poderão selecionar canais, mas o fluxo de programas, quer curtos, quer longos, será contínuo.</p>
<p>&#8220;Não haverá necessidade de navegar, fazer buscas, clicar. Funcionará como a televisão&#8221;, disse Hunter Walk, gerente de programa do YouTube que exibiu uma pequena amostra do novo site em uma conferência do Google para programadores este mês.</p>
<p>O Google, que controla o YouTube, agora considera as salas de estar como território estrategicamente importante para a empresa, e não quer esperar para que o YouTube conquiste espaço gradualmente. O mais importante anúncio da recente conferência foi a introdução do Google TV, que busca unir fabricantes de hardware e empresas de TV a cabo na adoção de tecnologia fornecida pelo Google para facilitar a navegação simultânea de programas de TV, vídeos online e sites com formatação televisiva, no televisor de uma casa.</p>
<p>Quem deseja desfrutar de uma sequência ininterrupta de vídeos do YouTube já agora, antes que o YouTube Leanback seja lançado, pode recorrer ao NowMov, serviço iniciante de San Francisco. Com base em feeds do Twitter para determinar que vídeos do YouTube estão aparecendo com mais frequência nos tweets, o NowMov começa a exibir um vídeo do YouTube assim que um visitante chega ao site. Ao fundo, outros vídeos que foram destaque no Twitter estão sendo baixados. Se o usuário não gostar do vídeo em exibição, basta clicar no botão &#8220;next&#8221; e outro começa instantaneamente.</p>
<p>&#8220;Se parte excessiva do cérebro está preocupada com o processo de escolha, a experiência de assistir não é aproveitada&#8221;, explica James Black, co-fundador da NowMov.</p>
<p>É divertido experimentar com o serviço da NowMov ¿ por pouco tempo. Mas é difícil imaginar que alguém se acomode por horas assistindo a uma sequência de vídeos curtos que nada têm em comum exceto a popularidade de que desfrutam no Twitter em dado momento.</p>
<p>O NowMov começou a operar apenas este mês, e Black diz que ainda não tem como informar quanto dura a sessão média de uso. Mas se a empresa obtiver sucesso, realizará a ambição de Black de libertar os usuários do que agora define como &#8220;a tirania da escolha&#8221;.</p>
<p>Hoje, assistir ao NowMov não requer coisa alguma do usuário, nem mesmo usar o botão next ¿ uma experiência de profunda passividade. Será que o telespectador dos anos 50, que pelo menos selecionava os canais a que desejava assistir, era movido essencialmente pela preguiça?</p>
<p><em>Tradução: Paulo Migliacci ME</em></p>
<p><strong>Fonte: The New York Times/ Terra</strong></p>
<p>Duas semanas atrás, o YouTube celebrou a marca dos dois bilhões de vídeos assistidos ao dia em seu site, um recorde histórico. Mas também usou a ocasião para expressar sua inveja quanto ao domínio persistente que a televisão mantém sobre seus espectadores: &#8220;Ainda que o usuário médio hoje dedique 15 minutos diários ao YouTube, isso é pouco se comparado às cinco horas diárias que as pessoas passam assistindo TV&#8221;, observou a empresa em seu blog.</p>
<p>O YouTube, no entanto, enfrenta um sério obstáculo: vídeos muito curtos não costumam reter o interesse se assistidos em longas sequências. Resta determinar se os telespectadores algum dia se interessarão por assistir durante horas a vídeos de em média dois minutos e meio de duração, mesmo que produzidos profissionalmente e bem enquadrados aos gostos e expectativas da audiência.</p>
<p>O final de um programa &#8211; quer dure dois minutos ou duas horas &#8211; em geral leva o espectador a considerar a possibilidade de fazer outra coisa. No caso do YouTube, claro, os finais vêm mais rápido. Jamie Davison, um gerente de produto do YouTube, diz que os 15 minutos de uso diário do site por um consumidor médio tipicamente envolvem seis vídeos, e o final de cada um deles representa um &#8220;ponto de decisão, e cada ponto de decisão é uma oportunidade de sair&#8221;. &#8220;Estamos considerando como convencer o usuário a aceitar uma experiência de uso mais passiva, na qual ele só se recoste e assista&#8221;, disse Davidson.</p>
<p>Margaret Stewart, diretora da equipe de experiência de usuário do YouTube, diz que o site não só está se esforçando para &#8220;integrar conteúdo curto de maneira mais contínua&#8221; mas também está criando &#8220;conteúdo em forma mais longa&#8221;, como programas de TV, episódios produzidos especialmente para a web bem como eventos esportivos e musicais transmitidos ao vivo. Ela diz que o YouTube dispõe de sete mil horas de filmes e programas a oferecer.</p>
<p>Mas proporção embaraçosa desse conteúdo parece ser de um tipo que nem mesmo chega a ser ruim o suficiente para divertir. Em janeiro, Joe Queenan, crítico do jornal Guardian, resumiu o conteúdo assistido como &#8220;muitos vídeos sentimentais, filmes trash, filmes cult, filmes que nunca foram lançados no cinema e projetos pessoais realizados por vaidade ou como paródia&#8221;.</p>
<p>The Torture Chamber of Dr. Sadism e Cheerleader Ninjas estão entre os títulos do YouTube dos quais Queenan disse que &#8220;todos parecem divertidos. Mas não são. De jeito nenhum&#8221;.</p>
<p>No final deste ano, o YouTube vai adotar um design radicalmente diferente, mais leve, com o YouTube Leanback, que terá endereço separado na web e começará a executar o vídeo assim que o usuário clicar no site. Quando um vídeo se encerrar, o seguinte começará sem intervalo, eliminando os temidos &#8220;pontos de decisão&#8221;, que convidam o usuário a sair. Os espectadores poderão selecionar canais, mas o fluxo de programas, quer curtos, quer longos, será contínuo.</p>
<p>&#8220;Não haverá necessidade de navegar, fazer buscas, clicar. Funcionará como a televisão&#8221;, disse Hunter Walk, gerente de programa do YouTube que exibiu uma pequena amostra do novo site em uma conferência do Google para programadores este mês.</p>
<p>O Google, que controla o YouTube, agora considera as salas de estar como território estrategicamente importante para a empresa, e não quer esperar para que o YouTube conquiste espaço gradualmente. O mais importante anúncio da recente conferência foi a introdução do Google TV, que busca unir fabricantes de hardware e empresas de TV a cabo na adoção de tecnologia fornecida pelo Google para facilitar a navegação simultânea de programas de TV, vídeos online e sites com formatação televisiva, no televisor de uma casa.</p>
<p>Quem deseja desfrutar de uma sequência ininterrupta de vídeos do YouTube já agora, antes que o YouTube Leanback seja lançado, pode recorrer ao NowMov, serviço iniciante de San Francisco. Com base em feeds do Twitter para determinar que vídeos do YouTube estão aparecendo com mais frequência nos tweets, o NowMov começa a exibir um vídeo do YouTube assim que um visitante chega ao site. Ao fundo, outros vídeos que foram destaque no Twitter estão sendo baixados. Se o usuário não gostar do vídeo em exibição, basta clicar no botão &#8220;next&#8221; e outro começa instantaneamente.</p>
<p>&#8220;Se parte excessiva do cérebro está preocupada com o processo de escolha, a experiência de assistir não é aproveitada&#8221;, explica James Black, co-fundador da NowMov.</p>
<p>É divertido experimentar com o serviço da NowMov ¿ por pouco tempo. Mas é difícil imaginar que alguém se acomode por horas assistindo a uma sequência de vídeos curtos que nada têm em comum exceto a popularidade de que desfrutam no Twitter em dado momento.</p>
<p>O NowMov começou a operar apenas este mês, e Black diz que ainda não tem como informar quanto dura a sessão média de uso. Mas se a empresa obtiver sucesso, realizará a ambição de Black de libertar os usuários do que agora define como &#8220;a tirania da escolha&#8221;.</p>
<p>Hoje, assistir ao NowMov não requer coisa alguma do usuário, nem mesmo usar o botão next ¿ uma experiência de profunda passividade. Será que o telespectador dos anos 50, que pelo menos selecionava os canais a que desejava assistir, era movido essencialmente pela preguiça?</p>
<p><em>Tradução: Paulo Migliacci ME</em></p>
<p><strong>Fonte: The New York Times/ Terra</strong></p>
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		<title>YouTube passa a oferecer aluguel de vídeos</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/youtube-passa-a-oferecer-aluguel-de-videos.html</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 13:16:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Youtube]]></category>

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		<description><![CDATA[Em comemoração aos seus cinco anos, o Youtube passará a oferecer uma seleção de filmes e programas de TV para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em comemoração aos seus cinco anos, o Youtube passará a oferecer uma seleção de filmes e programas de TV para aluguel. O serviço estará disponível só nos EUA através de uma nova página no site oficial. Os preços variam entre US$1 e US$4.</p>
<p>O serviço inclui apenas produções variadas de editores independentes, além de documentários, mangás e conteúdos dos estúdios de Bollywood. O período dos aluguéis varia entre os tipos de conteúdo &#8211; entre 24 a 72 horas. Os usuários poderão pagar com o Google Checkout.</p>
<p>A iniciativa ressalta a concorrência entre Google e Apple. Resta a dúvida se o novo serviço se equiparará à iTunes Store.</p>
<p><strong>Revolução Social</strong></p>
<p>O upload de um vídeo de 19 segundos, mostrando ao fundo elefantes ao fundo no zoológico de San Diego, nos EUA, a cinco anos atrás deu início a uma revolução social.</p>
<p>O ex-empregado do PayPal, Jawed Karim, foi o primeiro a postar um vídeo no Youtube, em 23 de abril de 2005. À época já existiam vídeos pessoas na internet mas o serviço criado por Karim, Chad Hurley e Steve Chen &#8211; frustrados com a dificuldade de encontrar vídeos de Janet Jackson na final do Superbowl, o campeonato de futebol americano, em 2004 &#8211; que tornou fácil pela primeira vez fazer uploads e compartilhá-los.</p>
<p>Rapidamente o Youtube se tornou em um fenômeno e, já no final de 2005 já exibia dois milhões de vídeos por dia &#8211; o que despertou o interesse do Google, que o arrematou por 1,65 bilhão em 2006.</p>
<p>Atualmente, o site é o terceiro mais visitado da internet, atrás apenas do próprio Google e do Facebook. A cada dia um milhão de novos vídeos são carregados.</p>
<p><em>Com informações do Terra.</em></p>
<p><strong>Fonte: <a target="_blank" title="Youtube passa a oferecer alugueis de videos" href="http://www.adnews.com.br/internet/102304.html" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Twitter tem mais tráfego que YouTube e Orkut no Brasil</title>
		<link>http://www.seobra.com.br/twitter-tem-mais-trafego-youtube-orkut-brasil.html</link>
		<comments>http://www.seobra.com.br/twitter-tem-mais-trafego-youtube-orkut-brasil.html#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 13:36:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Orkut]]></category>
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		<description><![CDATA[Fenômeno do momento na internet, o Twitter é sucesso no Brasil. Atualmente o microblog responde por 56% do tráfego de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fenômeno do momento na internet, o Twitter é sucesso no Brasil. Atualmente o microblog responde por 56% do tráfego de dados do país em mídias sociais, seguido de longe por Facebook, com 20%, e YouTube, que possui 16% do total. Os dados analisam apenas os sete maiores sites de mídia social no Brasil, que também incluem o StumbleUpon, Digg e Delicious.</p>
<p> Os dados da <a target="_blank" href="http://gs.statcounter.com/#social_media-BR-monthly-200904-201004" target="_blank">StatCounter</a> mostram não só o quanto o Twitter possui de tráfego nacional, mas também revela o quanto o site, nascido em 2006, tem se mantido na preferência aos olhos dos usuários daqui; e apesar de estar bem longe do segundo colocado, o site já obteve marcas ainda mais expressivas – em agosto de 2009, por exemplo, o Twitter tinha 67% do volume de tráfego.</p>
<p> Recentemente, o microblog anunciou a abertura de suas portas à publicidade – que será feita por meio de mensagens enviadas aos usuários. Agora, seguindo os dados da StatCounter, ganha ainda mais notoriedade para os que aguardavam ansiosamente pelo modelo de anúncio a ser disponibilizado no site.</p>
<p> O YouTube, por sua vez, já não vive dias tão gloriosos com os internautas brasileiros. O site chegou a mostrar números expressivos em setembro, quando ainda era o segundo colocado, com 30% do tráfego. Porém, a partir desse pico, o site só se fez cair, e chegou este mês ao seu recorde negativo, cedendo sua posição de vez para o site de Mark Zuckerberg.</p>
<p> Além da queda do site de vídeos, o Google também vê sua rede social – preferida pelos brasileiros – despencar em volume de tráfego. Desde janeiro, o Orkut já caiu de 37% para apenas 1,66% do volume nacional.</p>
<p> <strong>O crescimento</strong></p>
<p> A ascensão do Twitter pode ter várias explicações. O site, por exemplo, vem sendo amplamente divulgado pela mídia, com personalidades como apresentadores e jornalistas ativos no site. Outro aspecto pode explicar também o crescimento de tráfego do Facebook, relacionando-o inclusive com o microblog, já que, através da rede social, pode-se postar tweets sem ter de mudar de site.</p>
<p> Porém, como boa parte dos tuiteiros utiliza programas ou aplicativos de outros sites para acessá-lo, o volume de tráfego nacional do Twitter pode ser ainda maior do que os 56% que demostra atualmente.</p>
<p> <strong>Fonte: <a target="_blank" title="Twitter tem mais tráfego que YouTube e Orkut no Brasil" href="http://www.adnews.com.br/internet/102251.html">Redação AdNews</a></strong></p>
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		<title>Wikipedia e iPhone estão entre os 10 momentos da década na Web</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 00:47:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O lançamento da enciclopédia aberta Wikipedia em 2001, o surgimento do iPhone em 2007 e a eleição do presidente Barack [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O lançamento da enciclopédia aberta Wikipedia em 2001, o surgimento do iPhone em 2007 e a eleição do presidente Barack Obama nos Estados Unidos no ano passado estão entre os 10 momentos mais influentes na internet nos últimos 10 anos, segundo os prêmios Webby.</p>
<p> De acordo com a Reuters, a eleição iraniana deste ano, quando protestos mostraram a força do Twitter e de outras mídias sociais na reformulação da democracia, também foi destacada pela Academia de Artes e Ciências Digitais, de Nova York, organizadora dos prêmios Webby desde 1996.</p>
<p> Para David-Michael Davies, diretor executivo da premiação, a web foi muito importante para as modificações dos últimos anos. &#8220;A Internet é a história da década porque foi a catalisadora de mudanças não apenas em todos os aspectos de nossas vidas cotidianas mas em tudo mais, do comércio e comunicação à política e cultura pop&#8221;.</p>
<p> &#8220;O tema recorrente entre todos os marcos que nossa lista menciona é a capacidade da Internet para contornar os sistemas do passado e entregar mais poder às pessoas comuns&#8221;, afirmou Davies.</p>
<p> <strong>*Lista dos 10 momentos mais influentes da Internet na década:</strong></p>
<p> &#8211; O site de classificados Craigslist se expande para além de San Francisco, em 2000, influenciando jornais em toda parte.</p>
<p> &#8211; Google lança o AdWords, em 2000, permitindo que anunciantes direcionem anúncios com extrema precisão.</p>
<p> &#8211; A enciclopédia aberta Wikipedia é lançada, em 2001; hoje, tem 14 milhões de artigos em 271 idiomas diferentes.</p>
<p> &#8211; O fechamento do Napster, em 2001, abre as portas a múltiplos serviços de troca de arquivos.</p>
<p> &#8211; A oferta pública inicial de ações do Google, em 2004, que colocou o serviço de buscas no caminho para influenciar incontáveis aspectos de nossas vidas cotidianas.</p>
<p> &#8211; A revolução do vídeo online em 2006, e seu boom de conteúdo caseiro e profissional na Internet, mudando a cultura pop e a política.</p>
<p> &#8211; Facebook passa a aceitar usuários não universitários e Twitter decola, em 2006.</p>
<p> &#8211; Lançamento do iPhone, em 2007, faz dos celulares inteligentes mais que produtos de luxo, disponibilizando um aplicativo para quase todo aspecto da vida moderna.</p>
<p> &#8211; A campanha presidencial norte-americana de 2008, na qual a Internet mudou todos os aspectos da condução de uma campanha eleitoral.</p>
<p> &#8211; Os protestos iranianos depois da eleição presidencial deste ano, quando o Twitter se provou vital para organizar manifestações e como veículo de protesto.</p>
<p> <strong>Fonte: <a target="_blank" title="Wikipedia e iPhone estão entre os 10 momentos da década na Web" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=96475">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Vídeos no YouTube geram mais atenção do que a TV</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 17:57:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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Pesquisa destaca importância do YouTube como plataforma de anúncios



O YouTube e a OTX (Online Testing Exchange) estabeleceram parceria com Motorola, [...]]]></description>
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<p>Pesquisa destaca importância do YouTube como plataforma de anúncios</p>
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<p>O YouTube e a OTX (Online Testing Exchange) estabeleceram parceria com Motorola, Mindshare e GM para realização de um estudo inédito que revela o envolvimento dos usuários com o YouTube em comparação à televisão.</p>
<p>A pesquisa foi realizada com 1800 pessoas e levou em consideração 4 fatores para mensurar os resultados: medidas biométricas, fixação do olhar no monitor, pesquisa sobre publicidade na página do YouTube e da televisão, além de pesquisa on-line com usuários expostos a diferentes formatos de publicidade.</p>
<p>Os resultados surpreendem: a atenção dos usuários é 1,5x maior no YouTube em relação à televisão. Com o interesse do usuário maior no YouTube, esta plataforma de comunicação mostra-se extremamente eficaz para os anunciantes.</p>
<p><a target="_blank" title="Vídeos no YouTube geram mais atenção do que a TV" href="http://agencia.tudosobregoogle.com.br/noticias/v%C3%ADdeos-no-youtube-geram-mais-aten%C3%A7%C3%A3o-do-que-tv" target="_blank"><strong>Fonte: Tudo sobre Google</strong></a></p>
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		<title>YouTube ganhará suporte a vídeos em 1080p</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 00:50:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Usuários de câmeras HD (de alta definição) poderão enviar e assistir vídeos em 1080p no YouTube a partir da semana [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Usuários de câmeras HD (de alta definição) poderão enviar e assistir vídeos em 1080p no YouTube a partir da semana que vem.</p>
<p> De acordo com o Info Online, com o novo recurso, as mídias terão mais qualidade gráfica na reprodução em tela cheia. Atualmente, o site reproduz 720p, no máximo.</p>
<p> Billy Biggs, engenheiro de software, alta definição do streaming vai exigir mais das máquinas dos internautas. Segundo ele, os usuários que mais se beneficiarão são os que possuem um PC rápido e um monitor grande.</p>
<p> <strong>Fonte: <a target="_blank" title="YouTube ganhará suporte a vídeos em 1080p" href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=96269" target="_blank">Redação Adnews</a></strong></p>
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		<title>Burberry fecha parceira com Facebook</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 01:46:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O grupo de produtos de luxo Burberry se uniu ao Facebook para lançar um site celebrando seu casaco trench coat.
 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O grupo de produtos de luxo Burberry se uniu ao Facebook para lançar um site celebrando seu casaco trench coat.</p>
<p> O site, artofthetrench.com, permitirá aos membros conectados via Facebook submeter imagens e histórias sobre os casacões da Burberry e compartilhá-las entre si.</p>
<p> Criado inicialmente pelo fundador da Burberry, Thomas Burberry, para oficiais do Exército britânico em 1914, o trench coat ainda é uma das peças mais vendidas da companhia.</p>
<p> A ação coloca a Burberry no grupo de varejistas que usa a mídia social, tais como Facebook, Twitter e YouTube, para colocar suas marcas diante dos consumidores e interagir com eles.</p>
<p> A varejista britânica de produtos para bebês Mothercare tem uma rede social própria, o site Gurgle.com, assim como o grupo fashion online ASOS, com o ASOS Life.</p>
<p> Outras, como a Marks &amp; Spencer, que disse que no mês passado tinha 80 mil seguidores em sua página do Facebook, tem páginas instaladas nos principais sites de redes sociais.</p>
<p> <strong>Fonte: Plantão Info</strong></p>
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